Momentos-chave
- EUA vão lançar operação para escoltar navios retidos no Estreito de Ormuz, anuncia Donald Trump, avisando Irão para não "interferir"
- Donald Trump diz que última proposta de paz do Irão "não é aceitável"
- Irão recebeu resposta dos EUA à proposta para acabar com guerra
- Israel rejeita acusações de tortura a ativistas da flotilha de Gaza e diz que tripulação israelita foi "obrigada a intervir"
- Navio atacado por pequenas embarcações perto do Irão no Estreito de Ormuz, alerta UKMTO
- Ataques israelitas no sul do Líbano fazem quatro mortos e feridos, incluindo paramédicos e uma criança
- Explosões ouvidas na Galileia após alertas no norte de Israel
- Ao telefone com o homólogo iraniano, chefe da diplomacia alemã exige reabertura de Ormuz e fim do programa nuclear
- Finlândia investiga suspeita de violação do espaço aéreo por drone junto à fronteira russa
- Trump está a analisar proposta de 14 pontos de Teerão — mas diz que iranianos ainda não pagaram "por aquilo que fizeram à humanidade"
- Negociações com Washington dependem de "mudança de comportamento" dos EUA, afirma Teerão
- Marco Rubio vai ao Vaticano para encontro com o Papa e tentativa de reconciliação
- Ucrânia anuncia destruição de porta-aviões russo e navios no Mar Negro
- Israel prolonga detenção de líderes de flotilha que iniciaram greve de fome após alegada violência pelas IDF
- Israel aprova compra de esquadrões de aviões de combate às norte-americanas Lockheed Martin e Boeing
- "Piratas com porta-aviões": Teerão ameaça transformar estreito de Ormuz num "cemitério" militar
- Ruínas da Universidade de Isfahan, no Irão, serão transformadas em "museu de guerra" após bombardeamentos
- Irão: "Trump deve escolher entre uma operação militar impossível ou um mau acordo"
- Pelo menos três mortos em ataques russos e Kiev bombardeia petroleiros
- Cuba reitera recusa em negociar reformas políticas e económicas com EUA
- Pequim bloqueia sanções de Washington contra empresas chinesas por ligação a Irão
- Israel ordena novas evacuações para lá da zona que controla no sul do Líbano
Histórico de atualizações
-
Bom dia,
Encerramos agora este artigo em direto. Continuamos a acompanhar a atualidade internacional neste novo liveblog.
-
EUA vão lançar operação para escoltar navios retidos no Estreito de Ormuz, anuncia Donald Trump, avisando Irão para não "interferir"
Os Estados Unidos vão lançar, a partir desta segunda-feira, uma operação para escoltar os navios que estão retidos no Estreito de Ormuz, anunciou esta noite o Presidente dos EUA na rede social Truth Social.
“Este processo, o Projeto Liberdade, terá início na manhã de segunda-feira, hora do Médio Oriente”, escreveu Donald Trump, revelando que países de todo o mundo terão pedido ajuda aos EUA para retirar os navios daquelas águas.
“Países de todo o mundo, quase todos não envolvidos no conflito no Médio Oriente […] solicitaram aos Estados Unidos que os ajudássemos a libertar os seus navios, que se encontram retidos no Estreito de Ormuz, devido a uma situação com a qual não têm absolutamente nada a ver”, escreveu o chefe de Estado norte-americano.
Donald Trump acrescentou que os EUA responderam positivamente ao repto desses países. “Dissemos a esses países que guiaremos os navios com segurança para fora dessas vias navegáveis restritas, para que possam prosseguir com seus negócios livremente e sem problemas”.
O Presidente dos EUA classifica a operação, levada a cabo pelas forças armadas norte-americanas, como um “gesto humanitário”, salientando que os navios em causa, retidos há semanas, estão a ficar sem bens essenciais a bordo. “Muitos desses navios estão com poucos alimentos e outros itens necessários para que as tripulações permaneçam a bordo de forma saudável”, explica Trump, deixando um aviso ao Irão.
“Se, de alguma forma, interferirem neste processo humanitário, essa interferência, infelizmente, terá que ser combatida com firmeza”, alertou Trump.
-
Donald Trump diz que última proposta de paz do Irão "não é aceitável"
O presidente dos EUA disse este domingo que o plano apresentado ontem pelo Irão para colocar fim à guerra “não é aceitável”.
“Para mim, não é aceitável. Eu estudei o assunto, estudei tudo — não é aceitável”, terá dito Trump ao meio de comunicação israelita Kan. As declarações de Trump foram relatadas, na rede social X, pelo jornalista Nathan Guttman, que falou com o presidente dos EUA por telefone.
President Trump tells me in a brief phone conversation:
The new Iranian proposal is not acceptable. “It’s not acceptable to me. I’ve studied it, I’ve studied everything – it’s not acceptable.”— Nathan Guttman (@nathanguttman) May 3, 2026
Segundo Trump, citado pelo Times of Israel, “os iranianos querem chegar a um acordo”. No entanto, o Presidente norte-americano afirma: “Não estou satisfeito com o que eles ofereceram. Há coisas com as quais não posso concordar”.
Recorde-se que, este sábado, o Irão enviou uma nova proposta de paz, composta por 14 pontos, aos EUA. O documento exige, por exemplo, a retirada das forças norte-americanas das áreas em torno do Irão, a garantia de que não haverá mais ataques contra o país e o fim da guerra atual num período de 30 dias.
Irão apresenta plano de paz com 14 pontos, mas Trump duvida que haja condições para acordo
-
Irão recebeu resposta dos EUA à proposta para acabar com guerra
O Irão confirmou hoje que já recebeu, através do Paquistão, a resposta dos Estados Unidos à proposta iraniana de 14 pontos para acabar com a guerra, estando a analisar o conteúdo antes de emitir uma resposta oficial.
“A posição dos Estados Unidos sobre a proposta de Teerão chegou ao Irão através do Paquistão”, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Bagaei, à televisão estatal.
O diplomata explicou que a posição norte-americana “está a ser avaliada” e que, uma vez concluída a análise, o Irão apresentará a sua resposta.
Ismail Bagaei insistiu que a proposta iraniana “está exclusivamente centrada em pôr fim à guerra” e sublinhou que “as questões relacionadas com o programa nuclear não têm absolutamente lugar” nesse plano.
“O plano do Irão está condicionado exclusivamente ao fim da guerra. Nesta fase não mantemos negociações nucleares”, acrescentou.
O porta-voz da diplomacia iraniana rejeitou ainda que o Irão tenha dado um prazo de 30 dias aos Estados Unidos para pôr fim à guerra.
“O prazo de 30 dias destina-se a acordar a forma como o acordo de paz deve ser implementado”, explicou.
-
Rússia prevê receitas adicionais de 2,3 mil milhões de euros com preços altos do petróleo
A Rússia quase duplicou em março as receitas provenientes da exportação de petróleo face ao mês anterior, devido à valorização do crude provocada pelo bloqueio iraniano do estreito de Ormuz.
Rússia prevê receitas adicionais de 2,3 mil milhões de euros com preços altos do petróleo
-
Israel rejeita acusações de tortura a ativistas da flotilha de Gaza e diz que tripulação israelita foi "obrigada a intervir"
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel rejeitou as acusações de tortura e agressões feitas por ativistas da flotilha Global Sumud que foram detidos e transferidos para solo israelita.
Segundo os media israelitas, as autoridades classificaram as alegações como “falsas, infundadas e preparadas antecipadamente”, negando quaisquer maus-tratos aos ativistas Saif Abu Qashaq e Thiago Ávila.
“Contrariamente às alegações falsas e infundadas, preparadas antecipadamente, em momento algum Saif Abu Qashaq e Thiago Avila foram vítimas de tortura. Na sequência de bloqueios físicos violentos contra elementos da tripulação israelita, esta foi obrigada a intervir para pôr fim a tais ações”, declara o ministério.
-
Navio atacado por pequenas embarcações perto do Irão no Estreito de Ormuz, alerta UKMTO
O United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO), um centro de emergência coordenado pela marinha britânica para a segurança da navegação, recebeu hoje o alerta de um ataque contra um navio cargueiro a cerca de 20 quilómetros de Sirik, no Irão, em pleno Estreito de Ormuz.
O navio, que transportava carga a granel e navegava para norte, terá sido cercado e atacado por várias embarcações de pequena dimensão. Apesar do incidente, foi confirmado que toda a tripulação se encontra em segurança e não houve registo de danos ambientais.
As autoridades já estão a investigar o ocorrido e aconselharam todos os navios a circular na zona com cautela redobrada.
UKMTO WARNING 050-26
Click here to read the full warning⤵️https://t.co/o6NFrV31Ih#MaritimeSecurity #MarSec pic.twitter.com/QOGLK6zsPs
— UKMTO Operations Centre (@UK_MTO) May 3, 2026
-
A rede clandestina que fura o bloqueio de internet do regime e leva a Starlink ao Irão
“O regime provou que, durante o bloqueio, pode matar.” Entre rotas secretas e o risco de prisão, voluntários montam uma “operação complexa” para provar que, no Irão, a internet pode ser sobrevivência.
A rede clandestina que fura o bloqueio de internet do regime e leva a Starlink ao Irão
-
Ataques israelitas no sul do Líbano fazem quatro mortos e feridos, incluindo paramédicos e uma criança
Ataques israelitas no sul do Líbano fizeram este domingo quatro mortos e feridos, incluindo paramédicos e uma criança, segundo o Ministério da Saúde libanês, citado pela agência de notícias NNA.
Os bombardeamentos atingiram diversas localidades, com particular incidência nos distritos de Nabatieh e Tiro, onde morreram também três trabalhadores estrangeiros. Além dos ataques aéreos, foram registados bombardeamentos de artilharia e demolições por parte das Forças de Defesa de Israel (IDF) em toda a região sul.
-
Explosões ouvidas na Galileia após alertas no norte de Israel
Várias explosões foram ouvidas este domingo na Galileia, logo após terem soado os alertas de emergência no Kibutz Manara, no norte de Israel.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram que a situação está sob investigação, limitando-se a declarar que os “detalhes estão a ser examinados” para apurar a origem dos incidentes, escreve a imprensa israelita.
-
Ao telefone com o homólogo iraniano, chefe da diplomacia alemã exige reabertura de Ormuz e fim do programa nuclear
Num contacto telefónico direto com o seu homólogo iraniano, Johann Wadephul instou Teerão a reabrir o Estreito de Hormuz e a abandonar o seu programa nuclear.
O chefe da diplomacia alemã reforçou o alinhamento com Washington, exigindo a renúncia verificável a armas atómicas e a livre circulação na região, “como Marco Rubio também exige”. “Como aliado próximo dos EUA, partilhamos o mesmo objetivo: o Irão deve renunciar completa e comprovadamente às armas nucleares”, sublinhou o governante na rede social X.
Im Telefonat mit @araghchi habe ich unterstrichen: ???????? unterstützt eine Verhandlungslösung. Als enger US-Verbündeter teilen wir das gleiche Ziel: Iran muss vollständig & nachprüfbar auf Kernwaffen verzichten & die Straße von Hormus sofort freigeben, wie es auch @SecRubio fordert.
— Johann Wadephul (@AussenMinDE) May 3, 2026
-
Finlândia investiga suspeita de violação do espaço aéreo por drone junto à fronteira russa
As autoridades finlandesas investigam uma possível violação do espaço aéreo nacional após a força aérea ter detetado um drone na região de Virolahti. O incidente ocorreu este domingo na fronteira com a Rússia, tendo o Ministério da Defesa adiantado, em comunicado, que a aeronave não tripulada já abandonou o território.
Apesar de o ministério ter confirmado a violação da fronteira, a origem exata da aeronave ainda não foi oficialmente identificada.
-
Trump está a analisar proposta de 14 pontos de Teerão — mas diz que iranianos ainda não pagaram "por aquilo que fizeram à humanidade"
O Presidente dos EUA, Donald Trump, diz que está a analisar a mais recente proposta de paz enviada pelo Irão, mas diz acreditar que ainda não estão reunidas as condições para o fim da guerra, uma vez que os iranianos “ainda não pagaram um preço suficientemente elevado por aquilo que fizeram à humanidade e ao mundo ao longo dos últimos 47 anos”.
Através da Truth Social, Trump revelou na noite de sábado que iria analisar o plano que acabara de chegar, composto por 14 pontos, cujos contornos ainda não são totalmente conhecidos — e que representa uma contraproposta ao documento de nove pontos apresentado por Washington com vista a um cessar-fogo de dois meses.
De acordo com a Al Jazeera, deste novo plano consta a existência de garantias contra futuros ataques, a retirada das forças norte-americanas das zonas em torno do Irão, o descongelamento de ativos iranianos, o fim das sanções, reparações de guerra, o fim das hostilidades (incluindo no Líbano) e ainda a implementação de um novo mecanismo de gestão do Estreito de Ormuz, um dos pontos mais delicados do conflito.
O documento também toca noutro dos pontos sensíveis da guerra, a capacidade nuclear do Irão. Teerão quer ter o direito ao enriquecimento de urânio como signatário do tratado para a não-proliferação de armas nucleares — algo que Trump considera uma linha vermelha absoluta.
Questionado no sábado sobre se é possível que as hostilidades regressem em força ao Irão, Trump admitiu que é possível: “Se eles se portarem mal, se eles fizerem alguma coisa errada, mas para já vamos ver.”
-
Negociações com Washington dependem de "mudança de comportamento" dos EUA, afirma Teerão
O embaixador do Irão no Paquistão, Reza Amiri Moghadam, afirmou hoje que qualquer avanço nas negociações entre Washington e Teerão depende exclusivamente de uma “mudança de comportamento” por parte dos Estados Unidos.
Em declarações à agência estatal IRNA, o diplomata assegurou que o Irão mantém o seu compromisso com a via diplomática, mas acusou os norte-americanos de manterem uma postura “instável” perante a abordagem “lógica e clara” de Teerão.
Amiri Moghadam confirmou ainda que o Paquistão mantém o seu papel de mediação no processo, sublinhando que o Irão não pretende alterar este canal diplomático. “Se os americanos procuram um avanço nas negociações, têm de mudar o seu comportamento”, reiterou o diplomata.
-
Marco Rubio vai ao Vaticano para encontro com o Papa e tentativa de reconciliação
O secretário de Estado norte-americano será recebido pelo Papa Leão XIV no próximo dia 7 de maio, numa visita de dois dias a Roma destinada a reparar as relações da Casa Branca com a Santa Sé e o Governo de Giorgia Meloni, avança a imprensa italiana.
A agenda de Rubio, que ainda não está encerrada, prevê atualmente quatro encontros de alto nível. Sabe-se que irá estar reunido com o secretário de Estado da Santa Sé, o cardeal Pietro Parolin, sendo a audiência com o Papa o último dos compromissos confirmados no Vaticano. No dia seguinte, Rubio encontra-se com o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, e almoça com o ministro da Defesa, Guido Crosetto.
Embora ainda não esteja confirmado, um encontro cara a cara com Giorgia Meloni é um desejo expresso do diplomata: “Quero encontrá-la”, afirmou, de acordo com o Corriere della Sera.
O encontro acontece simbolicamente na véspera do primeiro aniversário da eleição de Leão XIV e surge após Donald Trump ter criticado o pontífice e a primeira-ministra italiana nas últimas semanas.
-
Ucrânia anuncia destruição de porta-aviões russo e navios no Mar Negro
O Presidente Volodymyr Zelensky anunciou hoje a destruição de um navio porta-aviões russo da classe “Kalibr”, numa operação conjunta que atingiu também o porto de Primorsk. A ofensiva, coordenada pelas forças especiais e serviços de informações, causou danos severos num terminal petrolífero e neutralizou ainda um navio de mísseis da classe “Karakurt”, uma lancha de patrulha e um petroleiro da frota clandestina do Kremlin, afirmou o líder ucraniano no X.
“Prolongar a guerra só ampliará a escala das nossas operações defensivas”, alertou Zelensky, sublinhando que as forças ucranianas continuarão a retaliar de forma “totalmente justificada” contra os alvos estratégicos do Kremlin.
Another Russian ‘Kalibr’ carrier down. Major General Yevhenii Khmara reported on the successful strike against targets in the port of Primorsk. It was a joint operation by our Security Service of Ukraine, the Unmanned Systems Forces, the Special Operations Forces, the Defense… pic.twitter.com/3aucENICjb
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) May 3, 2026
-
Israel prolonga detenção de líderes de flotilha que iniciaram greve de fome após alegada violência pelas IDF
Um tribunal israelita estendeu por mais dois dias a detenção de Thiago Ávila, ativista brasileiro, e de Saif Abu Kashq, cidadão espanhol de origem palestiniana, após a apreensão da flotilha “Global Sumud” pela marinha de Israel, segundo a imprensa israelita.
Os dois líderes da missão humanitária iniciaram uma greve de fome em protesto contra a violência de que afirmam ter sido alvo durante a detenção.
A decisão surge após a polícia de Israel ter solicitado o prolongamento da custódia por quatro dias para prosseguir com os interrogatórios.
-
Israel aprova compra de esquadrões de aviões de combate às norte-americanas Lockheed Martin e Boeing
O Ministério da Defesa de Israel deu hoje a aprovação final para a aquisição de dois novos esquadrões de aviões de combate avançados às norte-americanas Lockheed Martin e Boeing.
O negócio representa o primeiro passo de um plano de modernização militar, orçamentado em 350 mil milhões de shekels (cerca de 101, 2 mil milhões de euros), destinado a “reforçar a prontidão para uma década exigente para a segurança israelita”, explicou o diretor-geral do ministério, Amir Baram, segundo a Reuters.
“Além das necessidades imediatas de aquisição em tempo de guerra, temos a responsabilidade de agir agora para garantir a vantagem militar das IDF daqui a dez anos e no futuro“, referiu ainda Baram.
-
"Piratas com porta-aviões": Teerão ameaça transformar estreito de Ormuz num "cemitério" militar
O responsável iraniano Mohsen Rezaee subiu o tom contra os EUA, comparando as forças norte-americanas no estreito de Ormuz a “piratas”. O ex-comandante da Guarda Revolucionária alertou que a estratégica via marítima pode tornar-se o “cemitério” de tropas e navios de Washington.
“Os EUA são os únicos piratas do mundo que possuem porta-aviões. A nossa capacidade de confrontar piratas não é menor do que nossa capacidade de afundar navios de guerra”, atirou Rezaee no X.
“Preparem-se para enfrentar um cemitério dos vossos porta-aviões e forças, tal como os destroços dos vossos aviões foram deixados para trás em Isfahan”, conclui na mensagem.
The U.S. is the only pirate in the world that possesses aircraft carriers. Our ability to confront pirates is no less than our ability to sink warships.
Prepare to face a graveyard of your carriers and forces, just as the wreckage of your aircraft was left behind in Isfahan.— محسن رضایی (@ir_rezaee) May 3, 2026
-
Ruínas da Universidade de Isfahan, no Irão, serão transformadas em "museu de guerra" após bombardeamentos
As autoridades iranianas decidiram converter o local atingido pelos ataques de EUA e Israel na Universidade de Tecnologia de Isfahan num museu de guerra.
O objetivo é preservar o local como um “testemunho da opressão científica” sofrida pelo país, afirmou o reitor da instituição, Zafarollah Kalantari, citado pela Al Jazeera.
“Com o apoio do Governo, esta área danificada permanecerá intocada e tornar-se-á um museu de guerra para sempre”, referiu ainda, sublinhando que “atacar uma universidade é um claro exemplo de crime de guerra e demonstra que aqueles que afirmam defender os direitos humanos não estão comprometidos com princípios morais ou com a regulamentação global”.
Estimativas iniciais indicam que os danos à infraestrutura universitária somam cerca de 11 milhões de dólares (9,4 milhões de euros).