Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica agora por aqui. Abrimos novo liveblog para acompanhar a atualidade política nacional de domingo.

    PSD e PS acertam presidências das CCDR

    Obrigada por ter estado connosco. Um bom domingo

  • Notas do debate. Seguro ganhou ao mostrar como António Filipe vai dormir mal dia 18

    Quase todo o debate foi sobre o voto útil, com Seguro a mostrar como realisticamente é o único candidato de esquerda que pode passar à segunda volta. Falou-se ainda de rendimentos e Ucrânia.

    Notas do debate. Seguro ganhou ao mostrar como António Filipe vai dormir mal dia 18

  • "UE pugnou pela guerra". Seguro provoca: "Muito grave"

    António Filipe insiste sobre a Ucrânia que se deve “chegar à paz o mais rapidamente possível”, enquanto Seguro provoca sobre a sua condenação da invasão russa: “Bem vindo, é a grande revelação”.

    Diz que a decisão do Conselho Europeu é um mau caminho a seguir. O interesse nacional deve ser ter uma voz ativa na defesa da paz na Ucrânia e não só. António Filipe diz que não está toda a gente de acordo com a paz enquanto Seguro vai dizendo que a sua posição é “muito grave”.

    “A UE pugnou pela guerra”, insiste o comunista, acusando Seguro de estar a provocar para “salvar o debate” no fim.

  • Seguro provoca António Filipe: "Já chegou à posição de defender a saída de Putin da Ucrânia?"

    Agora sobre a UE e a emissão de dívida conjunta para financiar o esforço de guerra da Ucrânia e Seguro diz que não conhece os detalhes da proposta, mas diz que defendeu a mutualização quando Portugal esteve sob assistência financeira.

    Diz que a UE “nem sequer tem um orçamento robusto para financiar a economia” e volta a defender os eurobonds e que se faça “tudo por tudo para que Putin saia das terras ocupadas na Ucrânia”. Aqui provoca o adversário que “teve muita dificuldade em chegar a esta posição. Aliás, já chegou a esta posição?”, questiona mesmo.

  • "O SNS é matriciial", diz Seguro

    Seguro volta a referir que a sua primeira prioridade é criar condições para que exista um pacto na saúde que inclua todos os partidos. António Filipe diz que é o pacto vai contar com partidos que são contra o SNS. mas Seguro garante que o SNS “é matricial”.

    “É preciso olhar para os portugueses qeu estão a sofrer”, diz o socialista.

  • António Filipe deve desistir? "Seguro não é nem Salgado Zenha nem Jorge Sampaio"

    António Filipe diz que existe a ideia de não colocar todos os ovos no mesmo cesto, mas diz que os votos em Seguro estão no mesmo cesto de Mendes e Gouveia e Melo. Lembra que o PCP já desistiu antes, mas “Seguro não é nem Salgado Zenha nem Jorge Sampaio”.

  • "Realisticamente António Filipe não tem condições para passar à segunda volta", diz Seguro

    Seguro insiste que “António Filipe vai dormir mal se Mendes e Ventura passarem à segunda volta”. “Realisticamente António Filipe não tem condições para passar à segunda volta”, diz Seguro que chama “simpática” à candidatura do seu adversário.

    E diz que o voto em qualquer candidato à sua esquerda é “meio voto na direita”.

  • Seguro diz que quanto esteve fora da política esteve "a trabalhar"

    António José Seguro pede para “clarificar” um ponto e diz que no tempo da geringonça “não estava na política activa”: “Estava, como milhões de portugueses, a trabalhar para ter rendimentos para cuidar dos meus filhos e ajudar a minha família”.

    António Filipe acusa-o de só ter reaparecido quando achou que podia candidatra-se a Presidente.

  • António Filipe quer que se eleja "PR que não se identifique com este estado de coisas"

    António Filipe diz que há uma grande incerteza na vida política nacional e que é importante que a estabilidade acima de tudo seja na vida das pessoas e dos trabalhadores. “Ou continuamos como estamos, com esta subordinação do poder político ao económico, ou elegemos um PR que não se identifique com este estado de coisas”, desafia. E diz que uma candidatura tem de valer por si e não pelas desistências dos outros.

  • António Filipe: "Não podemos contar com António José Seguro para combater a troika"

    António Filipe provoca a dizer que “não podemos contar com António José Seguro para combater a troika”. Seguro responde que “não ficou “num lugarzinho no Parlamento” e foi à sua vida. “Mas não saiu por vontade própria”, insiste António Filipe.

    Seguro garante que sempre teve caminho alternativa para a consolidação das contas públicas do país. Tenta novamente cavar a diferença para o comunista que, diz, tenta sempre estar dio lado do protesto. Quanto a si mesmo diz que tem sempre atitude patriótica e de esquerda.

    António Filipe confronta-o com o período em que o PCP colaborou com o PS na geringonça, que reverteu medidas da troika que seguro “nunca contestou”, acusa. Volta a acusar Seguro de convergência com o Governo de Passos.

  • Seguro aponta pontos negativos da era da geringonça

    Agora uma pergunta sobre a gerigonça e se foi boa ou má. Seguro diz que “toda a gente faz avaliações desse período como questões positivas e negativas. Houve consequências que se traduziram em ganhos nos direitos dos trabalhadores e nos rendimentos, no salário mínimo”.

    Mas evita fazer uma avaliação mais elaborada porque é candidato a Presidente da República.

  • Seguro sobre semelhanças com Passos: "Isso é um mito urbano"

    Seguro responde a António Filipe na questão laboral que o acusou de ter “posições semelhantes a Passos Coelho”. “Isso é um mito urbano”, diz Seguro que diz que foi graças a si que não houve revisão constitucional para impor limite à dívida e ao défice.

    O adversário diz que esteve ao lado de Passos na descida do IRS para as maiores empresas e Seguro pede: “Não me cole onde eu nãos sou colável”. E diz que na TSU esteve “do lado certo. Eu estou sempre do lado da responsabilidade”.

    Tenta apontar a “convergência entre os dois sobre desigualdades sociais, mas com caminhso diferentes” e tenta puxar o debate para as questões europeias onde diz ter divergências com os comunistas.

  • "Todos nos lembramos das posições muito coincidentes com as de Passos Coelho"

    O comunista diz que o diagnóstico de Seguro é verdadeiro mas “absolve as causas”, sendo que nunca o ouviu defender uma alteração da legislação laboral positiva para os trabalhadores. “Todos nos lembramos das posições muito coincidentes com as de Passos Coelho”.

    “É um mito urbano”, atira Seguro.

  • "O António Filipe não tem o monopólio dos direitos dos trabalhadores", diz Seguro

    “O António Filipe não tem o monopólio dos direitos dos trabalhadores”, diz Seguro que nega ter mudado de posição sobre a revisão laboral.

    Volta a dizer que os problemas do país não estão refletidos na proposta e António Filipe concorda. Defende a “concertação social para responder aos problemas concretos do país” e tenta fazer a diferença para o PCP que, diz, “defende um papel mais presente” do Estado.

  • António Filipe: Seguro esteve "muito tempo em cima do muro para ver onde caía" sobre a greve

    António Filipe diz que Seguro esteve “muito tempo em cima do muro para ver onde caía” sobre a greve e que ele próprio sempre disse que “não teria nenhuma neutralidade nesta matéria”, para defender trabalhadores fragilizados e que ganham mal.

    Frisa que no dia da greve a única atividade que teve foi estar com trabalhadores, em piquetes de greve e manifestações.

  • "Um candidato a Presidente da República não deve instrumentalizar as greves", diz

    Seguro interrompe para dizer que um candidato a Presidente da República “não deve instrumentalizar as greves” e discorda de António Filipe.

    Mas sublinha que foi “firme e claro” quanto à revisão da lei laboral que está em cima da mesa. “Não corresponde a nenhuma das necessidades que o país tem”, afirma.

  • António Filipe: "Seguro tem um discurso que não é carne nem é peixe"

    António Filipe diz que Seguro está a fazer um “grande apelo” aos eleitores da esquerda e isso “revela grande dificuldade em convencer eleitores do PS”.

    Diz que não vai fazer a mesma “grosseria” que alguns camaradas do PS, mas que “politicamente Seguro tem um discurso que não é carne nem é peixe. Não diz nada de esquerda”.

    António Filipe pergunta a Seguro onde é que estava no dia da greve. Seguro diz que estava a falar com jovens.

  • "António Filipe não dormiria bem se o resultado da primeira volta fosse André Ventura e Marques Mendes", provoca Seguro

    Sobre a mesma questão, Seguro diz que “esta não é uma eleição para o Parlamento” e que “o voto útil é na primeira volta e não na segunda

    “António Filipe não dormiria bem se o resultado da primeira volta fosse André Ventura e Marques Mendes”, diz ainda apelando à “concentração” de votos do eleitorado à esquerda. Fala novamente no “desequilíbrio” para a direita dos poderes no país neste momento. “É necessário que o sistema político seja equilibrado e que o Presidente tenha uma sensibilidade diferente”

    “Não é que eu sendo eleito leve um programa partidário para Belém”, diz garantindo que vem “para unir” e para “trabalhar com todos os governos”.

    Nega também que existam “dúvidas” sobre o seu percurso de esquerda e acredita que o “país tem a ganhar” com um Presidente com os eu perfil.

  • António Filipe: "Confio em que os eleitores me vão levar à segunda volta"

    António Filipe diz que “o eleitorado de esquerda está aí” e “neste momento está zero a zero”. Lembra que se apresentou como “a candidatura da esquerda que faltava”, quando estavam apresentados Seguro, Mendes e Gouveia e Melo — “que fazem parte do consenso neoliberal, de que me demarco profundamente”.

    Diz manter a leitura de que Seguro não é de esquerda. “São os candidatos mais próximos politicamente”, atira. “Foram responsáveis pelas políticas públicas das últimas décadas e conduziram o país a uma situação com que não me identifico”, incluindo por um país de baixos salários e trabalhadores fragilizados.

    António Filipe diz que está focado em passar à segunda volta e que a primeira volta serve para os eleitores votarem em quem confiam verdadeiramente. “Confio em que os eleitores me vão levar à segunda volta”.

  • Seguro: "Divulgarei os quatro ou cinco cliente para quem trabalhei"

    Agora a questão da atividade profissional privada de Luís Marques Mendes, enquanto consultor não jurídico de um a sociedade de advogados e da empresa familiar que extinguiu. Mendes divulgou clientes e Seguro considera que concorda com António Filipe quando diz que como candidato já tem de submeter declaração de interesses e património.

    “Sempre que se justifique somar mais esclarecimento ao que a lei exige estou disponível”, diz referindo que também divulgará os seus clientes dos próximos dias: “Divulgarei os quatro ou cinco cliente para quem trabalhei”. “Quero que fique tudo muito claro para permitir o escrutínio”, refere, dizendo que está apenas à espera da autorização dos clientes para a divulgação da informação.

    Diz também, sobre os dados de faturação das suas empresas, que a consultoria “corresponde a 12%”.

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