Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Fechamos este artigo liveblog de acompanhamento da atualidade política nacional. Pode acompanhar tudo sobre o terceiro dia de campanha para as eleições legislativas nesta nova ligação.

    Obrigado pela sua companhia.

  • Tracking Poll CNN. AD segue na liderança, número de indecisos cresce

    A Tracking Poll da CNN Portugal aponta que um dia depois do arranque da campanha eleitoral a AD continua na liderança, alcançando uma possível maioria à direita com a IL. O PS volta a subir e cresce o número dos indecisos.

    A AD mantém-se à frente nas intenções de voto, com 35,8%, e o PS alcança os 27,1%, ambos subindo 0,2 pontos percentuais nas intenções de voto face aos resultados de domingo.

    O Chega mantém-se a terceira força política e atinge 16,5% das intenções de voto — sobe 0,3 pontos percentuais. É seguido pela IL, que voltou a recuperar e chega aos 7,5% — soma mais 0,9 pontos percentuais face aos valores de domingo. Juntos, AD e liberais alcançam os 43,3%, um cenário de possível maioria absoluta.

    A à esquerda, o BE fica-se pelos 1,8% (menos 0,3%) e o Livre pelos 3,4% (cai 0,5 pontos percentuais). Já a CDU cresceu 0,1 pontos percentuais, ficando com 3,2%. O PAN segue com 0,6% (menos 0,3 pontos percentuais).

    O número de indecisos disparou, atingindo quase 20%, um aumento de 2,3 pontos face a domingo.

  • "Aqui está a força para pôr o país a andar para a frente". O apelo ao voto da CDU

    Paulo Raimundo encerra o segundo dia de campanha em Sines – de olhos postos nas eleições autárquicas e ao lado do candidato da CDU à Câmara Municipal, Álvaro Beijinha autarca de Santiago do Cacém.

    O secretário-geral do PCP, que encabeça a coligação entre comunistas e ecologistas volta a ensaiar o apelo que estreou nas eleições do ano passado. “Ecologistas, comunistas e pessoas que não são de nenhum partido – e mesmo aqueles que em outras eleições votaram noutros partidos – aqui está a força para pôr o país a andar para a frente.”

    Um apelo ao voto à esquerda e à direita. Raimundo não quer que a CDU seja “misturada” com outros partidos que andam sempre “com o povo na boca” mas “orientam a sua intervenção para aqueles que concentram a riqueza”.

    “Sabemos que nos querem resignados e sem esperança. Querem-nos convencer que não há alternativa a este caminho. Era só o que faltava!“, conclui para receber um dos maiores aplausos dos cerca de 300 apoiantes que marcaram presença no jantar comício no Pavilhão da Freguesia de Sines.

  • Paulo Raimundo recupera a receita: "A única forma de aumentar salários é aumentar salários"

    Em Sines, o secretário-geral do PCP dedicou o discurso à fiscalidade, com mira bem apontada à direita. Pede que no dia 18 de maio se “penalize” quem quer “baixar o IRC às grandes empresas”, principalmente “aqueles que querem que o IRC baixe para os 15%, que querem que as grandes empresas paguem menos do que qualquer contribuinte“.

    Nas contas dos comunistas e ecologistas, a descida do IRC custaria ao Estado dois mil milhões de euros de receita. E por isso desafia os partidos que a defendem a responder: “Onde vão cortar? Na saúde? Nos bombeiros?”

    Com o IRC na ponta da língua, Raimundo desafia os partidos à direita do PS (e até os socialistas) a explicar “a consequência direta” da descida do imposto sobre as maiores empresas. “Quanto se traduziu em investimento público? Zero. Qual foi a consequência nos salários? Zero.“

    E menos convencido fica com a descida das taxas de retenção na fonte do atual executivo. O secretário-geral do PCP fala numa “antecipação” do imposto e não numa descida e “atreve-se” a recuperar uma frase que marcou a campanha de março de 2024: “A única forma de aumentar salários é aumentar salários”

  • Para o day after, Rui Rocha só promete "uma coligação permanente e sólida com os portugueses"

    Mas além das críticas à esquerda é preciso olhar para o futuro, prossegue Rui Rocha: o caminho da IL é “o caminho da coragem, ambição, exigência connosco e com os outros”, defende. “As gerações dos entalados carregam o país às costas e não podem perder mais tempo”. Repete que é um “escândalo” o estado da Habitação e promete que a partir de dia 18 a IL vai resolver o que “nem a direita nem a esquerda” resolveram, incluindo com a baixa do IVA da construção.

    “As proclamações valem de pouco, e todos proclamam que a Habitação é um bem essencial. Então como é que tem o IVA de um iate ou de um bem de luxo?”, atira. Além disso defende o fim do “martírio” para obter licenças de construção, assim como a disponibilização de casas que estão fechadas no mercado, por “medo” e “falta de confiança” dos proprietários — “vamos criar confiança para que venham para o mercado”.

    Quem estiver com muita vontade de ajudar a IL e “acelerar” deve inscrever-se para votar já antecipadamente no dia 11, recorda.

    Sobre o day after, diz que fará “uma coligação permanente e sólida com os portugueses”. “É por isso que cada vez mais pessoas com quem nos cruzamos dizem a frase que mais tenho ouvido: desta vez é liberal”.

  • Rui Rocha diz que quer revisão constitucional e critica: "Esquerda já está derrotada. Já entregou os pontos"

    Rui Rocha começa a falar na Casa do Alentejo. “A esquerda já está a admitir a derrota”, regista. “Não é uma questão de sondagens, mas de discurso que tem hoje em dia. Quem não apresenta soluções para o país, quem apresenta soluções que não funcionaram e se dedica a invocar o medo para sobreviver, é sinal de que já perdeu e já entregou os pontos”.

    Paulo Raimundo insiste que a IL quer beneficiar os grandes grupos económicos, diz. Mas esses são “os portugueses que trabalham, que se levantam cedo e se deitam tarde”. Rui Tavares “veio com o medo da revisão constitucional”: “Sim, queremos rever a Constituição, 51 anos depois”, atira, para dizer que ao contrário do que o preâmbulo do documento prevê “o caminho não é o do socialismo, mas da liberdade”. Mariana Mortágua falou do “perigo da IL”, prossegue. “O perigo está em defender soluções que nunca funcionaram e só trariam prejuízo”, insiste. Já Pedro Nuno Santos fala da proposta da IL para a Saúde: “O que propomos são as melhores práticas, as melhores medidas já testadas que trouxeram vantagem por toda a Europa”. “O perigo está num SNS que não funciona e os mais desfavorecidos não têm alternativa. Nunca ninguém beneficiou tanto a saúde privada como a geringonça”, dispara.

    “O perigo está na esquerda, mas a esquerda já está derrotada”. Lembra também os jovens com quem esteve na arruada desta manhã e que lhe disseram que vão emigrar ou que estão a equacionar essa hipótese: “É para esses que queremos trabalhar. Queremos baixar os impostos às pessoas e empresas e isto diferencia-nos completamente da esquerda”. Essas são as consequências das políticas da esquerda, avisa.

  • Montenegro sugere que Pedro Nuno está desesperado na questão das pensões. "Somos de absoluta confiança"

    Na Guarda, intervém agora Luís Montenegro, que volta a lembrar, como fizer durante a tarde, que só o “dia 18 conta” para dar “uma maioria maior” à AD — é mais um aviso contra o excesso de otimismo que vai existindo na caravana da AD.

    A seguir, Montenegro deixa uma mensagem: “Estamos nesta campanha focados nas pessoas e nos reais desafios [do país]. A olhar para o futuro e a prestar contas. Não estamos nesta campanha para falar mal dos outros, nem para diminuir ninguém”.

    “Há um ano, houve eleições. Sei que as pessoas estão fartas de ter tantas eleições”, continua Montenegro, elencando as várias medidas aprovadas pelo Governo para provar que a AD soube sempre estar à altura daquilo que prometera.

    “Executámos 30% do nosso Programa de Governo em 11 meses. As pessoas já não têm de desconfiar daquilo que são as nossas promessas. As pessoas sabem que cumprimos.”

    Depois, e pela segunda vez neste dia, Luís Montenegro volta a falar contra o “medo” que o PS se esforça por lançar junto dos pensionistas. “O medo é característica de quem entra em processo de desespero.”

    “Vou dar de barato que há um ano era mais difícil tirar conclusões [sobre nós]. Agora as pessoas já sabem que é mesmo para cumprir. Os pensionistas e reformados portugueses sabem que temos as políticas públicas muito dirigidas [para eles]. Somos de absoluta confiança.”

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Mariana Leitão pede resultado reforçado: "IL é a única solução. Este é o nosso momento"

    Num jantar de campanha na Iniciativa Liberal, na Casa do Alentejo, em Lisboa, a deputada e candidata presidencial Mariana Leitão começa a falar.

    “Estamos aqui para afirmar com toda a certeza que podemos mudar o futuro de Portugal, para que seja encarado com entusiasmo e não com resignação. Este é o nosso momento, desta vez é liberal!”.

    Diz que a IL sabe o que é preciso para mudar a trajetória do país — “soluções reais” porque têm “coragem” e já foram testadas noutros países, enquanto outros apresentam propostas que já se demonstrou que não funcionam.

    “Só a IL tem a coragem e a capacidade para liderar a transformação” necessária, a partir de um novo modelo de desencolvimento, defende.

    Em Portugal, o Estado “não é mais do que um sorvedouro de dinheiro que falha sistematicamente” nos serviços essenciais, enquanto quem quer ganhar mais é “fustigado por mais impostos”. “Não vamos permitir que as dificuldades do presente sejam uma desculpa para não avançar”, assegura.

    Para isso, é preciso “mais força” e um resultado “reforçado”, frisa. “Este não é apenas um apelo político, mas à mudança real”. O país deve “levantar-se” e “recusar a estagnação”, sem “adiar o futuro”. Vai grande o entusiasmo na sala enquanto anuncia que a IL “tem a coragem, as ideias e as pessoas”, para levar o país ao tal caminho reformista, sem “milagres”.

    “A IL não é só uma alternativa, é mesmo a única solução para que Portugal avance. Agora, mais do que nunca, é o momento de dar força”, pede.

  • "O PS anda à procura de uma luta na lama"

    A caravana da AD estacionou agora na Guarda para um jantar-comício e última ação do dia. A primeira a discursar é Dulcineia Moura, deputada do PSD e cabeça de lista da coligação da AD pelo distrito.

    “Os portugueses sabem porque é que o PS anda à procura de uma luta na lama: porque não têm uma única proposta decente. E, no Chega, nada nos surpreende”, diz Dulcineia Moura, dizendo que o partido liderado por André Ventura foi tomado pelo “saudosismo” em relação ao Estado Novo.

    “Luís Montenegro é incomparável”, continua a social-democrata, lembrando os momentos em que o primeiro-ministro deu, disse, uma “sova à oposição”. “Estamos diante da derradeira oportunidade de dar futuro ao nosso país”, rematou a social-democrata.

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Líder do PS avisa AD: "Deixe o sistema público de pensões. Não lhe meta as mãos"

    Ainda no comício do PS em Viseu, o líder do partido ainda defende a linha de redução de impostos diretos e da continuação do aumento da pensões.

    Carrega de forma insistente nesta tecla, numa tentativa de segurar um importante eleitorado para o PS. Acena com o fantasma habitual, acusando a AD de querer privatizar o sistema de pensões e exortando a coligação a deixar “o sistema público de pensões em paz. Não lhe meta as mãos”.

    “O PS não precisa de uma máscara para falar dos pensionistas, sabem que podem confiar no PS”, afirmou ainda dirigindo-se aos mesmo eleitores. E vai enumerando as várias medidas já apresentadas no programa do PS, sobretudo nos salários e na habitação.

    Pedro Nuno Santos encerra o discurso a voltar a garantir que o PS “nunca quis eleições”, mas que “chegado aqui vai ganhá-las”, diz.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Pedro Nuno Santos diz que Montenegro "tem nuvens cinzentas no horizonte que podem transformar-se numa tempestade"

    No comício de Viseu do PS fala agora o líder Pedro Nuno Santos que chega a dizer que está “inteiro e transparente”, contrapondo essa imagem à de Luís Montenegro garantindo que não “engana ninguém ou evita escrutínio dos portugueses”

    Depois garante que com ele “não há ziguezagues” na política, acusando Luís Montenegro de o ter feito no caso Spinumviva. E garante que “o PS nunca foi nem quis ser um fator de instabilidade”.

    Atira a Luís Montenegro, mais uma vez, sobre o caso Spinumviva, repetindo que o primeiro-ministro “não reúne condições de idoneidade e credibilidade” e que isso “compromete a integridade da democracia”.

    “A promiscuidade entre a vida profissional e política de Montenegro enche o “horizonte de nuvens cinzentas que um dia podem transformar-se numa tempestade”, diz Pedro Nuno apontando mesmo uma “instabilidade que ainda pode estar para vir”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Elza Pais diz que AD "nega verdade e ciência a cada esquina"

    No comício do PS, em Viseu, a cabeça de lista Elza Pais diz que a AD fez “menos zero” no distrito, acusando a coligação de “uma governação falhada no interior do país”.

    Fala também da Saúde, dizendo que “este ano nasceram 50 bebés nas ambulâncias”, “um número recorde”, diz a também presidente das Mulheres Socialistas. E de uma medida “inovadora” do programa do PS, que é a redução do horário de trabalho de “40 para 37,5 horas e meia”.

    Depois ataca a AD, dizendo que “na política não vale tudo” e acusando os responsáveis da coligação de terem “a verdade e a ciência negadas em cada esquina. Quer dividir em vez de unir”, diz ainda.

    Acusa ainda Montenegro de “normalizar a violência doméstica” — quando disse que existiam mais denúncias e não “um aumento real” de casos no país.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Pedro Nuno Santos atira a Cavaco Silva: "Treze dias antes de o BES cair disse que estava tudo bem"

    Em Viseu já começou e à entrada da Aula Magna do Politécnico Pedro Nuno Santos destacou as diferenças que diz ter face ao seu principal adversário: “Eu sou genuíno, sou o que as pessoas veem. Luís Montenegro não é”.

    O líder do PS diz que é diferente na “forma de estar na vida” e que Montenegro “não está de forma séria na política”, “está habituado a mentir e a enganar as pessoas e que são todos iguais” — isto na resposta a um jornalista que o confrontou com as afirmações de Montenegro, no debate desta manhã, acusando o socialista de estar “mascarado” em campanha.

    Quanto à defesa que Cavaco Silva fez, esta segunda-feira num artigo no Observador, da candidatura e ética de Luís Montenegro, Pedro Nuno Santos atirou apenas que “treze dias antes do BES cair” o então Presidente da República “disse que estava tudo bem”.

  • AD alerta para os riscos da abstenção e tenta conter excessos de confiança

    “Fazer futuro é aquilo que está em causa nas próximas eleições, eleições que os portugueses não desejavam. Aquilo que está em causa é escolher um líder do Governo e um programa. E ter condições de execução”, continua Luís Montenegro.,

    O social-democrata faz depois um novo apelo ao voto, dizendo que só a AD oferece reais condições de estabilidade nesta campanha eleitoral. “Mostrámos que conseguimos fazer. Olhem para as nossas ideias e para a nossa alegria — somos um Governo alegre que confia na raiz e na alma de ser português — comparem com a alternativa e decidam qual é aquela que pode dar condições de estabilidade.”

    Mesmo a terminar, Montenegro dramatiza e mostra mais uma vez estar preocupado com o impacto da abstenção numas eleições que acontecem um ano depois das anteriores — já o fizera nos debates a oito organizados pela RTP e pelas rádios.

    “Ninguém ganha as eleições antes do dia das eleições. Não se deixem levar por estudos que apontam que estamos no bom caminho. Eu sei que estamos. Mas o entusiasmo não ganha eleições. É mesmo preciso ir votar. Aqueles que, porventura, votaram noutras forças políticas, só quero que pensam uma coisa: se é um governo estável que querem, tenham em atenção o seguinte: na segunda-feira dia 19 não é possível corrigir aquilo que se fez no domingo. Não é pedir um grande esforço”, despede-se Montenegro.

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Montenegro pede a pensionistas que não acreditem em Pedro Nuno. "Somos mesmo de confiança"

    Montenegro centra agora o seu discurso numa mensagem especial para pensionistas, alegando que, nas últimas eleições legislativas, houve quem tentasse lançar o “medo” em relação às intenções da AD — uma referência óbvia ao PS.

    O primeiro-ministro recorda por isso que este Governo aumentou as pensões de acordo com a lei, garantiu o aumento o Complemento Solidário para Idosos, aumentou a comparticipação de medicamentos para os beneficiários deste complemento de 50 para 100%, ainda garantiu um aumento extraordinário das pensões mais baixas a meio do ano e ainda baixo os impostos sobre os rendimentos do trabalho, o que se aplica também às pensões.

    “Prometemos e cumprimos. Não nos esquecemos de nenhum pensionista e reformado e privilegiamos aqueles que têm menos rendimentos. É a altura de todos ignorarem o medo e as tentativas de contaminação do debate com as velhas táticas de criar novos temores. Não há como colar. Agora, respondemos por aquilo que fizemos e estamos a fazer. Os pensionistas e reformados sabem que somos mesmo de confiança.”

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Montenegro volta a atirar a Pedro Nuno: "Não decidi mascarar-me para a campanha"

    Discursa agora Luís Montenegro. O primeiro-ministro e líder social-democrata começa por apelar ao voto de todos para que, a partir de 18 de maio, Portugal possa ter uma “situação politicamente estável”.

    O social-democrata sublinha a importância de ser conquistar o “maior número de votos possível”. “É dessa conquista que vamos reunir as melhores condições para transformamos o país.”

    A seguir, Montenegro faz o primeiro ataque a Pedro Nuno Santos neste discurso, questionando, tal como fizera nos debates com o socialista, as reais intenções e programa político do secretário-geral. “Não decidi mascarar-me para a campanha eleitoral. Sou o mesmo [que era há um ano].”

  • Pedro Reis: "A oposição gosta de dizer mal, de envenenar. Sabe é engonhar"

    Discursa agora Pedro Reis, ministro da Economia, aqui na qualidade de cabeça de lista da AD por Castelo Branco.

    “Parece-me que a escolha é muito simples: na AD acreditamos na esperança e nas reformas; na oposição, apostam em alimentar a confusão, a instabilidade, a incerteza e a politiquice”, começa por dizer.

    A seguir, o ministro da Economia diz que a oposição quer “taxar tudo o que mexe” e vê um “Estado como um poleiro, um sugador de impostos”. “Queremos e defendemos uma sociedade mais livre, uma classe média mais pujante, uma elevador social mais ativo.”

    “A oposição gosta de dizer mal, de envenenar. Sabe é engonhar. O Governo da AD quer é fazer e avançar. Luís Montenegro quer servir Portugal. Eles querem cuidar deles e dos deles. Querem estar no Governo só por estar. Querem o poder pelo poder. Há uma fronteira entre o situacionistas e o Governo liderado por Luís Montenegro, dos inconformados. Não queremos voltar ao passado, queremos rasgar o futuro”, despede-se Pedro Reis.

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • "Montenegro é o grande referencial de estabilidade para o nosso país"

    Arranca o comício da Aliança Democrática em Castelo Branco. O primeiro a discursar é Manuel Frexes, líder da distrital do PSD..

    O social-democrata começa por agradecer o sinal de apoio demonstrado pelos apoiantes aqui presentes no Cineteatro e que serve para dar força a Luís Montenegro, que viu um mandato “notável” tão “injustamente interrompido”.

    “Exerceu uma liderança forte, mas tranquila. Sempre atento a todos. Com uma conduta que tentaram atacar, mas que mostra, todos os dias, que é sério e que coloca em primeiro lugar os interesses do país”, continua Frexes. “É o grande referencial de estabilidade para o nosso país.”

    O líder do PSD/Castelo Branco diz depois que este não é o tempo de “gritaria ou soluções improvisadas. “É tempo de unir e não de destruir”.

    “Luís Montenegro lidera um Governo que está a devolver a seriedade à política. Um Governo de qualidade, que sabe ouvir, mas também decidir. Portugal precisa de estabilidade e essa estabilidade tem um nome: AD.”

  • Um consenso na justiça, um apagão no SIRESP, a mensagem não enviada e a greve do INEM. 4 temas no debate de todos contra todos

    O debate entre os líderes partidários com representação parlamentar, organizado pelas rádios, debateu por largos momentos a governabilidade. Em áreas setoriais foram quatro os temas principais.

    Um consenso na justiça, um apagão no SIRESP, a mensagem não enviada e a greve do INEM. 4 temas no debate de todos contra todos

  • Rui Tavares não se compromete com meta para as legislativas: "Estamos à vontade, temos plantel"

    Em campanha no Cais do Sodré, onde esteve a distribuir panfletos do Livre juntamente com outros membros do partido, Rui Tavares foi questionado pelos jornalistas sobre o número de deputados que espera ver eleitos nas eleições legislativas de maio.

    Sem se comprometer com um número específico, o porta-voz do Livre disse apenas que “quanto mais gente tivermos na fotografia do próximo grupo parlamentar, melhor”. “O número ideal eu não vou dizer, porque tem-nos corrido bem não dizer. Assim nós podemos ficar surpreendidos com o resultado”, afirmou, acrescentando que o importante é um crescimento sustentado.

    “Estamos à vontade, temos plantel para uma equipa principal, para o banco, para substituições e isso deixa-nos muito tranquilos”, garantiu.

1 de 5