Momentos-chave
- Alexandra Leitão: "Moedas não está à altura do cargo que ocupa"
- Bernardo Blanco aprece na campanha de Moedas. "Um voto no Chega em Lisboa é um voto em Alexandra Leitão"
- Moedas responde a Leitão: "Não há relação com o Chega. Apresentou uma moção de censura há pouco tempo"
- Moedas diz que vitória de Leitão "é, no fundo, o Bloco de Esquerda a governar Lisboa"
- Lei dos Estrangeiros. André Ventura insiste que houve acordo: “Se não houvesse, o Chega não tinha votado a favor”
- Leitão acusa João Ferreira de fazer campanha com "meias verdades". E diz que no dia seguinte só não fala com o Chega
- Corte-Real concorda com Xanax que Pizarro receitou a Pedro Duarte e adiciona “Memofante” para não se esquecer do Porto nos próximos 4 anos
- "Governo não assumiu compromisso para proibir acesso a apoios sociais por imigrantes", garante Leitão Amaro
- "Estamos convencidos de que o orçamento do Estado tem todas as condições para ser viabilizado", diz Leitão Amaro
- Manuel Dias nomeado para o cargo de CTO do Estado
- Conselho de Ministros confirma Álvaro Santos Pereira como governador do Banco de Portugal
- Proposta de Orçamento do Estado para 2026 aprovada em Conselho de Ministros
- Moedas: "As sondagens não me dizem muito. Sinto a confiança das pessoas"
- Em terreno favorável, Pedro Duarte sobe tom sobre segurança e imigração: "Cidade não pode ser descaracterizada por invasão ilegal"
- Ventura nega ter cedido a Montenegro e pergunta: “Preferiam não ter lei de estrangeiros?”
- Álvaro Santos Pereira toma posse como governador do Banco de Portugal na próxima segunda-feira
- PAN defende que integrar coligações com PSD ajuda diálogo a nível nacional
- "Nuno Melo tem de dar explicações" sobre caças na base das Lajes, diz Rui Tavares
- João Ferreira: "PSD está a perder apoio. Isso mostra que não é a comer votos à CDU que se ganha a Câmara"
- Rui Tavares pede "voto realista" para evitar "acordar no dia 13 a pensar 'caramba, mais quatro anos de Carlos Moedas'"
- João Ferreira: "Seria trágico termos mais uma presidência Moedas com o PS que abdica da oposição"
- Corte-Real assegura que Chega vai dar seguimento à "lei Bonfim" na Assembleia da República para limitar atestados de residência por casa
- Leitão tenta concentrar voto à esquerda e, se ganhar, admite falar com PCP
- Corte-Real propõe "lei Bonfim" para "limitar a emissão de atestados de residência por cada habitação"
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Alexandra Leitão: "Moedas não está à altura do cargo que ocupa"
Já se passou exatamente um mês desde o descarrilamento do Elevador Glória e, como tal, a RTP revelou, numa reportagem, que as famílias das vítimas e os sobreviventes não foram contactados pela Câmara de Lisboa e pela Carris. Assim, em pleno período de campanha autárquica, Alexandra Leitão critica o comportamento do autarca e diz que “Carlos Moedas não está à altura do cargo que ocupa”.
Um mês após a tragédia do Elevador da Glória, a RTP revela que as famílias das vítimas e os sobreviventes não foram contactados pela Câmara de Lisboa nem pela Carris. Há ainda feridos internados, pessoas por identificar e uma seguradora sem conseguir chegar a todos.
Carlos…
— Alexandra Leitão (@Alexandrarfl) October 3, 2025
“Há ainda feridos internados, pessoas por identificar e uma seguradora sem conseguir chegar a todos. Carlos Moedas justificou a falta de esclarecimentos públicos dizendo que estava com as famílias e com as vítimas no terreno. Não estava. Faltou à verdade. E nem cumpriu as medidas aprovadas em reunião de câmara, como disponibilizar apoio psicológico e criar um fundo municipal de apoio às vítimas. Nada foi feito”, escreve a candidata da coligação do PS/Livre/BE/PAN à Câmara Municipal de Lisboa.
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Bernardo Blanco aprece na campanha de Moedas. "Um voto no Chega em Lisboa é um voto em Alexandra Leitão"
Bernardo Blanco apareceu numa ação de campanha da coligação “Por Ti, Lisboa” nas docas, em Alcântara com a mensagem que “um voto no Chega em Lisboa é um voto em Alexandra Leitão.
“Aqueles que estão revoltados e vão votar por um protesto, se calhar estão a pensar votar num candidato do Chega que nem sabem quem é. É preciso explicar que nas eleições autárquicas, ao contrário das legislativas, quem tem mais votos ganha, é Presidente da Câmara”, disse Bernardo Blanco.
Por outro lado, o antigo deputado da Iniciativa Liberal elogiou o currículo de Carlos Moedas. “Um presidente que tem um currículo, no setor privado e público, altamente competente. Uma pessoa que veio do interior do país, que não nasceu num berço d’ouro, mas que subiu a pulso e teve funções muito importantes no governo. Salvou Portugal e tem estado a fazer o seu trabalho em minoria.”
“Enquanto que do outro lado temos alguém que teve como seu último grande feito político ser número dois de Pedro Nuno Santos e ter um dos piores resultados da história do Partido Socialista. E conseguiu o feito em Lisboa de se aliar ao Bloco de Esquerda das ocupações, das nacionalizações, do aumento de impostos.”
Sobre a razão para a IL se aliar ao PSD em Lisboa, mas não o ter feito a nível nacional, nas últimas legislativas, disse: “Carlos Moedas, provavelmente, dentro do PSD, entre as figuras mais conhecidas, é quem tem esse maior currículo privado e público.E, a somar a isso, é óbvio que há muitas medidas neste programa que foram incorporadas vindas da Iniciativa Liberal. Por isso, esse equilíbrio acho eu é positivo”, concluiu.
Chamado a comentar a candidatura do candidato da CDU, disse que à candidatura de Moedas “interessa que João Ferreira tenha uma boa votação”. “Não querendo apelar a um voto útil ao contrário, diria que nos debates tem-se visto que o João Ferreira está muito mais preparado sobre os dossiês do que Alexandra Leitão.”
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Moedas responde a Leitão: "Não há relação com o Chega. Apresentou uma moção de censura há pouco tempo"
Carlos Moedas disse “não há nenhuma relação” entre a sua candidatura e o Chega, depois de Leitão ter dito que “lhe cheirava” que o presidente da Câmara de Lisboa iria fazer acordos com esse partido se vencesse sem maioria.
“O Chega apresentou uma moção de censura contra o Presidente da Câmara ainda há pouco tempo. Portanto, não há aqui relação nenhuma minha com o Chega, nem haverá, não pode haver”, clarificou.
Moedas disse que numa Câmara “não há parceiros preferenciais”. Acrescentou ainda que a sua candidatura “está por cima dos partidos” e elogiou um dos que pertence à sua coligação.
“A Iniciativa Liberal é um partido que traz também aqui uma veia nova, ideias novas. É um partido com o qual me encontro como pessoa em muitas destas medidas, medidas tão importantes para os jovens. Como nós não podemos ter um país em que os políticos não falam sobre impostos?”
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Líder do Chega desvaloriza "trapalhada" na Base das Lajes. "O que preocupa é quando é usada por paraísos islâmicos"
Na arruada na Rua de Santo António, em Faro, André Ventura abordou ainda a polémica na Base das Lajes, que terá sido usada por Caças F-35 vendidos pelos Estados Unidos a Israel. Descreveu a situação como uma “falha de procedimentos” entre os Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa, mas desvalorizou o que considera uma “trapalhada pouco aconselhável”.
“O que me preocupa não é quando a Base das Lajes é usada por países democráticos. É quando é usada em Portugal para paraísos islâmicos, ou para ditaduras como a Venezuela ou o Irão.”
Ventura pediu por isso “foco no que interessa”, até por considerar que a situação diz pouco ou nada à maioria da população, que está mais preocupada, com a “falta de habitação, salários baixos ou corrupção”.
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Moedas diz que vitória de Leitão "é, no fundo, o Bloco de Esquerda a governar Lisboa"
Numa ação de campanha dedicada aos jovens, Carlos Moedas disse que “um voto que não seja em Carlos Moedas está a ajudar Alexandra Leitão” e voltou a tentar assustar eleitores do centro com a ideia de um vereador do Bloco de Esquerda com pelouros.
“O nosso projeto, que é um projeto de continuidade, mas um projeto com uma missão concreta, com medidas concretas, com ideias concretas, ou então um projeto em que é, no fundo, o Bloco de Esquerda a governar a cidade de Lisboa.”
“Quando nós quisemos reduzir e isentar os jovens do IMT, quem votou contra foi exatamente deste Bloco das Esquerdas que se está a candidatar agora. Ainda há pouco tempo o PS, juntamente com o Bloco de Esquerda, bloquearam residências para estudantes.”
Por fim, atirou à candidata socialista pela sua proposta para a Habitação. “Alguém que diz que vai construir 4500 casas em 4 anos é porque não sabe muito do assunto, é porque não está muito dentro daquilo que é uma Câmara Municipal.”
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Ao sabor de uma caipirinha, Alexandra Leitão dramatiza apelo ao voto útil
Alexandra Leitão faz as contas à corrida em Lisboa: “por um voto se ganha e por um voto se perde”. Bebe uma caipirinha (sem álcool) e ouve queixas repetidas. Tem uma pergunta a fazer a Carlos Moedas.
Ouça aqui a reportagem da Rádio Observador.
Ao sabor de uma caipirinha, Alexandra Leitão dramatiza apelo ao voto útil
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Lei dos Estrangeiros. André Ventura insiste que houve acordo: “Se não houvesse, o Chega não tinha votado a favor”
O presidente do Chega lamentou esta sexta-feira a atitude do Governo, depois de ter sido desmentido pelo Ministro da Presidência, que garantiu que não foi firmado qualquer entendimento para proibir o acesso a apoios sociais por parte de imigrantes. “Tenho pena que o Governo por um lado venha dizer que não se comprometeu, por outro que vai negociar com o Chega o limite aos abusos nas prestações sociais. Dá a ideia de um Governo que não sabe o que está a fazer, que anda desorientado.”
“Não faz sentido que um imigrante chegue a Portugal e tenha mais benefícios que um cidadão português”, continuou Ventura, antes de denunciar a troca de posição do executivo: “O Governo estava de acordo com isto, aparentemente não está. Acha o quê, que vai ganhar mais votos com isto?”
Numa arruada no centro de Faro, o líder do Chega garantiu “que se não houvesse compromisso, não tinha votado a falar da lei.” E acredita que o Governo de Luís Montenegro não quer dizer que fez esse acordo.
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Raimundo diz que André Ventura, desde que foi eleito para a assembleia municipal de Moura, "só conquistou falta de vergonha"
A caravana comunista passou esta tarde por Moura, no distrito de Beja, conselho onde, em 2021, o líder do Chega foi eleito para a Assembleia Municipal. Olhando para um cartaz que colocava a figura de André Ventura ao lado do candidato do Chega para a autarquia, Paulo Raimundo diz que a única coisa que Ventura conquistou nestes últimos quatro anos autárquicos foi “falta de vergonha”.
“[Ventura] conquistou 30 faltas aqui em Moura, na única vez em que foi eleito”, acrescenta o secretário-geral do PCP. “A cara do líder desse partido está em cartazes em todo o lado, mas no único sítio onde foi eleito, teve 30 faltas em assembleias municipais”, continua.
Para a CDU, que vê vários dos seus bastiões históricos ameaçados pelo Chega, Raimundo admite que o seu principal adversário “são as falsas promessas, as ilusões, a demagogia e o ódio”. Garante, também, que está “muito confiante para recuperar a gestão autárquica” de Moura.
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Leitão acusa João Ferreira de fazer campanha com "meias verdades". E diz que no dia seguinte só não fala com o Chega
De manhã parecia ter estendido a mão a João Ferreira, à tarde, Alexandra Leitão estende-lhe uma acusação. A candidata da coligação PS/BE/Livre/PAN diz que o candidato comunista diz “só meia verdade” sobre a forma como se constrói um executivo nas câmaras, sugerindo que João Ferreira está a baralhar os eleitores.
“Tem sido muitas vezes dito, e muitas vezes pelo candidato do PCP, que o executivo é composto por todos os eleitos vereadores. Isso é verdade, mas é só meia verdade”, afirmou em declarações ao Observador e à rádio Observador esta tarde numa ação de campanha na Penha de França.
E a alegada confusão existe porque, argumenta Alexandra Leitão, nas câmaras, “o executivo é composto por todos os vereadores eleitos, mas os vereadores da oposição não têm pastas” e, continua, “só os vereadores a quem o presidente atribui [pasta] é que são verdadeiramente o governo da cidade. Por outro lado, não é possível que ganhe um presidente de Câmara, mas em função de uma coligação pós-eleitoral, seja outro a assumir a presidência” — que são as contas que se fazem em eleições legislativas.
Numa altura em que tenta concentrar na coligação que lidera o voto da esquerda, a candidata já tinha dito, logo de manhã, que se for eleita conversará com o PCP, na distribuição de pelouros. À tarde explica que se ganhar no dia 12 de outubro, não será com maioria e por isso “vai ser preciso conversar com outros partidos. E provavelmente é mais fácil conversar com o Partido Comunista do que com o Chega — coisa que não acontecerá — ou até com a coligação de Carlos Moedas”, admite.
E atira o desafio a Moedas de dizer o que fará na mesma situação. “Se for ele a ganhar sem maioria absoluta, com quem é que vai fazer [acordos]. A minha cheira-me que vai ser com o Chega”.
Na Penha de França, a coligação visitou um centro social e paroquial, com idosos e crianças, para apontar ao problema de apoios sociais, que promete integrar no seu programa, promovendo parcerias com o setor social, o Estado, mas também com privados para ter “mais resposta pública”.
De seguida visitou um posto de recolha de lixo, para voltar a carregar nas críticas a uma das queixas que garante ouvir mais nas ruas da cidade: “As pessoas queixam-se muito que a cidade está mais suja, quer do ponto de vista da recolha propriamente, quer do ponto de vista da limpeza, também dos espaços públicos”.
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Corte-Real concorda com Xanax que Pizarro receitou a Pedro Duarte e adiciona “Memofante” para não se esquecer do Porto nos próximos 4 anos
Miguel Corte-Real, candidato do Chega à Câmara Municipal do Porto, não é médico, mas acompanha a receita de Xanax que Manuel Pizarro passaria a Pedro Duarte e arranja mais um medicamento: Memofante.
Aos olhos do candidato, o Xanax faz sentido porque Pedro Duarte “está muito nervoso” na campanha eleitoral, com “um discurso um diferente à segunda e à terça”.
Porém, como não é médico, preferia que o adversário do PSD tomasse “memofante para ajudar a memória”. “Passou quatro anos esquecidos sem falar sobre nada do que era relevante para a cidade do Porto e, de repente, parece que recuperou a memória. Pedro Duarte precisa de memofante para não passar outra vez mais quatro anos sem se lembrar do Porto”, atirou Corte-Real, numa farmácia, durante uma arruada em Paranhos.
Já numa frutaria, recordado sobre se ainda se lembra do preço das laranjas — uma referência ao facto de ter feito parte do PSD —, atirou que “a laranja está a descer de preço porque a procura está a descer”.
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"Governo não assumiu compromisso para proibir acesso a apoios sociais por imigrantes", garante Leitão Amaro
Leitão Amaro respondeu ainda sobre a lei dos estrangeiros para “esclarecer” que “o Governo não assumiu nenhum compromisso, agora ou no futuro, de proibir o acesso a apoios sociais por imigrantes”.
Essa proibição, destacou, não seria constitucional, “não acreditamos nisso por uma questão de princípio, não ficou naquela lei e não foi adiada para um momento posterior”.
Segundo o ministro, o que foi dito é que “este Governo esteve e estará empenhado em fiscalizar e combater abusos no uso de apoios sociais que eventualmente existam”.
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"Estamos convencidos de que o orçamento do Estado tem todas as condições para ser viabilizado", diz Leitão Amaro
Leitão Amaro responde às questões sobre o orçamento do Estado para 2026. Diz que o Governo “já ouviu e já dialogou com os partidos no início de setembro, mas o processo de diálogo continuara numa lógica de fazer o que os portugueses querem, e a única coisa que passa pela cabeça dos portugueses é ter um OE viabilizado”.
O ministro defende que o Governo “contribuiu para isso”, através do desenho do documento, e sublinhou a importância de ter um OE que é “cada vez menos um documento de políticas públicas onde consta a regulação de matérias que não são a aprovação de despesa e a previsão de receita, mas outro tipo de regulações”.
“O Orçamento do Estado não deve ser isso”, vincou, sublinhando que essa foi uma “má prática que se instalou em Portugal por uns anos” e que “não é aconselhável” ter os chamados cavaleiros orçamentais.
“Estamos convencidos que o OE tem todas as condições para ser viabilizado. Esperamos do lado do parlamento que faça o seu trabalho, estamos convencidos que o Governo deu o seu contributo para o que nos parece ser o desejo dos portugueses sobre o orçamento, que é ser aprovado”.
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Manuel Dias nomeado para o cargo de CTO do Estado
Leitão Amaro anunciou que Manuel Dias foi o escolhido para o cargo de diretor de sistemas e tecnologias de informação do Estado, “por muitos designado como CTO do Estado”.
O ministro descreve Manuel Dias “como uma pessoa com grande conhecimento e experiência nestas matérias da inteligência artifical, sistemas de informação e tecnologias de informação, com percurso académico e percurso em empresas de grande capacidade”.
Manuel Dias esteve durante cerca de 15 anos na Microsoft Portugal.
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Conselho de Ministros confirma Álvaro Santos Pereira como governador do Banco de Portugal
O conselho de ministros confirmou ainda a nomeação de Álvaro Santos Pereira para governador do Banco de Portugal, avançou Leitão Amaro.
A tomada de posse do sucessor de Mário Centeno vai decorrer na próxima segunda-feira.
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Proposta de Orçamento do Estado para 2026 aprovada em Conselho de Ministros
A proposta do Governo para o orçamento do Estado para 2026 foi aprovada esta sexta-feira em Conselho de Ministros.
O anúncio foi feito pelo ministro da Presidência, Leitão Amaro, no briefing que se seguiu ao conselho de ministros. O Orçamento do Estado deverá ser entregue na assembleia da república na próxima sexta-feira, dia 10 de outubro.
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Moedas: "As sondagens não me dizem muito. Sinto a confiança das pessoas"
Três sondagens tremidas depois, Carlos Moedas regressou à rua em força. Na primeira ação verdadeiramente de campanha desde terça-feira, o social-democrata fez-se acompanhar da presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, numa arruada desde o Campo Pequeno até ao Saldanha.
Foi o suficiente para provar que Moedas não tem alergia à rua, mas o mias importante do dia era mesmo a reação às três sondagens que saíram nos últimos dias e que apontam para uma corrida muito renhida com Alexandra Leitão.
Aos jornalistas, Moedas desvalorizou as sondagens. “O que a rua diz é que as pessoas estão contentes com o projeto”, começou por desvalorizar o presidente da Câmara Municipal de Lisboa. “As sondagens não me dizem muito. Sinto a confiança das pessoas.”
Ainda assim, o social-democrata não deixou de tentar forçar a nota de dramatismo que tem tentando imprimir. “Os lisboetas têm uma escolha muito importante: entre nós, que estivemos quatro anos em minoria, ou então uma coligação liderada pelo Bloco de Esquerda.”
Já depois de ter acusado Alexandra Leitão de representar uma cidade de visão que representa “mais lixo” e “mais impostos”, Moedas recordou que governou os últimos quatro anos em minoria. “Peço aos lisboetas que se mobilizem.”
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Em terreno favorável, Pedro Duarte sobe tom sobre segurança e imigração: "Cidade não pode ser descaracterizada por invasão ilegal"
Uma espécie de passeio no parque: Pedro Duarte andou esta manhã pela zona da Foz, no Porto, em terreno claramente favorável, e passou o tempo a distribuir elogios às senhoras (“Linda! Maravilhosa! Vai ficar tão bem na televisão!”) e a ouvir promessas de voto ou apoio (“Espero que ganhe, a ver se isto muda”, “Sou de Lisboa mas quero que ganhe aqui!”).
A conversa foi sempre simpática e favorável — quando foi questionado, numa farmácia, sobre se já aviou a receita do Xanax que Manuel Pizarro lhe recomendou, não quis agitar os ânimos ou os “fait divers”, explicando que tem feito a campanha com “paixão e emoção”.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
Mas o tom endureceu quando voltou a falar sobre o tema da segurança, à boleia da proposta do Chega para uma “lei Bonfim” (para apertar os critérios para atribuir vistos de residência pelas juntas de freguesia), começando por considerar que talvez o problema não seja legal, mas “de atitude”.
“Não vou chutar para a AR a solução dos problemas que temos na cidade. Vou agir. Vamos ser absolutamente implacáveis”, voltou a prometer, reagindo assim à notícia de um incêndio na Cedofeita: “É muito importante apurar e explicar toda a verdade ao público sobre este caso. Estás circunstâncias não podem ser encobertas. Comigo não vai haver politicamente correto”.
“Insisto para que candidato do PS diga o que pensa sobre a política de imigração e política de portas escancaradas e a lei de estrangeiros”, atirou a Pizarro. “A cidade está a sofrer ameaças que tem de enfrentar. Não se pode deixar que a cidade seja descaracterizada com uma invasão de imigração ilegal”.
Pedro Duarte lembra ainda a polémica sobre um vídeo de Pizarro, entretanto apagado, em que pedia os votos da comunidade do Bangladesh. “Uma política para sacar votos e depois não assumir”.
“Parece muito importante que haja uma clarificação do que cada um de nós defende sobre de política imigração. Não pode continuar a fugir à sua responsabilidade. Ou pede desculpa pelo que aconteceu e diz que mudou de opinião ou afirma que quer continuar política de portas escancaradas”.
Lembrou ainda que Pizarro quer uma cidade com mais pessoas, lembrando um passado com mais 100 mil habitantes, atirou: “Resta saber se é assim q quer preencher a quota e abrir portas a tudo e todos. É una cidade cosmopolita e que recebe muito bem mas temos de o fazer com conta peso e medida”.
Sobre a questão das rendas moderadas, justificou com uma questão de “semântica” mas garantiu que no Porto os preços não chegarão aos 2300 euros. E garantiu que coligações com o Chega estão “fora de questão” (sendo que já deixou claro que não está a planear fazer, no geral, coligações formais).
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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Movimento independente em Évora quer rever Plano Diretor Municipal e Plano de Urbanização
A cabeça de lista do movimento independente MCE à Câmara de Évora lamentou esta sexta-feira a perda do “papel pioneiro” do concelho ao nível dos Plano Diretor Municipal em Portugal, que já devia ter sido revisto, tal como o Plano de Urbanização.
“Já perdemos o papel pioneiro e perdemos as regras de que de 10 em 10 anos [é preciso] rever o Plano Diretor Municipal [PDM] e o Plano de Urbanização”, disse à agência Lusa a candidata à presidência do município pelo Movimento Cuidar de Évora (MCE), Florbela Fernandes.
À margem de uma ação de campanha que começou madrugadora, pouco depois das 7h30, nos serviços de urbanismo da câmara, e que incluiu o contacto com trabalhadores da água e saneamento, a candidata enfatizou que, se for eleita nas autárquicas do dia 12, vai dedicar atenção a estes dois instrumentos de ordenamento territorial. “São de 2013 e já estamos em 2025. Contudo, eu acho que [o próximo] é um mandato muito importante, porque vamos poder concluir essa revisão dos dois documentos”, destacou. A Câmara de Évora foi a primeira do país a criar um PDM, em 1985.
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Juntos Por Braga propõe reforço policial e câmaras de videovigilância
A Coligação Juntos Por Braga (PSD/CDS-PP/PPM) propõe o aumento em 50% do efetivo da polícia municipal, mais PSP nas ruas e câmaras de videovigilância para combater a perceção de insegurança, defendendo que a cidade é segura.
Em declarações à agência Lusa, esta sexta-feira, o cabeça de lista pela Coligação, João Rodrigues, que na quinta-feira se reuniu com o Comando Distrital de Braga da PSP, entende que a segurança tem de ser vista por dois prismas: a segurança que efetivamente a cidade tem ou não, e aquela que é a perceção das pessoas.
“E os dados oficiais dizem-nos que a criminalidade tem baixado e que Braga é uma cidade segura. São as forças de segurança, que é quem domina o assunto, que o dizem, não são os políticos nem o vox populi [opinião popular] que diz que Braga é uma cidade segura”, sublinhou o candidato, à margem de uma iniciativa de campanha no centro da cidade.