Momentos-chave
- EUA vão retirar cinco mil soldados da Alemanha, anuncia o Pentágono
- Donald Trump informa o Congresso de que "hostilidades" no Irão "terminaram"
- Trump admite avanços nas negociações mas mantém ceticismo sobre acordo final
- Dirigentes da UE consideram tarifas de Trump ao mercado automóvel "inaceitáveis"
- Trump anuncia aumento das tarifas aplicadas a carros e camiões da UE para 25%
- Trump: "[O Irão] quer fazer um acordo. Não estou satisfeito com ele"
- Casa Branca não comenta nova proposta iraniana, mas mantém recusa de posse de armas nucleares
- Ativistas da Flotilha a caminho de Gaza relatam maus-tratos após detenção israelita em águas internacionais
- Teerão apresenta nova proposta aos EUA através do Paquistão
- MNE iraniano: EUA mentem sobre gastos na guerra. "Israel em primeiro lugar significa sempre América em último"
- Israel afirma que ativistas da flotilha detidos já se encontram na Grécia
- Itália surpreendida com ameaças de Trump. "Não entendo os motivos", diz ministro da Defesa de Roma
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EUA vão retirar cinco mil soldados da Alemanha, anuncia o Pentágono
Os Estados Unidos vão retirar cinco mil soldados da Alemanha, anunciou o Pentágono esta sexta-feira. Segundo a Reuters, o Pentágono adiantou que a retirada deverá ser concluída nos próximos seis a 12 meses.
“Esta decisão surge na sequência de uma análise minuciosa da presença militar do Departamento na Europa e reconhece as necessidades e condições no terreno”, pode ler-se num comunicado do Pentágono, citado pela BBC.
Segundo o Pentágono, a redução de soldados norte-americanos na Alemanha fará regressar o contingente norte-americano na Europa ao nível de 2022, antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, que desencadeou um aumento de tropas ordenado pelo então presidente Joe Biden.
A Alemanha é a maior base militar dos EUA na Europa, com cerca de 35 mil militares, sendo um importante centro de treino das forças norte-americanas.
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Donald Trump informa o Congresso de que "hostilidades" no Irão "terminaram"
O presidente dos EUA, Donald Trump, informou o Congresso de que “hostilidades” no Irão “terminaram”. O anúncio de Trump, feito em duas cartas enviadas aos líderes das duas câmaras do Congresso, acontece 60 dias depois do início da guerra, o prazo máximo estabelecido numa lei para que as hostilidades possam prosseguir sem autorização do Congresso.
“Não houve troca de fogo entre as Forças Armadas dos Estados Unidos e o Irão desde 7 de abril de 2026”, escreveu o presidente em cartas quase idênticas ao presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, e ao senador republicano Chuck Grassley, presidente do Senado. “As hostilidades que começaram a 28 de fevereiro de 2026 terminaram”, lê-se nas cartas, citadas pela CBS.
De acordo com a lei dos Poderes de Guerra, de 1973, o Presidente pode iniciar uma ação militar sem autorização prévia, mas deve terminar as hostilidades em até 60 dias, prazo que termina esta sexta-feira.
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Trump admite avanços nas negociações mas mantém ceticismo sobre acordo final
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que o Irão tem feito “avanços” nas negociações com Washington, mas manifestou ceticismo quanto à capacidade de Teerão em cumprir as exigências norte-americanas.
“Fizeram avanços, mas não tenho a certeza de que alguma vez alcancem a meta”, declarou aos jornalistas o chefe de Estado norte-americano, nos jardins da Casa Branca, antes de partir para a Flórida.
Donald Trump admitiu ter recebido uma nova proposta iraniana por via telefónica, mas escusou-se a revelar detalhes, sublinhando apenas que o Irão continua a pedir condições “inaceitáveis” para os Estados Unidos.
“Existem opções. Queremos ir lá e simplesmente arrasá-los por completo para acabar com eles para sempre ou queremos tentar chegar a um acordo? Essas são as opções”, concluiu.
O Irão apresentou, na quinta-feira, uma nova proposta para retomar as negociações com os Estados Unidos, atualmente num impasse, com o objetivo de pôr fim à guerra.
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Dirigentes da UE consideram tarifas de Trump ao mercado automóvel "inaceitáveis"
Em resposta ao anúncio de aumento das tarifas aplicadas a carros e camiões fabricados na União para 25%, Bernd Lange, responsável pela pela Comissão de Comércio Internacional do Parlamento europeu, destacou a imprevisibilidade do país americano.
“Já testemunhámos os ataques arbitrários dos EUA no caso da Gronelândia”, afirmou, recordando as ameaças de Trump de invadir o território autónomo pertencente à Dinamarca no início do ano. “Não é forma de tratar parceiros próximos.”
Até ao anúncio de hoje, as tarifas americanas sobre o mercado automóvel estavam na casa dos 15%, sendo que os legisladores da UE implementaram uma redução desse número em março.
Questionada sobre a última jogada de Trump, a administração admitiu à agência Reuters que “a UE não cumpriu o acordo automóvel nos último oito meses”.
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Trump recusa pedir aprovação do Congresso para extensão do cessar-fogo
O Presidente dos EUA admitiu aos repórteres da Casa Branca que a sua administração não está à procura de apoio do Congresso para prosseguir com as investidas contra o Irão.
“Nunca aconteceu antes… Ninguém alguma vez conseguiu essa aprovação, consideram-na inconstitucional, mas estamos sempre em contacto com o Congresso”, garantiu.
Hoje chega ao fim o prazo de 60 dias para o cessar-fogo estabelecido na Resolução de Poderes de Guerra de 1973, a partir do qual é necessária a autorização do Congresso para declarar guerra ou autorizar ações militares — a menos que o Presidente solicite uma extensão, de até 90 dias.
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Trump anuncia novas sanções a Cuba
O Presidente dos EUA assinou hoje uma nova ordem executiva com o objetivo de expandir as sanções que o país já aplica ao Governo cubano, segundo afirmam dois responsáveis da Casa Branca contactados pela Reuters.
As medidas incidem sobre pessoas, entidades e associações que suportam o aparato de segurança da ilha caribenha ou que são cúmplices nos atos de corrupção e violação de direitos humanos identificados pelo executivo de Trump. Até à data, os visados ainda não foram descriminados pelas autoridades americanas.
As fontes consultadas afirmaram que a ordem do líder republicano contém um aviso implícito a Cuba, que se alinhou com o Irão e grupos militantes como o Hezbollah.
“Cuba oferece um ambiente permissivo para serviços secretos e militares estrangeiros, que desenvolvem atividade hostil, e pode alojar operações terroristas a menos de 100 milhas do território americano”, disse um dos sujeitos que prestou declarações.
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MNE iraniano admite esforço diplomático, se EUA desistirem de "retórica ameaçadora"
Ministro dos Negócios Estrangeiros Iraniano admite estar aberto à diplomacia, se os EUA abandonarem “a retórica ameaçadora”.
Abbas Araghchi rejeitou a “abordagem expansionista” de Washington, apoiado em declarações dos seus homólogos na Turquia, Catar, Arábia Saudita, Egipto, Iraque e Azerbaijão, segundo declarações prestadas na conta oficial do Telegram.
“As forças armadas iranianas estão totalmente alerta e preparadas para defender o país de forma decisiva e compreensiva contra qualquer ameaça ou agressão”, acrescentou.
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Trump anuncia aumento das tarifas aplicadas a carros e camiões da UE para 25%
O Presidente dos EUA anunciou através de uma publicação na rede social Truth Social que pretende aumentar as tarifas aplicadas aos veículos automóveis exportados pela União Europeia para 25%.
A taxa não se deve somar ao preço dos carros e camiões produzidos em território americano, onde, segundo Trump, mais de 100 mil milhões de dólares estão a ser investidos na indústria automóvel.
“É um RECORDE na história da manufatura de carros e camiões. Estas fábricas, cheias de trabalhadores americanos vão abrir em breve — Nunca se viu nada como aquilo que se passa na América hoje!”
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Trump: "[O Irão] quer fazer um acordo. Não estou satisfeito com ele"
Interpelado pela comunicação social há instantes, Donald Trump mostrou-se insatisfeito com a nova proposta de negociação avançada pelo Irão aos intermediários paquistaneses.
“Eles querem fazer um acordo”, reconheceu o Presidente dos EUA aos repórteres da Casa Branca. ” Não estou satisfeito com ele”, continuou sem especificar os pontos que o desagradam. O líder republicano pôs em causa a capacidade de algumas vez chegar a acordo com o país do Médio Oriente.
“Fizeram avanços, mas não sei se alguma vez conseguirão chegar lá”, disse Trump, destacando a tremenda fragmentação entre os líderes iranianos. “A liderança tem dois ou três grupos, talvez quatro. Eles querem fazer um acordo, mas estão extremamente confusos.”
“Vai ser uma coisa terrível se for permitido [ao Irão] ter armas nucleares. Não vai acontecer”, prosseguiu. “Para além disso, já limpámos os aeroportos, não têm capacidade militar, não têm radares ou defesas antiáreas”.
O Presidente voltou ainda reiterar o descontentamento com Espanha e Itália, países dos quais ameaçou retirar tropas em declarações prestadas ontem.
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Departamento do Tesouro americano ameaça sancionar navios que paguem portagens ao Irão para atravessar o Estreito
Departamento do Tesouro dos EUA admite sancionar os navegadores que paguem ao Irão para efetuar a travessia do Estreito de Ormuz em segurança — mesmo que os pagamentos sejam efetuados sob a forma de doações a ONGs do país beligerante.
O Gabinete do Tesouro e de Controlo de Ativos Estrangeiros dos EUA (OFAC na sigla original) admitiu conhecer as exigências do Irão. A entidade alertou em comunicado para as “várias opções de pagamento” disponíveis, e que podem incluir doações caritativas à Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano, à ONG Bonyad Mostazafan ou a embaixadas do Irão.
“A OFAC está a emitir este alerta para avisar cidadãos americanos e não-americanos sobre o risco de sanção caso sejam efetuados estes pagamentos ou solicitadas garantias ao regime iraniano para garantir a segurança das travessias”, afirmou o comunicado. “Estes riscos existem independentemente do método de pagamento.”
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Casa Branca não comenta nova proposta iraniana, mas mantém recusa de posse de armas nucleares
Questionada pela Reuters sobre a nova proposta de negociações submetida pelo Irão ao Paquistão, a Casa Branca recusou prestar declarações, mas mantém que o país do Médio Oriente “não pode jamais possuir armas nucleares”.
“Não oferecemos detalhes sobre conversas diplomáticas”, declarou a porta-voz da administração Trump, Anna Kelly. “O Presidente foi claro sobre o facto de que o Irão não pode jamais possuir armas nucleares, pelo que as negociações continuam a garantir a segurança dos EUA a curto e longo prazo.”
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Sete navios atravessaram o Estreito de Ormuz na últimas 48 horas, metade do dia anterior
A firma de dados e analítica Kepler reportou que apenas sete embarcações, quatro das quais comerciais, atravessaram o Estreito de Ormuz desde ontem — metade do número registado no dia anterior.
“Apenas duas travessias [de navios] do Paquistão e das [ilhas] Comonos no sentido oeste-este foram registadas, abastecidas de CPP e carga seca, enquanto a tonelagem de maior risco permaneceu limitada, com apenas três embarcações de proveniência duvidosa ou sancionada, sendo as restantes classificadas como de baixo risco”, afirmou numa publicação na rede social X.
Strait of Hormuz | Daily Vessel Crossings
As of 30 April, Hormuz crossings halved d/d to seven transits, split between four commercial and three non-commercial movements, with direction broadly balanced at four west-to-east versus three east-to-west.
Only two laden west-to-east… pic.twitter.com/y5Mc39xarg— Kpler (@Kpler) May 1, 2026
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Ativistas da Flotilha a caminho de Gaza relatam maus-tratos após detenção israelita em águas internacionais
Ativistas da Flotilha Global Sumud, intercetados pelas forças israelitas a caminho de Gaza, relataram ter sido espancados e privados de comida e água durante a sua transferência para a ilha grega de Creta, onde foram hoje libertados.
???? URGENT: GSF PARTICIPANTS BRUTALIZED BY IOF AFTER 40 HOURS AT SEA ????
Global Sumud Flotilla participants have just survived 40 hours of calculated cruelty aboard an iOF navy vessel in Greek waters.
They were denied adequate food and water. They were forced to sleep on floors… pic.twitter.com/FAlM0SZfHR
— Global Sumud Flotilla (@gbsumudflotilla) May 1, 2026
“Os participantes da Flotilha Global Sumud acabaram de sobreviver a 40 horas de crueldade a bordo de um navio da Marinha das Forças de Ocupação Israelitas (IOF) em águas gregas”, afirmou a Flotilha numa mensagem publicada na rede social X.
Os ativistas alegam que os militares israelitas não lhes forneceram alimentos ou água adequados depois de terem sido intercetados e abordados por Israel, na quinta-feira, em águas internacionais e transferidos para um navio militar israelita.
Além disso, alegam ter sido espancados quando começaram a “resistir pacificamente” ao facto de dois membros do grupo, Abukeshek, um cidadão espanhol de origem palestiniana, e Thiago Ávila, um brasileiro, terem sido separados dos restantes para serem levados para Israel.
Os participantes afirmam ter sido “esmurrados, pontapeados e arrastados pelo convés com as mãos amarradas atrás das costas”.
“Sofreram fraturas no nariz, costelas partidas e espancamentos violentos. Chegaram a ser disparados tiros contra eles no meio do caos”, refere a publicação no X, acompanhada de um vídeo em que pessoas não identificadas a bordo de um autocarro.
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Embaixador dos EUA no Líbano e Presidente do país reúnem para discussão sobre a paz no Médio Oriente
O embaixador americano no Líbano, Michel Issa, deve encontrar-se com o líder do país, Joseph Aoun, no palácio presidencial, perto de Beirut, a fim de debater o cessar-fogo e as negociações de paz.
A informação foi avançada pelo gabinete de Aoun, que pretende colocar-se na dianteira do processo condutivo “à aquisição da paz e manutenção de estabilidade nas fronteiras” dos países do Médio Oriente.
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Exército israelita destrói mosteiro e colégio de freiras no sul do Líbano
A notícia foi avançada pela agência noticiosa estatal do Líbano, que reportou a demolição de um mosteiro e de um colégio de freiras na localidade fronteiriça de Yaroun. O ataque sucedeu ao bombardeamento de casas de habitação, lojas, estradas e vários pontos de referência do local na vizinhança de Israel.
As autoridades israelitas já manifestaram a intenção de replicar a devastação provocada na Faixa de Gaza no território libanês, onde os monumentos cristãos não foram poupados. Em abril, a imagem de uma representação de Cristo desfigurado chocou a comunidade internacional.
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"Grande fracasso" na invasão do Irão, se não houver acordo sobre depósitos de urânio, afirma fonte israelita
Fonte militar israelita citada pelo The Times of Israel avança que intervenção no Irão será “um grande fracasso” se não conduzir à remoção dos depósitos de urânio enriquecido a 60% armazenados no país.
As autoridades israelitas afirmaram no passado que a quantidade disponível desta substância altamente radioativa no território iraniano — que ultrapassa os 400 quilogramas — é suficiente para produzir 11 bombas nucleares.
Até à data, as negociações entre os EUA e o país do Médio Oriente não foram bem-sucedidas, devido à resistência do Irão de remover os depósitos de urânio e as infraestruturas que promovem o seu enriquecimento. Segundo a fonte consultada, sem um acordo a este respeito, os 40 dias de conflito terão decorrido em vão.
“Se o objetivo nuclear não for alcançado, então tudo o que fizemos foi um grande fracasso” e “o preverso regime iraniano poderá avançar com o programa nuclear”, afirmou o oficial israelita.
“No caso de o urânio ser removido do Irão por via diplomática, fizemos a nossa parte”, continua. Caso contrário, afirma que Israel terá de avançar com uma nova operação sobre o país.
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Mortes no Líbano ultrapassam os 2.600 desde o início do conflito no Médio Oriente
O ministro da Saúde libanês avançou que até à data de hoje 2.618 pessoas foram mortas devido aos ataques israelitas no território do país. -
Zelensky planeia reforma no exército, com aumento de salários e alterações nos contratos
O presidente da Ucrânia anunciou planos para uma “reforma no exército”, que pressupõem o aumento de salários dos militares e alterações contratuais, através de uma publicação de hoje na rede social X.
We are launching an army reform. Throughout April, the key areas of the reform were agreed – the military command and the Government defined the framework for change. Now, in May, all key details will be finalized. In June, the reform will begin – and the first results must… pic.twitter.com/pvK6eZ1sTd
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) May 1, 2026
No primeiro ponto da sua intervenção, o líder ucraniano escreveu que as “missões de combate na linha de frente, com experiência real de combate e de liderança devem garantir um salário aumentado”. “O nível mínimo deve ser de pelo menos 30.000 hryvnias [583 euros] para posições não combativas.” Zelensky acrescentou que os militares no terreno e aqueles que ocupam lugares de liderança merecem remunerações “dignas e significativamente maiores”.
O segundo ponto demonstrou uma atenção especial à infantaria, “com pagamentos na faixa de 250.000 a 400.000 hryvnias, [respetivamente 4860 e 7770 euros] dependendo da execução das missões de combate”.
Para terminar, Volodymyr Zelensky instruiu “que o sistema de contratos nas Forças de Defesa seja fortalecido”, permitindo aplicar prazos limite a contratos alargados no tempo e dispensas graduais para militares mobilizados anteriormente.
“Na próxima semana, espero um relatório sobre passos concretos para implementar a reforma – incluindo o cronograma para os pagamentos aumentados a partir de junho e o sistema de contratos atualizados”, rematou o Presidente da Ucrânia.
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Teerão apresenta nova proposta aos EUA através do Paquistão
O Irão apresentou, na quinta-feira, uma nova proposta para retomar as negociações com os Estados Unidos, atualmente num impasse, com o objetivo de pôr fim à guerra, anunciou esta sexta-feira a agência oficial iraniana Irna.
“A República Islâmica transmitiu na quinta-feira à noite o texto da sua mais recente proposta ao Paquistão, mediador nas conversações com os Estados Unidos”, refere a agência, que não adiantou mais pormenores.
Depois de Washington ter prorrogado o cessar-fogo acordado com o Irão a 8 de abril, o impasse diplomático tem vindo a arrastar-se, com a falta da confirmação de uma segunda reunião presencial para tentar chegar a um acordo de paz, após um primeiro encontro na capital paquistanesa, Islamabad.
O estreito de Ormuz continua bloqueado pelas forças armadas iranianas, enquanto Washington mantém o bloqueio aos portos iranianos.