Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O liveblog de acompanhamento da atualidade política desta terça-feira termina aqui.

    Obrigada pela sua preferência! Boa noite!

  • Rui Moreira afirma que apoio partidário para Belém é "irrelevante" e que eleitores do Chega "não têm lepra"

    Rui Moreira continua na CNN, dizendo que “quem quer ser Presidente de Portugal não pode estar à espera de ser eleito para depois dizer que é Presidente de todos os portugueses”.

    As pessoas que votam do Chega “não têm lepra”, afirma o Presidente da Câmara do Porto que diz não ter “nenhum problema” em receber o apoio destes eleitores. Pelo contrário, esclarece que “não conta” com o apoio dos partidos, porque considera que isso é “irrelevante”.

  • Paulo Raimundo critica "pressa" do Governo e alerta para inconstitucionalidades

    Paulo Raimundo criticou a “pressa” do Governo em vários temas, desde a privatização da TAP ao IRC, dizendo que as primeiras medidas terem sido incluídas no pacote da imigração “revela bem as prioridades” de Luís Montenegro. O secretário-geral do PCP contou, à saída da audiência, que disse a Marcelo Rebelo de Sousa que “o Governo vive numa bolha, enrolado na propaganda e na ilusão”.

    No que toca à Lei dos Estrangeiros, Raimundo não antecipou a decisão do Presidente, mas reforçou que a lei foi “feita à pressa” e tem “atropelos do ponto de vista formal e conteúdos que são inconstitucionais”.

  • Rui Moreira confirma que está a ponderar ser candidato presidencial. Presidente da Câmara do Porto remete anúncio para depois de setembro

    Rui Moreira confirma, em entrevista na CNN, que está a ponderar ser candidato à Presidência e afirma tomará essa decisão “nos próximos tempos”. O Presidente da Câmara do Porto assume que “a decisão ainda não está tomada” e que nunca a anunciará antes de setembro.

    Confrontado com o facto de ter afastado uma candidatura a Belém, em abril, por considerar que não era “talhado” para o cargo, Moreira diz que, ao longo de mais de 40 anos, desempenhou cargos executivos e nessa altura não equacionava vir a poder desempenhar um cargo não executivo.

    Entretanto, diz que “sucederam várias coisas e houve um conjunto de pessoas que já vinham falando comigo há muito tempo, pessoas que conheço bem, e que me vieram dizer que achavam que era uma boa altura para nós pensarmos numa candidatura presidencial”. “Foi em função disso que eu comecei a admitir uma candidatura presidencial”, explica.

    O autarca diz que desde que a notícia da sua ponderação foi avançada houve pessoas “desde o Minho até o Algarve e das regiões autónomas que demonstraram interesse que eu tomasse essa decisão”. No entanto, remete para depois de setembro a decisão porque admite que ainda tem de “fazer uma reflexão íntima”, falar com a família, perceber se tem apoios políticos e financeiros e quem são os outros candidatos, diz. “Ainda falta muita coisa”, afirma.

    O facto de ainda ser Presidente da Câmara do Porto também pesa na escolha da data para o anúncio. “Quando estou num cargo estou com os dois pés, as duas mãos e a minha cabeça”, acrescenta.

    Rui Moreira reverla ser amigo de João Cotrim de Figueiredo, que apoiou a sua última candidatura autárquica, mas afasta a hipótese de uma candidatura presidencial do liberal ser um entrave à sua própria candidatura, porque acredita que Cotrim também não faria o inverso. O Presidente da Câmara do Porto admite também que “quanto maior for o número de candidatos, mais difícil será esta empreitada”.

    Lembra as autárquicas de 2013, nas quais ganhou pela primeira vez a eleição para a Câmara do Porto. Nessa altura, apenas anunciou a candidatura quando Luís Filipe Menezes, que diz que era um “fortíssimo candidato”, já estava a fazer campanha apoiado pelo PSD há seis meses e era considerado por todos como estando “a caminho de ser eleito”

  • Câmara de Loures apresentou queixa ao MP contra “comercialização de barracas” no Talude

    O presidente da Câmara Municipal de Loures revelou hoje que apresentou uma queixa-crime ao Ministério Público denunciando uma “teia criminosa” de “comercialização de barracas” no bairro do Talude Militar.

    “Estão a comercializar barracas a dois mil e três mil euros cada cinco metros quadrados, com garantia de luz e água”, disse Ricardo Leão, numa cimeira organizada pela SIC Notícias, apontando que entre março e julho “quadriplicou o número” de habitações precárias no Talude Militar.

    Questionado pelos jornalistas da SIC Notícias sobre que “teia criminosa” é essa, Ricardo Leão adiantou: “É uma só pessoa, que está identificada, que tem lá uma barraca também.”

  • IL "solidária" com Marcelo se enviar Lei dos Estrangeiros para o TC: "Processo foi muitíssimo mal conduzido pelo Governo"

    Mariana Leitão, à saída da audiência com Marcelo Rebelo de Sousa em Belém, garante que a IL é “solidária” com a decisão do Presidente da República, caso decida enviar as alterações à Lei dos Estrangeiros para o Tribunal Constitucional.

    “Há a possibilidade de o senhor Presidente da República pedir a revisão da constitucionalidade e nós, face à forma como o processo decorreu na Assembleia da República, acabamos por ser solidários”, sublinha a líder liberal, frisando que “o processo foi muitíssimo mal conduzido pelo Governo, teve inúmeros atropelos e várias entidades que é obrigatório por lei serem ouvidas e não foram”.

    “Não estamos só a falar de uma lei, estamos a falar de pessoas. Estas lei, quando mexem com as vidas das pessoas, com direitos, liberdades e garantias devem, obviamente, ter um processo que cumpra com todos os passos necessários para garantir que a lei é o mais equilibrada possível”, realça.

    Assim, realça, a “urgência” que existiu poderá bem não ter valido de nada “se se confirmar este pedido de fiscalização” — “Se [o processo] tivesse sido conduzido não ultrapassando todos os procedimentos, até teríamos poupado tempo.”

  • Ministra da Saúde: tirar consequências políticas é "resolver problemas e não atirar a toalha ao chão"

    A ministra da Saúde sublinhou hoje que tirar consequências políticas sobre situações como a das mortes ocorridas durante a greve de técnicos de emergência pré-hospitalar, em outubro, significa “resolver problemas e não atirar a toalha ao chão”. Ana Paula Martins falava ao país depois de serem conhecidas novas conclusões da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) sobre as mortes.

    Foi noticiado esta terça-feira que a IGAS concluiu que o utente de 86 anos que morreu de enfarte de miocárdio, em Bragança, tinha uma probabilidade de sobrevivência, embora reduzida, que “estaria sempre condicionada à realização de manobras de suporte básico de vida, quando iniciadas no imediato”. “É necessário dizer que o relatório não faz uma ligação direta entre esta morte e greve”, sublinhou a ministra.

    IGAS confirma uma morte por atraso no socorro durante greve do INEM

    Lamentando a perda de vidas e admitindo que “houve atrasos claros no atendimento e na prestação do socorro” durante a greve de 31 de outubro de 2024, a governante reconheceu que a falta de relação entre a morte e a greve não a descansa.

    A dita falta de nexo de causalidade não me descansa nem descansa o Governo,e tenho a certeza que não descansa os profissionais da emergência médica”.

    “Sobre o que se passou naquele dias da greve, mesmo sem nexo de causalidade, sabemos que o circuito de informação dos anúncios da greve não funcionou, por isso, já o mudamos. Posso garantir que o mau funcionamento não se voltará a repetir”, afirmou, acrescentando que na greve entretanto realizada “tudo correu com normalidade”.

  • Rui Tavares não antecipa intenção de Marcelo sobre Lei dos Estrangeiros, mas assume que Livre tentou "persuadir" Presidente

    Rui Tavares, à saída da audiência com o Presidente da República em Belém, não antecipa se Marcelo Rebelo de Sousa avançará com um pedido de fiscalização ao Tribunal Constitucional, mas assume que o partido demonstrou preocupações para “persuadir” o chefe de Estado.

    “Estas propostas sobre imigração e esta lei que foram apresentadas a correr no Parlamento”, alerta, frisando que “existe lei à cerca de como se faz a lei e várias leis em relação à legislação foram completamente atropeladas” no processo, desde logo “instituições e sociedade civil não foram ouvidas” e estão a ser ouvidas na Presidência da República. “Esta legislação seria um tiro no pé no país e em algumas normas constitucionais”, alerta, acrescentando que o Livre apresentou documentação e tentou “persuadir” Marcelo por considerar que lei é “inconstitucional”.

    À saída de Belém, o porta-voz do Livre recuperou as suas declarações, quando disse “que o não é não já tinha morrido na outra legislatura e que a tese dos três blocos — da esquerda, direita democrática e extrema-direita — estava morta e enterrada porque o primeiro-ministro acabou com esses três blocos”.

    “Neste momento existem as direitas, que estão de acordo sobre temas que interessam à extrema-direita, e aqueles que se opõem ao que as direitas estão a fazer às nossas políticas, à nossa sociedade e a um país que fica, com estas políticas e esta retórica, mais desconfiado, menos solidário e menos capaz de olhar para o futuro”, sublinhou.

  • Ventura propõe a realização de um referendo sobre disciplina de Cidadania

    Perante as alterações à disciplina de Cidadania, com as quais o Chega concorda e queria até ir mais longe, André Ventura propõe a realização de um referendo sobre o tema.

    “Já que a esquerda quer fazer isto um cavalo de batalha, vamos fazer um referendo sobre isto. Houve outros países que fizeram. Querem ou não os pais deste país que haja conteúdos sexuais e sexualizantes para as suas crianças nas escolas? Se ganharem, eu calo-me para sempre, mas suspeito que não vão ganhar”, desafia o líder do Chega.

  • Ventura considera que relatório do IGAS "vai direto ao coração do Governo e da ministra da Saúde"

    André Ventura considera que o relatório do IGAS conhecido hoje, que dá conta de atraso no socorro durante a greve do INEM, a uma pessoa que acabou por morrer, “vai direto ao coração do Governo e da ministra da Saúde”.

    Depois de recordar que Ana Paula Martins disse que iria assumir responsabilidades, o presidente do Chega é perentório: “Hoje, olhos nos olhos do país, é o tempo de assumir essa responsabilidade.” Ventura diz que “chamou a atenção” para o estado da Saúde na reunião com o primeiro-ministro, frisando que “a ausência de responsabilidade da ministra da Saúde potencia ainda mais este estado de caos no sistema de saúde”.

  • Ventura garante que Chega "poderá dar condições de estabilidade aos próximos meses"

    O Presidente da República, conta André Ventura, questionou o Chega sobre o “caminho” que está a ser feito para o Orçamento do Estado e para a “estabilidade política em relação aos próximos meses e ao próximo ano”.

    “O Chega garantiu que continuará na mesma linha de responsabilidade que tem assumido, não obstante assumir a posição de liderança da oposição, que deve ser precisamente a de alternativa e não a de suporte ao Governo”, explicou, referindo que haverá uma nova audiência com Marcelo Rebelo de Sousa e garantindo que o Chega “poderá dar condições de estabilidade aos próximos meses, quer à economia, quer à situação política nacional”.

  • Ventura teme que pedido de fiscalização ao TC "atrase indefinidamente o processo e a entrada em vigor da lei"

    André Ventura, já depois da audiência com Marcelo Rebelo de Sousa, disse ter-se comprometido “a desenvolver outros contactos junto de maioria parlamentar para fecharmos diplomas que [têm de] se fechar” e anunciou que haverá uma “nova audiência em setembro” sobre a legislação relativa à nacionalidade e às questões que as alterações pode suscitar.

    O presidente do Chega explicou que Marcelo Rebelo de Sousa tem dúvidas desde a “ligação à CPLP” até “à tutela jurisdicional em relação aos direitos dos imigrantes e ao recurso que os imigrantes podem ter das decisões de expulsão ou de não atribuição de residência”.

    “Entendemos que essas dúvidas estão sanadas, o Presidente da República entende que não e, por isso, faz todo o sentido, na lógica do Presidente da República, que acabe por ser o Tribunal Constitucional a dar este respaldo”, justifica, reiterando que o receio do Chega é que se “atrase indefinidamente o processo e a entrada em vigor desta lei, mesmo que seja pedido urgência”.

    Desta forma, Ventura assegura que salientou perante ao Presidente da República que era importante que “esta legislação não ficasse parada, como outras ficaram no passado, ou na relação entre as instituições e o Tribunal Constitucional, ou em vetos de gaveta, ou em coisas parecidas com essa”, crente de que é relevante dar ao país um “sinal de que estamos a avançar rápido”.

    Além disso, Ventura comunicou que Marcelo Rebelo de Sousa deu “praticamente a garantia de que não haverá veto político nesta matéria”.

  • Ministra diz que novo modelo de gestão dará resposta célere à recuperação de património cultura

    A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, disse hoje, em Lisboa, que a recuperação de património cultural classificado através do modelo de gestão em parceria com as autarquias “é eficaz” e vai “dar respostas mais céleres”.

    A governante falava à agência Lusa no final da cerimónia de assinatura dos primeiros sete protocolos colaborativos para recuperação de património cultural classificado, no valor global de 8,8 milhões de euros, pelo Património Cultural — Instituo Público, a empresa pública Estamo e os municípios.

    “É um dia histórico” — avaliou a ministra — justificando que “foi encontrada uma forma de gestão que é eficaz, colaborativa e sobretudo próxima do território, permitindo dar resposta ao património classificado que há muito precisava de intervenção”.

  • Ventura diz que é "quase certo" que Marcelo envie Lei de Estrangeiros para o Tribunal Constitucional

    André Ventura, à saída da audiência em Belém, referiu que “o Presidente da República entende que o envio para o Tribunal Constitucional da Lei de Estrangeiros poderá dar maior segurança, inclusivamente para a discussão da Lei da Nacionalidade que deverá chegar ao Palácio de Belém em setembro”.

    O líder do Chega, que esteve reunido com o Presidente da República, reitera que não concorda com o envio, “embora respeite”, mas realçou que esta é uma “quase certa decisão”.

    “É um anúncio que não nos cabe a nós fazer, porém vou fazê-lo mesmo correndo o risco de estar errado, fiquei com 99,9% de certeza de que o Presidente da República enviará para o Tribunal Constitucional a nova Lei de Estrangeiros aprovada na Assembleia da República”, explicou o presidente do Chega.

    Ventura argumentou que o Presidente da República considera que “há questões de segurança jurídica que são necessárias salvaguardar” e daí o “envio quase certo deste diploma para o Tribunal Constitucional para a fiscalização preventiva”.

    Ao contrário de Marcelo, para o Chega, “a urgência de regular a questão da imigração deveria sobrepor-se a esta situação ou a qualquer dúvida que pudesse ser suscitada”.

  • Marques Mendes considera encorajador resultado de sondagens

    O candidato a Presidente da República Luís Marques Mendes considerou hoje encorajador o resultado de recentes sondagens que apontam para um maior equilíbrio entre os três candidatos presidenciais já anunciados.

    “Sondagens são sondagens. Há umas boas, há umas más, há umas melhores, há outras piores. Esta sondagem, para mim, é muito encorajadora. É muito positiva. É difícil ter uma sondagem até mais encorajadora” disse Marques Mendes aos jornalistas, à margem de uma visita ao Complexo Social da Misericórdia de Aveiro.

    O antigo líder do PSD referiu que estes resultados mostram que os contactos que foi fazendo com os portugueses nos últimos meses valeram a pena, lembrando que quando anunciou a sua candidatura, há cinco meses, a diferença que as sondagens davam para o candidato Gouveia e Melo era de 20 pontos favorável a ele.

  • Gouveia e Melo rejeita NATO continental e está contra as críticas aos Estados Unidos

    O candidato presidencial Gouveia e Melo considerou hoje essencial que Portugal se oponha a uma NATO continental e não global ou transatlântica, e rejeitou críticas aos Estados Unidos enquanto país por causa da ação de Donald Trump.

    No final de cerca de 20 minutos de intervenção numa conferência promovida pelo “Estoril talks”, subordinada ao tema do “futuro da NATO e da Defesa de Portugal face às alterações na relação transatlântica”, Henrique Gouveia e Melo deixou um aviso em termos de estratégia para a Defesa Nacional: “Nós, portugueses, não podemos deixar que a aliança atlântica evolua para uma NATO continental desligada do eixo transatlântico e desligada dos Estados Unidos”.

    “E criticar os Estados Unidos, pura e simplesmente porque é o senhor Trump, não parece a melhor estratégia para Portugal”, declarou, sem identificar o ou os destinatários o seu recado.

  • Gouveia e Melo critica “bolha mediática” e promete nova fase de atuação em setembro

    O candidato presidencial Gouveia e Melo afirmou hoje que até agora tem procurado convencer a “bolha mediática” de que não representa qualquer perigo para a democracia e adiantou que a partir de setembro tomará posições mais vincadas.

    Henrique Gouveia e Melo falava aos jornalistas após ter participado numa conferência denominada “Estoril talks”, declarações em que também desvalorizou as possíveis entradas na corrida presidencial do presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, e do eurodeputado da Iniciativa Liberal, Cotrim Figueiredo.

    Na mesma lógica, o ex-chefe de Estado-Maior da Armada relativizou a importância de recentes sondagens que apontam agora para um maior equilíbrio entre a sua candidatura e as dos antigos líderes do PSD e do PS, respetivamente Marques Mendes e António José Seguro.

  • Nicolau Santos: mais de 3,775 milhões de euros investidos na RTP Madeira entre 2019 e 2024

    O presidente da RTP afastou hoje qualquer cenário de desinvestimento na RTP Madeira, dando o exemplo que em seis anos, entre 2019 e 2024, foram investidos mais de 3,775 milhões de euros na empresa.

    Entre 2019 e 2024, em seis anos, “foram investidos 3,755 milhões na RTP Madeira, mas mais podemos acrescentar que em 2025 os principais projetos em curso” são uma central de deteção de incêndios que custa 80 mil euros e um sistema desenfumagem que custa outros 80 mil euros, disse.

  • Mais 41 trabalhadores queriam aderir ao plano de saídas voluntárias da RTP

    O presidente da RTP disse hoje que pediu uma extensão para mais 41 trabalhadores que queriam aderir ao plano de saídas voluntárias, cujos encargos rondam os 2,4 milhões de euros, mas já não tem autorização financeira.

    Nicolau Santos falava na comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, na sequência da demissão da direção de informação da televisão e da reorganização da empresa, no âmbito de requerimentos do Livre e do PS.

    A primeira fase do plano de saídas voluntárias da RTP que tinha sido aprovada foi cumprida no dia 30 de junho.

  • Livre e PAN lamentam que ministra da Saúde continue em funções

    O Livre e o PAN lamentaram hoje que a ministra da Saúde continue em funções sem assumir responsabilidades políticas pelas falhas no setor, após um relatório da inspeção-geral da saúde sobre uma morte durante a greve no INEM.

    “Eu acho lamentável que depois de tantos episódios em que as falhas são claras, em que o INEM não funciona e não está a ser tratado o problema com a devida preocupação, a senhora ministra ainda continua a achar que tem condições para continuar”, respondeu a deputada do Livre Filipa Pinto aos jornalistas no parlamento.

1 de 2