Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito no Médio Oriente.

    Pode acompanhar os novos desenvolvimentos desta quarta-feira no liveblog que agora iniciamos.

    Obrigada por estar connosco.

    Porta-voz da Casa Branca diz que EUA não vão financiar reconstrução da Faixa da Gaza

  • Trump pretende visitar Gaza, Israel e Arábia Saudita. Não há data para a viagem

    O presidente dos EUA, Donald Trump, revelou que planeia visitar Gaza, Israel e Arábia Saudita durante uma viagem ao Oriente Médio, mas não se comprometeu com nenhuma data em concreto.

  • Netanyahu considera Trump "o melhor amigo que Israel já teve na Casa Branca"

    Sobre Benjamin Netanyahu, questionado relativamente a uma relação de altos e baixos, Donald Trump referiu que a relação de ambos é “sobretudo de altos”.

    O primeiro-ministro israelita considera Trump “o melhor amigo que Israel já teve na Casa Branca”, elogiando o facto de o Presidente dos EUA ter “continuado exatamente onde parou” quando deixou o cargo. “A sua liderança trouxe reféns para casa”, garantiu na conferência de imprensa conjunta após a reunião entre ambos.

  • Trump fará um anúncio sobre a Cisjordânia nas próximas quatro semanas

    Questionado sobre se apoiaria a anexação da Cisjordânia por Israel, o presidente dos EUA revelou que provavelmente “fará um anúncio” sobre o assunto nas próximas quatro semanas, assegurando que ainda não foi tomada uma decisão sobre isso.

  • Trump disse que os EUA vão "assumir o controlo" de Gaza

    Trump disse que os EUA vão “assumir o controlo da Faixa de Gaza”, na conferência de imprensa hoje, após a conversa com Benjamin Netanyahu.

    “Vamos ser os donos [de Gaza] e vamos fazer um bom trabalho”, afirmou, acrescentando que as autoridades norte-americanas se vão responsabilizar pelas bombas por explodir e pelas armas que ainda estão na região.

    “Vamos nivelar o sítio e livrar-nos dos edifícios destruídos” e, dessa forma, promover “desenvolvimento económico para fornecer vários postos de trabalho e habitação para as pessoas da área”.

  • Trump discutiu com Netanyahu "como o Hamas pode ser eliminado"

    Donald Trump disse, na conferência de imprensa após a conversa com Benjamin Netanyahu, que discutiu “a forma como o Hamas pode ser eliminado”.

    Trump disse que a população de Gaza — região “que tem sido símbolo de morte e destruição por muitas décadas” — deve partir para outros países com “corações humanitários”. Para acabar com “a má sorte” do enclave, o Presidente dos EUA propõe que os 1,8 milhões de palestinianos que ali vivem sejam transferidos para o estrangeiro, sugerindo que há várias maneiras para alcançar uma solução.

    O Presidente norte-americano elogiou também o trabalho do seu enviado especial ao Médio Oriente, Steve Witkoff que começou os esforços diplomáticos na região ainda antes da sua tomada de posse.

  • Guterres quer continuar a ter "relação produtiva" com Trump, depois de retirada de Conselho dos Direitos Humanos

    O Secretário-Geral da ONU quer “continuar a sua relação produtiva com o Presidente Trump”, mesmo depois do líder norte-americano ter assinado uma ordem que oficializa a retirada dos EUA do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas.

    Segundo o seu porta-voz Stephane Dujarric, António Guterres quer trabalhar com “o governo dos EUA para fortalecer os seus laços no mundo turbulento dos dias de hoje”. Dujarric também fez críticas ao afastamento decretado por Trump, assinalando que “desde o primeiro dia, o apoio norte-americano salvou inúmeras vidas e fez progressos na segurança global”. O porta-voz também lembrou os esforços de Guterres para tornar a ONU mais inovadora e eficiente.

  • Trump assina ordem executiva para retirar os EUA de vários órgãos da ONU

    O Presidente norte-americano Donald Trump assinou esta terça-feira uma ordem executiva que retira os Estados Unidos de vários organismos da ONU e permite rever o financiamento de Washington à organização internacional sediada em Nova Iorque.

    O decreto assinado pelo governante republicado retira os Estados Unidos do Conselho de Direitos Humanos da ONU, um órgão do qual não é um Estado-membro, mas apenas observador, visando proibir qualquer envolvimento futuro de Washington no organismo, embora o mecanismo exato de retirada como Estado observador permaneça incerto

    O texto alarga ainda a suspensão de todo o financiamento norte-americano à agência da ONU para os refugiados palestinianos (UNRWA). Os Estados Unidos e vários outros países suspenderam as suas contribuições financeiras para esta agência após acusações de Israel, em janeiro de 2024, de que alguns funcionários da organização tinham participado nos ataques do Hamas, em 7 de outubro de 2023, a território israelita.

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  • Trump diz que Irão está mais forte e assina ordem para colocar "pressão máxima" no país

    Antes de falar com Netanyahu, Donald Trump disse à imprensa que o Irão está muito forte e não quer que o país árabe tenha a capacidade de desenvolver armas nucleares.

    O Presidente dos EUA rejeita que o Irão esteja enfraquecido depois dos confrontos que os seus grupos satélites, Hezbollah e Hamas, travaram com Israel. “Eles não estão fracos, eles estão atualmente muito fortes”, concluiu

    Mais cedo, Trump passou uma diretiva presidencial que institui “pressão máxima” ao Irão. O Presidente disse que estava “infeliz” e “destroçado” por estar a assinar o documento, mas justifica que “toda a gente lhe está a pedir para o fazer”. “Não temos escolha, porque nós temos de ser fortes e firmes”, disse. “Espero que [esta ordem] não tenha de ser utilizada de maneira substancial”, acrescentou.

  • Trump não promete apoiar constituição de Estado Palestiniano

    Antes de conversar em privado com Netanyahu, na Sala Oval, Donald Trump disse aos media que não se compromete com o apoio à constituição de um Estado Palestiniano.

    “Vários planos mudam com o tempo”, disse, em referência a um promessa sua nesse sentido, feita em 2020. “Muitas mortes ocorreram desde que eu me fui embora e agora voltei”, disse sentado ao lado de Netanyahu.

    Sobre um acordo de normalização entre Israel e Arábia Saudita, Trump disse que o país árabe não está a pedir o reconhecimento do estado Palestiniano por parte dos israelitas e norte-americanos. Assim, um futuro acordo neste sentido, mediado pelos EUA, torna-se mais provável.

  • Trump: Ficar em Gaza é "uma garantia de morte"

    Ainda antes da reunião com Netanyahu, Donald Trump afirmou que gostaria de ver os palestinianos de Gaza a estabelecer-se “num local com casas simpáticas onde possam ser felizes e não ser alvejados, não ser mortos”.

    Segundo o Presidente norte-americano, Gaza é “um dos piores e mais duros sítios na Terra”. Ficar no enclave “é uma garantia de morte”, admite Trump, acrescentando que os habitantes “só querem voltar porque não têm alternativa”. “Eles prefeririam muito mais viver numa alternativa bonita que não é segura”, concluiu.

  • Trump: palestinianos não têm alternativa a não ser sair de Gaza

    Donald Trump disse hoje que os palestinianos não têm alternativa a não ser sair de Gaza, de acordo com o Haaretz. O Presidente norte-americano afirmou que gostaria que a Jordânia e o Egito os recebesse.

    Trump acrescentou que não apoia necessariamente que os israelitas se estabeleçam no enclave palestiniano.

  • Administração Trump não quer Autoridade Palestiniana a controlar Gaza

    Nem Hamas, nem Autoridade Palestiniana. Uma fonte da equipa de Netanyahu diz que há uma compreensão partilhada entre americanos e israelitas que nenhum destes grupos palestinianos poderá ficar encarregue de Gaza, na sequência do cessar-fogo.

    De acordo com a fonte consultada pelo Times of Israel, os encontros diplomáticos dos últimos dias entre as partes têm-se focado em garantir que a primeira fase do acordo “termina de forma suave”. Israel estará focado em assegurar a libertação dos reféns, mas tem “medo que o Hamas tente algum truque”.

  • Reunião entre Netanyahu e Vance está a ser preparada

    Uma reunião entre Benjamin Netanyahu e o vice-Presidente norte-americano JD Vance está a ser preparada, de acordo com uma fonte do Times of Israel.

    O encontro poderá ser marcado para amanhã, mas, neste momento, ainda não é certo que vá mesmo acontecer, admite o oficial israelita.

  • Refém perdeu 10 quilos durante sequestro do Hamas e "quase nunca via a luz do dia"

    A mãe da refém libertada Romi Leshem Gonen disse que a filha foi ferida com gravidade e perdeu 10 quilos, durante os quinze meses em que esteve sequestrada pelo Hamas, noticia o Haaretz.

    “Ela quase nunca viu a luz do dia”, conta Meirav, a mãe de Romi. Para além disso, terá passado fome e sofrido por não ter ingerido níveis suficientes de vitaminas e minerais. A lesão que sofreu no braço, durante os ataques do 7 de outubro, vai obrigar a uma intervenção cirúrgica e um longo processo de recuperação, admite.

  • Exército libanês com dificuldades em mobilizar tropas para sul do país

    O exército libanês está a acelerar a mobilização de tropas no sul do Líbano com o aproximar do prazo para a retirada das forças israelitas, estipulado no acordo de cessar-fogo para o dia 18 de fevereiro.

    Contudo, o Haaretz noticia que estão a ter dificuldades a controlar áreas que são consideradas bastiões do Hezbollah. Nas áreas em grande altitude, a partir das quais o movimento apoiado pelo Irão realizou muitos disparos de mísseis contra comunidades israelitas, as tropas libanesas têm encontrado resistência das populações locais.

  • Supremo israelita ordena proteção de população palestiniana em aldeia na Cisjordânia

    O Supremo Tribunal de Israel ordenou ao governo israelita que os habitantes palestinianos devem poder voltar à aldeia de Zanuta, na zona ocupada da Cisjordânia, e ser protegidos de eventuais ataques de colonos.

    Segundo o tribunal, Israel deve agir “numa base contínua e de forma diligente” para impedir a entrada dos colonos na aldeia, noticia a AlJazeera.

  • Enviado de Trump ao Médio Oriente diz que segunda fase das negociações começou. Vai reunir-se com primeiro-ministro do Catar

    Steve Witkoff, enviado especial de Trump ao Médio Oriente, anunciou hoje que se vai reunir com o primeiro-ministro do Catar Mohammed Al-Thani na Flórida, esta quinta-feira, noticia a AlJazeera. Witkoff admitiu que, desta forma, as negociações do cessar-fogo, do qual ambos têm sido mediadores, entram na segunda fase.

    Hoje, Witkoff também abordou os comentários de Trump sobre fazer uma “limpeza” da Faixa de Gaza, transferindo a população do enclave para o estrangeiro. O representante da administração norte-americana defendeu que o Presidente utilizou essa expressão para dizer que quer tornar Gaza habitável e que para tal é necessário um plano de longo prazo.

  • Conselheiro de Trump diz que "não se pode permitir que o Hamas continue a existir"

    Mike Waltz, conselheiro de Donald Trump para a segurança nacional, disse que “não se pode permitir que o Hamas continue a existir, arriscando a ocorrência de futuros 7 de outubro”, noticia a AlJazeera.

    Segundo Waltz, a administração republicana não vai desacelerar o envio de armas a Israel. Para além disso, o conselheiro diz que Washington quer promover uma nova ronda de acordos de normalização das relações entre Israel e países do Médio Oriente, tal como aconteceu no primeiro mandato de Trump com os acordos de Abraão.

  • Netanyahu envia delegação para negociações no Catar sem real capacidade para discutir cessar-fogo

    A delegação israelita escolhida por Netanyahu para participar nas negociações da segunda fase do cessar-fogo no Catar não tem real capacidade de decisão e vai apenas partir para Doha, de modo a não dar ao Hamas um pretexto para suspender o acordo, de acordo com fontes ouvidas pela imprensa israelita.

    Terá sido a pressão de Steve Witkoff, enviado de Trump ao Médio Oriente, que levou o primeiro-ministro israelita a concordar enviar uma equipa para Doha. A negociação para segunda fase do acordo, cujo início estava prevista par ontem, deve preparar a libertação dos restantes reféns detidos pelo Hamas.

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