Momentos-chave
- Rocha e Raimundo discutem sobre Ucrânia: "Acha que Putin fez bem", "isso fica-lhe mal"
- Mil euros de salário mínimo "não é nenhuma extravagância"
- Rocha lembra que salários "não sobem por decreto" e foca-se em crescimento em vez de valor concreto
- Habitação "ficar nas mãos do mercado de Rui Rocha só vai piorar a especulação"
- "Os utentes têm muitas saudades das PPP", diz Rui Rocha
- "Mais uma voltinha, as crianças não pagam e também não andam. É como as PPP", atira Raimundo
- Rocha: "Se PCP tiver saudades da troika, envie-lhe o seu programa por correio". Raimundo diz que "não dá" por causa do estado dos CTT
- Rui Rocha aconselha PCP a "olhar para o seu passado"
- Paulo Raimundo já perdeu uma aposta: Rocha falou da Coreia antes dos 15 minutos
- Rui Rocha diz que programa do PCP traria a "bancarrota". Comunismo "falhou em todo o lado"
- Raimundo diz que "drama da habitação" é "exemplo mais evidente de que modelo da IL falhou"
- Raimundo diz que "drama da habitação" é "exemplo mais evidente de que modelo da IL falhou"
- Nuno Melo queria debater com Rui Tavares "para não passar vergonhas", acusa o líder do Livre
- "Se dependesse do Livre, problemas não teriam sido resolvidos"
- "Se dependesse do Livre, problemas não teriam sido resolvidos"
- Nuno Melo diz que Livre preferiu Joacine Katar Moreira a Rui Tavares (que não era candidato)
- Nuno Melo diz que Livre está "em Marte" e convida Rui Tavares a "despir fatinho de esquerdista e historiador"
- Nuno Melo diz que investir em Defesa é "obrigação" e acusa Livre de querer "acabar com a NATO"
- Nuno Melo acusa Rui Tavares de "deslumbramento": "Não lhe cairiam os parentes na lama se debatesse com o CDS"
- Mendonça Mendes acusa AD de estar a fazer "truques de ilusionismo" com a proposta apresentada
- Mortágua alerta que o programa da AD propõe um salário mínimo de 1.100 euros, "mas um T2 em Lisboa continua a custar 1.200"
- "Não me vou mascarar na campanha eleitoral"
- "Não podemos aceitar que a imigração se faça sem regras"
- Montenegro faz mea culpa na Saúde, mas diz: "Temos de confiar que as coisas estão melhor"
- AD compromete-se com IVA da construção a 6% e aumento "significativo" da habitação pública
- AD insiste em criar polícia de fronteiras, rever lei de asilo e apertar critérios para nacionalidade
- AD promete que Complemento Solidário para Idosos atinja 870 euros em 2029
- AD prevê crescimento de 3,2% em 2029 e queda da taxa de desemprego
- PS aponta “promiscuidade profunda” entre PSD, Montenegro e o Estado
- AD insiste na descida do IRS até ao oitavo escalão. Quer cortar 500 milhões em 2025
- AD propõe redução do IRC para 17% até ao final da legislatura. 15% para as PMEs
- Governo alerta para invasão comercial da Europa pela China
- PAN acusa Montenegro de “cobardia” e desrespeito para com mais de 126.000 eleitores
- Santana responde a Pedro Nuno com indemnização na TAP, "despacho infantil" no novo aeroporto e até "pancada" do tempo de Galamba
- Líder do PS acusa Governo de ter "acordado agora" para a crise das tarifas
- Pedro Nuno compara Montenegro a Santana: "É um Governo igual com mais cinco meses"
- Barómetro Aximage. PS continua à frente da AD nas intenções de voto, mas maioria dos inquiridos antecipa vitória da AD
- Miranda Sarmento tem confiança que as contas públicas "continuarão equilibradas"
- Tarifas. Sarmento destaca plano de 10 mil milhões que vai entrar em vigor dentro de semanas
- Marques Mendes diz que não há "picardia" com almirante e insiste que é preciso "evitar este ciclo de crises políticas"
Histórico de atualizações
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Bom dia.
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CNE envia ao Ministério Público queixa contra Governo por “indícios de violação” da neutralidade
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O "Vencedor é" dos debates. Nuno Melo ganha à tangente a Isabel Mendes Lopes e Rocha bate Raimundo: veja as notas
No debate dos números dois, Nuno Melo venceu à tangente Mendes Lopes do Livre, com a Defesa a marcar o frente a frente. Entre Rui Rocha e Paulo Raimundo há duas visões do mundo e a Ucrânia faz mossa.
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Legislativas. IL quer aumentar número de anos necessário para obter nacionalidade portuguesa
A IL propõe aumentar o número de anos de residência legal necessário para obter a nacionalidade portuguesa e suspender os processos de naturalização em caso de processos penais pendentes.
No programa eleitoral da IL, divulgado na quinta-feira, o partido propõe uma “revisão da lei da nacionalidade assente em critérios claros, justos e estáveis”, defendendo “um modelo que promova a integração com segurança jurídica e impeça abusos”.
De acordo com fonte oficial da IL, um dos objetivos desta revisão da lei da nacionalidade é o de, “após discussão e revisão dos critérios” e um “debate consensualizado”, “aumentar o número de anos [necessário] para conseguir a nacionalidade”.
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Rocha e Raimundo discutem sobre Ucrânia: "Acha que Putin fez bem", "isso fica-lhe mal"
Rui Rocha diz que não é preciso pensar em “cortes” agora no Estado, mas numa “racionalização”.
As questões das tarifas são “prejudiciais” e Trump tem uma influência “nefasta” quando o caminho devia ser o contrário, com mercados mais livres, nota.
Depois, diz que é imperativo haver um investimento adicional na Defesa por causa da Ucrânia, referindo-se a Raimundo (“já faltava esta…”, atira este). “Ri-se sobre a Ucrânia”. “Não, sobre a hipocrisia e cinismo”, atira.
“Entende que Putin fez bem”, ataca Rocha. Depois continua enumerando as votações do PCP no Parlamento sobre a Ucrânia (“Fica-lhe mal acabar o debate assim”, vai disparando Raimundo). Rocha diz que Raimundo entregaria a soberania de Portugal, perante os protestos do líder do PCP.
“Nos regimes comunistas é que as pessoas têm de estar caladas, e eu não vou estar calado”, atira Rocha, com Raimundo visivelmente irritado.
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Mil euros de salário mínimo "não é nenhuma extravagância"
Sobre o salto que o PCP propõe para o salário mínimo (mil euros já em julho), Paulo Raimundo diz que ou se encara o problema dos “salário de frente ou estamos a caminhar para a desigualdade”,
O comunista diz que mil euros de salário mínimo nacional “não é nenhuma extravagância” e que os outros partidos querem um salário mínimo nacional em 2029 inferior ao que se paga em Espanha.
Ainda sobre a guerra das tarifas, o comunista diz que o contexto internacional é “imprevisível” e defende que o que é preciso é “produzir mais” em Portugal. E é preciso “diversificar as relações comerciais” e ainda “aumentar o mercado interno.
Defende também uma “voz forte na Europa” para fazer frente a Trump.
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Rocha lembra que salários "não sobem por decreto" e foca-se em crescimento em vez de valor concreto
50% do custo da Habitação são impostos, pelo que o Estado “condiciona o mercado da Habitação”, diz Rui Rocha.
Depois, diz que o objetivo para o salário médio já não é de 1500 euros mas o foco passou para o crescimento. “As empresas terão menos impostos, serão mais competitivas e as famílias terão mais dinheiro no bolso porque terão menos impostos”.
Diz que o salário médio devia ser de dois mil euros e se nestes quatro anos o problema dos salários, Habitação, Saúde e acesso à Educação é porque “estamos a falhar”. Mas os salários não sobem por decreto, lembra, mas graças à produtividade e ao crescimento.
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Habitação "ficar nas mãos do mercado de Rui Rocha só vai piorar a especulação"
Agora o programa nacional da habitação pública da CDU, com Paulo Raimundo a dizer que a primeira coisa a fazer é “acabar com o modelo de referência de Rui Rocha que é o mercado resolve tudo. Resolve tudo mas trouxe-nos até aqui”. “Aqui não houve o fantasma do Estado, tem 2% do parque habitacional”, atirou.
“E a mãozinha do Estado no congelamento das rendas?”, atira do outro lado Rui Rocha. E Raimundo responde com uma pergunta: “De que rendas? O problema de acesso à habitação e´porque as rendas são baixas e estão congeladas? Ou é porque as pessoas não têm salários para responder às rendas?”.
O PCP defende que “o Estado tem de intervir e ter papel determinante com 1% do PIB para reconstrução e construção do parque público. “Ficar nas mãos do mercado de Rui Rocha só vai piorar a especulação e o aumento das rendas e não há medidas fiscais que resolvam isto”.
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"Os utentes têm muitas saudades das PPP", diz Rui Rocha
Rui Rocha diz que o Hospital de Braga funcionava melhor em PPP, assim como o Beatriz Ângelo, em Loures. “Os utentes têm decerto muitas saudades das PPP”. Também defende que o SNS não é melhor do que os sistemas holandês e alemão.
“Estamos no top”, diz Raimundo. “Diga isso a quem está na lista de espera”, dispara Rocha.
“Chumbámos um OE do PS em particular por causa das opções sobre o SNS, porque elas abriam a perspetiva que é”, atira agora o líder do PCP.
Também a crise na Habitação é outro legado da geringonça, diz Rui Rocha — “a culpa é sempre do PCP”, atira Raimundo. O liberal diz que a IL quer mais celeridade no licenciamento das casas e que é preciso trazer mais casas para o arrendamento, com benefícios fiscais.
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"Mais uma voltinha, as crianças não pagam e também não andam. É como as PPP", atira Raimundo
Sobre o SNS, Paulo Raimundo diz que “não é contra a iniciativa privada na Saúde, pode haver hospitais privados e clínica privadas não devem ser é sustentados com os recursos do Estado, que é o que o Rui Rocha propõe”.
“O único sistema que garante saúde a todos, é o SNS”, defende, dizendo que é preciso a”Tratar da saúde ao SNS” e que para isso é preciso “Mais gente disponível para trabalhar no SNS”.
Sobre as PPP, Raimundo diz que Braga era uma boa PPP, mas a gestão pública fez o dobro das cirurgias do que o último ano da gestão privada. “Mais uma volta, mais uma voltinha, as criança não pagam mas também não andam. E as PPP é mais ou menos a mesma coisa: é mais barato, mas também não tratam”, atira ainda.
“Isos é totalmente falso”, diz Rui Rocha, mas Raimundo diz que os “casos mais difíceis são todos desviados para o SNS e é uma realidade que não é só das PPP mas também dos privados.”
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Rocha: "Se PCP tiver saudades da troika, envie-lhe o seu programa por correio". Raimundo diz que "não dá" por causa do estado dos CTT
“Uma coisa é certa, as nacionalizações que a CDU está a propor são um peso incomportável para o Estado”, assegura Rui Rocha.
“Se tiver saudades da troika, meta o programa do PCP no correio e envie. É um programa para terraplanar a economia”, diz Rui Rocha. Raimundo ironiza: “Não dá, porque a privatização dos CTT arrasou com o correio postal!”.
Sobre Saúde, o presidente da IL diz que o PCP e a geringonça têm “cadastro”. Desde o início havia PPP em Portugal e que eram “vantajosas”, garante. Mas o PCP “não descansou” enquanto não convenceu o PS a extingui-las. Por isso, diz, há 1,5 milhões sem médicos de família, urgências fechadas e listas de espera.
Sobre o modelo da IL, diz que o utente escolhe se quer o privado, público ou social, semelhante ao modelo da ADSE para os funcionários públicos. “É para todos, como o SNS”, garante. “Não pagam mais por isso”. Diz que neste modelo há subsistemas que os utentes escolhem.
“É a lei da selva”, atira Raimundo.
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Líder do PCP diz que IL "daria mão à banca" se estivesse no poder
Sobre a proposta da IL, Paulo Raimundo desafia Rui Rocha a dizer onde foram parar os 16 mil milhões de euros, “um PRR inteiro”, que diz terem ido parar “aos bolsos da banca”.
O comunista duvida que a IL daria a mão à banca. Rui Rocha responde-lhe: “Cá estaremos para ver”.
Raimundo reconhece que a IL só não quer privatizar a água e pergunta “qual foi a grande vantagem, não para os acionistas que estão sempre a encher, mas para as pessoas, a privatização dos CTT”.
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Rui Rocha aconselha PCP a "olhar para o seu passado"
Rui Rocha frisa que a IL defende “lucros privados, prejuízos privados” e que o princípio deve ser esse. Mas o Estado desde 2008 a 2021 investiu “milhares de milhões de euros na banca” e aconselha Raimundo a “olhar para o seu passado” por ter aprovado o Fundo de Resolução do Novo Banco.
“Devia haver muito mais empresas grandes, é isso que eu quero”, atira. “É preciso atrair capital estrangeiro (…) Para os jovens terem melhores salários”.
Rui Rocha diz que a IL quer por via fiscal incentivar a construção de mais casas; baixar impostos para tornar as empresas mais competitivas; e baixar impostos às famílias para que os portugueses tenham mais dinheiro no bolso. É uma redução de 6250 milhões em impostos no fim da legislatura. Será compensada por via do acréscimo de atividade, fazer racionalização do Estado com a entrada de 1 por cada 2 funcionários que saem, e recuperação de dois mil milhões de receita no setor empresarial do Estado (que hoje tem “empresas de óleos de massagens” e matadouros).
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Paulo Raimundo já perdeu uma aposta: Rocha falou da Coreia antes dos 15 minutos
Raimundo diz que acabou de “perder a aposta” porque achava que Rui Rocha só iria falar da Coreia da Norte, da Venezuela e da Nicarágua só depois dos 15 minutos: “Afinal foi logo à entrada”.
Continua dizendo que se trata de “uma cartilha interessante” mas que “a bancarrota que temos não é a banca que está rota. O que está roto é o bolso dos portugueses, os que não aguentam a prestação da casa, das rendas. Esses é que têm o bolso roto”.
Depois diz que a IL “não pode vir falar das empresas e meter as micro e pequenas ao barulho, porque 80% delas vive à custa do mercado interno conseguido a partir dos rendimentos e cada um”.
“Rui Rocha defende as 0,3% das empresas que concentram o lucro”, diz o comunista que diz defender antes as PME .
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Rui Rocha diz que programa do PCP traria a "bancarrota". Comunismo "falhou em todo o lado"
Rui Rocha diz que a visão da IL é de “futuro” e para “resolver problemas essenciais”, com um Estado focado nas suas “atividades essenciais” mas que não está presente nas dimensões em que pode haver um regime concorrencial.
“Ouvir Paulo Raimundo a falar de abordagens económicas que falham é absolutamente surpreendente. Defende uma ideologia que falhou em todo o lado onde foi tentada…”, atira. “Não é por acaso que quando o Muro de Berlim as pessoas fugiram para países liberais”.
Paulo Raimundo vai reclamando: “Como é óbvio”.
O liberal diz que o programa do PCP traria a “bancarrota” e que seriam 40 mil milhões em nacionalizações — “ponha todas para as contas estarem todas feitas”, provoca Raimundo — e provocaria a falência de milhares de pequenas empresas.
A seguir diz que o PCP quer sair do Euro e Raimundo ironiza: “Veio com a cartilha toda!”.
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Raimundo diz que "drama da habitação" é "exemplo mais evidente de que modelo da IL falhou"
O debate começa por Paulo Raimundo, do PCP, que é confrontado com as privatizações propostas pela IL e sobre a retirada do Estado de várias áreas, Responde que “o exemplo mais evidente de que o modelo da IL falhou é o drama da habitação”.
Raimundo fala na “falência do modelo de privatizar tudo” e sobre a habitação diz a Rui Rocha que “o Estado deve intervir e com força e de forma musculada”.
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Raimundo diz que "drama da habitação" é "exemplo mais evidente de que modelo da IL falhou"
O debate começa por Paulo Raimundo, do PCP, que é confrontado com as privatizações propostas pela IL e sobre a retirada do Estado de várias áreas, Responde que “o exemplo mais evidente de que o modelo da IL falhou é o drama da habitação”.
Raimundo fala na “falência do modelo de privatizar tudo” e sobre a habitação diz a Rui Rocha que “o Estado deve intervir e com força e de forma musculada”.
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Segue-se o debate entre Rui Rocha e Paulo Raimundo
Daqui a pouco começa o frente a frente entre Rui Rocha, da IL, e Paulo Raimundo, do PCP, transmitido pela SIC-Notícias. Pode acompanhar tudo ao minuto neste liveblog.
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Nuno Melo queria debater com Rui Tavares "para não passar vergonhas", acusa o líder do Livre
O líder do Livre, Rui Tavares, acusou Nuno Melo de querer debater com ele “para não passar as vergonhas que acabou de passar agora”.
Na rede social X, Rui Tavares acusou Nuno Melo de ter perdido “o fio à meada em todas as áreas, incluindo a defesa” no debate desta noite entre o presidente do CDS e a porta-voz do grupo parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes.
Já percebi porque é que Nuno Melo queria muito debater comigo — para não passar as vergonhas que acabou de passar agora ao perder o fio à meada em todas as áreas, incluindo a defesa, com a minha co-porta do @LIVREpt, a grande Isabel Mendes Lopes @Isabel_ml_.
— rui tavares (@ruitavares) April 11, 2025
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A fechar o debate, Isabel Mendes Lopes explicou que “o Livre foi contra OE porque aumentava a desigualdade” e que o Governo “continua a agravar a desigualdade”, pelo que deve ser substituído por um “governo progressista que garanta mais igualdade”.
A co-líder do Livre fez ainda um aviso mais assertivo a Nuno Melo: “Não me interrompa!”
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"Se dependesse do Livre, problemas não teriam sido resolvidos"
Nuno Melo diz que o Governo caiu porque aumentou salários, carreiras, comparticipou medicamentos e “se dependesse do Livre” isto não teria acontecido. “O Livre votou contra o OE. Nenhuma destas famílias e profissionais teriam tido os seus problemas resolvidos”.