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    Presidente da República promulga diploma do Governo que prevê a simplificação do Orçamento do Estado

  • Notas do debate. Gouveia e Melo puxou do lado militar e ganhou na batalha da lama com Marques Mendes

    Foi um debate de ataques pessoais, em que Marques Mendes foi acusado de ser “um lobista” e “facilitador de negócios” e Gouveia e Melo “um novo Ventura” que está “desesperado com as sondagens”.

    Notas do debate. Gouveia e Melo puxou do lado militar e ganhou na batalha da lama com Marques Mendes

  • Mendes: Gouveia e Melo está "desesperado" e "anda sempre à pesca de apoios"

    Mendes diz que chega ao fim com a ideia de que Gouveia e Melo está “desesperado com a quebra nas sondagens”, não traz nenhuma ideia para o país e “anda sempre à pesca de apoios partidários”.

    Frisa que tem uma proposta para o país e uma vida de integridade “que não vai ser abalada por insinuações nunca provadas como esta pessoa”. Gouveia e Melo continua: “Seja verdadeiramente transparente e não opaco”.

  • Gouveia e Melo desafia Mendes a dizer se mantinha bitola de 2005 se Montenegro fosse arguido e acusa-o de ser "proteger os ricos"

    Gouveia e Melo diz que “sobre estabilidade, o senhor defendeu sempre as posições do senhor Presidente da República, que foi um dos elementos que criou mais instabilidade no País”.

    O almirante diz que “quando era líder do PSD, não quis candidatos autárquicos que eram arguidos. O que vai fazer se o primeiro-ministro for constituído arguido? Demite-se?”.

    Marques Mendes diz “isso não está em causa, porque o primeiro-ministro acaba de ser ilibado no caso Spinumviva”.

    Gouveia e Melo atira: “Ainda está a decorrer um processo”.

    Marques Mendes acusa o almirante de “levantar insinuições”.

    Gouveia e Melo acusa Mendes de “não representar o PSD de Sá Carneiro com preocupações sociais”, que “protege os ricos, faz negócio com os ricos”.

  • "Não sou nem lobista nem um facilitador de negócios"

    Marques Mendes responde: “Não sou nem lobista nem um facilitador de negócios. Não sou menos transparente do que o senhor”. As insinuações “não o recomendam” para a Presidência, frisa, lembrando o afastamento de autarcas do PSD por questões éticas — incluindo Isaltino Morais, que apoia Gouveia e Melo.

    Mendes diz que Gouveia e Melo seria (“embora não vá ser” Presidente) um fator de instabilidade. E critica-o pela ideia de poder dissolver o Parlamento por o Governo não cumprir uma promessa — se acontecessa na troika haveria “um segundo resgate”, garante. “Não preza o sentido de responsabilidade, é gravíssimo”.

  • Gouveia e Melo diz que "portugueses vão ter de escolher entre lobista" e "alguém que serviu o País 45 anos sem interesses"

    Gouveia e Melo diz que é uma vantagem para o cargo de Presidente não ter “andado em guerras político-partidárias”. O almirante diz ainda ter “independência dos interesses”.

    Henrique Gouveia e Melo diz que “os portugueses vão ter de escolher entre um lobista e facilitador de negócios, que leva os seus interesses para a Presidência e alguém que serviu o país durante 45 anos”.

  • Gouveia e Melo diz que é o "único a defender que 5% do PIB para a Defesa é irrazoável"

    Gouveia e Melo esclarece agora o que quer para o Serviço Militar Obrigatório, dizendo que não o defendia, mas alertou que era preciso mudar o recrutamento para evitar que isso seja uma inevitabilidade.

    O almirante diz que foi atacado por defender mais investimento para a Defesa e agora é o único a defender que 5% para a Defesa é “irrazoável”.

  • Gouveia e Melo diz que o experiente Mendes não acertou sobre Lei da Nacionalidade e que é "ridículo" proposta de jovem no Conselho de Estado

    Gouveia e Melo expõe agora o que chama “incoerências” de Marques Mendes. Diz que o adversário disse “que a Lei da Nacionalidade não devia ir ao TC, que passava. E não passou. Aí a experiência política, falhou”.

    O almirante diz que é “ridícula” a proposta de Mendes de colocar um jovem no Conselho de Estado.

  • Mendes: Gouveia e Melo é "a pessoa das insinuações e dos ziguezagues"

    Mendes diz que Gouveia e Melo é “a pessoa das insinuações e dos ziguezagues”, seja sobre o aumento das verbas militares, regresso ao serviço militar obrigatório ou outros temas.

  • Gouveia e Melo diz que Mendes "é opaco". Mendes indigna-se por almirante sugerir que teve interferência na PGR

    Gouveia e Melo volta a acusar Mendes: “O senhor não é transparente, é opaco. Tem de dizer o que faz na Abreu para ganhar o que ganhar o dinheiro que ganha”.

    Mendes insiste: “Dê-me um exemplo”.

    O almirante responde: “É sua obrigação, torná-lo transparente. Não é minha.”

    O candidato apoiado pelo PSD diz que “ninguém tem o monopólio da transparência e da seriedade”. Mendes diz que o adversário “não é muito popular nas Forças Armadas” e que também “ouve histórias”, mas que não as partilha.

    Gouveia e Melo sugere que a PGR descartou muito rápido a queixa que recebeu. Mendes indigna-se: “É gravíssimo. Está a insinuar que eu fiz alguma diligência [junto da PGR]”.

  • Gouveia e Melo "está pior do que Ventura" e é "porto de abrigo dos socráticos"

    Mendes diz que fez trabalho honesto e limpo e nunca teve “sequer um problema de impostos”. Gouveia e Melo mostra uma capa de jornal com uma suspeita de fuga a impostos com vinte anos e Mendes diz que nunca ninguém lhe pediu sequer um esclarecimento. E responde: “Está pior do que André Ventura”.

    “Este homem transformou-se na politiquice. Porque a pessoa que o orienta e manda nele, um general da politiquice” (“ninguém manda em mim”, atira Gouveia e Melo) é Luís Bernardo, recorda. “Campeão da politiquice. A sua candidatura é um porto de abrigo dos socráticos, depois não se queixe”.

  • Mendes insiste: "Não atire a pedra e esconda a mão". Gouveia e Melo "especializou-se em dizer mal"

    Mendes responde: “Não se pode atirar a pedra e esconder a mão. Dê-me um exemplo em concreto de conflito de interesses”.

    Gouveia e Melo diz que a empresa JMF esteve envolvida em vistos Gold e Marques Mendes pergunta o que é que fez em concreto de imoral e ilegal.

    “A minha mão está aqui, não está escondida”, responde Gouveia e Melo. Mendes exige: “Concretize. Um exemplo”. Gouveia e Melo diz que não se deve vitimizar e “virar o bico ao contrário”.

    Mendes insiste em pedir exemplos concretos. “Transformou-se no maior arauto da velha política. Não tem uma ideia para o país, especializou-se em dizer mal e fazer ataques pessoais. Mas agora vai concretizar: dê-me um exemplo”, desafia.

    O candidato social democrata insiste que não pode divulgar os clientes da sociedade de advogados e Gouveia e Melo diz que pode divulgar os “interesses” com que lidou. “Está transformado em Ventura ou Cotrim”, volta a atirar, acusando Gouveia e Melo de ser “arrogante”.

  • Gouveia e Melo para Mendes: "O senhor é um lobista, um facilitador de negócios"

    Gouveia e Melo volta a exibir um artigo de jornal para lembrar que “Marques Mendes que se faz de vítima, foi o primeiro a acusar-me de ser um perigo para a democracia”.

    O almirante diz que Marques Mendes “é um lobista, é um facilitador de negócios”, que “não vai à barra do tribunal”, o que faz é “abrir portas”.

    Henrique Gouveia e Melo diz que Mendes “não pode ser refém dos serviços privados” em Belém. O almirante acrescenta: “Recebi só os meus ordenados. E se for para a Presidência vou com toda a liberdade de quem serviu o meu país. Não pode dizer o mesmo.”

  • Marques Mendes: Gouveia e Melo "está transformado em André Ventura"

    Luís Marques Mendes diz que ganhou estima pessoal por Gouveia e Melo no tempo da vacinação, quando fez um “trabalho exemplar”, e terá sido “a pessoa que mais o elogiou”.

    Mas hoje, diz, é “completamente diferente do Gouveia e Melo dessa ocasião — nos últimos meses delapidou um capital enorme de credibilidade e popularidade”, atira. “Muita gente diz: quem o viu e quem o vê, é uma desilusão. Prometeu uma nova política e cá está a velha política das insinuações e suspeições”.

    Além disso, não tem caras novas nem experiência e a sua “nova personalidade” é “especializar-se na politiquice”.

    Marques Mendes depois responde: a Angola Desk da Abreu Advogados “não tem história” e esteve apenas a fazer conferências no país, como noutros. “Tem de explicar aos portugueses”, interrompe o adversário.

    “É o desespero das sondagens que o leva para esta nova personalidade”, dispara Marques Mendes. Sobre a JMF diz que foi ouvido sobre “zero” aspetos. E quando Gouveia e Melo mostra notícias que o ligam a essa empresa, atira: “Você está transformado num André Ventura”. Frisa que nesse caso não foi acusado de “coisíssima nenhuma” — “fica-lhe mal esse papel”.

    Sobre a queixa anónima de que foi alvo, lembra que a PGR arquivou o caso. E quando Gouveia e Melo mostra nova fotocópia para as câmaras, insiste: “Cá está o doutor André Ventura”.

    Mendes garante que não teve “promiscuidade” entre política e negócios, lembrando que nos últimos 18 anos só teve atividade privada e que o Conselho de Estado “nem uma senha de presença dá” — “eu tenho de trabalhar, e trabalhei na minha profissão e em consultadoria”.

    Sobre a sua sociedade privada, lembra, divulgou tudo, incluindo clientes — “nunca ninguém o fez”. E sobre o escritório de advogados diz que tem um contrato de consultor interno há doze anos, com uma componente fixa e outra variável.

  • Gouveia e Melo tem "muitas dúvidas" sobre passado de Mendes, que acusa de "opacidade", e exige respostas

    O almirante Henrique Gouveia e Melo é confrontado com as suspeições que levantou sobre a atividade profissional do adversário. “Mantenho dúvidas [sobre a atividade profissional]. Porque esta é só uma parte do universo de Marques Mendes. O universo também tem a Abreu Advogados”, diz Gouveia e Melo.

    O almirante denuncia a “opacidade” de Mendes, lembrando que o candidato apoiado pelo PSD disse que não se lembrava da empresa que abriu com a Joaquim Coimbra, que recebeu de uma construtora “que nem o proprietário se lembra” e ainda que “também disse que não tinha nada a ver com Angola, mas no site da Abreu tinha escrito que era Angola Desk”.

    “Não somos nós que temos culpa disso. É a opacidade. O doutor Marques Mendes tem que explicar a profissão que tem além de comentador”, diz Gouveia e Melo, ao mesmo tempo que exibe um livro que expõe facilitadores de negócios, que inclui ligações de Marques Mendes.

  • Mendes e Gouveia e Melo em debate

    Luís Marques Mendes e Henrique Gouveia e Melo enfrentam-se dentro de minutos na TVI. Siga aqui o último frente-a-frente televisivo dos oito principais candidatos às eleições presidenciais.

  • Guiné-Bissau. PS quer ouvir Rangel no parlamento sobre voo de Estado com mulher de Sissoco Embaló

    O PS pediu hoje a audição parlamentar urgente do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, sobre a classificação como voo de Estado de uma viagem com o chefe de protocolo e a mulher do ex-presidente da Guiné-Bissau.

    Em declarações à agência Lusa, o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, disse ser importante perceber quem é que deu autorização para classificar essa viagem – na qual foram apreendidos cinco milhões de euros em numerário – como voo de Estado, “quando o presidente Sissoco já não era presidente, estava deposto e, aliás, fora da Guiné-Bissau”.

    “Há um conjunto de informação sobre a natureza do voo, quem é que deu autorização ao voo, que informação tinha quando deu autorização ao voo, que nos parece particularmente importante”, afirmou.

  • Spinumviva: Ministério Público veda acesso à averiguação preventiva

    O Ministério Público vedou o acesso da Comunicação Social à averiguação preventiva que visou a empresa Spinumviva e o primeiro-ministro, alegando que sigilo absoluto só cessaria em caso de inquérito.

    Spinumviva: Ministério Público veda acesso à averiguação preventiva

  • Governo inicia negociações com sindicatos em janeiro para rever carreiras de inspeção

    O Governo vai iniciar negociações em janeiro de 2026 com os sindicatos da Administração Pública para rever as carreiras de inspeção no Estado, anunciou hoje o Ministério das Finanças.

    Em comunicado, o ministério liderado por Joaquim Miranda Sarmento refere que o Governo assinou hoje com três estruturas sindicais da Administração Pública “um protocolo que visa dar início ao processo negocial para a revisão das carreiras inspetivas e respetivos estatutos”.

  • Presidenciais. António Filipe diz que Ventura tem de retirar cartazes “absolutamente condenáveis”

    O candidato presidencial António Filipe afirmou hoje que a decisão do tribunal sobre os cartazes da campanha de André Ventura que visam a comunidade cigana, que considerou condenáveis, “tem de ser cumprida”.

    “Obviamente, aqueles cartazes são absolutamente condenáveis. É uma decisão judicial que o próprio [André Ventura] terá de cumprir. Eu registo a decisão do tribunal, é uma decisão que terá de ser cumprida”, disse António Filipe, ressalvando que o combate eleitoral com o líder do Chega “não se faz no plano judicial, mas no plano político”.

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