Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, quinta-feira.

    “Grande greve” contra medidas do Governo vai parar serviços públicos nesta sexta-feira

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Raimundo acusa PS de dar “abébia” ao Chega através da abstenção no Orçamento

    O secretário-geral do PCP acusou hoje o PS de dar uma “abébia” ao Chega abstendo-se no Orçamento, acrescentando que, assim, os socialistas viabilizam a política de direita e contribuem para a “bazófia” do partido de André Ventura.

    “O Partido Socialista pode adjetivar como quiser: exigente, manhosa, isto, aquilo. Pode fazer o que quiser, mas não se livra da responsabilidade, não é de viabilizar apenas o orçamento, é de viabilizar o orçamento e a política que está em curso, essa política do PSD, do CDS, do Chega e da Iniciativa Liberal, é isto que o PS faz com a sua viabilização exigente”, atirou.

  • Rui Tavares elogia Jorge Pinto e critica Seguro por "dificultar a vida" à esquerda que procura candidato

    Em entrevista à CNN, Rui Tavares diz que o Livre “não fechou ainda o seu debate sobre presidenciais, apenas o iniciou”, e frisa que a nível pessoal viu “com grande contentamento” o avanço de Jorge Pinto.

    O contexto atual “não é o ideal nem o que desejaríamos”, mas é um passo “corajoso”, diz. “O Livre não tem um comité central como o PCP ou pelos vistos a IL. As presidenciais dependem de uma vontade própria. Fico muito contente por ver um camarada e um quadro de enorme qualidade, com percurso de vida muito interessante, a ter esta atitude de muita coragem”.

    Sobre António José Seguro, diz ter-lhe “respeito e estima” e “dar-se bem” com ele, mas diz que não clarificou e até dificultou a vida aos “progressistas” até agora, depois de o ter ouvido dizer que indigitaria André Ventura se ganhasse as eleições legislativas por um voto. “Limita as suas opções e manieta o exercício da Presidência”, avisa.

  • PS/Madeira marca eleições internas para 13 de dezembro e congresso para janeiro de 2026

    A Comissão Regional do PS/Madeira agendou hoje as eleições internas para a nova liderança para 13 de dezembro e o congresso para os dias 10 e 11 de janeiro de 2026, indicou o ainda presidente Paulo Cafôfo.

    “Este é um momento em que se abre um novo ciclo no Partido Socialista”, disse, vincando ser importante que a nova liderança do PS/Madeira tenha “espaço e tempo” para implementar e consolidar o seu projeto.

  • Governo diz que está a avaliar soluções para reduzir impacto de salários em atraso na Base das Lajes

    O Governo português disse hoje que está a avaliar possíveis soluções para reduzir o impacto do atraso no pagamento de salários aos trabalhadores portugueses na Base das Lajes, nos Açores, devido à paralisação da administração norte-americana.

    “O Governo português, para além dos permanentes esforços diplomáticos junto das autoridades dos EUA [Estados Unidos da América], está a avaliar soluções eventualmente possíveis face ao quadro normativo nacional vigente, com vista à redução desse impacto”, lê-se num comunicado conjunto dos ministérios da Defesa Nacional e dos Negócios Estrangeiros.

  • Conselho de Ilha do Faial decidiu não votar Plano e Orçamento para 2026

    O Conselho de Ilha do Faial apreciou hoje a anteproposta de Plano e Orçamento do Governo dos Açores para 2026, mas não chegou a votar os documentos, ao contrário do que acontece noutras ilhas, destacando apenas os aspetos positivos e negativos.

    “O Conselho de Ilha do Faial dá nota dos aspetos positivos que estão inscritos nesta anteproposta de Plano para 2026 e realça também os pontos que, pela sua ausência, causam alguma preocupação aos nossos conselheiros”, justificou Teresa Ribeiro, presidente do Conselho de Ilha do Faial, em declarações aos jornalistas, no final da reunião, realizada na cidade da Horta.

  • Ventura diz que não abdica de perda automática da nacionalidade e acusa PSD de trair eleitorado

    Sobre a lei da nacionalidade, Ventura diz, na sede do Chega, que houve negociações intensas “durante as duas últimas madrugadas”.

    “Tivemos de acompanhar, noite dentro, um processo de negociação e de acompanhamento da Lei da Nacionalidade, e não se chegou ainda, pelo menos até à minha entrada para esta reunião, a um consenso sobre a Lei da Nacionalidade”.

    Isto porque, diz, o PSD entendeu “durante a última noite” que as exigências do Chega eram “excessivas” e podiam comportar “riscos de inconstitucionalidade”.

    “Estamos a falar da perda da nacionalidade por força do cometimento de crimes, como é o caso de crimes de terrorismo e de homicídio. Nós entendemos que quem comete crimes de homicídio e terrorismo deve perder a nacionalidade portuguesa. O PSD acha que isso não deve acontecer. Ou não deve acontecer, pelo menos de forma automática. Este é um ponto de divergência”, frisa. “E é um ponto de divergência que nós não vamos abdicar. Portanto, vamos levar a nossa proposta à votação, a menos que o PSD aceite aqui alguma cedência”.

    “Se podemos expulsar pessoas que cometem crimes, porquê é que elas não perdem a nacionalidade se cometerem crimes? É o mesmo que os apoios sociais; outro dos pontos que está a criar entropias na negociaçã, é o PSD não aceitar que quem pede a nacionalidade não esteja dependente de apoios sociais”, defende Ventura. “Não faz sentido nenhum que quem venha a pedir a nacionalidade não tenha o mínimo de meios para estar em Portugal e ser português”.

    O líder do Chega diz que gostaria de anunciar já um entendimento, mas “infelizmente nas últimas duas madrugadas isso não foi possível”. E ataca: “Sei que houve uma aproximação entre o PSD e o PS para contornar estas exigências da parte do Chega”. Depois de Hugo Soares ter pedido aos outros partidos que não façam “birras políticas”, diz que “não tem nada a ver com isso — a questão é mesmo de valores”.

    “Quer dizer, se querem uma lei da nacionalidade para manter as coisas praticamente como estão, então não vale a pena mexermos na lei da nacionalidade. Para ser, tem que ser a sério”. E recusa também aceitar com o “espírito leve” a proposta do PSD de que alguém que tenha obtido a nacionalidade de forma fraudulenta deixe de ser português, mas só nos primeiros dez anos. “Nem são questões sequer muito doutrinárias. São lógicas”.

    “Se não forem acautelados estes valores, o Chega não viabilizará. Sei que as negociações continuarão hoje à noite dentro, e que esperamos que estes valores possam ser acautelados”, remata, dizendo ainda que se o PSD se entender com o PS isso tem um significado: “Significa apenas que o PSD começou esta lei com um determinado propósito, e que, algures, com medo, durante este processo, decidiu aproximar-se do PS e esquecer as bandeiras com que teve os votos. É preciso não esquecermos isto. Todos nós fomos a votos no dia 18 de maio. E no dia 18 de maio o Chega e o PSD tinham propostas claras sobre esta matéria. O PSD não está a honrar esse compromisso que teve com os eleitores (…) Mas significa que o PSD decidiu aproximar-se do PS e trair o seu eleitorado”.

    “Estamos a trabalhar com o PSD, sobretudo, em garantir essa aproximação. Sei que esta tarde houve ou está a haver um contacto entre a liderança de bancada do PSD e este nosso grupo de trabalho”.

  • Ventura quer ter melhor votação na primeira volta das presidenciais e ir "pelo menos" até à segunda

    A partir da sede do Chega, André Ventura confirma que tem o apoio formal do partido para a sua candidatura presidencial e o objetivo de “mobilizar o eleitorado que tem vindo a confiar no Chega e alargar esta base de apoio” para aquela que classifica como “a única candidatura verdadeiramente patriota”.

    E diz mesmo que o “objetivo claro” é ganhar na primeira volta e conseguir vencer na segunda ou “ter o resultado mais expressivo possível” para mostrar a “base de sustentação” do Chega e mostrar que esse movimento “está vivo, está forte e é hoje o movimento político mais forte em Portugal”, indo “pelo menos” até à segunda volta”.

    Ventura está convicto de que “as pessoas votam de forma diferente” consoante a eleição e não tem medo de “não ter o resultado das legislativas no dia 18 de maio, incrivelmente elevado”. “Vou lutar para superar esse resultado mas aceitarei o veredito das pessoas”.

    “Vamos por etapas, primeiro vamos passar à segunda volta e depois vamos focar-nos no resto.

  • Presidente da Câmara de Soure quer caminho de “metropolização e coesão territorial”

    O novo presidente da Câmara de Soure, Rui Fernandes, manifestou hoje, na cerimónia de tomada de posse, o desejo de ver o seu município ganhar escala e seguir por “um caminho de metropolização e coesão territorial”.

    “Quero aqui assegurar diante de todos que terão no Município de Soure uma voz e uma ação por este desejo de escala maior, por um caminho de metropolização e coesão territorial. Nós somos parte dessa força que nos une”, destacou.

  • Chega ameaça votar contra lei da nacionalidade se PSD não ceder a exigências

    O líder do Chega, André Ventura, avisou hoje que o partido votará contra a lei da nacionalidade caso o PSD não aceite as suas exigências, entre as quais a perda automática da nacionalidade para quem cometer crimes graves.

    “Se não houver nenhum entendimento nestes valores fundamentais, o Chega não viabilizará a lei da nacionalidade”, afirmou.

    Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, André Ventura voltou a elencar as exigências do partido, nomeadamente que a lei preveja a perda automática de nacionalidade para quem cometa crimes graves, que quem pede a nacionalidade não esteja dependente de apoios sociais e que quem obtenha de forma fraudulenta não a possa recuperar.

    O líder do Chega indicou que as negociações vão continuar esta noite e espera que ainda seja possível uma aproximação.

  • Autárquicas. Lonas da campanha do PSD/Braga reutilizadas para produtos de design sustentáveis

    Os materiais da recente campanha eleitoral do PSD de Braga, como lonas, tecidos e suportes publicitários, vão ser reutilizados e transformados em novos produtos de design sustentáveis, criativos e socialmente inclusivos, foi hoje anunciado.

    Em comunicado, o PSD especifica que daqueles materiais nascerão malas, estojos, mochilas e outros acessórios.

    “O objetivo é promover a economia circular e a responsabilidade ambiental no contexto político e cívico local”, acrescenta.

    Para o efeito, o PSD de Braga assinou um protocolo de colaboração com a empresa Essential Together, para criar o projeto “Upcycling das Lonas de Campanha”.

  • PS faz nova aproximação ao PSD/CDS na revisão da lei da nacionalidade

    O PS propõe agora que podem adquirir a nacionalidade os nascidos em Portugal, filhos de estrangeiros, desde que, no momento do nascimento, “um dos progenitores resida legalmente no território português há pelo menos dois anos, se for cidadão de país de língua oficial portuguesa ou da União Europeia, ou três anos nos demais casos”.

    A proposta inicial do PS era de um ano, mas o prazo de três anos agora defendido pelos socialistas é idêntico ao prazo inicialmente preconizado pelo PSD/CDS. Porém, entretanto, PSD e CDS, na revisão das suas próprias propostas, passaram esse prazo de três para cinco anos — aqui, uma aproximação dos partidos do Governo ao Chega.

    Outra mudança do PS diz respeito ao prazo de seis anos para a obtenção da nacionalidade no caso de cidadãos de países de língua oficial portuguesa ou da União Europeia, ou nove anos no caso de nacionais de outros países.

    Na formulação inicial, o PS aplicava cinco anos para os nacionais de língua oficial portuguesa e União Europeia e sete anos para os restantes. PSD e CDS advogam sete anos no caso de cidadãos de países de língua oficial portuguesa e da União Europeia, e dez anos para países terceiros.

  • Assembleia do Livre reúne-se 2ª feira para debater OE e “metodologia” para presidenciais

    A Assembleia do Livre decide na segunda-feira o voto na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2026 e a “metodologia” para apoiar uma candidatura presidencial, que deverá passar por uma consulta interna aos militantes.

    De acordo com fonte oficial do partido, o órgão máximo entre congressos vai reunir-se na noite de segunda-feira, dia 27, para decidir o sentido de voto na generalidade da proposta orçamental apresentada pelo Governo PSD/CDS-PP.

    A decisão vai ser tomada um dia antes da votação, que está agendada para terça-feira na Assembleia da República.

    O partido liderado por Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes vai também debater as eleições presidenciais e definir um “calendário e metodologia do processo de decisão para apoio a candidatura presidencial”.

  • Autárquicas. Concelhia do PSD de Coimbra demite-se por não ter conseguido manter autarquia

    A Comissão Política Concelhia do PSD de Coimbra demitiu-se em bloco depois de não ter alcançado o objetivo principal de manter a Câmara da sede de distrito numa coligação liderada pelo partido, foi hoje anunciado.

    Em comunicado enviado à agência Lusa, os social-democratas referem que a demissão ocorreu na quarta-feira à noite, no decorrer de uma reunião para analisar os resultados das eleições autárquicas do dia 12 de outubro.

    “O principal objetivo que nos propusemos — a conquista da Câmara Municipal de Coimbra — não foi alcançado”, refere a nota da estrutura liderada por João Francisco Campos, presidente cessante da União de Freguesias de Coimbra.

  • Mesa Nacional do BE reúne-se domingo para debater autárquicas, presidenciais e OE

    A Mesa Nacional do Bloco de Esquerda vai reunir-se no domingo para analisar os resultados das eleições autárquicas deste mês e debater as presidenciais de janeiro, bem como a proposta de Orçamento do Estado para 2026.

    De acordo com fonte oficial do BE, a ordem de trabalhos do órgão máximo entre convenções inclui “fazer o balanço” das eleições autárquicas do passado dia 12, nas quais o partido liderado por Mariana Mortágua não conseguiu inverter a tendência descendente das últimas eleições.

    Nas autárquicas deste mês, o BE passou de cinco vereadores e 94 deputados municipais para uma vereadora em Lisboa, eleita no âmbito da coligação que juntou bloquistas a PS, Livre e PAN, e um total de 17 deputados em câmaras e freguesias.

  • Câmara de Lisboa limita escolha por refeições vegetarianas nas escolas e enfrenta petição contra

    A Câmara Municipal de Lisboa decidiu que a opção vegetariana no serviço de refeições escolares nas escolas públicas deixará de estar disponível como escolha pontual, o que motivou uma petição pela continuidade da marcação livre de refeições vegetarianas.

    “Informamos que, a partir do próximo dia 01 de janeiro de 2026, a opção vegetariana deixará de estar visível no painel de marcações”, avisou a Câmara Municipal de Lisboa (CML), num email enviado na terça-feira aos encarregados de educação.

    Nessa comunicação, a autarquia refere que a opção vegetariana “não poderá ser disponibilizada de forma pontual ou ocasional, sendo reservada exclusivamente para os casos em que o regime vegetariano é assumido de forma contínua e estruturada”.

  • Plano Nacional de Restauro da Natureza avança para fase de medidas – Governo

    O Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN), para estar concretizado até agosto próximo, tem concluída a fase de diagnóstico e passa agora para a fase de propostas de medidas, anunciou hoje o Governo.

    O Ministério do Ambiente e Energia informou em comunicado que se realizou hoje uma reunião do grupo de trabalho do PNRN, que está a concluir a fase de diagnóstico, que inclui relatórios sobre ecossistemas terrestres e fluviais, conectividade ecológica, áreas urbanas, polinizadores e ecossistemas agrícolas e florestais.

    O grupo, criado há um ano, avança agora, refere o comunicado, para a fase de planeamento e proposta de medidas, prevista para entre novembro e junho de 2026.

  • PCP denuncia “alterações unilaterais” ao TGV e exige defesa do interesse público

    A Direção da Organização Regional do Porto (DORP) do PCP denunciou hoje “alterações unilaterais” ao primeiro troço da linha ferroviária de alta velocidade, exigindo a “defesa do interesse público” e acusando o Governo de ser “conivente”.

    “O projeto navega ao sabor dos interesses do consórcio privado que, mesmo em conflito com o interesse público, não tem encontrado uma oposição firme por parte do Governo, da Infraestruturas de Portugal ou dos autarcas”, refere a DORP do PCP num comunicado enviado hoje à Lusa.

    Para os comunistas, “os últimos meses demonstraram com clareza a natureza deste processo”, não se tratando “de um debate transparente e democrático, mas de um jogo de pressões, chantagens e manobras por parte do consórcio LusoLAV, que constituiu a empresa AVAN Norte [Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto]”.

  • Lei da Nacionalidade novamente adiada. Negociação continua, Chega desconfia de aproximação entre PS e PSD

    A votação da lei da nacionalidade acaba de ser, pela terceira vez, adiada. A novela parlamentar tem-se arrastado durante os últimos dias e o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, fez questão de se deslocar à sala onde os deputados estavam reunidos para discutir e votar a lei para notar que, com o luto nacional por Francisco Pinto Balsemão, a agenda dos deputados foi mais difícil de conciliar e “avançar com soluções”, pedindo que a comissão fosse adiada para amanhã de manhã, depois de os trabalhos terem sido suspensos logo de início.

    “Atendendo à importância da matéria, havendo maior respaldo parlamentar, soliticitávamos o adiamento para amanhã de manhã”, pediu, recebendo a anuência de todos e um reparo de Cristina Rodrigues, do Chega: como o PS entregou nova proposta com aproximações ao PSD, a deputada disse desconfiar de que o PSD esteja a “perder tempo” enquanto se “prepara para viabilizar” a proposta socialista.

    “Precisamos todos de mais tempo para procurar mais consenso para uma lei muito importante”, justifica Hugo Soares. “A responsabilidade que me imponho é que não falo de negociações em curso em público”. Mas insiste que quer que a lei tenha a maior adesão possível. Explica ainda que só teve conhecimento da última proposta do PS quando estava a “descer as escadas” para se deslocar a esta reunião. E pede que os partidos “não façam birras”.

    *Com João Gama.

  • Presidente da Câmara de Lisboa enaltece trabalho da Gebalis na habitação municipal com erradicar de barracas

    Relativamente à Gebalis, Carlos Moedas enalteceu o papel dos trabalhadores da empresa municipal, que têm “a missão de trazer dignidade às pessoas” no âmbito do acesso à habitação, com a disponibilização de “mais de 22.000 casas”.

    “Hoje temos em Lisboa 12% da população que vive em bairros municipais e isso é graças ao trabalho da Gebalis”, destacou o autarca do PSD, referindo que no atual mandato 2021-2025 foram entregues “mais de 2.800 chaves” e que no próximo mandato, 2025-2029, o objetivo é continuar “a fazer mais cidade”, inclusive trazer os jovens para o centro histórico.

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