Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com o conflito no Médio Oriente ao longo do dia de ontem, segunda-feira.

    Netanyahu diz que Israel está “perante a fase decisiva” da guerra contra o Hamas

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • O que se passou até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou preocupação com o impacto negativo da guerra em Gaza na perceção internacional de Israel. Trump destacou que, apesar das vitórias militares, Israel está a sofrer nas relações públicas e incentivou um fim rápido do conflito para minimizar danos.
    • A Associação Internacional de Académicos do Genocídio acusou Israel de estar a cometer genocídio em Gaza, citando práticas como ataques a civis, privação de ajuda humanitária e deslocamento forçado. O governo israelita repudiou a resolução, criticando a associação de não verificar adequadamente as informações.
    • Continuam os confrontos entre Israel e a Palestina, com graves consequências humanitárias. Nas últimas 24 horas, ataques israelitas resultaram na morte de 98 pessoas em Gaza. Desde o início de outubro de 2023, o número total de mortes no conflito alcançou as 63.557.
    • Novas tensões surgiram após o lançamento de um míssil por rebeldes houthis do Iémen contra um petroleiro no Mar Vermelho, alegadamente ligado a Israel. O ataque demonstra o alargamento das hostilidades para além das fronteiras originais do conflito israelo-palestiniano, impactando também a segurança marítima regional.

  • IAEA encontra vestígios de urânio na Síria ligados a instalação bombardeada por Israel

    A Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA, na sigla inglesa) encontrou vestígios de urânio na Síria ligados a um edifício destruído por Israel em 2007 que a organização suspeitava ser um reator nuclear não declarado, segundo a Reuters, que teve acesso a um relatório enviado aos Estados-membros esta segunda-feira.

    O Governo do antigo Presidente sírio Bashar al-Assad afirmou, na altura, que o local em Deir al-Zor era uma base militar convencional. No entanto, a IAEA já tinha concluído em 2011 que o edifício era “muito provavelmente” um reator secreto que deveria ter sido declarado.

    Recentemente, a agência recolheu amostras ambientais em três lugares relacionados com Deir al-Zor e encontrou “um número significativo de partículas de urânio natural de origem antropogénica”, ou seja, produzidas por processamento químico.

    As autoridades sírias indicaram à agência que não tinham explicações para a presença do urânio nesses lugares e deram autorização à IAEA para realizar novas análises. A agência planeia, agora, visitar Deir al-Zor para fazer mais exames, aceder a documentação relevante e entrevistar envolvidos em atividades nucleares passadas na Síria.

  • Um morto em ataque israelita no norte da Cisjordânia

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) realizaram um ataque na cidade de Tubas, no norte da Cisjordânia. Há registo de, pelo menos, um morto — que estava a conduzir um carro, relata o Times of Israel.

    De acordo com o mesmo jornal, várias pessoas terão ficado feridas no ataque. O exército israelita ainda não emitiu qualquer comentário sobre o incidente.

  • Abbas aponta Netanyahu como o único "obstáculo" ao regresso da Autoridade Palestiniana a Gaza

    O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, afirmou numa entrevista ao canal saudita Al Arabiya que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, é o único impedimento para que a Autoridade Palestiniana volte a governar Gaza.

    “Antes de 2007, a Autoridade Palestiniana governava Gaza e havia uma calma completa. Não há obstáculo ao nosso regresso — exceto a recusa de Netanyahu [em reconhecer o Estado]”, afirmou o líder da Palestina.

    O chefe do Governo israelita tem defendido que a Autoridade Palestiniana não pode voltar a governar Gaza após a guerra, apesar de a ideia ser apoiada por vários países ocidentais.

    Sobre o reconhecimento internacional da Palestina, Abbas afirmou: “Muitos chefes de Estado disseram-me que pretendem reconhecer um Estado palestiniano. Nós reconhecemos Israel em 1988 e assinámos os Acordos de Oslo. Se muitos países reconhecerem a Palestina, iremos à ONU pedir a adesão plena”.

  • Conflito na Faixa de Gaza está a prejudicar Israel no contexto internacional, avisa Trump

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira que Israel “pode estar a ganhar a guerra [em Gaza], mas não está a ganhar no mundo das relações públicas”.

    Em entrevista ao Daily Caller, citada pelo Times of Israel, Trump disse que Israel tem de terminar rapidamente o conflito, uma vez que “esta guerra está a prejudicar” Telavive.

    O líder da Casa Branca reconheceu, ainda, a diminuição do apoio norte-americano a Israel, lamentando que o país tenha perdido influência no Congresso com o passar dos anos.

    “Houve um tempo em que se [alguém] quisesse ser político, não podia dizer mal [de Israel]”, afirmou Trump, acrescentando: “Israel era o lobby mais forte que já vi. Tinham o controlo total sobre o Congresso”.

  • Flotilha humanitária com destino a Gaza já partiu (novamente) de Barcelona

    A flotilha humanitária com destino a Gaza partiu novamente esta segunda-feira de Barcelona, após ter regressado horas antes devido ao mau tempo, relata o Times of Israel.

    Segundo a flotilha, depois de um teste de mar, a partida foi adiada “para evitar riscos com os barcos menores”, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.

    Os navios planeiam, agora, chegar a Gaza em meados de setembro, depois de duas tentativas bloqueadas por Israel.

  • Vitória de Netanyahu nas próximas eleições seria o "fim do sionismo", alerta Lapid

    O líder da oposição israelita, Yair Lapid, afirmou esta segunda-feira que Israel vive “a última oportunidade para salvar o país”, avisando que uma nova vitória da coligação de Benjamin Netanyahu nas próximas eleições representaria “o fim do sionismo”.

    Num discurso perante militantes do partido Yesh Atid, em Telavive, Lapid afirmou, citado pelo Times of Israel, que o país pode escolher entre ser “um país desenvolvido, liberal e democrático” ou “um país atrasado e violento, que transforma o judaísmo em racismo e ameaça a democracia”.

    Lapid defendeu, ainda, a necessidade de aprovar uma Constituição, melhorar o sistema educativo e proteger as instituições, sublinhando que apenas o Yesh Atid tem condições para formar um governo alternativo.

    As próximas eleições legislativas em Israel deverão realizar-se até 27 de outubro de 2026.

  • China e Rússia apoiam Irão contra a reaplicação de sanções da ONU por França, Alemanha e Reino Unido

    A China e a Rússia apoiaram esta segunda-feira a rejeição iraniana à reativação do mecanismo de sanções da ONU ao Irão pelos países europeus do Conselho de Segurança — França, Alemanha e Reino Unido.

    De acordo com a Reuters, uma carta assinada pelos ministros dos negócios estrangeiros dos dois países e do próprio Irão, afirmava que a ativação do que o mecanismo automático foi “jurídica e processualmente viciada”.

    “A carta conjunta que assinámos com os meus colegas, os ministros dos Negócios Estrangeiros da China e da Rússia, em Tianjin, reflete a posição firme de que a tentativa europeia de invocar o mecanismo de reintrodução das sanções é juridicamente infundada e politicamente destrutiva”, escreveu o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, na rede social X..

  • Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel diz que resolução de académicos de genocídio sobre Gaza "é uma vergonha"

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros considerou que a decisão da Associação Internacional de Académicos do Genocídio (IAGS, na sigla inglesa) é “uma vergonha para a profissão jurídica”, numa publicação na rede social X.

    Segundo o Ministério, a resolução emitida esta segunda-feira “baseia-se inteiramente na campanha de mentiras do Hamas e na lavagem dessas mentiras por outros”.

    “A IAGS não cumpriu a tarefa mais básica da investigação, que é verificar as informações”, lê-se ainda na publicação, que considera que a associação “chega mesmo a deturpar o que o Tribunal Internacional de Justiça disse”.

    “Acima de tudo, a IAGS estabeleceu um precedente histórico — pela primeira vez, ‘estudiosos do genocídio’ acusam a própria vítima de genocídio”, alegou o ministério, referindo-se ao ataque do 7 de outubro de 2023 como uma “tentativa de genocídio do Hamas contra o povo judeu”.

  • Estudantes do ensino secundário protestam em Israel contra governo de Netanyahu

    Em Israel, o dia está a ser em parte marcado por protestos organizados por estudantes do ensino secundário, que acusam o governo israelita de ser incapaz de chegar a um acordo que permita a libertação dos reféns que ainda se encontram em Gaza.

    Em Telavive, cerca de uma centena de estudantes aproveitaram o primeiro dia de aulas do novo ano letivo para fazer uma greve e para se manifestarem na praça que foi batizada como Praça dos Reféns. Algumas dezenas de estudantes bloquearam os acessos ao edifício do Ministério da Educação, também em Telavive.

    Por todo o país, cerca de 70 escolas aderiram à greve, com milhares de estudantes a recusarem comparecer às aulas.

  • Costa lamenta que EUA tenham bloqueado condenação por uso da fome por Israel em Gaza

    O presidente do Conselho Europeu lamentou hoje que os Estados Unidos da América tenham chumbado uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que condenava o uso de fome como arma de guerra por Israel.

    “Estamos a assistir a uma catástrofe humanitária em Gaza que abala a consciência do mundo”, disse António Costa, acrescentando que “a dimensão do sofrimento de civis, especialmente entre as crianças, é terrível e inaceitável”.

    Durante uma intervenção em Bled, na Eslovénia, o presidente do Conselho Europeu recordou que este país, que durante os próximos dois anos é membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentou uma resolução que alertava Israel que “a utilização da fome como arma de guerra é proibida ao abrigo da lei internacional”.

    “Infelizmente, ainda que tenha recebido o apoio de 14 dos 15 membros do Conselho [de Segurança da ONU], esta resolução foi bloqueada pelos EUA”, lamentou o ex-primeiro-ministro de Portugal.

  • Sindicalista dos trabalhadores portuários de Génova promete "bloquear toda a Europa" caso percam contacto com a flotilha "por vinte minutos"

    Na partida de Génova de parte da flotilha humanitária para Gaza, o sindicalista dos trabalhadores portuários, Riccardo Rudino, prometeu parar o continente europeu caso percam contacto com os companheiros do seu sindicato, o Coletivo Autónomo dos Trabalhadores Portuários (CALP, em italiano), que participa no grupo de ativistas que vai viajar para o enclave palestiniano.

    “Se por apenas vinte minutos perdermos o contacto com os nossos barcos, com as nossas companheiras e os nossos companheiros, bloquearemos toda a Europa”, disse Rudino na partida dos ativistas no domingo num vídeo difundido pelas redes sociais e citado pelo jornal La Stampa.

    O CALP pertence à confederação União Sindical de Base (USB), uma central ligada à esquerda italiana.

    “Juntamente com o nosso sindicato USB, juntamente com todos os trabalhadores portuários que estão connosco, juntamente com toda a cidade de Génova, desta região saem 13-14 mil contentores por ano para Israel — não sai mais um prego”, acrescentou Rudino.

  • Ben-Gvir quer deter ativistas da flotilha humanitária como "terroristas", segundo imprensa israelita

    O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir, quer deter os ativistas da flotilha humanitária para Gaza como “terroristas”, segundo o jornal israelita Jerusalem Post.

    Ben-Gvir, da extrema-direita do Governo de coligação de Benjamin Netanyahu, apresentou o plano de ação na reunião de governo realizada este domingo.

    “Não permitiremos que indivíduos que apoiam o terrorismo vivam confortavelmente. Eles enfrentarão todas as consequências de suas ações”, terá dito na reunião de governo, citada pelo jornal.

    O ministro, lê-se, quer deter os tripulantes nas prisões de alto risco de Ketziot e Damon, normalmente designadas para pessoas que Israel considera serem “terroristas”.

    “Os ativistas não terão privilégios especiais, como televisão, rádio e comida especializada, numa tentativa de deixar claro que apoiar o terrorismo não será tolerado”, lê-se na notícia.

  • Flotilha regressou a terra devido a "duas tempestades" ao largo da costa, diz Miguel Duarte. Ainda não há decisão sobre nova partida

    Miguel Duarte, ativista e tripulante a bordo da flotilha humanitária para Gaza, contou ao Observador que “não houve quaisquer danos” nos navios nem quaisquer incidentes antes de regressarem a terra, em Espanha.

    Segundo o ativista, os barcos não chegaram a enfrentar o mau tempo que se verificava, na noite deste domingo, ao largo da costa — uma decisão tomada depois de “algumas horas a fazer testes de mar”.

    Sofia Aparício

    Fotografia captada pela atriz Sofia Aparício que integra a Flotilha Humanitária

    “Havia duas tempestades mesmo à saída de Barcelona e o que os comandantes dos navios pensaram que as tempestades poderiam ser um bocadinho demais para garantir a segurança destas pequenas embarcações e das suas tripulações”, disse Miguel Duarte, revelando foi que decidiram que “não havia razão para arriscar e fomos para um outro porto”, perto da capital catalã.

    Questionado sobre quando voltariam ao mar, o ativista revelou que “os comandantes dos vários navios” estavam a reunir e iriam decidir “em breve”, já que “o mau tempo está a passar”.

    “A previsão para as próximas horas já é muito melhor e, ao longo dos próximos dias, o tempo só vai melhorar. Estamos todos muito otimistas que a flotilha poderá seguir caminho muito depressa, muito em breve”, acrescentou.

  • 98 pessoas foram mortas em Gaza pelos ataques israelitas, diz ministério

    98 pessoas foram mortas na Faixa de Gaza pelos ataques israelitas nas últimas 24 horas, de acordo com a última atualização do Ministério da Saúde do enclave publicada no Telegram.

    Há ainda 404 feridos, lê-se no comunicado. Ao todo, desde o ataque do dia 7 de outubro de 2023, registaram-se 63.557 mortes.

  • Flotilha humanitária para Gaza obrigada a voltar para trás devido a mau tempo

    A flotilha humanitária para Gaza anunciou, em comunicado no Telegram, que iria regressar ao porto “devido às condições meteorológicas inseguras”.

    Segundo a flotilha, depois de um teste de mar, a partida foi adiada “para evitar riscos com os barcos menores”.

    “Enfrentando ventos de mais de 30 nós (55,56 km/h) e a natureza imprevisível do Mediterrâneo, tomámos essa decisão para priorizar a segurança e o bem-estar de todos os participantes e garantir o sucesso da nossa missão”, lê-se ainda no comunicado.

    Flotilha já partiu rumo a Gaza. Mortágua volta a criticar “cobardia” do Governo “por não tomar uma posição”

  • Israel está a cometer genocídio em Gaza, diz associação internacional de académicos

    A Associação Internacional de Académicos do Genocídio (IAGS, na sigla em inglês), que junta 500 académicos de todo o mundo, considerou “que as políticas e ações de Israel em Gaza correspondem à definição legal de genocídio”, numa resolução aprovada sobre a situação no domingo.

    A IAGS, no texto da resolução publicada no seu site, apelou ao governo israelita para que cesse “imediatamente todos os atos que constituem genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade contra os palestinianos em Gaza”.

    Entre estes atos, lê-se, incluem-se “ataques deliberados e assassinatos de civis, incluindo crianças; fome; privação de ajuda humanitária, água, combustível e outros itens essenciais à sobrevivência da população; violência sexual e reprodutiva; e deslocamento forçado da população”.

    Segundo a Reuters, 86% dos membros da associação votaram favoravelmente.

  • Rebeldes houthis do Iémen lançam míssil contra petroleiro no Mar Vermelho

    Os rebeldes h0uthis do Iémen lançaram um míssil contra um petroleiro ao largo da costa da Arábia Saudita, no Mar Vermelho, informou hoje um porta-voz militar.

    O porta-voz houthi, general Yahya Saree, assumiu a responsabilidade pelo lançamento numa mensagem pré-gravada transmitida pela al-Masirah, um canal de notícias por satélite controlado pelos huthis, alegando que a embarcação, a Scarlet Ray, tinha ligações a Israel.

    O Centro de Operações Comerciais Marítimas do Reino Unido, do exército britânico, que monitoriza a navegação no Médio Oriente, tinha informado anteriormente que um navio ouviu um estrondo perto de Yanbu, na Arábia Saudita.

    De novembro de 2023 a dezembro de 2024, os houthis visaram mais de 100 navios com mísseis e drones durante a guerra entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza.

  • Agência Lusa solidária com jornalistas palestinianos mortos em Gaza

    A agência noticiosa portuguesa Lusa divulgou esta segunda-feira uma nota aos seus clientes, incluindo o Observador, dando nota da adesão da agência a uma iniciativa internacional de solidariedade com os jornalistas palestinianos mortos em Gaza:

    Durante todo o dia de hoje, das 00h01 e às 23h59, a Lusa manterá inalterada uma manchete diferente no seu ‘site’: uma imagem e uma mensagem alusiva aos 210 jornalistas que, segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras, já foram mortos desde o início da guerra de Israel em Gaza.

    “Ao ritmo a que os jornalistas estão a ser mortos em Gaza pelas forças de Israel, em breve não haverá ninguém para manter o mundo informado”, são as palavras da mensagem, ditas pelo diretor geral daquela organização, Thibaut Bruttin.

    A Lusa responde assim ao apelo conjunto desta organização, do movimento de campanhas Avaaz e da Federação Internacional de Jornalistas para que as redações e os jornalistas de todo o mundo se unam num protesto editorial inédito contra o assassínio de jornalistas na guerra de Gaza. Muitos outros foram feridos e enfrentam, tal como os restantes palestinianos, as deslocações forçadas, a fome e o risco de vida. Os meios de comunicação internacionais estão proibidos de entrar no enclave.

    A Direção de Informação da Lusa entende que ser solidária e chamar a atenção para a tragédia que vivem os seus colegas jornalistas em Gaza é o mínimo que pode fazer. Os jornalistas testemunham e reportam, não fazem a guerra, nem podem ser alvo dela.

    Esta tomada de posição em nada colide com os nossos princípios basilares de informar com isenção, objetividade e rigor. A Lusa continuará, como sempre, a dar toda a informação sobre este conflito, oriunda de fontes credíveis e verificáveis.

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