Momentos-chave
- Ataque aéreo atinge Odessa
- Austrália descarta repatriação de cidadão australianos em campo de refugiados sírio
- Ucrânia deteta drones russos no Mar Negro
- "Diversos drones" em direção a Kiev
- Delegação russa parte para Genebra
- "Os ataques russos evoluem constantemente". Zelensky acusa Rússia de preparar novos ataques contra o setor energético ucraniano
- Kallas diz que o Kremlin tem "total responsabilidade" pelo envenenamento de Navalny
- Kiev recupera 200 quilómetros quadrados de território
- Hamas acusa Israel de incumprimento e de "abusos sistemáticos" na fronteira de Rafah
- Hospital em Kherson alvo de ataques russos que fazem dois feridos
- Finlândia vai acolher na Lapónia comando de força avançada da NATO no Ártico
- Irão considera posição dos EUA sobre o programa nuclear “mais realista”
- Secretário-Geral do Conselho da Europa reúne-se com chefe da diplomacia ucraniana em Kiev
- Explosão de carro em Kiev é tratada como atentado terrorista. Autoridades detêm um ucraniano e um alemão
- Itália oferece-se para treinar polícias em Gaza
- Manifestantes ultraortodoxos bloqueiam a entrada de Jerusalém ao trânsito
- Comissão Europeia participa como observadora no Conselho de Paz de Donald Trump
- Hamas tem 60 dias para se desarmar ou Gaza volta à guerra, avisa Israel
- Rubio: EUA são "o único país no mundo" capaz de colocar Ucrânia e Rússia em diálogo
- Rubio dirige-se a Orbán: "O Presidente Trump está fortemente comprometido com o seu sucesso"
- Orbán: Hungria vai "continuar a apoiar esforços de paz" dos EUA na Ucrânia
- Ministro alemão critica Macron e diz que gastos de França com Defesa são insuficientes
- "Tem razão em tudo". Liz Truss partilha fotografia ao lado de Donald Trump
- Mundo árabe acusa Israel de querer anexar Cisjordânia
- Mais de 70 ONG pedem à UE que suspenda estratégia para aumentar repatriamentos
- Baixas civis por ataques russos aumentaram 26%, diz estudo
- Pelo menos 444 presos políticos foram libertados na Venezuela
Histórico de atualizações
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Negociações entre Rússia e Ucrânia em Genebra foram “tensas”. Nova sessão marcada para dia 18
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Ataque aéreo atinge Odessa
Uma série de explosões atingiu Odessa, noticiou às 23h47 (hora portuguesa) a Ria Novosti, pouco tempo depois de a Força Aérea das Forças Armadas da Ucrânia dar conta da presença de “drones inimigos” no Mar Negro em direção a Odessa.
O ataque é uma resposta a uma outra investida das Forças Armadas da Ucrânia contra civis, conta a mesma agência.
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Austrália descarta repatriação de cidadão australianos em campo de refugiados sírio
Anthony Albanese, primeiro-ministro australiano, afirma que a Austrália tem a “firme convicção” de que não irá “fornecer assistência ou repatriação” aos australianos que vivem num campo de refugiados na Síria, revela a Reuters.
Esse campo de refugiados abriga familiares suspeitos de serem membros do Estado Islâmico.
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Ucrânia deteta drones russos no Mar Negro
A Força Aérea das Forças Armadas ucranianas dão conta da presença de “diversos drones inimigos no Mar Negro, deslocando-se em direção a Odessa”.
Na nota enviada pelos operacionais ucranianos no seu canal de Telegram, dá-se ainda conta da presença de drones nas regiões de Mikolaiv e Kirovohrad, em direção da Cherkasy, onde passaram anteriormente outros drones no sentido do rio Dnipro, em direção a Kiev.
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"Diversos drones" em direção a Kiev
A Força Aérea das Forças Armadas da Ucrânia anunciou às 00h43 de Kiev (22h45 de Portugal Continental) o avistamento de “diversos drones” em direção a Kiev.
“Diversos drones inimigos foram avistados no distrito de Orzhytsia, na região de Cherkasy, em direção à região de Kiev”, lê-se na nota enviada pelos mesmos operacionais no seu canal de Telegram.
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Delegação russa parte para Genebra
A delegação russa, que integrará as negociações trilaterais com Ucrânia e Estados Unidos da América, está de partida para Genebra, onde ocorrerão as conversações, adianta a agência russa RIA Novosti.
A delegação é liderada por Vladimir Medinsky, conselheiro cultural e ideológico do Kremlin e terá a presença de mais de 20 pessoas, contando com Mikhail Galuzin, ministro dos Negócios Estrangeiros. O voo da comitiva russa terá partido às 23h35 de Vnukovo (20h35 de Portugal Continental).
Vladimir Putin estará em constante contacto com a delegação, garante Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, citado pela agência.
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"Os ataques russos evoluem constantemente". Zelensky acusa Rússia de preparar novos ataques contra o setor energético ucraniano
Volodymyr Zelensky acusa a Rússia de estar a preparar novos ataques contra o setor energético da Ucrânia.
No seu tradicional vídeo de balanço noturno, o Presidente da Ucrânia, no seu canal de Telegram, sublinhou que o Kremlin “compreende exatamente” o que tentam destruir quando atacam território ucraniano.
“A defesa aérea deve estar configurada adequadamente. Os ataques russos evoluem constantemente. O mal também se desenvolve. Infelizmente. Trata-se de ataques combinados que exigem uma proteção especial e o apoio correspondente por parte dos parceiros”, declarou Zelensky.
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Hezbollah acusa Governo libanês do "grave pecado" de proceder ao desarmamento e desviar-se de confronto com Israel
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, acusou hoje as autoridades libanesas de darem prioridade ao desarmamento do grupo político e militar e de cederem a pressões internacionais, em vez de assumirem o confronto com Israel.
“É da responsabilidade do Estado confrontar esta agressão, conquistar a soberania e desenvolver planos. No entanto, o que o Estado libanês está a fazer é priorizar o desarmamento, um grave pecado, uma vez que esta questão favorece os objetivos do inimigo israelita”, declarou o líder do grupo xiita libanês num comunicado televisivo.
Israel continua a atacar o Líbano quase diariamente, em resposta a alegadas violações do cessar-fogo em vigor com o Hezbollah, o qual estipula também o fim da presença das milícias do movimento na região fronteiriça junto do território israelita.
As autoridades libanesas declararam recentemente o fim do processo de desarmamento nestas áreas e, durante o dia, o exército apresentou ao Conselho de Ministros um dos relatórios periódicos sobre este tema, antes de avançar para uma segunda fase que prevê a continuação da recolha de armas noutras regiões.
O secretário-geral do Hezbollah, que se opõe desde o início ao desarmamento, insistiu que tratar-se de uma imposição da comunidade internacional e que condiciona o apoio ao executivo de Beirute à conclusão prévia desta etapa.
“O mundo não nos ajudará a não ser que nos rendamos e desarmemos”, observou Naim Qassem, que acrescentou: “Não queremos que o mundo nos ajude”.
O líder do grupo xiita condenou ainda a retórica que defende que as concessões a Israel são uma forma de evitar uma nova grande ofensiva contra o Líbano.
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Kallas diz que o Kremlin tem "total responsabilidade" pelo envenenamento de Navalny
“Há dois anos, Alexei Navalny morreu num campo de prisioneiros russo, envenenado com uma toxina letal. O Kremlin é totalmente responsável por isso”, escreveu disse Kaja Kallas, a alta representante dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, numa mensagem nas redes sociais.
Russia’s regime doesn’t limit itself to bombing Ukraine, it also keeps silencing opponents at home.
Two years ago, Alexei Navalny died in a Russian prison camp, poisoned with a lethal toxin. The Kremlin bears full responsibility.
The murder of political opponents is part of…
— Kaja Kallas (@kajakallas) February 16, 2026
“O regime da Rússia não se limita a bombardear a Ucrânia, também continua a silenciar os opositores no próprio país”, afirmou, considerando que “o assassínio de opositores políticos faz parte do ADN do regime”. “Não é uma demonstração de força, mas uma admissão de medo”, atirou.
A vice-presidente do Executivo comunitário acrescentou que a UE “vai continuar a utilizar o regime de sanções em matéria de direitos humanos contra a Rússia para garantir a responsabilização pela repressão”.
Esta mensagem da chefe da diplomacia europeia surgiu depois da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se ter juntado às condenações de outros líderes da UE na sequência do anúncio de cinco países (Alemanha, Reino Unido, França, Suécia e Países Baixos) de que chegaram à conclusão de que Navalny foi envenenado com uma toxina letal.
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Dois anos depois da morte do opositor, o fantasma de Navalny volta a assombrar Putin
Informação de que Navalny foi envenenado com toxina encontrada em pele de sapo leva oposição anti-Putin a tentar ganhar força. Rússia esconde assunto internamente, diplomacia do país controla danos.
Dois anos depois da morte do opositor, o fantasma de Navalny volta a assombrar Putin
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Croácia vai recusar transportar petróleo russo entre a Hungria e a Eslováquia
A Croávia recusa transportar petróleo da Rússia entre a Hungria e a Eslováquia, disse o ministro da Economia, Ante Susnjar, esta segunda-feira, citado pelo Kyiv Independent.
Ambos os países iam pedir ajuda à Croácia para trasnportar petróleo vindo da Rússia através do mar Adriático, já que o fornecimento através da Ucrânia têm tido falhas devido à guerra.
O ministro diz que nenhum país da UE tem justificaçõe para continuar dependente do petróleo russo e criticou quem o compa.
“Um barril comprado à Rússia pode parecer mais barato para alguns países, mas ajuda a financiar a guerra e os ataques ao povo ucraniano. É hora de acabar com esses lucros com a guerra”, sublinhou.
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Irão procura acordo nuclear que também traga benefícios para os Estados Unidos
O Irão está à procura de um acordo nuclear que também traga “retornos económicos grandes e rápidos” para os EUA, considerados “essenciais” para garantir “a durabilidade” de um entendimento, vice-diretor do Ministério dos Negócios Estrangeiros para a diplomacia económica, Hamid Ghanbari.
Ghanbari, citado pela agência iraniana Fars pela Reuters, indicou que há “interesses comuns nos campos de petróleo e gás, campos conjuntos, investimentos em mineração e até mesmo compras de aeronaves” a serem incluídos nestas novas negociações com os EUA.
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Senador norte-americano diz que decisão dos EUA sobre ações no Irão está por "semanas, não meses"
Lindsey Graham, senador republicano próximo de Donald Trump, está de visita a Israel, afirmando que foi ao país para “descansar o povo israelita sobre que não há divergências” entre Washington e Telavive sobre o Irão.
“Há duas linhas sobre a água agora”, disse o senador, citado pelo Times of Israel, tendo apontado uma linha “diplomática” para “encontrar uma maneira de acabar com o regime de forma diplomática e que avance o interesse de segurança nacional”. Já a outra, continuou, é a “opção militar”.
Uma decisão norte-americana sobre estas opções, garantiu ainda Graham, está por “semanas, não por meses”.
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Kiev recupera 200 quilómetros quadrados de território
A Ucrânia recuperou 201 quilómetros quadrados de território às forças russas entre quarta-feira e domingo, refere hoje uma análise de dados militares, num avanço associado a falhas nas comunicações russas via satélite Starlink.
De acordo com os dados do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW, na sigla em inglês) analisados pela agência de notícias France-Presse, as forças de Kiev não reconquistavam uma área tão extensa num período tão curto desde a contraofensiva lançada em junho de 2023.
A superfície recuperada corresponde a quase a totalidade dos ganhos territoriais obtidos pela Rússia durante o mês de dezembro, estimados em 244 quilómetros quadrados.
O ISW, que colabora com o Critical Threats Project, sustentou que os contra-ataques ucranianos poderão estar a beneficiar de um bloqueio no acesso das forças russas ao sistema de comunicações por satélite Starlink.
Bloguistas militares russos relataram interrupções nas antenas utilizadas por Moscovo nas linhas da frente, afetando comunicações e cadeias de comando.
A 5 de fevereiro, observadores militares russos já tinham mencionado dificuldades, na sequência de anúncios do empresário Elon Musk sobre medidas destinadas a impedir o uso da tecnologia pelo Kremlin.
Kiev acusou anteriormente as forças russas de utilizarem o Starlink, nomeadamente em drones, para contornar sistemas de interferência eletrónica e melhorar a precisão dos ataques.
A mesma análise indicou que na última semana apenas se registaram avanços russos a 9 de fevereiro, tendo nos restantes dias as forças ucranianas conquistado terreno.
As recapturas concentram-se sobretudo a cerca de 80 quilómetros a leste da cidade de Zaporijia, numa área onde as tropas russas vinham a registar progressos desde o verão de 2025.
Em meados de fevereiro, Moscovo controlava total ou parcialmente 19,5% do território ucraniano, face a 18,6% no mesmo período do ano anterior.
Cerca de 7% do território, incluindo a Crimeia e parte do Donbass (região no leste da Ucrânia), já se encontrava sob controlo russo antes da invasão em larga escala lançada em fevereiro de 2022.
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Rússia vai atacar diretamente a NATO? "Não parece provável"
Berlim alerta para uma “ameaça militar convencional”. Bruno Cardoso Reis avisa para o risco de “sabotagem” e “ciberataques”. Relação difícil entre França e Alemanha? “É preciso valorizar a defesa.” Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Zelensky ordenou reforço de defesas aéreas para preparar novo ataque de grande escala da Rússia
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ordenou um reforço das defesas aéreas para preparar um grande ataque russo para esta segunda-feira, disse na rede social X.
Zelensky, na rede social X. disse ter falado com o líder das Forças Armadas, o Ministro da Defesa e o presidente da energética pública Ukrenergo e instruiu-o a “prepara medidas adicionais” tendo em conta “informações sobre preparativos da Rússia para um ataque massivo”.
I held a coordination call on the situation across the regions of our country. There was a report on the consequences of last night’s strike – the Russians launched missiles against our energy facilities. Our air defense systems responded. Even on the eve of the trilateral… pic.twitter.com/5TPrrntk2n
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) February 16, 2026
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Rússia vai recorrer a recrutas para atuar como bombeiros devido aos ataques ucranianos
O Ministério da Defesa russo aprovou o destacamento de recrutas para atuarem como bombeiros durante o serviço militar obrigatório.
“O destacamento de recrutas para as unidades de resposta do Corpo de Bombeiros Federal é uma questão à parte, dado que esta iniciativa já foi aprovada pelo Ministério da Defesa russo”, declarou o ministro das Situações de Emergência, Alexander Kurenkov, numa reunião da Comissão de Segurança e Anticorrupção Câmara Baixa do Parlamento russo (Duma), citado pela agência de notícias TASS.
A decisão acontece após meses de ataques ucranianos à infraestrutura energética russa, que provocaram inúmeros incêndios em todo o país.
Assim, os recrutas do serviço militar russo entre os 18 e os 30 anos, que devem servir obrigatoriamente durante um ano, poderão ser destacados para as equipas de combate a incêndios.
Ao longo do último ano, os serviços de emergência russos têm trabalhado ativamente para extinguir os incêndios causados pelos ataques diários ucranianos, particularmente aqueles que visam infraestruturas energéticas.
Kurenkov mencionou a escassez de pessoal no Ministério das Situações de Emergência, principalmente devido aos baixos salários tanto para os funcionários de base como para os especialistas altamente qualificados.
As autoridades russas não esclareceram se estas unidades podem ser mobilizadas para regiões ucranianas anexadas pela Rússia em 2014 — a península da Crimeia — e em 2022, após a invasão em grande escala.
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Hamas acusa Israel de incumprimento e de "abusos sistemáticos" na fronteira de Rafah
O Hamas acusou hoje Israel de impedir a circulação do número de pessoas estipulado no acordo de cessar-fogo pela passagem de Rafah, entre a Faixa de Gaza e o Egito, segundo um comunicado divulgado pelo grupo islamita.
“Apesar da reabertura da passagem de Rafah em ambos os sentidos após um encerramento arbitrário e injusto, a ocupação sionista [Israel] viola flagrantemente os mecanismos de abertura estipulados no acordo de cessar-fogo e comete abusos sistemáticos contra aqueles que regressam à Faixa de Gaza”, condenou o Hamas num comunicado.
De acordo com os extremistas palestinianos, as limitações imputadas a Israel colocam “em grave risco a vida de milhares de doentes e feridos”, que aguardam tratamento médico no estrangeiro.
O Hamas relatou também que os habitantes que regressaram ao enclave palestiniano foram sujeitos a “interrogatórios severos” e expostos a “danos físicos e psicológicos” por parte do exército israelita.
Em reação à agência de notícias EFE, o COGAT (entidade do Ministério da Defesa israelita responsável pelos assuntos civis nos territórios palestinianos) afirmou que as operações na passagem de Rafah continuam a seguir o acordo e os compromissos de Israel.
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ONU avisa que 325 mil pessoas podem voltar a fugir na Ucrânia devido a falta de energia
Cerca de 325 mil ucranianos que regressaram a casa depois de fugirem da guerra podem ser novamente deslocados nos próximos meses devido aos ataques russos contínuos às infraestruturas energéticas, alertou hoje a Organização Internacional para as Migrações (OIM).
Segundo a agência que integra o sistema da ONU, mais de um em cada três ucranianos considera mesmo voltar a mudar-se para o estrangeiro.
Com as temperaturas de inverno a atingir os -20°C e os cortes de energia de emergência a persistirem em todo o país, estas intenções de sair do país refletem a tensão cumulativa da insegurança, das habitações danificadas e do acesso limitado à eletricidade e ao aquecimento, explicou a OIM.
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Hospital em Kherson alvo de ataques russos que fazem dois feridos
As forças russas têm atacado de forma intermitente um hospital no distrito de Dniprovskyi, em Kherson, desde a noite passada, causando ferimentos em duas funcionárias e danos significativos nas instalações, avança o Ukrinform.
“Os ocupantes russos continuam a bombardear as instalações médicas da cidade. Desde a noite, o inimigo tem atacado periodicamente o território de um dos hospitais do distrito de Dniprovskyi”, afirmou o chefe da Administração Militar da Cidade de Kherson no Facebook.