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Histórico de atualizações
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    Este liveblog fica por aqui. Neste link pode continuar a acompanhar as notícias relativas à atualidade política nacional.

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  • Ventura cita Montenegro e culpa Costa por "esta imigração" em Portugal

    André Ventura culpou o antigo primeiro-ministro António Costa pela imigração e revelou que o atual chefe do executivo lhe contou que foi Costa que quis imigração oriunda do Hindustão.

    Ventura cita Montenegro e culpa Costa por “esta imigração” em Portugal

  • Notas. Debate meu, debate meu, quem é mais de esquerda e mais europeísta que eu? Jorge Pinto ganhou a Catarina

    Catarina Martins e Jorge Pinto tentaram marcar as diferenças que os separam, mas foi difícil. Encalharam no europeísmo. E em quem era mais à esquerda. Sobre desistir a favor de Seguro, para já, não.

    Notas. Debate meu, debate meu, quem é mais de esquerda e mais europeísta que eu? Jorge Pinto ganhou a Catarina

  • Jorge Pinto diz que exerceria "Presidência constitucionalista"

    Jorge Pinto também fala das suas causas e começa pela “defesa da Constituição”, em particular o direito à saúde, à habitação, em impostos para corrigir desigualdades sociais.

    Mas diz que um Presidente também deve defender “um novo modelo para o país”, “que coloque as pessoas no centro, sempre tendo em conta o planeta e os mais fracos”. A sua presidência será “constitucionalista”, refere ainda.

    O debate termina com esta intervenção do candidato Jorge Pinto.

  • Catarina Martins escolhe luta contra o "abandono" como principal causa como Presidente

    Catarina Martins responde que a regionalização tem um “bloqueio constitucional” e propõe uma leitura a Jorge Pinto, que responde que não seria preciso uma alteração constitucional para iniciar o processo, ao contrário do que defende a bloquista.

    “Vivemos num país em que quem trabalha se sente abandonado”, continua a eurodeputada para dizer que o Estado “está a falhar nos serviços públicos fundamentais”. Catarina acrescenta que é preciso uma Presidente contra o “abandono”.

  • Jorge Pinto: "Não quero ser a magistratura de influência mas da mobilização"

    Quanto ao perfil em Belém, Jorge Pinto defende a “capacidade para mobilizar”. “Não quero ser a magistratura de influência mas da mobilização”, afirma, defendendo a existência de “assembleias cidadãs” e que a primeira seria sobre a regionalização.

    Defende que um Presidente esteja no terreno, “mas sem levar a comunicação social”.

  • Catarina rejeita imiscuir-se "no jogo partidário" como fez Marcelo

    Catarina Martins rejeita uma intervenção presidencial “no jogo partidário” ao tornar os Orçamentos de Estado como moções de censura, como diz que fez Marcelo. Como Presidente quer lançar “debates que não estão a ser lançados”.

  • Jorge Pinto diz que "dorme descansado" se "defender interesses dos portugueses"

    Agora Jorge Pinto diz que dorme “descansado” quando a sua “consciência o deixa dormir descansado”. Defende que “quem passe à segunda volta esteja de consciência descansada de que fará um bom serviço aos portugueses”.

    Diz ainda que “uma golpada à Constituição é uma ameaça real” e garante estar à altura de “defender os interesses dos portugueses”.

    Confrontado com as declarações de Manuel Alegre, que esta semana criticou partidos à esquerda nas presidenciais, Jorge Pinto diz ter “respeito” pelos histórico socialista, mas diz que se lembra de que Alegre já foi “vítima desse tipo de afirmações”, quando a sua própria candidatura presidencial dividiu o PS.

  • Catarina Martins: "Há uma proximidade clara entre Seguro e Marques Mendes"

    Catarina Martins também responde à questão do voto útil. Afirma que “é difícil saber o que Seguro pensa sobre uma série de assuntos sobre os quais vai ser chamado a decidir”.

    “Há uma proximidade clara entre Seguro e Marques Mendes e ninguém vai pedir a um para desistir em prol do outro”, afirma.

    “Vamos à luta pelas ideias, eu sinto a minha campanha a crescer”, diz Catarina sobre a fragmentação de votos à esquerda.

    Catarina Martins afirma que “a escolha do mal menor só tem feito o mal maior crescer”.

  • Jorge Pinto contorna eventual desistência: "A principal razão para votar em alguém não pode ser quem está melhor nas sondagens"

    Jorge Pinto diz agora ser “um perigo para o país pormos os ovos todos no mesmo cesto” — e diz que os principais cargos políticos estão entregues à direita neste momento. “Um Presidente que não vai legislar, vai ser o bombeiro do sistema, a última linha de defesa do sistema”.

    Diz que o Presidente deve promover um estudo sobre capacidade de resiliência do nosso sistema democrático.

    Mas a questão é sobre se admitem desistir a favor do ex-líder do PS. Jorge Pinto diz que “a principal razão para votar em alguém não pode ser quem está melhor nas sondagens” e defende que se vote em alguém que tenha “firmeza e coragem”.

  • Eurodeputada pede "autonomia" da segurança europeia face aos EUA

    Catarina Martins diz que tem proposto capacidade de segurança na Europa com “autonomia” face aos EUA. Defende que devemos falar com países europeus que não pertençam à UE.

  • Catarina Martins: "Líderes autoritários também estão sentados no Conselho Europeu"

    “Não quero encontrar diferenças onde elas não existem”, diz Catarina Martins.

    “Sempre denunciei o Brexit como sendo condicionado pelos movimentos xenófobos e de extrema-direita”, responde a Jorge Pinto.

    Clarifica também que era a favor de um referendo sobre o Tratado Orçamental e não sobre a pertença à UE.

    “Os líderes autoritários também estão sentados no Conselho Europeu”, diz ainda. Além disso, afirma que as políticas da UE também se aproxima dessa ideologia, como os acordos com a Líbia para impedir a imigração.

  • Jorge Pinto desafia adversária com Comunidade Europeia de Defesa

    Continua a Europa. com Jorge Pinto a defender uma Comunidade Europeia de Defesa. O candidato desafia Catarina Martins a pronunciar-se sobre isto.

    A ideia “está em cima da mesa há décadas”, diz Jorge Pinto sobre uma proposta do Livre. E diz que a Europa “não tem de gastar mais em defesa mas tem de gastar melhor”.

  • Jorge Pinto diz que Catarina Martins defendeu referendo sobre pertença à UE

    Jorge Pinto insiste que o que Catarina Martins propunha na altura do Brexit era um referendo sobre a pertença à UE. “Não estou certo que esse seja o caminho a seguir, teve custo enormíssimo para a população local”, o Brexit, diz.

    “Não vou desistir da UE”, reforça Jorge Pinto que defende que a esquerda “não deve de deixar de lutar pelo projeto europeu”. “O que está em causa neste momento é um ataque deliberado ao projeto europeu”, diz ainda sobre a recente Estratégia de Segurança Nacional dos EUA.

  • Catarina Martins assinala que "houve uma altura em que a UE se preparava para fazer sanções a Portugal"

    Catarina Martins afirma que “a unidade europeia não existe, é uma disputa política como todas”, sem dizer claramente a favor ou contra a integração de Portugal na UE.

    A eurodeputada diz que “é preciso construir a Europa que queremos”, lembrando o projeto My voice My choice, que defende o direito ao aborto.

    Catarina Martins diz que como Presidente se vai opôr a qualquer proposta para investir em ativos financeiros dinheiro das pensões como propõe Maria Luís Albuquerque.

    “Houve uma altura em que a UE se preparava para fazer sanções a Portugal por causa do Banif”, lembra, dizendo que “nesses momentos é preciso defender Portugal”.

  • "Sou um europeísta crítico mas convicto", diz Jorge Pinto para se distinguir de Catarina Martins

    Agora Jorge Pinto, sobre o que o separa da adversária. Diz que têm “mais pontos de convergência do que de divergência”. Mas aponta as divergências, nomeadamente quanto ao “papel de Portugal da União Europeia”.

    “Sou um europeísta crítico mas convicto”, vinca o candidato apoiado pelo Livre. Lembra que Catarina Martins já disse que “o projeto europeu esta condenado” e diz que espera que assim não seja: “Precisamos do projeto europeu, que se afirme como polo distintivo a nível global.”

  • Catarina Martins afirma que tem "experiência de criar pontes entre pessoas que não estavam habituadas"

    Catarina Martins começa o debate fugindo de traçar as suas diferenças para Jorge Pinto. “Gosto sobretudo de falar de mim e do que proponho”, diz.

    A bloquista diz que tem “conhecimento do país” e a “experiência de criar pontes entre pessoas que não estavam habituadas” a trabalhar em conjunto. “Temos percursos diferentes e trazemos coisas diferentes para esta campanha.”

  • Começa o penúltimo debate televisivo e vão estar frente a frente Catarina Martins e Jorge Pinto. Vai ser transmitido em directo na RTP e pode acompanhá-lo ao minuto neste liveblog a partir de agora.

  • António Filipe diz que a sua candidatura “é para levar até ao fim”

    O candidato presidencial António Filipe afirma que a sua candidatura “é para levar até ao fim” classificando-a como diferenciadora, identificada com os trabalhadores e com os seus direitos.

    “A minha candidatura não é para desistir, a minha candidatura diferencia-se dos demais e, portanto, é uma candidatura que só pode ser para levar até ao fim. Disse isso desde o primeiro dia, e não sou daqueles políticos que dizem uma coisa hoje e amanhã dizem outra”, disse.

    António Filipe, que falava hoje no inicio de uma visita à aldeia Natal do Seixal, um concelho do distrito de Setúbal liderado pelo comunista Paulo Silva, frisou que a sua candidatura está identificada com os trabalhadores e com os seus direitos, com os valores de Abril e com a Constituição Portuguesa e “no que ela tem de mais importante” nomeadamente “os direitos de natureza política, económica, social e cultural”.

    “Existe uma grande insatisfação dos portugueses relativamente às políticas públicas que têm sido seguidas nos últimos anos”, frisou o candidato adiantando que “dormiria mal se traísse aqueles que querem votar” em si, numa alusão a uma frase de António José Seguro no debate televisivo realizado no sábado.

    O candidato apoiado pelo PCP disse ainda que não faria sentido avançar para uma candidatura e depois desistir não cumprindo o seu compromisso assumido desde o primeiro dia de que iria a votos e lutaria pelo resultado.

    “Muito mal vai uma candidatura se só lá vai se os outros desistirem”, sustentou.

    Questionado sobre a divulgação dos apoios às campanhas presidenciais, António Filipe disse que a transparência das contas das candidaturas são uma evidência.

    Ainda sobre esta questão Antonio Filipe disse que “obviamente que isso é público”.

    “Se alguém tem alguma coisa a recear não sou eu, certamente. Acho que deve haver transparência e as regras devem ser iguais para todos e, portanto, cada um falará por si”, sustentou.

  • Seguro quer ser o equilíbrio político que evite mexidas na Constituição

    O candidato presidencial António José Seguro alerta para o perigo da falta de um equilíbrio político em Portugal que promova condições para que a direita mude a Constituição portuguesa.

    “Eu quero ser o presidente de todos os portugueses. É essa a natureza constitucional da Presidência da República. Um presidente leal à Constituição. Um presidente que vem para equilibrar um sistema político que está excessivamente desequilibrado para um dos campos, onde esse campo consegue fazer tudo, tomar todas as decisões, inclusivamente se quiser fazer revisões que entender da nossa Constituição da República”, disse em Ermesinde.

    No final do encontro com jovens no Fórum Cultural de Ermesinde, o candidato apoiado pelo PS considerou, sobre o tema, que esse perigo existe “porque as últimas aprovações na Assembleia da República em leis que são estruturais, como a lei dos imigrantes ou a lei da nacionalidade, foram precisamente todas acordadas nesse campo político”.

    “O nosso país precisa de equilíbrio no sistema político e o único candidato que pode dar esse equilíbrio sou eu”, acrescentou o candidato, reiterando ser essa a razão do seu apelo a “todos os democratas, a todos os progressistas, a todos os humanistas”, para que se juntem e reforcem a sua candidatura”.

    António José Seguro reforçou, em seguida, que conta “muito com os jovens portugueses”, com quem quer “fazer uma coligação”, para introduzir “uma nova cultura política”, a de serem “capazes de pensar, de planear e de organizar o país a médio e longo prazo, e que isso se traduza numa vida melhor para os jovens”.

    Na apresentação da “Agenda para um futuro seguro”, ouvir dos jovens que subiram ao palco preocupações relacionadas com a pressão laboral sobre os jovens, a habitação, os problemas das pessoas com mobilidade reduzida e também sobre a violência doméstica.

    Quando foi chamado ao palco, Seguro lamentou que em Portugal se deem “respostas segmentadas e que, ao fazê-lo, se perca a noção do todo”, considerando, depois, ser a violência doméstica “uma situação de grande indignidade”.

    “Passados 51 anos sobre o 25 de abril, continuamos a ter um país muito desigual entre aquilo que são os direitos concretos das mulheres e os direitos dos homens. Não é só a questão da vítima da violência doméstica, mesmo a desigualdade salarial. Nós temos mulheres e homens que desempenham as mesmas funções, mas as mulheres ganham menos do que os homens”, continuou o candidato.

    Considerando ser esta “uma situação que tem que acabar” em Portugal, o candidato lembrou as mulheres jovens que concorrem a um emprego e, quando vai ser entrevistada lhe perguntam, está a pensar em engravidar?”.

    “É de facto uma discriminação inaceitável. E nós temos que ter em atenção que um país coeso não é só do ponto de vista territorial e social, é também do ponto de vista da igualdade entre homens e mulheres”, afirmou.

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