Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a instabilidade geopolítica internacional ao longo do dia de ontem, domingo.

    Trump diz que está a negociar com líderes de Cuba após embargo petrolífero

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • "Não está a ser feito o suficiente em Kiev" Zelensky alerta para situação na capital, onde mais de 500 edifícios estão sem aquecimento

    O Presidente ucraniano reconheceu que não está a ser feito o suficiente em Kiev para combater a crise energética que deixou centenas de edifícios residenciais sem aquecimento, em consequência de uma interrupção na rede elétrica da Ucrânia, ocorrida a 31 de janeiro.

    De acordo com Volodymyr Zelensky a situação em Kiev continua “extremamente difícil” com mais de 500 edifícios de apartamentos sem aquecimento. “Isso certamente não pode ser considerado normal para uma cidade quando, há mais de uma semana, centenas de edifícios estão sem aquecimento todos os dias, independentemente da situação”, disse o Presidente ucraniano, citado no Kyiv Independent.

    “Haja ou não ataques, centenas de edifícios em Kiev continuam sem aquecimento. Isto significa que o trabalho que está a ser feito na cidade não é suficiente”, continuou.

    “A cidade deve, pelo menos, trabalhar mais rapidamente com as agências governamentais nesta questão, peço-vos, para que as pessoas possam receber assistência atempada e informações precisas.”

  • Keir Starmer: Reino Unido tem de “fazer mais” com UE em matéria de defesa comum

    O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sustentou hoje que o Reino Unido tem de “fazer mais” com a União Europeia (UE) em matéria de defesa, nomeadamente aderindo à iniciativa conjunta dos 27 Estados-membros para reforçar os arsenais.

    Londres e Bruxelas não chegaram, no final de 2025, a acordo sobre a participação britânica no programa de apoio à indústria de defesa da Europa chamado SAFE, dotado de 150 mil milhões de euros sob a forma de empréstimos.

    Os europeus estão a procurar desenvolver a sua indústria de defesa para enfrentar a ameaça russa e o risco de afastamento dos Estados Unidos da Europa.

    As negociações pararam devido à contribuição financeira exigida ao Reino Unido, de até 6,5 mil milhões de euros, considerada demasiado elevada pelo Governo britânico.

    “Penso que, em termos de despesa, capacidade e cooperação, temos de fazer mais em conjunto, o que deve levar-nos a analisar mecanismos como o SAFE e outros, para ver se não existe uma forma de trabalharmos mais estreitamente em conjunto”, declarou Keir Starmer à comunicação social.

  • Autoridades ucranianas anunciam reposição de energia após “apagão”

    A linha de transmissão de alta tensão entre a Ucrânia e a Moldova, que sofreu uma falha técnica no sábado, deixando partes de ambos os países sem eletricidade, já foi reparada, anunciou hoje o ministro da Energia ucraniano.

    “Foram concluídas as reparações na linha de transmissão de alta tensão entre a Ucrânia e a Moldova. Isto acrescenta 500 megawatts de capacidade para estabilizar o fornecimento de energia no sul”, escreveu Denys Shmygal na rede Facebook.

    Anteriormente, tinha sido anunciado que vários serviços afetados pela falha de energia, como o abastecimento de água e a circulação do metro de Kiev, que foram subitamente interrompidos, já tinham sido repostos.

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse, no seu pronunciamento diário no sábado, que não havia indícios de um ciberataque e esclareceu que a falha pode ter sido provocada pela acumulação de gelo e pelas baixas temperaturas.

    O sistema elétrico, já fragilizado por sucessivas vagas de bombardeamentos russos, foi afetado no sábado com inesperados “apagões” nas suas principais cidades, incluindo Kiev e Jitomir, na Ucrânia central, e Kharkiv no nordeste, somando-se aos cortes programados que o país tem vindo a realizar diariamente há meses devido à escassez de energia.

  • Pequim prevê “uma nova etapa” nas relações com Moscovo

    O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, disse hoje ao secretário do Conselho de Segurança russo,Serguei Choigu, que a China e a Rússia podem “ultrapassar uma nova etapa” nas suas relações este ano.

    Wang Yi reuniu-se em Pequim com o secretário do Conselho de Segurança russo no âmbito de um novo ciclo de “comunicação estratégica”, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

    Pequim e Moscovo intensificaram a sua cooperação económica e os contactos diplomáticos nos últimos anos, e a sua parceria estratégica reforçou-se ainda mais desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, no início de 2022.

  • Trump sugere juntar chavismo e oposição para transição democrática

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu no sábado juntar chavismo e oposição para aproximar posições para uma transição democrática na Venezuela.

    “Temos que fazer algo a este respeito. Talvez juntar as partes e fazer algo”, respondeu Trump aos jornalistas a bordo do Air Force One, quando questionado se a líder da oposição María Corina Machado deveria poder regressar à Venezuela.

    Trump acrescentou que Machado “é uma pessoa muito boa e, ao mesmo tempo, a liderança atual está a fazer um ótimo trabalho”, referindo-se à presidente interina, a chavista Delcy Rodríguez.

    Quanto ao setor petrolífero, o dirigente norte-americano garantiu que fechou um acordo com a Índia, para que Nove Deli adquira petróleo da Venezuela em vez do petróleo iraniano, e garantiu que a China “será bem-vinda” se quiser fazer negócio.

  • Menino de cinco anos detido pelo ICE no Minnesota já regressou a casa

    Liam, o menino de cinco ano que foi detido pelos serviços de imigração com o pai num subúrbio de Minneapolis, já regressou a casa depois de ontem um juiz norte-americano ter ordenado as autoridades a libertarem-no, assim como ao pai, do centro de detenção no Texas para onde tinham sido levados.

    “Liam já está em casa e agradecemos ao deputado Joaquin Castro por ter viajado para Minneapolis com ele e o seu pai”, avançou IIhan Omar, membro da Câmara dos Representantes dos EUA, numa publicação no Instagram, acompanhada por fotogrfias da criança — que levava o mesmo gorro azul com orelhas brancas e a mochila do Homem-Aranha.

    As imagens de Liam Conejo Ramos rodeado de agentes do Serviço de Imigração e Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) causaram ainda mais indignação no país contra a violenta perseguição aos migrantes movida pelo Governo do Presidente republicano, Donald Trump, no Minnesota.

    Desencadearam também um protesto em frente ao centro de detenção da família e uma visita de dois congressistas democratas do Texas.

  • Chefe da diplomacia iraniano "confiante" nas negociações apesar do reforço militar dos EUA

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou hoje à CNN que continua “confiante de que podemos alcançar um acordo” com os Estados Unidos sobre o programa nuclear de Teerão, mesmo com as forças norte-americanas preparadas para um possível ataque.

    “Infelizmente, perdemos a nossa confiança [nos] EUA como parceiro negocial”, disse Araghchi, mas acrescentou que a troca de mensagens através de países aliados na região estava a facilitar conversações “frutíferas” com Washington.

    Em Washington, o discurso também apontou para abertura. Durante uma conversa com jornalistas a bordo do Air Force One, no sábado, Donald Trump afirmou que Teerão está “a falar connosco, a falar connosco seriamente”.

    Ainda assim, o chefe da diplomacia iraniana evitou comprometer-se com um frente-a-frente formal com negociadores norte-americanos.

  • Ataque com drones russos mata 15 pessoas e fere sete na Ucrânia

    Um ataque com drones russos provocou a morte de 15 pessoas e feriu outras sete, “junto a um autocarro” no distrito de Pavlohrad, avança Oleksandr Hanzha, chefe da Administração Estatal Regional de Dnipropetrovsk no Telegram.

    A Sky News, citando o responsável local, avança que o ataque terá atingido diretamente o autocarro, mas a informação ainda não é definitiva. A agência Reuters refere que a explosão ocorreu nas proximidades do veículo.

    No Telegram, o Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia informou que, na sequência do ataque, deflagrou um incêndio que acabou por ser controlado e extinto pelos bombeiros.

  • Ministro da Defesa israelita e chefe das IDF debatem situação regional após visitas a Washington

    Depois de uma visita a Washington, onde discutiu o dossiê iraniano com altos responsáveis dos Estados Unidos, o chefe das IDF, Eyal Zamir, reuniu-se com o ministro da Defesa israelita.

    “Na sequência da série de reuniões que o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel realizou recentemente nos Estados Unidos, os dois estão a discutir, entre outras coisas, a avaliação da situação regional e a prontidão operacional das Forças de Defesa de Israel para qualquer cenário.”, adiantou o gabinete de Katz segundo o The Times of Israel.

  • Países árabes e Turquia criticam Israel por quebras do cessar-fogo em Gaza

    Oito países de maioria muçulmana vieram a público criticar duramente Israel, acusando o país de quebrar de forma reiterada o cessar-fogo em Gaza, na sequência de novos bombardeamentos que, segundo as autoridades do enclave controladas pelo Hamas, causaram pelo menos 32 mortos.

    A posição surge numa declaração conjunta subscrita pela Arábia Saudita, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Indonésia, Paquistão, Egito e Turquia, noticia o The Times of Israel.

    No texto, os ministros dos Negócios Estrangeiros alertam que os ataques colocam em risco “os esforços em curso para criar condições adequadas para a transição para uma fase mais estável na Faixa de Gaza” e defendem o avanço total da segunda etapa do plano para o território apresentado por Donald Trump.

  • Por trás do "caos" de Trump, há "linha consciente": Ex-Presidente russo elogia Trump, mas diz que Moscovo “não encontrou” submarinos dos EUA

    Donald Trump foi descrito por Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, como um Presidente “eficaz” e empenhado em alcançar a paz, mas afirmou que Moscovo não detetou quaisquer submarinos nucleares norte-americanos perto das suas costas, depois de o líder dos EUA ter dito que ordenou esse destacamento.

    Embora elogie a forma como Trump enfrenta o “establishment” dos EUA, Medvedev afastou especulações de que Trump pudesse ser um agente russo, afirmando que o líder norte-americano foi escolhido pelo seu próprio povo e que essa decisão é respeitada por Moscovo.

    Na entrevista concedida à Reuters, à TASS e ao blog WarGonzo, o antigo Presidente russo entre 2008 e 2012 disse que “Trump quer ficar na história como um pacificador”, acrescentando que os contactos entre Moscovo e Washington se tornaram “muito mais produtivos”.

    Dmitry Medvedev considerou ainda que, apesar do estilo por vezes “arrojado” do líder norte-americano, existe uma linha de ação bem definida. “Ele é uma pessoa emotiva, mas, por outro lado, o caos que é habitualmente referido, criado pelas suas atividades, não é totalmente verdadeiro”, declarou. “É óbvio que por trás disso existe uma linha completamente consciente e competente.”

    Sobre as declarações de Trump, em agosto, de que teria ordenado a deslocação de dois submarinos nucleares para mais perto da Rússia, Medvedev respondeu com ironia: “Ainda não os encontrámos”.

    Referindo-se à guerra na Ucrânia, afirmou que a Rússia deverá alcançar em breve uma vitória militar, mas defendeu que o essencial é impedir um alargamento do conflito. “Gostaria que isso acontecesse o mais rapidamente possível” concluiu.

  • Irão nega exercícios militares com fogo real no Estreito de Ormuz

    Um responsável iraniano desmentiu que estejam previstos exercícios navais com fogo real no Estreito de Ormuz por parte das forças da Guarda Revolucionária, contrariando notícias divulgadas no início da semana, em declarações à Reuters.

    “Não havia planos para os guardas realizarem exercícios militares lá e não houve nenhum anúncio oficial sobre isso. Apenas reportagens dos órgãos de comunicação social que estavam erradas”, disse o funcionário.

    A informação surge depois de a televisão estatal iraniana Press TV ter noticiado na quinta-feira que as manobras teriam lugar a 1 e 2 de fevereiro naquela zona estratégica.

  • Israel impede atuação de Médicos sem Fronteiras em Gaza após recusa de entrega da lista de funcionários

    As autoridades israelitas anunciaram a intenção de impedir a atuação dos Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Faixa de Gaza, na sequência da recusa da organização em fornecer uma lista com os seus trabalhadores no território, segundo a BBC.

    A exigência fazia parte de uma ordem dirigida a 37 organizações humanitárias para entregarem dados sobre funcionários locais e internacionais. O governo israelita alega que alguns elementos da MSF terão ligações ao Hamas e à Jihad Islâmica — acusações que a organização rejeita categoricamente.

    A MSF informou na sexta-feira que não iria partilhar os nomes da sua equipa palestiniana e estrangeira por não ter recebido garantias de que a informação não colocaria os profissionais em risco.

  • Ataque americano ao Irão não está iminente, diz Wall Street Journal. Primeiro, EUA reforçam defesas aéreas dos aliados no Médio Oriente

    Ataques aéreos dos Estados Unidos contra o Irão não são, para já, considerados iminentes, avança o Wall Street Journal (WSJ), citando fontes da administração norte-americana. Segundo o jornal, a prioridade neste momento é o reforço dos sistemas de defesa aérea em Israel, numa operação conduzida pelo Pentágono para aumentar a proteção do espaço aéreo do país.

    A pausa está relacionada ao receio de que um ataque de grande envergadura — como o que Donald Trump terá pedido às forças armadas que preparassem — provoque uma retaliação igualmente significativa por parte do Irão.

    O Pentágono enviou uma bateria adicional do sistema THAAD — capaz de intercetar mísseis balísticos fora da atmosfera — e de sistemas Patriot para bases com tropas norte-americanas, incluindo na Jordânia, Kuwait, Bahrein, Arábia Saudita e Qatar, segundo responsáveis da defesa e dados de rastreio citados pelo jornal.

    Ao WSJ, as mesmas fontes avançam que, caso houvesse uma ordem por parte do Presidente Donald Trump, os EUA poderiam realizar ataques aéreos limitados contra Teerão ainda hoje.

  • Papa pede “trégua olímpica” por ocasião dos Jogos Olímpicos de Inverno em Itália

    O Papa Leão XIV apelou hoje a uma “trégua olímpica” durante os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina2026, após a oração do Angelus, na Praça de São Pedro, na Cidade do Vaticano.

    “Na próxima sexta-feira começarão os Jogos Olímpicos de Milão-Cortina, seguidos pelos Jogos Paralímpicos. Estes grandes eventos desportivos constituem uma forte mensagem de fraternidade e reacendem a esperança de um mundo em paz, que é também o sentido da trégua olímpica”, afirmou, à janela do palácio apostólico, perante milhares de fiéis.

    No seu apelo, o Papa Leão XIV desejou que “todos aqueles que têm no coração a paz e ocupam cargos de autoridade saibam aproveitar esta ocasião para realizar gestos concretos de distensão e diálogo”.

  • Comando militar de Israel discute com EUA coordenação face a tensões com o Irão

    O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (IDF), tenente-general Eyal Zamir, realizou recentemente uma visita de trabalho aos Estados Unidos, onde manteve reuniões com altos responsáveis norte-americanos sobre a possibilidade de um eventual ataque dos EUA ao Irão. A notícia é avançada pelo portal de notícias israelita Ynet, que cita fontes conhecedoras dos encontros.

  • Chefe do Conselho de Paz de Trump insta as partes a "exercerem moderação e respeitarem o cessar-fogo" em Gaza

    Nickolay Mladenov, diretor-geral do Conselho de Paz de Trump em Gaza, instou as partes em Gaza a “exercerem moderação e respeitarem o cessar-fogo”.

    “Estou profundamente preocupado com o que aconteceu desde sexta-feira: agentes armados do Hamas saindo de um túnel em Rafah, ataques israelitas que, tragicamente, também mataram civis”, escreveu no X.

    Mladenov adiantou ainda que o seu gabinete está a trabalhar com o comité palestiniano designado para supervisionar Gaza, com o objetivo de “encontrar formas de prevenir novos incidentes”. “Precisaremos da plena cooperação de todos para tornar isso possível”, referiu ainda.

  • Irão diz que qualquer ataque dos EUA desencadeará guerra regional

    O guia supremo iraniano, o ayatollah Ali Khamenei, afirmou hoje que qualquer ataque norte-americano contra o seu país desencadeará “uma guerra regional”, num momento em que o Presidente americano, Donald Trump, ameaça recorrer à força contra Teerão.

    “Os americanos devem saber que se declararem uma guerra, esta será uma guerra regional”, declarou Ali Khamenei, decisor último no Irão, citado pela agência Tasnim.

    Entretanto, a Guarda Revolucionária iraniana assegurou que as Forças Armadas do país estão totalmente preparadas e contam com “planos de ação” para responder a qualquer atividade hostil dos inimigos.

    “As Forças Armadas iranianas contam com planos de ação para qualquer cenário hostil”, disse o porta-voz do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (CGRI), o general de brigada Ali Mohammad Naeini, segundo informou a agência Mehr.

    Naeini indicou que todos os movimentos dos EUA, que deslocaram uma grande frota para perto das águas do Irão no golfo Pérsico, estão a ser monitorizados.

    O subcomandante da Guarda, Ahmad Vahidi, assinalou, por outro lado, que a presença de grupos de combate norte-americanos na região faz parte de uma operação psicológica destinada a gerar um clima de guerra e assegurou que o Irão não cairá nesta armadilha, noticiou a Mehr.

  • Negociações adiadas, mas Zelensky insiste num “fim real e digno” da guerra

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou no X que a sua equipa de negociação terminou recentemente um relatório e que foram adiadas as datas para os próximos encontros trilaterais, para 4 e 5 de fevereiro, em Abu Dhabi.

    Zelensky afirmou que a Ucrânia está pronta para um “debate substantivo” e que procura garantir que os resultados destas reuniões contribuam para um fim da guerra “real e digno”.

    Estava previsto que as equipas negociais voltassem à mesa das negociações este domingo, na capital dos Emirados Árabes Unidos, mas o encontro nunca chegou a ser formalizado publicamente.

    O próprio Zelensky já tinha deixado em aberto a possibilidade de um adiamento, referindo que o clima de instabilidade no Médio Oriente e a escalada de tensão em torno do Irão poderiam levar Washington a alterar os planos.

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