Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que acompanhou a demissão de Keir Starmer como primeiro-ministro britânico.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

  • Três em cada cinco britânicos da Geração Z gostariam de um referendo para regressar à UE, revela sondagem

    Dados revelam que 60% dos jovens entre os 18 e os 28 anos votariam a favor do regresso do Reino Unido à União Europeia, se lhes fosse dada essa oportunidade.

    Três em cada cinco britânicos da Geração Z gostariam de um referendo para regressar à UE, revela sondagem

  • Reino Unido "irritado" com a decisão da UE de adiar cimeira crucial após a demissão de Starmer, escreve Financial Times

    A decisão da União Europeia de adiar uma cimeira com o Reino Unido no próximo mês devido à demissão do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, causou irritação em Londres, avança o Financial Times.

    Depois de Keir Starmer ter anunciado a demissão esta segunda-feira, António Costa, presidente do Conselho Europeu, afirmou que a cimeira de 22 de julho seria adiada para permitir que a UE trabalhasse com o “sucessor” do primeiro-ministro britânico. Só que a medida surpreendeu e irritou o governo de Starmer, segundo duas pessoas envolvidas nas negociações. “As pessoas aqui não ficaram especialmente satisfeitas”, disse uma delas ao FT. “Não estávamos à espera disso.”

    A data da cimeira só tinha sido anunciada na semana passada. Burnham, que deverá substituir Starmer como primeiro-ministro, terá agora de acrescentar as relações entre o Reino Unido e a UE à sua lista de prioridades.

  • "É um bom homem", mas Trump manda farpa a Starmer: "Não era um Winston Churchill"

    Donald Trump reconheceu, aos jornalistas na Sala Oval, que o primeiro-ministro britânico em funções, Keir Starmer, até era um “bom amigo” e era “amigo dele”.

    No entanto, o Presidente norte-americano criticou várias políticas energéticas que o Reino Unido tomou no Mar do Norte, principalmente por não querer explorar a extração de petróleo por questões ambientais.

    Em tom de provocação, Donald Trump disse ainda: “Não estávamos a lidar com um Winston Churchill”.

  • António Guterres descreve Keir Starmer como "um parceiro muito fiável"

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, descreveu hoje o primeiro-ministro demissionário britânico, Keir Starmer, como “um parceiro muito fiável” e agradeceu o trabalho conjunto.

    “O secretário-geral sempre considerou Starmer um colaborador muito fiável e valorizou enormemente a colaboração que manteve com ele durante o seu mandato”, disse aos jornalistas o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric.

    Keir Starmer anunciou a demissão como líder do Partido Trabalhista e como primeiro-ministro, depois de reconhecer que tinha perdido a confiança do seu grupo parlamentar para continuar a governar.

  • Aliados de Starmer desafiam Burnham e pressionam secretário-adjunto do Governo para se candidatar às eleições do Labour

    O secretário-adjunto do primeiro-ministro, Darren Jones, está a ser pressionado por alguns deputados trabalhistas para se candidatar às eleições diretas no Partido Trabalhista, avança a BBC.

    Darren Jones está a considerar a hipótese, mas deverá rejeitá-la por falta de apoio do partido.

    Ainda assim, vários aliados de Keir Starmer estão a exercer pressão para que Darren Jones avance e impeça a coroação de Andy Burnham como líder do Labour.

  • John Healey, ex-ministro da Defesa, elogia Starmer: "Hoje, como sempre, mostrou grande força, colocando o serviço público em primeiro lugar"

    O antigo secretário da Defesa britânico, John Healey, elogiou Keir Starmer após o anúncio da demissão, afirmando que o primeiro-ministro demonstrou “grande força” ao colocar “o serviço público em primeiro lugar”.

    Numa publicação na rede social X, Healey destacou o papel de Starmer na recuperação do Partido Trabalhista, considerando que foi responsável por “trazer novamente o Labour para o Governo após uma das piores derrotas da história do partido”.

    O antigo ministro enumerou ainda várias conquistas do executivo trabalhista que, na sua opinião, “devem orgulhar o Governo”, embora não tenha feito referência à área da defesa, tema que motivou a sua saída do gabinete no início deste mês na sequência de divergências sobre o plano de investimento militar.

    Reino Unido. Ministro da Defesa demite-se após Starmer recusar aumento de gastos militares

    “Prometemos mudança e entregámos mudança”, escreveu Healey, acrescentando que “hoje, como sempre, Keir Starmer mostrou grande força, colocando o serviço público em primeiro lugar”.

  • Starmer deixa cargo de primeiro-ministro por ter "falhado na segurança nacional", afirma Badenoch

    A líder do Partido Conservador britânico, Kemi Badenoch, afirmou, no parlamento, que Keir Starmer está a deixar o cargo por ter “falhado na segurança nacional”, acusando-o de ter tomado decisões que, no seu entender, comprometeram a segurança diplomática, energética e militar do país.

    Na Câmara dos Comuns, Badenoch criticou também Andy Burnham por não estar presente no debate, acusando-o de estar “mais interessado na sua candidatura à liderança do que na segurança nacional do Reino Unido”.

    A conservadora defendeu que o próximo primeiro-ministro do país terá de enfrentar dificuldades relacionadas com a capacidade de defesa e com o financiamento do setor militar. Segundo Badenoch, o Reino Unido “não pode continuar a recorrer ao endividamento”.

  • Macron agradece contributo de Keir Starmer para o reforço das relações entre França e Reino Unido

    O Presidente francês, Emmanuel Macron, agradeceu publicamente a Keir Starmer pelo seu contributo para o fortalecimento das relações entre França e o Reino Unido.

    Numa publicação na rede social X, Macron destacou o papel de Starmer na origem da coligação internacional de apoio à Ucrânia e elogiou o trabalho desenvolvido para relançar as relações entre o Reino Unido e o bloco europeu após o Brexit.

    “O trabalho realizado em conjunto para a defesa, a energia nuclear, o espaço e a inovação, em particular durante a nossa cimeira franco-britânica de julho passado, testemunha esse compromisso”, sublinhou Macron.

  • Lammy elogia política interna e externa de Starmer: "Tornou a Grã-Bretanha mais segura e reconstruiu a reputação do país no mundo"

    O vice-primeiro-ministro britânico, David Lammy, destacou, na tarde desta segunda-feira, no parlamento, o percurso de Keir Starmer em política interna e externa, afirmando que o seu registo na área internacional “não tem paralelo”.

    Numa intervenção na Câmara dos Comuns, Lammy começou por sublinhar que Starmer contribuiu para “estabilizar a economia”, reduzir as listas de espera no Serviço Nacional de Saúde e retirar “meio milhão de crianças da pobreza”.

    “Como ministro dos Negócios Estrangeiros, vi em primeira mão o primeiro-ministro reconstruir as nossas relações em todo o mundo”, afirmou, citado pela Sky News.

    Lammy destacou o posicionamento do Reino Unido na Europa através do chamado “reset” com a União Europeia, bem como o apoio a Kiev, referindo a receção ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Downing Street como símbolo da liderança de Starmer face à guerra na Ucrânia e à ameaça russa.

    O vice-primeiro-ministro salientou ainda a assinatura de acordos comerciais e defendeu que Starmer tomou decisões “corajosas e baseadas em princípios”, incluindo recusar envolver o Reino Unido em conflitos no Médio Oriente.

    “Keir Starmer tornou a Grã-Bretanha mais segura, reconstruiu a reputação do país no mundo e impulsionou o investimento e o crescimento”, afirmou, acrescentando que “todos nesta Câmara devem um agradecimento ao primeiro-ministro pela sua ação em política externa”.

  • Mundo está "mais seguro e os aliados mais unidos" devido ao contributo de Starmer, diz Mark Carney

    O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, reagiu à demissão do líder britânico, sublinhando o papel de Keir Starmer em várias iniciativas internacionais e no reforço das relações entre os dois países.

    Carney afirmou que foi “um privilégio trabalhar ao lado de Keir Starmer na liderança de esforços internacionais de apoio à Ucrânia, no âmbito da chamada Coligação das Vontades, assim como no reforço da NATO, na cooperação no Ártico e no aprofundamento da parceria histórica entre o Canadá e o Reino Unido”.

    O chefe do Governo canadiano destacou, ainda, que Starmer atuou “com princípios, determinação e espírito de cooperação” perante desafios excecionais, acrescentando que o mundo está “mais seguro e os aliados mais unidos” devido ao seu contributo.

    Carney agradeceu o “serviço público ao longo da vida” do primeiro-ministro britânico, expressou gratidão pela amizade entre ambos e desejou-lhe felicidades para o que descreveu como o “trabalho mais importante”.

  • António Costa afirma que cimeira UE Reino Unido terá de ser adiada com demissão de Starmer

    O presidente do Conselho Europeu afirmou hoje que a cimeira entre a União Europeia (UE) e o Reino Unido, agendada para 22 de julho, vai ter de ser adiada devido à demissão do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

    “Estávamos a trabalhar muito intensamente e com grande entusiasmo para realizar, muito em breve, a nossa segunda cimeira [com o Reino Unido]. Agora, de certeza que a vamos ter de adiar”, afirmou António Costa em conferência de imprensa em Bruxelas, numa reação à demissão do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

  • Wes Streeting nega que Andy Burnham lhe tenha prometido um cargo e foca discussão em "ideias para o país"

    Após notícias na imprensa britânica avançarem que o seu apoio a Andy Burnham estaria ligado a promessas de cargos ministeriais, Wes Streeting veio a público desmentir categoricamente qualquer acordo de bastidores.

    Confrontado diretamente sobre se lhe teria sido prometida alguma pasta ministerial, como as Finanças ou os Negócios Estrangeiros, Streeting foi claro: “Ele não me ofereceu nenhum cargo, não foi sobre isso que conversámos. Trata-se de ideias — das ideias de que precisamos para cumprir o mandato para o qual fomos eleitos, mas também para reconstruir a confiança no Partido Trabalhista e a esperança no nosso país.”

  • "Roma está salva". Andy Burnham já tomou posse como deputado

    O provável sucessor de Keir Starmer, Andy Burnham, já tomou posse como o novo deputado trabalhista por Makerfield. O momento foi recebido com aplausos, risos e até um grito na sala: “Roma está salva!”.

    Logo a seguir, numa referência ao filme A Vida de Brian, dos Monty Python, outro deputado interrompeu o momento gritando: “Não és o Messias!”. Andy Burnham não escondeu o riso e, mostrando perceber a referência e a passagem do filme, respondeu, em tom de brincadeira: “Rapaz maroto, não é?”.

    Jurando sobre a Bíblia, Burnham declarou: “Juro por Deus Todo-Poderoso que serei fiel e prestarei lealdade sincera a Sua Majestade, o Rei Carlos, aos seus herdeiros e sucessores, nos termos da lei; que Deus me ajude”.

  • David Lammy substitui Starmer no Parlamento para falar sobre o G7

    Numa mudança de planos, será o vice-primeiro-ministro, David Lammy, a fazer a comunicação oficial sobre o G7 na Câmara dos Comuns, segundo o The Independent.

    Na sequência da demissão do primeiro-ministro — e embora o plano inicial previsse que fosse o próprio Keir Starmer a dirigir-se aos deputados —, será Lammy a assumir a palavra, apesar de não ter estado presente na cimeira da semana passada.

  • 'Uma antecipação em demasia': Burnham confrontado em Londres com tweet antigo sobre eleições

    À chegada a Londres, Andy Burnham foi confrontado pelos jornalistas com um tweet de 2022, onde exigia “eleições gerais já” após a queda de Liz Truss. O candidato à liderança trabalhista afirmou que essa questão é, por agora, uma ‘antecipação’.

    “Acho que estão a antecipar-se demasiado”, respondeu o favorito à liderança do Labour. “A minha prioridade hoje é tomar posse como deputado por Makerfield”, refere ainda, de acordo com a BBC.

  • Ministro da Defesa anuncia apoio a Andy Burnham para primeiro-ministro

    O ministro da Defesa, Luke Pollard, anunciou o seu apoio à candidatura de Andy Burnham para o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, expressando “orgulho no historial deste Governo”.

    Numa publicação no X, o governante destaca ainda o “orgulho especial” que sente por terem concedido o “maior aumento salarial das forças armadas em 20 anos”.

    “Vou apoiar o Andy Burnham para que seja o nosso próximo primeiro-ministro”, conclui.

  • Andy Burnham já está em Londres para tomar posse como deputado por Makerfield

    Quando embarcou na estação de Manchester Piccadilly, Andy Burnham preparava-se para uma disputa interna no Labour. Mas após o anúncio de apoio de Wes Streeting — e de um atraso de 20 minutos na viagem —, o provável sucessor na liderança do Labour já chegou a Londres.

    O passo seguinte será a deslocação para o Parlamento britânico, em Westminster, onde irá tomar posse oficial como deputado por Makerfield.

  • Nigel Farage: Reino Unido vive "farsa política ao estilo italiano"

    Em declarações à Sky News, o líder do Reform UK comparou a instabilidade em Downing Street a uma “farsa política ao estilo italiano”, questionando a legitimidade do próximo chefe de Governo.

    “E estamos prestes a ter o nosso sexto primeiro-ministro em sete anos, o que é uma espécie de farsa política ao estilo italiano que remonta a algumas décadas. E quem quer que venha a ser o primeiro-ministro não terá sido eleito pelo eleitorado britânico; e se o próximo primeiro-ministro for o próximo deputado por Makerfield, Andy Burnham, este nem sequer se candidatou às últimas eleições”, afirmou Nigel Farage.

    O líder do Reform UK apontou ainda que, a nível humano, lamenta o ‘fracasso’ de Starmer e antecipa o desânimo do primeiro-ministro cessante: “A nível humano, lamento que [Keir Starmer] tenha falhado, e penso que ele ficará desanimado, mas creio que o público britânico também ficará desanimado. A maioria das medidas que este Governo trabalhista tomou nem sequer constava do seu programa de 2024”.

  • António Costa agradece liderança de Starmer que virou "uma nova página nas relações UE-Reino Unido"

    O presidente do Conselho Europeu agradeceu, nas redes sociais, a Keir Starmer pela liderança que virou “uma nova página nas relações UE-Reino Unido”.

    “A UE está comprometida com a cooperação contínua neste espírito. Foi um prazer trabalhar contigo, como colega e amigo. Obrigado, caro Keir”, escreveu António Costa no X.

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