Momentos-chave
- Carta iraniana à ONU exige condenação do bloqueio naval dos EUA
- EUA e Israel terão elaborado planos para retomar os ataques contra o Irão após as eleições intercalares
- China e Djibuti reforçam cooperação em segurança face a ameaças no mar Vermelho
- Forças israelitas entram nos subúrbios de Quneitra, no sul da Síria
- Soldados israelitas detêm seis palestinianos em Belém
- China e Rússia denunciam “ingerências externas destrutivas” na Eurásia
- Kiev volta a ser alvo de mísseis russos após negociações entre Moscovo e Washington
Atualizações em direto
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Ataques russos fizeram sete mortos e 22 feridos na Ucrânia
No nordeste da Ucrânia, os ataques russos mataram um homem em Sumi e uma mulher em Kharkiv, enquanto três pessoas morreram na região de Zaporijia, no sudeste do país, segundo as administrações militares regionais e a polícia.
Em Kiev, duas pessoas morreram e outras 22 ficaram feridas, incluindo quatro menores, na sequência de uma série de ataques com mísseis balísticos levados a cabo pelas Forças Armadas da Rússia, contra seis distritos da capital.
Segundo informou o Serviço Estatal de Emergências da Ucrânia, os bombardeamentos provocaram vários incêndios e graves danos materiais em infraestruturas residenciais e civis por toda a cidade.
Hoje de manhã, a Força Aérea ucraniana alertou para novos disparos de mísseis balísticos russos contra Kiev tendo pedido aos residentes que permanecessem nos abrigos.
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Carta iraniana à ONU exige condenação do bloqueio naval dos EUA
Numa carta dirigida ao Secretário-Geral da ONU, António Guterres, e à Presidente do Conselho de Segurança, Aglaia Balta, o embaixador do Irão junto das Nações Unidas, Gholamhossein Darzi, classificou o bloqueio naval dos EUA contra o Irão como “uma violação flagrante” do direito internacional e da Carta das Nações Unidas.
De acordo com os meios de comunicação estatais iranianos, Darzi solicitou-lhes “que rejeitem categoricamente e condenem veementemente os contínuos atos de agressão por parte dos Estados Unidos contra a República Islâmica do Irão através do bloqueio marítimo, como uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, incluindo a proibição do uso da força, bem como da soberania e integridade territorial da República Islâmica do Irão”.
Apelou à ONU para que “exorte os Estados Unidos a cessarem imediatamente a sua agressão militar contra o Irão e a levantarem o bloqueio marítimo, a respeitarem a soberania e a integridade territorial do Irão e a cumprirem integralmente as suas obrigações ao abrigo da Carta das Nações Unidas e do direito internacional”, segundo foi noticiado.
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EUA e Israel terão elaborado planos para retomar os ataques contra o Irão após as eleições intercalares
As forças militares dos Estados Unidos e de Israel desenvolveram planos para voltar a atacar o Irão após as eleições intercalares norte-americanas de 3 de novembro, avançam funcionários e outras fontes dos Estados Unidos ao New York Times.
Os dois países intensificaram exercícios militares conjuntos, como “voar aviões sobre o Iraque para praticar manobras de ataque”, sendo que infraestruturas energéticas iranianas, instalações nucleares e o arsenal de drones e mísseis podem ser eventuais alvos.
“Algumas autoridades dizem que mais uma grande onda de ataques pode empurrar a economia do Irão para o abismo e forçar o país a fazer concessões diplomáticas após quase oito meses de conflito”, refere o jornal.
Os planos terão sido discutidos entre Pete Hegseth e Benjamin Netanyahu na visita surpresa do secretário da Defesa a Israel, esta segunda-feira, afirmam fontes norte-americanas. No entanto, não é certo se Trump apoia os novos planos, tendo em conta que vetou vários nos últimos meses.
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Trump está a ser enganado por Putin nestas negociações?
Para o historiador Bruno Cardoso Reis, não há condições reais para se chegar a um acordo de paz. O historiador alerta que Vladimir Putin está apenas a tentar enganar Donald Trump nestas conversações.
Ouça aqui o episódio na íntegra.
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China e Djibuti reforçam cooperação em segurança face a ameaças no mar Vermelho
A China e o Djibuti acordaram reforçar a cooperação em matéria de segurança face às ameaças às rotas marítimas do mar Vermelho e do golfo de Áden, agravadas pelo alastramento dos conflitos no Médio Oriente.
Segundo um comunicado divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, o acordo foi alcançado durante uma reunião, em Pequim, entre o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, e o homólogo do Djibuti, Abdoulkader Houssein Omar.
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Forças israelitas entram nos subúrbios de Quneitra, no sul da Síria
As forças israelitas avançaram para a aldeia de Taranga, na zona rural de Quneitra, no sul da Síria, com um grande número de veículos militares e efetivos, de acordo com notícias da televisão estatal síria.
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Soldados israelitas detêm seis palestinianos em Belém
As forças israelitas detiveram seis palestinianos na região de Belém, na Cisjordânia ocupada, incluindo uma ex-presidiária, de acordo com a agência de notícias Wafa, reporta a Aljazeera.
As forças militares invadiram a aldeia de Tuqu, a sudeste de Belém, e mobilizaram-se em vários bairros antes de deterem a ex-presidiária Shuruq Muhammed al-Badan.
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China e Rússia denunciam “ingerências externas destrutivas” na Eurásia
A China e a Rússia denunciaram as “ingerências externas destrutivas” como a principal causa de instabilidade na Eurásia, num comunicado conjunto divulgado pela imprensa estatal chinesa.
“A China apoia a Rússia na preservação da sua segurança, estabilidade, unidade nacional, desenvolvimento e prosperidade, bem como da sua soberania e integridade territorial”, refere o documento.
Pequim “opõe-se a qualquer interferência de forças externas nos assuntos internos da Rússia”, acrescenta a nota, publicada na noite de quarta-feira pela agência de notícias oficial chinesa Xinhua, por ocasião da visita do primeiro-ministro chinês Li Qiang à Rússia.
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Kiev volta a ser alvo de mísseis russos após negociações entre Moscovo e Washington
A capital da Ucrânia foi alvo de um novo ataque com mísseis esta noite, após as negociações entre a Rússia e os Estados Unidos na quarta-feira em São Petersburgo para pôr fim ao conflito.
Poucas horas depois das negociações, e de o Presidente norte-americano, Donald Trump declarar que o fim da guerra nunca esteve “tão próximo”, um ataque com mísseis contra Kiev deixou seis feridos, segundo o presidente da câmara da capital ucraniana, Vitali Klitschko.
O exército ucraniano emitiu durante a noite um alerta para mísseis balísticos provenientes do leste da Rússia.
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Bom dia,
Bem-vindo ao liveblog do Observador em que atualizamos toda a informação sobre as guerras em curso no mundo, em particular a guerra na Ucrânia e no Médio Oriente.
Para recuperar os principais desenvolvimentos desta quarta-feira, confirma o liveblog de ontem.
Zelensky favorável a reunião trilateral com Rússia e EUA o mais rapidamente possível