1228,6kWh poupados 1228,6 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Trump ameaça "varrer Irão da face da terra" se Teerão atacar navios americanos que guiam embarcações pelo estreito de Ormuz - como aconteceu

Irão ameaçou com resposta "muito dura" se EUA se aproximassem ou entrassem no Estreito. E diz que atingiu navio de guerra norte-americano com dois mísseis à entrada de Ormuz. Washington nega.

epa12884152 US President Donald Trump speaks to the media before departing the White House en route to Miami, Florida, in Washington, DC, USA, 11 April 2026.  EPA/BONNIE CASH / POOL
i

BONNIE CASH / POOL/EPA

BONNIE CASH / POOL/EPA

Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Encerramos aqui este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar os conflitos armados e as tensões geopolíticas internacionais neste outro artigo em direto.

    Trump suspende projeto circulação de navios em Ormuz para verificar se o acordo com o Irão “pode ser finalizado e assinado”

  • O que se sabe até agora

    • O Presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irão, prometendo “varrer” o país da “face da Terra” caso as suas forças ataquem navios norte-americanos que navegam no Estreito de Ormuz. Esta declaração surge num momento de crescente tensão na região, marcada por várias acusações de agressões entre os dois países.
    • Os Emirados Árabes Unidos reportaram a interceção de 15 mísseis iranianos e afirmam ter enfrentado um ataque de drones que causou ferimentos a três cidadãos indianos numa instalação petrolífera.
    • Já o Irão nega as alegações dos Estados Unidos de que vários dos seus barcos tenham sido afundados e afirma não planeou atacar os Emirados Árabes Unidos, considerando-o uma consequência do “aventureirismo militar” norte-americano. Entretanto, o Irão assegura manter o controlo sobre o estreito de Ormuz e declara que responderá de forma “muito dura e lamentável” a qualquer ameaça americana.
    • O Comité Central dos Estados Unidos confirmou que dois navios mercantes americanos cruzaram o estreito de Ormuz com sucesso, com escolta militar, afirmando que as unidades navais americanas continuam a operar na zona para garantir a segurança da navegação. Esta operação faz parte de uma estratégia de maior envergadura, designada “Projecto Liberdade”, que visa facilitar o trânsito seguro de embarcações comerciais pela área crítica do estreito de Ormuz.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [Ao décimo dia em Nova Iorque dá-se o homicídio brutal. As últimas horas, o que aconteceu no quarto 3416 e a confissão de Renato sobre como matou Carlos Castro. O acesso aos ficheiros da investigação permite reconstituir toda a investigação ao crime. Ouça o quinto episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro episódio e aqui o quarto episódio]

  • Relatórios dos serviços secretos dos EUA admitem que guerra afetou pouco programa nuclear do Irão

    A Reuters adianta numa investigação em exclusivo que as avaliações dos serviços secretos norte-americanos admitem que o tempo que o Irão precisaria para construir uma arma nuclear não se alterou desde o verão passado — ou seja, o conflito iniciado em fevereiro não modificou essa capacidade.

    A agência consultou três fontes familiarizadas com o assunto, que referem como a incapacidade de alterar a capacidade iraniana sugere que impedir o programa nuclear de Teerão poderá exigir a destruição ou remoção do stock remanescente de urânio altamente enriquecido do Irão.

    A Reuters destaca como a tentativa de impedir que o Irão desenvolva uma bomba nuclear foi um dos pretextos dos EUA para iniciar uma guerra com a República Islâmica. No entanto, se Israel atingiu várias instalações nucleares importantes, a maior parte dos ataques realizados pelos israelitas e os norte-americanos centrou-se em alvos militares convencionais.

  • Organização israelita acusa Israel de torturar brasileiro e espanhol detidos na flotilha

    A Adalah — uma organização de defesa dos direitos humanos israelita — afirmou hoje que dois ativistas da flotilha Global Sumud, detidos por Israel, estão a ser alvo de “abusos psicológicos e maus tratos”.

    Segundo a organização, que visitou hoje os dois detidos, os ativistas estão a ser sujeitos a “interrogatórios que duram até oito horas”, ameaças de morte ou de “100 anos de prisão”, estando a ser mantidos em celas com iluminação constante e intensa e deslocados constantemente com os olhos vendados, inclusive durante as visitas médicas.

    A organização da Global Sumud já tinha afirmado hoje, após uma visita consular da delegação diplomática brasileira a uma prisão em Israel, que o ativista brasileiro Thiago Ávila tinha relatado ter sido torturado durante a sua detenção pelas forças israelitas.

    “Segundo a embaixada brasileira, Thiago Ávila relatou ter sido sujeito a tortura, espancamentos e maus-tratos”, declarou a organização em comunicado de imprensa.

    No comunicado indicava-se que o ativista, atualmente detido na prisão de Shikma (na cidade costeira de Ashkelon) juntamente com o seu companheiro, Saif Abukeshek, cidadão espanhol de origem palestiniana, apresentava “ferimentos visíveis na face” e “relatou dores intensas, principalmente no ombro”.

    A flotilha afirmou ainda que Ávila foi sujeito a espancamentos e maus-tratos durante a sua detenção e indicou que, apesar de ter sido examinado por um médico, não recebeu os cuidados médicos adequados. Continua em greve de fome e não foi informado das acusações que lhe são imputadas.

    Na mesma declaração, o grupo inclui o ativista Saif Abukeshek, referindo que também está em greve de fome, tal como confirmado pela mulher do palestiniano-espanhol.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, José Manuel Albares, declarou hoje que a detenção de Saif Abukeshek “foi ilegal” e exigiu a sua libertação imediata.

    “Estamos a lidar com uma detenção ilegal em águas internacionais, fora da jurisdição das autoridades israelitas, e por isso Saif Abukeshek deve ser libertado imediatamente para que possa regressar a Espanha”, disse Albares à rádio catalã Rac1.

  • Maersk anuncia passagem de um dos seus navios pelo Estreito de Ormuz com escolta dos EUA

    O Alliance Fairfax, um navio de transporte de veículos com bandeira dos EUA retido desde fevereiro devido à guerra, saiu do Golfo através do Estreito de Ormuz, anunciou a Maersk.

    A empresa dinamarquesa revelou que a embarcação, operada pela sua subsidiária Farrell Lines, abandonou a região numa “travessia sem incidentes” e que contou com uma escolta das forças armadas dos EUA.

    A Maersk, escreve a Reuters, informa também que “toda a tripulação do Alliance Fairfax se encontra em segurança e ilesa”.

  • Emirados Árabes Unidos afirmam ter intercetado 15 mísseis iranianos esta segunda-feira

    O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos recorreu à rede social X para informar publicamente que as suas defesas aéreas intercetaram 15 mísseis iranianos e quatro drones esta segunda-feira.

    Dos 15 mísseis intercetados, o comunicado refere que 12 são balísticos e três são de cruzeiro. Os incidentes deste dia provocaram “três feridos ligeiros”.

    De acordo com o ministério da Defesa dos EAU, com os ataques de hoje contabilizam-se assim 549 mísseis balísticos, 29 mísseis de cruzeiro e 2.260 drones intercetados pelas defesas aéreas do país desde o início da guerra, no que é descrito como os “descarados ataques iranianos contra os Emirados Árabes Unidos”.

  • Irão considera que ataques aos Emirados Árabes Unidos devem-se a “aventureirismo militar” dos EUA

    O Irão não tinha plano para atacar a importante instalação petrolífera dos Emirados Árabes Unidos (EAU), adiantou hoje a televisão estatal iraniana, citando um oficial militar de alta patente que atribuiu o ataque ao “aventureirismo militar” dos EUA.

    “A República Islâmica não tinha qualquer plano para atacar” estas instalações petrolíferas. O que aconteceu é produto do aventureirismo militar americano, cujo objetivo é criar uma passagem para que os navios atravessem ilegalmente os canais proibidos do Estreito de Ormuz”, declarou o oficial militar, que não foi identificado na reportagem televisiva.

    “As autoridades norte-americanas devem pôr fim a este comportamento abominável de usar a força no processo diplomático e fazer cessar o aventureirismo militar nesta sensível região petrolífera, que afeta as economias de todos os países do mundo”, acrescentou o responsável militar, segundo a televisão estatal.

  • Dois feridos em ataque que atingiu edifício residencial em Omã

    Pelo menos dois trabalhadores estrangeiros ficaram hoje feridos quando um edifício residencial foi atingido na província de Bukha, um enclave de Omã separado do resto do país pelos Emirados Árabes Unidos.

    Segundo a ONA, a agência oficial de notícias de Omã, que citou uma fonte de segurança não identificada, o bombardeamento surge depois de os Emirados Árabes Unidos terem reportado ataques iranianos pela primeira vez desde o início do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, há quase um mês, tendo intercetado mísseis de cruzeiro e drones lançados contra o seu território.

    “Um edifício residencial onde estão alojados trabalhadores de uma empresa na zona de Tibat, na província de Bukha, foi atingido. Pelo menos dois trabalhadores estrangeiros sofreram ferimentos ligeiros, quatro veículos ficaram danificados e as janelas de uma casa vizinha foram partidas”, acrescentou a agência noticiosa, que não avançou a nacionalidade dos feridos.

    “As autoridades competentes estão a investigar o incidente e reafirmaram o compromisso de tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos cidadãos e residentes”, acrescentou a fonte, citada pela ONA.

  • Ataque do Irão aos EAU viola soberania e direito internacional, diz Von der Leyen

    Os ataques realizados hoje pelo Irão aos Emirados Árabes Unidos constituem “uma violação manifesta da soberania e do direito internacional”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

    Este Estado do Golfo Pérsico anunciou ter sido visado hoje por um ataque de drones iranianos intercetado mísseis de cruzeiro, deplorando os primiros ataques do Irão em mais de um mês na guerra do Médio Oriente.

    Para Von der Leyen, estes ataques são “inaceitáveis”. A Europa, acrescentou, nas redes sociais, vai continuar a trabalhar com os seus parceiros na região “para a redução do conflito e uma solução diplomática para acabar com as ações brutais do regime iraniano”.

  • Zelensky diz que não recebeu qualquer proposta da Rússia para um cessar-fogo e anuncia pausa nas hostilidades a 6 de maio

    Após a Rússia declarar cessar-fogo com a Ucrânia nos dias 8 e 9 de maio para assinalar o aniversário da II Guerra Mundial, a Ucrânia diz não ter recebido qualquer proposta oficial e anuncia o início do cessar-fogo a partir da meia-noite de 5 para 6 de maio.

    “Até ao momento, não houve qualquer apelo oficial à Ucrânia sobre a modalidade de cessação das hostilidades que tem vindo a ser reivindicada nas redes sociais russas”, escreveu Volodymyr Zelensky na rede social X.

    O Presidente ucraniano diz que do seu lado se acredita que “a vida humana é muito mais valiosa do que qualquer ‘celebração’ de aniversário”. “Neste sentido, anunciamos um regime de cessar-fogo a partir da meia-noite de 5 para 6 de maio. No tempo que resta até esse momento, é realista garantir que o silêncio se faz sentir”, acrescentou.

    “A partir desse momento, agiremos de forma recíproca. É tempo de os líderes russos tomarem medidas concretas para pôr fim à guerra, especialmente porque o Ministério da Defesa russo acredita que não pode realizar um desfile em Moscovo sem a boa vontade da Ucrânia”, nota ainda.

  • Escolas nos Emirados Árabes Unidos regressam à modalidade de ensino à distância após relatos de ataques iranianos

    Os Emirados Árabes Unidos voltaram a determinar esta segunda-feira que todas as escolas regressem ao ensino à distância a partir de amanhã e até ao final desta semana, sexta-feira, dia 8 de maio, informou o Ministério da Educação, citado pelo Times of Israel.

    A decisão surge após uma série de ataques contra o país que, segundo o governo do país, partiram do Irão.

  • Irão nega que os EUA tenham atingindo seis pequenas embarcações

    O Irão nega a alegação dos EUA de que vários barcos iranianos foram afundados esta segunda-feira e afirma que Teerão não tem planos para atacar os Emirados Árabes Unidos.

    A IRIB, emissora estatal iraniana, noticiou que um alto responsável militar iraniano negou a alegação dos EUA, acrescentando a mesma fonte que o Irão não tem planos para atacar os Emirados Árabes Unidos, após o aumento das tensões regionais devido a relatos de ataques perto de Fujairah e no estreito de Ormuz.

  • Washington Post avança que Irão disparou contra navios dos EUA no estreito de Ormuz, sem atingir esses alvos

    O Irão lançou ataques com mísseis e drones contra forças norte-americanas e navios mercantes no Estreito de Ormuz esta segunda-feira, mas não atingiu nenhum alvo, avança o The Washington Post, com base em informações do Comando Central dos EUA.

    O jornal classifica o ataque enquanto a ameaça mais significativa até o momento do frágil cessar-fogo alcançado pelos EUA e Irão no mês passado.

  • Putin declara cessar-fogo com a Ucrânia nos dias 8 e 9 de maio para assinalar aniversário da II Guerra Mundial

    Vladimir Putin, Presidente da Rússia, declarou cessar-fogo com a Ucrânia entre 8 e 9 de maio para assinalar o aniversário da Segunda Guerra Mundial, de acordo com a Reuters.

  • Trump confirma ataques do Irão no estreito de Ormuz a navio sul-coreano. E apela: "Talvez esteja na hora da Coreia do Sul se juntar"

    “O Irão fez alguns ataques a nações não relacionadas no que respeita à movimentação de navios, o PROJETO LIBERDADE, incluindo um navio cargueiro sul-coreano”, acaba de escrever Donald Trump na Truth Social.

    E apela: “Talvez esteja na hora da Coreia do Sul se juntar à missão! Abatemos sete pequenas embarcações ou, como eles gostam de lhes chamar, lanchas “rápidas”. É tudo o que lhes resta”.

    O Presidente dos EUA diz que além do navio sul-coreano, até ao momento não houve danos na travessia do estreito de Ormuz. E anuncia que Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, e Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, vão realizar uma conferência de imprensa na manhã de amanhã.

  • Trump ameaça "varrer" Irão da "face da Terra" se o país atacar navios americanos que guiam embarcações pelo estreito de Ormuz

    Em declarações à Fox News, esta segunda-feira, Donald Trump ameaçou que o Irão será “varrido da face da Terra” se o exército do país atacar os navios americanos que guiam embarcações pelo estreito de Ormuz.

  • Drone iraniano provocou incêndio numa instalação petrolífera, dizem os Emirados Árabes Unidos

    Um drone iraniano provocou um incêndio numa instalação petrolífera na cidade de Fujairah, no leste dos Emirados Árabes Unidos, deixando três cidadãos indianos feridos, avança a Associated Press.

    Em comunicado, as autoridades detalham que os cidadãos que sofreram ferimentos moderados foram transportaddos para o hospital.

    Fujairah é o terminal de um oleoduto que os Emirados Árabes Unidos utilizaram para evitar o transporte de parte do seu petróleo através do Estreito de Ormuz.

  • Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos diz que está a intercetar mísseis e drones provenientes do Irão

    As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos estão atualmente a combater ataques de mísseis e drones provenientes do Irão, revela o ministério da Defesa do país na rede social X.

    O ministério confirma que os sons ouvidos em vários pontos do país são o “resultado da interceção de mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones pelos sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos”.

  • "O que torna este cessar-fogo tão frágil é o risco de erro"

    Bruno Cardoso Reis diz que o impasse entre EUA e Irão é grave. Com negociações travadas e tensão no Estreito de Ormuz, o historiador avisa que um erro local pode causar uma guerra acidental.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    “O que torna este cessar-fogo tão frágil é o risco de erro”

  • Costa defende "forma europeia de fazer as coisas" em reunião dominada pelos EUA

    O presidente do Conselho Europeu, António Costa, defendeu hoje a “forma europeia de fazer as coisas” através do multilateralismo e com respeito pelo direito internacional, em cimeira dominada por decisões dos Estados Unidos, sobretudo na defesa.

    “A história da paz na Europa, num mundo onde a escalada e a guerra parecem dominar, é algo que deve ser celebrado. Existe uma forma europeia de fazer as coisas: através do multilateralismo, com o sistema das Nações Unidas no seu centro e com respeito pelo direito internacional”, afirmou no final da oitava cimeira da Comunidade Política Europeia, em Erevan, na Arménia.

    Para o antigo primeiro-ministro português, esta reunião de alto nível de líderes europeus “foi verdadeiramente histórica” por ser a primeira realizada na região do Cáucaso do Sul, pelo que “será para sempre lembrada como a cimeira da paz no Cáucaso, alcançada através de escolhas políticas corajosas e de esforços diplomáticos pacientes”, dados os esforços de paz da Arménia e do Azerbaijão relativamente ao território de Nagorno-Karabakh.

    “No atual contexto geopolítico, é cada vez mais claro que o nosso continente precisa de uma visão de segurança a 360 graus. Reunir-nos aqui na Arménia, tão perto do Médio Oriente, é um lembrete claro de que a guerra na vizinhança da Europa tem um impacto direto na nossa segurança comum, no nosso abastecimento energético e na nossa economia”, salientou António Costa.

    O presidente da instituição que junta os chefes de Governo e de Estado da União Europeia (UE) frisou que “mais do que nunca”, o bloco comunitário “precisa de trabalhar lado a lado com a Arménia e com a região em prol da paz e da estabilidade”.

    “Uma paz e estabilidade duradouras devem assentar em instituições democráticas resilientes e em fortes laços económicos entre os povos”, afirmou ainda.

1 de 4

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.