Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, domingo.

    Segundo dia de campanha dominado por debate dos líderes nas rádios

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Inês Sousa Real quer aumentar competitividade da economia através da transição para uma economia verde

    Sobre a economia, Inês Sousa Real diz querer “proteger o emprego no país” e aumentar a competitividade de Portugal através da economia verde.

    Para tal, a líder do PAN quer uma nova estratégia para a produção na agricultura. Sousa Real fala ainda de um “incompreensível incumprimento” no valor de 429 milhões de euros do PRR para a transição para uma economia mais sustentável.

  • Tavares confronta Montenegro com promessas falhadas em matéria económica

    Chega a vez de Rui Tavares. “Temos de aprender com os erros do passado”, diz o porta-voz do Livre, lembrando as promessas de Luís Montenegro nas últimas eleições legislativas e as críticas que o social-democrata fizera à falta de ambição dos outros programas.

    Para o Rui Tavares, o país está obrigado a fazer uma escolha entre o “dinheiro fácil”, o que vem do “imobiliário de luxo, do turismo de massas ou do jogo online”, e o “verdadeiro enriquecimento”, que passa “cuidar daquilo que é nosso, valorizar a nossa força de trabalho”.

    Tavares não deixa ainda de fazer um sublinhado em relação à intervenção anterior de Paulo Raimundo, lembrando que os partidos à esquerda nada fizeram para obrigar o governo de António Costa a reconhecer o Estado da Palestina durante a ‘geringonça’.

    O porta-voz do Livre volta a dizer que qualquer solução de esquerda que venha a integrar tem de ter como pressuposto o reconhecimento do Estado da Palestina.

  • Paulo Raimundo entende que se exige cessar-fogo e o reconhecimento do Estado da Palestina

    Paulo Raimundo entende que situação é “complexa que está a levar mais de um milhão de crianças na Palestina a morrer à fome e à sede”. Exige-se cessar-fogo e o reconhecimento do Estado da Palestina, diz.

    “É preciso coragem, clareza e seriedade para levar o país para à frente. Não pode continuar a ser um país de baixos salários, precariedade, desregularização dos horários, no apertar daqueles que põe o país a funcionar”, defende o líder comunista.

  • Rui Rocha: "A próxima legislatura tem de ser a legislatura do crescimento económico"

    Rui Rocha diz que o contexto atual implica que se acelerem medidas para assegurar crescimento económico. “A próxima legislatura tem de ser a legislatura do crescimento económico”, defende, sobretudo para duas faixas: a dos jovens e a dos “entalados”, entre 36 anos e 67 anos e que “carregam o país e o esforço fiscal às costas”.

    “No debate entre Montenegro e Pedro Nuno, ambos disseram que não havia um problema imediato na Segurança Social”, diz, assegurando que se nada for feito a reforma destas gerações corresponderá a 40% dos seus ordenados. Acrescenta que quer que as empresas cresçam e que se atraia investimento estrangeiro, porque as empresas grandes pagam mais aos trabalhadores.

  • Mortágua critica "turistificação em massa" e baixos salários

    Após o líder do Chega colar o BE, o Livre e o PCP a países como o Irão e a Venezuela, Mariana Mortágua disse compreender o entusiasmo de Ventura com a NATO, sendo que esta união militar é liderada pelo “general Donald Trump” e está assente na alega aliança deste com Vladimir Putin.

    A líder do BE insurge-se contra a economia marcada pelos baixos salários, a “turistificação em massa” e a concentração dos lucros da economia concentrados na Banca. Por outro lado, Mortágua fala na necessidade descida do IVA de bens essenciais e de políticas de distribuição de riqueza.

  • Ventura critica programa económico da AD

    André Ventura fala agora sobre o seu programa económico, mas para critica as contas da AD. “É completamente ilusório no aumento das exportações e do crescimento do PIB”, argumenta o líder do Chega.

    A seguir, o líder do Chega tenta contrariar Montenegro dizendo que a economia de facto “contraiu” e que hoje o país paga “uma carga fiscal record”.

    “Todo o modelo está errado. Nunca vamos ter um país moderno se continuarmos a sugar as pessoas [que trabalham] para distribuir pelos outros.”

  • Pedro Nuno diz que programa da AD é "impossibilidade completa". Montenegro afirma que "cassete" é a mesma de há um ano e falhou

    Pedro Nuno Santos diz que esta é outra área em que “falhou” porque economia “recuou” — “Não dá para celebrar situação económica quando primeiro trimestre é de queda.”

    “O que torna o programa da AD, que já era uma fantasia, uma impossibilidade completa de ser executado. É uma mentira o cenário macroeconómico da AD”, enaltece, puxando as propostas do cartaz do IVA Zero em bens essenciais e da redução do IVA da construção.

    O socialista diz que o programa do PS é “mais realista” porque “custa metade do da AD”, como é “adaptado a um cenário de incerteza económica que defende população”. “Não prometemos tudo a todos, mas o que prometemos é para todos”.

    “A cassete foi a mesma o ano passado e superámos todas as metas”, responde Luís Montenegro.

  • Montenegro recusa "tremendismo" sobre economia: "Mantenho o otimismo, consciente das ameaças"

    O próximo tema é a Defesa e a economia internacional em contração.

    Luís Montenegro frisa que a economia português não está em contração e que ainda está a crescer. “O último trimestre de 2024 teve uma taxa de crescimento muitíssimo elevada”, diz, criticando o “tremendismo da expressão contração”. “Estamos num bom momento da economia portuguesa, com estabilidade económica e financeira”. Diz que a perspetiva é que todas as estimativas da AD para este ano fiquem cumpridas.

    “Temos de ser prudentes mas também ambiciosos. Quando propomos baixar o IRS em 500 milhões este ano, estamos a criar condições para estimular a economia”, defende. “Mantenho o otimismo independentemente de estar bem consciente das incertezas e das ameaças”.

    Sobre o investimento em Defesa, diz que “isto é uma luta pela liberdade e segurança europeia”, com “mais autonomia e soberania” nos próximos anos.

  • Inês Sousa Real quer mais investimento no SNS, mas pede otimização de recursos

    Inês Sousa Real defende que “o SNS precisa de mais investimento”, mas pede “uma perspetiva de otimização dos recursos”.

    A líder do PAN quer apostar na “prevenção” na saúde e menciona, por exemplo, o setor da saúde mental onde considera que houve um grande “desinvestimento”. Sousa Real pede ainda estabilidade no cargo de Diretor Executivo do SNS, mencionando que, em pouco tempo, o cargo foi ocupado por três pessoas diferentes.

    A líder do PAN refere também a proposta da criação de um SNS para os animais e critica a AD por ter rejeitado essa iniciativa enquanto baixou o IVA das touradas.

  • Mortágua: "A Saúde precisa de uma solução de emergência há muitos anos"

    É a vez de Mariana Mortágua. “A Saúde precisa de uma solução de emergência há muitos anos”, diz. A bloquista recorda, aliás, que foi a falta de respostas na Saúde que motivou a rutura da ‘geringonça’.

    A bloquista critica depois o facto de o modelo atual estar assente em prestadores de serviços, horas extraordinários e aquilo que é pago em convencionado com os privados — “Estado papá que paga aos privados”, diz Mariana Mortágua, criticando as propostas da IL.

    Para a Mariana Mortágua o que está em causa é a opção entre salvar o SNS ou “dar ao privado o poder de chantagear” os utentes e o país.

  • Ventura diz que "aliens" da esquerda falam da Saúde como se "não tivessem tido nenhuma responsabilidade na governação"

    Intervém agora André Ventura e atira: “Parece que três ou quatro aliens chegaram agora aqui [apontando para partidos da esquerda], vieram de outro mundo e dizem que serviço está a funcionar mal, como se não tivessem tido nenhuma responsabilidade na governação em Portugal.”

    Enquanto olha para Luís Montenegro, o líder do Chega acrescenta: “O grande falhanço do seu Governo é a Saúde, neste momento há novo lugares com urgências fechadas. Criámos um sistema para maquilhar o que estava a acontecer de errado e começaram a pedir às pessoas para fazer chamadas antes de ir às urgências”, critica, dizendo ainda que este Governo fez o mesmo que o do PS no que a este setor diz respeito.

    “Propusemos que trabalho suplementar de profissionais de saúde não fosse tributado em IRS”, diz, frisando que AD não permitiu. E remata com uma nova abordagem à imigração: “Não consigo compreender como é que herdando do PS uma situação em que quem vem de fora tem prioridade e entra no SNS à vontade e emigrante passaram a estar inativos ou com listas paralelas.”

  • Raimundo: "Cada um abra as suas clínicas e hospitais, não pode é ser à custa dos recursos públicos"

    Paulo Raimundo diz que cerca de oito mil milhões saem do SNS para “entregar a outros” e prestarem serviços. “Temos todas as condições para que o SNS possa fazer uma parte do que transfere para outros”.

    “O SNS é o único garante do foco nas pessoas. Não pergunta quanto tem na conta, qual é a apólice do seguro, qual é a doença”, frisa. Diz que é preciso investir na Saúde e que o maior problema é a falta de profissionais. “O que compete a um Governo responsável é apostar, contratar e fixar os profissionais”.

    Diz não ter dúvidas de que com melhores condições os profissionais optarão pelo SNS. “Não temos nada contra o privado. Cada um abra as suas clínicas e hospitais. Não pode é ser à custa dos recursos públicos”.

  • Rui Tavares propõe casas para profissionais de saúde emigrados que regressem ao país

    O líder do Livre propõe que os privados na saúde aumentem a transparência da sua atividade para que se acabe com a concorrência desleal com o setor público.

    Rui Tavares conta que nunca um ministro da Saúde com quem tenha falado lhe disse que discordava com esta medida. E acrescenta que só se soubéssemos quanto os privados pagam aos seus profissionais é que poderíamos saber até onde é necessário aumentar a remuneração ao profissionais no SNS.

    Tavares fala ainda do programa “Regressar Saúde” com o objetivo de chamar profissionais de saúde portugueses que emigraram do país. Um dos incentivos para esse regresso ao país de origem seria a oferta de habitação por parte do Estado.

  • Rocha: "Não funcionava com o PS, Pedro. E não funciona com a AD, Luís"

    É a vez de Rui Rocha. “Hoje é o Dia da Mãe e o país tem tratado muito mal as mães e as grávidas. Isso tem acontecido com os governos do PS e do PSD. É inaceitável.”

    O presidente da Iniciativa Liberal elenca alguns dos problemas da Saúde e distribui as culpas: “Não funcionava com o PS, Pedro. E não funciona com a AD, Luís”.

    A seguir, Rocha foca a sua atenção em Luís Montenegro, dizendo ter uma “divergência essencial” com a AD num aspecto fundamental: Montenegro põe o “SNS no centro” das suas preocupações; a IL quer pôr o “doente” no centro da resposta.

    Para isso, Rui Rocha defende que tem de ser dada “liberdade de escolha aos portugueses” e contribuir para um “sistema concorrencial” entre público, privado e sector social.

  • Pedro Nuno ataca Montenegro por falhas na saúde: "Temos um SNS em privatização"

    Pedro Nuno Santos diz que “Montenegro está em negação” e que “Governo falhou porque há mais urgências encerradas, mais utentes sem ano de família, listas de espera a aumentar”. “E mentiu porque garantiu que já não havia nenhum doente oncológico à espera de cirurgia para lá do tempo máximo recomendado”, acrescenta.

    “Temos um SNS em privatização”, alerta, frisando que “recursos públicos estão a ser usados para dar ainda mais força ao setor privado”.

    Para o líder do PS, é preciso valorizar carreira dos profissionais de saúde e subsídio de alojamento para médicos que vão para centros de saúde onde faltam médicos. Diz ainda que é preciso “mudar a filosofia do SNS”, mais “centrada na comunidade”.

    “Onde o SNS não está é onde as famílias portuguesas mais gastam”, alerta, apontando para especialidades como dentistas e saúde mental.

  • Não está "tudo resolvido", mas Saúde está melhor, diz Montenegro. Pedro Nuno interrompe: "Está em negação"

    “Evidentemente não está tudo resolvido. Do plano de emergência 80% das medidas estão executadas, mas há outras que não estão no plano”, frisa agora Luís Montenegro, começando a falar do tema da Saúde e lembrando a valorização das carreiras dos profissionais de Saúde, que diz já estar a atrair mais pessoas.

    “No balanço, é positivo”, frisa, entre mais médicos e mais enfermeiros. “Sem recursos humanos não há possibilidade de resolvermos os problemas mais urgentes”, como a ginecologia e a obstetrícia.

    Depois, é preciso medidas na Habitação para “cativar” bons profissionais a trabalharem no SNS, que está em “transformação”, frisa, defendendo que não tem problemas ideológicos nem desperdiçará a capacidade do setor privado. “O foco é a pessoa”.

    Diz que é possível dar mais alguns instrumentos semelhantes aos da gestão privada no Estado. “Está em negação”, diz Pedro Nuno Santos. “Ele próprio aprovou muitas destas políticas. Se é contra as PPP e as USF modelo B e C tem de dizer, foram criadas pelo PS”, atira.

  • Inês Sousa Real: "Nós não diabolizamos quem tem o sonho de ter casa"

    A líder do PAN repete que não que o partido não diaboliza quem tem o de ter casa própria. Sousa Real quer também que os restantes partidos digam se apoiam o PAN na imposição do fim das isenções fiscais aos residentes não habituais, que custa ao Estado mais de 1,3 mil milhões de euros.

  • Raimundo ataca Pedro Nuno sobre Habitação

    Paulo Raimundo remata o tema: “O Pedro Nuno Santos encontrou uma forma de criticar as propostas do PCP mas foi incapaz de fazer uma referência à urgência de pôr os bancos a pagar [a crise na Habitação]”.

  • Rocha acusa AD de ter aumentado tempo dos subsídios de renda para "200 ou 300%". Montenegro promete "recuperar"

    Rui Rocha diz que “o que Montenegro diz é que há mais 500 processos dos subsídios de renda, temos um aumento de 20% e o tempo aumentou para 200 ou 300%”. “Vamos recuperar esse tempo”, promete Montenegro.

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