Atualizações em direto
  • Porto. Movimento pela Habitação denuncia presença de "grupo de extrema-direita" nos protestos da última madrugada

    Um dos porta-vozes do Movimento pela Habitação, Pedro Manuel, acusou um grupo de pelo menos seis pessoas de extrema-direita de se ter infiltrado na manifestação que decorria na Praça D. João I, no Porto, na última noite. O responsável afirmou ainda à Rádio Observador que alguns elementos do grupo teriam facas.

    A denúncia foi feita depois de um confronto entre manifestantes, que levou ao encaminhamento de uma pessoa deste grupo para o hospital. Segundo Pedro Manuel, o grupo já tinha sido identificado pela equipa de segurança do movimento antes do início da assembleia realizada no local.

    “Pelo menos seis membros de extrema-direita” infiltraram-se em protesto no Porto

    “Eles estavam muito entusiasmados em gritar e em fazer provocações verbais após o fim da assembleia, que passaram a provocações físicas”, afirmou o porta-voz ao Observador, acrescentando que os elementos do grupo terão avançado contra outros manifestantes, levando a equipa de segurança a formar um cordão para proteger as pessoas presentes.

    O porta-voz acrescentou que, perante esta situação, a organização pediu a desmobilização e alertou a polícia para a alegada presença de cinco elementos do grupo, alguns dos quais, segundo afirmou, teriam facas. “Já avisámos esta situação à polícia”, disse, questionando se as autoridades estavam efetivamente empenhadas em garantir a ordem pública.

    Com Miguel Pinheiro Correia

  • Apenas uma tenda estava montada na Praça D. João I na manhã desta sexta-feira

    Na manhã desta sexta-feira, apenas uma tenda estava montada na Praça D. João I, no Porto, de acordo com a CNN Portugal.

    Os manifestantes começaram a dispersar ao início da madrugada após o movimento alegar falta de condições de segurança e de denunciar à polícia a presença de grupos de extrema-direita que queriam causar distúrbios.

    Os manifestantes, que tinham votado permanecer e pernoitar no local, apelaram a uma nova mobilização para sábado, estando, porém, a organização a “avaliar” um regresso já hoje.

  • Das tendas à carga policial. O que aconteceu no Porto e o que diz a lei sobre a atuação da PSP

    Pelo menos 37 pessoas ficaram feridas e sete precisaram de assistência hospitalar após operação policial, que também feriu agente. PSP e movimento contradizem-se, mas manifestantes não desarmam.

    Das tendas à carga policial. O que aconteceu no Porto e o que diz a lei sobre a atuação da PSP

  • Organização de manifestação pela Habitação ordena desmobilização “imediata” pela 01h20

    O porta-voz da organização da manifestação pela habitação ordenou esta madrugada a desmobilização “imediata” do grupo que se mantinha na Praça D. João I, no Porto, alegando falta de condições de segurança depois de ter denunciado à polícia a presença de pessoas com facas, com o propósito de causarem distúrbios entre os manifestantes.

    “Juntos, em grupo, desmobilizar imediatamente para casa. Foi revertida a decisão”, explicou aos manifestantes Pedro Manuel, pela 01h20.

    À Lusa, o porta-voz explicou que houve uma “infiltração” de outros grupos na manifestação com o intuito de criar problemas, tendo sido registada uma pessoa transportada de ambulância após ter sido atingida por um soco.

    Os manifestantes, que tinham votado permanecer e pernoitar no local, começaram a desmobilizar, apelando Pedro Manuel à mobilização para sábado, estando a organização a “avaliar” um regresso já hoje.

    Com Lusa

  • Bom dia!

    Abrimos este liveblog para acompanhar toda a atualidade política em Portugal, em particular as manifestações que decorrem no Porto pelo direito à habitação.

    Pode rever tudo o que se passou na quinta-feira neste outro artigo em direto que agora arquivamos.

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