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    Embaixada norte-americana no Iraque atingida por rockets e drones iranianos

  • Trump diz que ex-Presidente de um partido que o "detesta" lhe terá dito que “gostaria de ter feito o que fez” contra o Irão

    O Presidente Donald Trump afirmou que, numa conversa privada, um ex-Presidente dos EUA lhe terá dito: “Gostaria de ter feito o que fez”, referindo-se ao ataque ao Irão e ao assassinato do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, segundo o The New York Times.

    Trump não revelou o nome do ex-Presidente, alegando não querer “colocá-lo em apuros”, e esclareceu que não se tratava de George W. Bush, único republicano entre os quatro ex-Presidentes vivos.

    Segundo Trump, o comentário foi feito por um “membro de um partido que me detesta”, sugerindo que seria um democrata. Partindo dessa lógica, os nomes possíveis seriam Bill Clinton, Barack Obama ou Joe Biden, embora fontes próximas aos três tenham negado qualquer contacto recente sobre o tema.

  • Marco Rubio insta diplomatas dos EUA a pressionarem países para que tomem medidas rápidas contra o Irão

    Marco Rubio, o secretário de Estado dos EUA, enviou orientações a diplomatas norte-americanos em todo o mundo para instar governos estrangeiros a “agir rapidamente para reduzir a capacidade do Irão e de grupos ligados a Teerão de atacarem os nossos países e cidadãos”, face a um “risco elevado de ataque”, avançou a ABC News que acedeu a um telegrama privado.

    O comunicado foi distribuído hoje a todas as embaixadas e consulados, incluído numa “solicitação de ação” intitulada “Preocupação Elevada com a Atividade da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão”.

    “A nossa avaliação é de que o regime iraniano é mais sensível à ação coletiva do que à ação unilateral, e que a pressão conjunta tem maior probabilidade de forçar uma mudança de comportamento por parte do regime do que ações unilaterais isoladas”, lê-se na mensagem. “Devemos agir enquanto a atenção internacional está voltada para o fim da campanha terrorista iraniana no Médio Oriente e em todo o mundo. Não deixemos essa oportunidade crucial passar.”

  • Depois da guerra, regime iraniano ficará mais enfraquecido, mas Guarda Revolucionária mais poderosa: "Trump foi avisado com antecedência”

    Avaliações recentes dos serviços de informação dos Estados Unidos indicam que o regime iraniano deverá permanecer no poder, mesmo que enfraquecido, com a Guarda Revolucionária (IRGC) mais consolidada e exercendo maior controlo sobre o país, noticia o Washington Post.

    Segundo um funcionário europeu citado, o cenário pós-guerra mais provável é o de um “regime remanescente da Guarda Revolucionária Islâmica” em Teerão, mantendo capacidades nucleares e o apoio de aliados regionais, mas suficientemente enfraquecido para que os EUA e aliados considerem a situação mais favorável do que antes da guerra.

    Antes de autorizar o início das operações conjuntas com Israel, Trump recebeu “informações muito preocupantes” sobre o fortalecimento da IRGC, segundo fontes familiarizadas com as avaliações. “Não era apenas previsível”, disseram. “Ele foi avisado com antecedência.”

    Um alto funcionário árabe do Golfo acrescentou que “eles começaram esta guerra por causa de Israel e depois deixaram-nos enfrentar os ataques sozinhos” e frisou a necessidade de encerrar rapidamente o conflito, sem um plano para um envolvimento prolongado.

    Apesar da escalada, não há sinais de fissuras internas ou deserções significativas na estrutura de poder iraniana. Uma análise confidencial do National Intelligence Council, principal fórum que aconselha o Presidente em matérias de segurança nacional e global, concluiu que mesmo um ataque em larga escala dos EUA dificilmente derrubaria o establishment militar e clerical do país.

  • Emirados Árabes Unidos fecham espaço aéreo devido a ataques iranianos

    A Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos anunciou o encerramento total e temporário do espaço aéreo do país.

    A medida é uma “precaução excecional” destinada a proteger os voos, as tripulações e o território dos Emirados, noticias os media estatais citados pela Al Jazeera.

  • Trump "está disposto a dialogar, mas não neste momento": Irão terá tentado reabrir canal diplomático, mas Trump bloqueou avanços

    Altos funcionários norte-americanos revelaram à CNN que autoridades iranianas contactaram diretamente o enviado para o Médio Oriente do Presidente Trump, Steve Witkoff, e outros membros da administração nos últimos dias, numa tentativa de restabelecer comunicação diplomática.

    No entanto, de acordo com os mesmos responsáveis, o Presidente Donald Trump instruiu a sua equipa a não avançar com negociações neste momento, bloqueando qualquer progresso diplomático.

    “O Presidente afirmou que está disposto a dialogar, mas não neste momento, pois pretende que a operação Fúria Épica prossiga sem interrupções”, declarou um dos responsáveis da Casa Branca.

  • Israel alerta população para ataque de mísseis vindos do Irão

    O Exército de Israel informou que mísseis foram lançados a partir do Irão contra território israelita e alertou a população para procurar abrigos imediatamente.

    “Os sistemas de defesa estão em ação para intercetar a ameaça”, escrevem as IDF no X, solicitando à população que se dirija a locais seguros e que neles permaneçam até novo comunicado.

  • Canadá, França, Alemanha, Itália e Reino Unido estão "gravemente preocupados" com a escalada do conflito entre Israel e o Hezbollah

    Os líderes do Canadá, França, Alemanha, Itália e Reino Unido emitiram um comunicado conjunto, afirmando estar “profundamente preocupados” com a escalada do confronto entre Israel e o Hezbollah no Líbano, noticiou o The New York Times. No texto, condenaram os ataques do Hezbollah contra Israel e ações que atingiram civis e tropas da ONU, sem mencionar que tais ataques foram levados a cabo por Israel.

    Ao mesmo tempo, alertaram que qualquer operação terrestre israelita poderia provocar “consequências humanitárias graves e arrastar o conflito por um período prolongado”, expressando apoio à tentativa do governo libanês de enfraquecer o poder militar do Hezbollah.

  • Afeganistão dá conta de 400 mortes em ataque paquistanês a centro de reabilitação

    Sharafat Zaman, porta-voz do Ministério da Saúde do Governo dos talibãs afegãos, deu conta de que os ataques aéreos paquistaneses a um centro de reabilitação matou pelo menos 400 pessoas.

    Pelo menos 250 pessoas ficaram feridas, avançou o mesmo responsável, citado pela Sky News.

    O porta-voz deu conta de que 3.000 pacientes estavan na clínica de reabilitação a receber tratamento.

  • Diplomatas frustrados pelos EUA não estarem a recorrer aos canais diplomáticos tradicionais na guerra do Irão: "Simplesmente estarrecedor"

    Diplomatas dos EUA, Europa e Ásia manifestam crescente frustração com a relutância do governo Trump em utilizar canais diplomáticos formais na guerra com o Irão.

    Fontes ouvidas pela CNN indicam que não há clareza sobre quem, na prática, está a liderar os esforços para obter apoio internacional à reabertura do estratégico Estreito de Ormuz. Um diplomata dos EUA chegou a sugerir que o próprio Presidente estaria à frente da iniciativa: “DJT?”, comentou.

    “O Departamento de Estado foi completamente excluído de qualquer papel útil”, afirmou um diplomata norte-americano. “É a coisa mais estranha que já vi na minha carreira. Simplesmente estarrecedor.” Segundo ele, mesmo as ações prioritárias de Trump na área diplomática não recebem entusiasmo dentro do governo, e qualquer crítica pode levar à “decapitação”.

    Outro diplomata europeu acrescentou que “mais empenho diplomático por parte dos EUA poderia ter levado a resultados melhores”. Fontes relatam à CNN que, apesar das visitas de diplomatas europeus a Washington na semana passada, o pedido de apoio para a abertura do Estreito de Ormuz não foi abordado nas reuniões.

  • Governo de Trump quer destituição do Presidente cubano, mas deixará detalhes e passos futuros a cargo de Havana

    O governo de Donald Trump está a pressionar para a saída do Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, enquanto os dois países discutem o futuro da ilha, mas deixou a decisão sobre o momento, os detalhes e os próximos passos a cargo de Havana. As informações sobre os planos da administração norte-americana foram avançadas pelo The New York Times, que cita quatro fontes familiarizadas com as conversas.

    Até agora, os Estados Unidos não têm exigido medidas contra os membros da família Castro, que continuam a ocupar posições-chave no governo, refletindo a estratégia de Trump de impor disciplina ao regime em vez de promover uma mudança completa de liderança.

    Os negociadores também exigem que sejam afastados funcionários mais antigos, leais a Fidel Castro, e que presos políticos sejam libertados, cumprindo uma das antigas prioridades da política externa dos EUA, segundo o jornal.

  • "Sinto que tenho de estar aqui": Trump adia visita à China por um mês "devido à guerra"

    Donald Trump anunciou hoje que os Estados Unidos pediram para adiar a sua viagem à China, “por cerca de um mês”, devido à guerra em curso com o Irão.

    “Adoraria fazê-lo, mas devido à guerra, quero estar aqui. Sinto que tenho de estar aqui. Por isso, solicitámos que a visita fosse adiada por cerca de um mês”, afirmou o Presidente norte-americano, segundo a NBC News.

    “É muito simples. Estamos em guerra. Acho que é importante que eu esteja aqui, por isso pode ser que adiemos um pouco, mas não muito”, acrescentou.

  • Trump diz que foram os EUA a fechar o “bonito" e "maravilhoso” Estreito de Ormuz

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que foram os Estados Unidos os responsáveis pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.

    “Hormuz, um lugar famoso, maravilhoso, bonito. Mas não quererias estar a navegar por ali agora. Não por causa deles, mas por nossa causa, porque destruímos toda a marinha deles”, disse Trump.

  • Zelensky diz que drone Shahed abatido no Médio Oriente era de fabrico russo

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que um drone Shahed abatido num país do Médio Oriente apresentava componentes de origem russa.

    “Nós sabemo-lo, porque os iranianos não o produziram. Eu acho que isso significa que a Rússia também os está a ajudar, tal como os iranianos os ajudaram no início da guerra quando lhes deram os Sahed”, afirmou numa entrevista ao canal israelita i24.

  • Presidente do Irão diz que país “não se renderá a bullies”: "Defesa contra uma invasão é um direito natural, no qual somos bons"

    O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou ter dito ao homólogo francês, Emmanuel Macron, que Teerão não iniciou o conflito com os Estados Unidos e Israel e que defender o território de uma invasão é um “direito natural, no qual somos bons”.

    “A República Islâmica do Irão não se irá render a bullies”, escreveu o chefe de Estado na rede social X, referindo também que abordou o tema numa conversa telefónica com Macron.

    Pezeshkian acusou ainda Washington de utilizar bases militares na região contra o Irão e sublinhou que qualquer discussão sobre o fim da guerra só fará sentido quando existirem garantias de que não haverá novos ataques ao país.

  • Cerca de 200 soldados norte-americanos feridos desde o início do ataque ao Irão, avança Comando Central dos EUA

    O Pentágono informou esta segunda-feira que cerca de 200 militares norte-americanos ficaram feridos desde o início da guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irão, noticiou o The Hill. Segundo o porta-voz do Comando Central dos EUA (Centcom), Tim Hawkins, a maioria das lesões foi considerada ligeira e mais de 180 soldados já regressaram ao serviço ativo.

  • Teerão nega contactos recentes com enviado dos Estados Unidos: últimas conversações foram antes do "ataque militar ilegal" ao Irão

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, negou ter mantido contactos recentes com o enviado norte-americano Steve Witkoff, contrariando uma notícia avançada pelo Axios.

    Araghchi afirmou que a sua última comunicação com Witkoff ocorreu antes do que descreveu como “a decisão do seu chefe de destruir a diplomacia com mais um ataque militar ilegal contra o Irão”, acrescentando que qualquer informação em sentido contrário pretende apenas “induzir em erro os mercados petrolíferos e a opinião pública”, segundo uma declaração publicada no X e citada pela Al Jazeera.

    A reação surge depois de o Axios noticiar, citando fontes norte-americanas, que um canal direto de comunicação entre os dois responsáveis teria sido reativado nos últimos dias por parte do Witkoff.

  • Trump: "Acredito que terei a honra de tomar Cuba. Posso libertá-la ou tomá-la"

    Depois de falar sobre o Irão, Donald Trump acredita que terá a honra “de tomar Cuba”.

    “Isso será bom. Será uma grande honra. Eu posso libertá-la ou tomá-la, eu penso que posso fazer o que quiser”, disse Donald Trump na Sala Oval.

    O Presidente norte-americano descreveu Cuba como um “Estado falhado”. A ilha das Caraíbas “não tem dinheiro, petróleo, não tem nada. Tem boas terras e bonitas paisagens. É uma ilha bonita”, adjetivou.

  • "Não será longa." Trump concede que guerra não vai terminar esta semana, mas vai acabar em "breve"

    O líder norte-americano “não acredita” que a guerra no Irão termina esta semana. “Vai terminar em breve. Não será longa e teremos um mundo muito mais seguro quando terminar. Vai acabar em breve.”

  • Trump diz que Irão "não tem liderança": "Talvez o filho [de Ali Khamenei] tenha morrido"

    O Presidente norte-americano voltou a referir que não sabe com quem falar no Irão para alcançar um acordo. “Eles estão todos mortos. O meu problema é que não tenho ideia com quem eu vou falar, porque nunca ninguém ouvi falar dessas pessoas.”

    O líder norte-americano volta a destacar que “talvez o filho [de Ali Khamenei] tenha morrido”.

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