Momentos-chave
- Zelensky exalta apoio de Macron no caminho para uma "paz justa" na Ucrânia
- Exército russo faz maior avanço do ano na Ucrânia em novembro
- Macron sublinha que russos "não parecem muito ansiosos" pela paz e Zelensky admite dificuldades com a "questão territorial"
- Zelensky apela a fim digno para a guerra e que garanta segurança face a eventuais "novas agressões" russas
- Zelensky: "Temos de garantir que a Rússia não tenha a impressão de ser recompensada pela guerra"
- Macron anuncia ter terminado o trabalho sobre as garantias de segurança e espera participação dos EUA
- Macron: "A Ucrânia é o único país com legitimidade para falar de território"
- Merz avisa que europeus vão recusar uma "paz imposta" à Ucrânia
- Encontro de Zelensky e Macron contou também com conversa com Steve Witkoff
- Zelensky assume após encontro com Macron que a "guerra deve terminar o mais rapidamente possível"
- Kaja Kallas defende que casos de corrupção não podem manchar luta pela liberdade na Ucrânia
- Ataque russo faz pelo menos quatro mortos e 40 feridos em Dnipro
- Macron irá na quarta-feira a Pequim para pedir a Xi Jinping para pressionar a Rússia para um cessar-fogo
- Macron: "O trabalho para a paz continua"
- Zelensky já está com Macron em Paris
- Reunião entre Witkoff e Putin será terça-feira
- "Se estivessem connosco estariam numa posição mais forte”. Kallas critica exclusão da UE das reuniões
- UE diz que pode ser “semana crucial” para paz negociada para a Ucrânia
- Witkoff deverá encontrar-se hoje com Putin em Moscovo, antes do previsto
Histórico de atualizações
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Bom dia,
Fica por aqui a cobertura de segunda-feira da guerra na Ucrânia. Para continuar a acompanhar tudo o que se passa no conflito, pode seguir este novo liveblog.
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Von der Leyen anuncia que a UE prepara “mais medidas” contra a Bielorrússia
A presidente da Comissão Europeia anunciou hoje que estão a ser preparadas medidas adicionais contra a Bielorrússia, devido ao agravamento da situação na sua fronteira com a Lituânia, na sequência do aumento das incursões de balões de contrabandistas.
Ursula von der Leyen disse que abordou hoje a situação numa conversa telefónica com o Presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda.
“A situação na fronteira com a Bielorrússia está a piorar, com incursões crescentes de balões de contrabandistas no espaço aéreo da Lituânia”, disse a líder do executivo comunitário numa mensagem publicada nas redes sociais, considerando que tais “ataques híbridos por parte do regime do Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, são completamente inaceitáveis”.
Nesse contexto, adiantou que a União Europeia (UE) está a “preparar mais medidas”, no âmbito do seu regime de sanções.
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Zelensky exalta apoio de Macron no caminho para uma "paz justa" na Ucrânia
Já depois de abandonar o Palácio do Eliseu e da conferência de imprensa conjunta com Emmanuel Macron, Volodymyr Zelensky exaltou na rede social X o apoio do Presidente francês à Ucrânia e ao futuro dos ucranianos sob o objetivo de uma “paz justa”.
“O apoio da França tem um significado especial para a Ucrânia, e estou grato ao presidente Emmanuel Macron e à sua equipa pela atenção que dedicam ao nosso povo e pela sua disponibilidade para ajudar”, declarou, enaltecendo as relações entre os dois países: “Juntos, continuamos a avançar em prol da segurança — para a Ucrânia e para a Europa”.
France’s support holds special significance for Ukraine, and I am grateful to President @EmmanuelMacron and his team for their attention to our people and their willingness to help.
Our engagement today was substantive and important – above all, focused on the steps that bring a… pic.twitter.com/aL3mcUokAO
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) December 1, 2025
De acordo com o Presidente ucraniano, o encontro desta segunda-feira “foi substancial e importante”, por estar centrado “nas medidas que aproximam uma paz justa” face à guerra com a Rússia, que se arrasta desde fevereiro de 2022.
“Agora são necessárias ações que mudem verdadeiramente o curso da guerra e conduzam a uma paz justa, a um fim real — do tipo que precisamos. E é importante que todos os parceiros que podem realmente ajudar o façam”, concluiu.
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Exército russo faz maior avanço do ano na Ucrânia em novembro
O exército russo fez o seu maior avanço do ano na frente ucraniana em novembro, segundo análise da AFP divulgada esta segunda-feira, com base em dados fornecidos pelo Instituto para o Estudo da Guerra (ISW).
Paralelamente aos avanços em terra, o avanço fez-se também em termos diplomáticos, com um plano de 28 pontos dos EUA para resolver o conflito e que foi descrito pela maioria dos analistas como muito favorável a Moscovo. A sua versão inicial foi posteriormente alterada, após consultas com europeus e ucranianos, e tem de ser agora apresentada ao Kremlin.
Só em novembro, a Rússia captou 701 quilómetros quadrados (km2) aos ucranianos, o segundo maior avanço depois do alcançado em novembro de 2024 (725 km2), excluindo os primeiros meses da guerra, na Primavera de 2022, quando a linha da frente era altamente móvel.
No final de novembro, o exército russo ocupava 19,3% do território ucraniano, sendo que cerca de 7%, incluindo a Crimeia e partes do Donbass, já estavam sob controlo de Moscovo antes do início da invasão russa, em fevereiro de 2022. Desde o início do ano, a Rússia ganhou quase 5.400 km2 de território na Ucrânia, quase mais 2.000 km2 do que no mesmo período do ano anterior.
Em setembro de 2022, a Rússia reivindicou a anexação da região de Zaporijia, para além de Donetsk, Lugansk e Kherson. O Presidente russo, Vladimir Putin, declarou na semana passada que o seu país só cessaria as hostilidades se as forças de Kiev se retirassem dos territórios que quer anexar, sem os nomear, uma retirada que já foi formalmente descartada pela presidência ucraniana.
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Macron sublinha que russos "não parecem muito ansiosos" pela paz e Zelensky admite dificuldades com a "questão territorial"
Nas declarações aos jornalistas, o Presidente francês considerou que o Kremlin tem sido o principal obstáculo à paz e lembrou sucessivas recusas dos planos para o fim da guerra por parte do Presidente russo, Vladimir Putin.
“Estão dispostos a parar o combate, a fazer a paz? Notei que já foram três, quatro vezes que os russos disseram não”, afirmou Emmanuel Macron, prosseguindo: “Por isso, não parecem muito ansiosos por fazê-lo”.
Por sua vez, Volodymyr Zelensky assumiu após o encontro no Palácio do Eliseu que a “questão territorial será a mais difícil” nas negociações de paz, face à profunda divergência entre ucranianos e russos relativamente à soberania dos territórios ocupados.
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Zelensky apela a fim digno para a guerra e que garanta segurança face a eventuais "novas agressões" russas
O Presidente da Ucrânia reiterou a importância de um fim digno para a guerra com a Rússia e que tenha em consideração os interesses da paz e as garantias de segurança a longo prazo.
“É preciso terminar esta guerra de forma digna e, se todos trabalharem honestamente pela paz, faremos o que for necessário pela Ucrânia, mas também pela Europa, pela América e pelos interesses a longo prazo do mundo democrático”, disse Volodymyr Zelensky.
Em declarações na conferência de imprensa realizada depois do encontro com Emmanuel Macron em Paris, o líder ucraniano defendeu também que o fim da guerra seja acompanhado de “garantias sólidas de segurança” face a eventuais “novas agressões” da Rússia.
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Zelensky: "Temos de garantir que a Rússia não tenha a impressão de ser recompensada pela guerra"
Volodymyr Zelensky sublinhou que os esforços de conversações para a paz não podem ser sinónimo de um prémio à Rússia pela invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022. Em declarações à comunicação social após o encontro com Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu, em Paris, o Presidente ucraniano atirou a responsabilidade pelo fim do conflito para a Rússia.
“A Rússia tem de pôr fim a esta guerra que desencadeou”, disse Zelensky, considerando “muito importante” a conversa com o homólogo francês e o representante americano Steve Witkoff, que estava nos EUA num outro encontro com o líder da delegação ucraniana para as negociações de paz, Rustem Umerov.
“Temos também de garantir que a Rússia não tenha a impressão de que está a ser recompensada por esta guerra. É por isso que temos posições de princípio em relação às sanções, à responsabilidade por crimes de guerra e ao estatuto jurídico dos nossos territórios que estão hoje ocupados pelas forças russas”, adiantou. Já sobre os ativos russos congelados, Zelensky defendeu a sua utilização, ao considerar que “o agressor [deve] pagar pelo seu crime”.
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Macron anuncia ter terminado o trabalho sobre as garantias de segurança e espera participação dos EUA
Na conferência de imprensa realizada após o encontro com Volodymyr Zelensky no Palácio do Eliseu, o Presidente francês anunciou ter “finalizado o trabalho sobre as garantias de segurança”, em alusão aos contactos “importantes” para a segurança ucraniana e europeia.
Segundo Emmanuel Macron, nos próximos dias deverão ocorrer novas discussões “especificar a participação americana nessas garantias”, manifestando ainda a expectativa de que a “Rússia possa esclarecer ao mediador americano, neste contexto, a sua vontade de paz” e para analisar “a vontade ou não da Rússia de avançar” para o fim da guerra na Ucrânia.
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Macron: "A Ucrânia é o único país com legitimidade para falar de território"
Emmanuel Macron defendeu que a Ucrânia é a única nação com legitimidade para falar sobre o seu território, quando se especula sobre concessões territoriais à Rússia no âmbito das negociações de paz intermediadas pelos Estados Unidos.
“Estamos numa situação em que os EUA assumiram o papel de mediador. Os EUA, a Ucrânia e todos os europeus querem a paz e esse é o objetivo central das negociações. Quando falamos de paz, cada um tem um papel a desempenhar. A Rússia começou com a agressão, a Ucrânia é a única com legitimidade para falar de território e é isso que é reconhecido pelo direito internacional”, afirmou o Presidente de França, em conferência de imprensa, após o encontro com o homólogo ucraniano.
O chefe de Estado francês salientou que o encontro serviu também para abordar as garantias de segurança e vincou uma ideia de indispensabilidade da presença da Ucrânia e da União Europeia nas negociações: “Só podemos falar disso com os ucranianos sentados à mesa e com os europeus, como garante da segurança europeia, sentados à mesa. É importante que cada um tenha o seu papel bem definido”.
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Merz avisa que europeus vão recusar uma "paz imposta" à Ucrânia
O chanceler da Alemanha avisou que a Europa irá opor-se a uma “paz imposta” à Ucrânia, em declarações proferidas na antecâmara da visita do enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, a Moscovo para um encontro com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, prevista para terça-feira.
“Seguimos uma linha clara: nenhuma decisão sobre a Ucrânia e a Europa sem os ucranianos e sem os europeus, nenhuma paz imposta nas costas da Ucrânia, nenhum enfraquecimento ou divisão da União Europeia e da NATO”, vincou Friedrich Merz», na sequência de uma série de contactos internacionais de alto nível com os parceiros europeus que apoiam a Ucrânia.
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Encontro de Zelensky e Macron contou também com conversa com Steve Witkoff
Volodymyr Zelensky revelou que o encontro com Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu, em Paris, contou também com uma conversa com Steve Witkoff, enviado especial dos EUA, e o líder da delegação ucraniana Rustem Umerov, que se reuniram também esta segunda-feira na Florida, nos Estados Unidos.
Together with French President @EmmanuelMacron and with the participation of UK Prime Minister @Keir_Starmer, we just spoke with the head of Ukrainian delegation Rustem Umerov and US President’s Special Envoy Steve Witkoff following the Ukraine-U.S. delegations’ meeting in…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) December 1, 2025
“Juntamente com o presidente francês Emmanuel Macron
e com a participação do primeiro-ministro britânico Keir Starmer,
acabámos de falar com o chefe da delegação ucraniana, Rustem Umerov, e com o enviado especial do presidente dos EUA, Steve Witkoff, após a reunião das delegações da Ucrânia e dos EUA na Flórida. Foi uma reunião importante e concordámos em discutir mais detalhes pessoalmente — as nossas equipas irão coordenar agendas para possíveis contactos futuros”, declarou, numa publicação na rede social X. -
Zelensky assume após encontro com Macron que a "guerra deve terminar o mais rapidamente possível"
Numa mensagem publicada na rede social X, Volodymyr Zelensky fez já um primeiro balanço do encontro com o Presidente francês, Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu, em Paris, e apontou para as negociações por uma paz “verdadeiramente duradoura” e o fim da guerra com a Rússia o “mais rapidamente possível”.
During our several-hour talks, @EmmanuelMacron and I assessed a great many details. The main focus was on negotiations to end the war and on security guarantees. Peace must become truly durable. The war must end as soon as possible. Much now depends on the involvement of every… pic.twitter.com/F2wh2C5dq7
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) December 1, 2025
“Durante a nossa conversa de várias horas, Emmanuel Macron e eu avaliámos muitos detalhes. O foco principal foi nas negociações para pôr fim à guerra e nas garantias de segurança. A paz deve tornar-se verdadeiramente duradoura. A guerra deve terminar o mais rapidamente possível. Muito depende agora do envolvimento de todos os líderes. Também falaremos com outros líderes hoje”, assegurou.
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Kaja Kallas defende que casos de corrupção não podem manchar luta pela liberdade na Ucrânia
Na sequência da reunião desta segunda-feira dos ministros da Defesa da UE com a Ucrânia na agenda, Kaja Kallas não passou ao lado das recentes investigações de casos de corrupção no país e deixou uma garantia: “A luta pela liberdade na Ucrânia e o seu caminho europeu não podem ser manchados por isto”.
Para a Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros, estas “investigações mostram que os organismos anticorrupção funcionam na Ucrânia”, vincando a força da reação da sociedade ucraniana contra a corrupção.
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Ataque russo faz pelo menos quatro mortos e 40 feridos em Dnipro
Um ataque russo com um míssil balístico na zona industrial de Dnipro causou hoje quatro mortos e pelo menos 40 feridos, segundo as autoridades ucranianas citadas pelo jornal Kyiv Independent.
De acordo com as informações já apuradas, a explosão teve lugar pelas 10h14 locais (8h14 em Lisboa), aproximadamente quatro minutos após a Força Aérea ucraniana ter lançado um alerta sobre o possível lançamento de um míssil a partir de Taganrog, na Rússia.
“Quarenta pessoas ficaram feridas, a grande maioria delas hospitalizadas. Infelizmente, 11 dos feridos estão em estado grave. As operações de busca e salvamento foram concluídas”, adiantou a administração regional de Dnipropetrovsk, num comunicado difundido através do Telegram.
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Ministro ucraniano da Defesa avisou colegas europeus sobre as "necessidades urgentes"
O ministro da Defesa da Ucrânia apelou esta segunda-feira aos parceiros da União Europeia para ajudarem a Ucrânia a conseguir uma “paz justa e duradoura”, no dia em que se assinalam 34 anos da votação dos ucranianos pela independência. Denys Shmyhal destacou ainda as “necessidades urgentes” da Ucrânia na reunião do Conselho dos Negócios Estrangeiros da UE, que decorreu em Bruxelas.
In Brussels, I took part in a meeting of the EU Foreign Affairs Council with the participation of EU defence ministers.
The key focus was our joint actions to strengthen the resilience of Ukraine and all of Europe.
The launch of the EDIP opens new opportunities for integrating… pic.twitter.com/AmzHduTUPF— Denys Shmyhal (@Denys_Shmyhal) December 1, 2025
“Agradecemos aos países da UE pelas decisões que fortalecem a nossa defesa. Juntos, podemos garantir uma paz justa e duradoura no nosso continente”, disse, salientando a importância de novas contribuições europeias para a Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia (designada por PURL), que permite aos aliados da Ucrânia na NATO financiar a aquisição de armas e equipamento militar dos EUA para Kiev.
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Macron irá na quarta-feira a Pequim para pedir a Xi Jinping para pressionar a Rússia para um cessar-fogo
Reunido esta segunda-feira com Volodymyr Zelensky em Paris, Emmanuel Macron irá já esta quarta-feira a Pequim para um encontro com Xi Jinping, a fim de pedir ao Presidente chinês para que “exerça pressão” sobre a Rússia com vista a um cessar-fogo na guerra na Ucrânia.
“A China pode desempenhar um papel essencial”, lê-se na declaração citada no site da BFM TV, perante a iminente quarta visita do Presidente francês à China. Essa ideia foi, aliás, reiterada pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noel Barrot.
“Contamos com a China, membro permanente como nós do Conselho de Segurança, (…) para pressionar a Rússia, para que a Rússia e Vladimir Putin, em particular, possam finalmente decidir por um cessar-fogo”, disse.
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Macron: "O trabalho para a paz continua"
Emmanuel Macron, que está reunido com Volodymyr Zelensky em Paris, emitiu uma mensagem através da rede X na qual declara: “o trabalho para a paz continua”.
Le travail pour la paix se poursuit.
The work for peace continues.
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Zelensky já está com Macron em Paris
Volodymyr Zelensky já se encontra em Paris. Emmanuel Macron, Presidente de França, recebe a esta hora o Presidente da Ucrânia no Palácio do Eliseu.
É a 10.ª visita de Zelensky a Paris desde que a guerra começou em fevereiro de 2022.
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Reunião entre Witkoff e Putin será terça-feira
A reunião entre Steve Witkoff, enviado dos Estados Unidos, e Vladimir Putin vai realizar-se na terça-feira em Moscovo, avançou o Kremlin, citado pela Tass.
Steve Witkoff parte hoje para Moscovo mas a reunião ocorrerá apenas amanhã.
Segundo o The Guardian, o Kremlin não especificou quem irá estar na reunião do lado americano, não se sabendo, assim, se o genro de Trump, Jared Kushner, estará.
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"Se estivessem connosco estariam numa posição mais forte”. Kallas critica exclusão da UE das reuniões
Kaja Kallas criticou a exclusão da União Europeia de todo o processo. “Os ucranianos estão lá sozinhos [nas reuniões com Washington], se estivessem connosco estariam numa posição mais forte”, sustentou.
A alta representante para a diplomacia da UE também criticou que a proposta apresentada pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, inclua um ponto sobre a redução para metade do número de militares que integram a Forças Armadas da Ucrânia.
“Se há uma pressão sobre as Forças Armadas da Ucrânia, que nunca invadiram ninguém, também devia haver uma sobre as da Rússia, basta olhar para os países todos que invadiu nos últimos 100 anos”, completou, aludindo aos países conquistados pela então União Soviética, incluindo a Estónia, e depois da dissolução deste bloco.