Momentos-chave
- Trump espera que países árabes normalizem relações com Israel após acordo com Irão
- Seguro condena “ataque massivo” da Federação Russa contra Kiev
- Trump publica imagem de ogiva com mensagem enigmática: "Obrigado pela atenção dada a este assunto!"
- EUA acusam Hezbollah de querer mergulhar novamente Líbano no caos
- Rubio: "Não se consegue resolver uma questão nuclear em 72 horas com um rascunho feito num guardanapo"
- Trump confirma que entendimento com o Irão não está fechado e garante que não faz "maus acordos"
- Hezbollah quer ser incluído no acordo entre EUA e Irão que espera para breve
- EUA estarão relutante em aceitar descongelamento de ativos iranianos
- Netanyahu afirma ter recebido garantia de Trump: "Irão não terá armas nucleares"
- Hezbollah: "Desarmamento é uma aniquilação e não podemos aceitá-lo"
- EUA e Irão terão alcançado acordo de princípio para reabertura do Estreito de Ormuz
- Acordo EUA-Irão não deverá ser assinado neste domingo, diz fonte dos EUA diz ao Axios
- Trump diz que "negociações estão a decorrer de forma construtiva" mas não quer "pressa porque o tempo está do lado" dos EUA
- Irão está "pronto para assegurar o mundo" de que não quer ter armas nucleares, garante Presidente
- Netanyahu reúne gabinete de segurança. Israelitas não abdicam de guerra para "reagir a todas as ameaças", incluindo o Hezbollah no Líbano
- Irão. Forças armadas garantem resposta "infernal" se voltarem a ser atacadas
- Mais detalhes do acordo. Militares dos EUA permanecem na região até haver acordo de paz definitivo
- Rússia confirma ter usado míssil com capacidade nuclear para atacar Ucrânia
- Marco Rubio volta a admitir "boas notícias" em breve, sobre estreito de Ormuz, mas "ainda há trabalho para fazer" nas negociações
- Ataque com mísseis e drones russos fazem pelo menos dois mortos e dezenas de feridos em Kiev
- Paquistão espera acolher “muito em breve” próxima ronda de negociações entre Irão e EUA
Histórico de atualizações
-
Bom dia, caro leitor!
Encerramos aqui este artigo em direto que foi utilizado para acompanhar as novidades sobre o conflito entre Irão, Israel e EUA, que pode estar perto de chegar a um acordo.
Se quiser, pode seguir para este liveblog (agora aberto) para seguir as notícias desta segunda-feira sobre o mesmo tema.
-
Trump espera que países árabes normalizem relações com Israel após acordo com Irão
Donald Trump disse este sábado aos líderes de vários países árabes e muçulmanos que espera que normalizem as relações com Israel caso os EUA alcancem um acordo com o Irão para pôr fim à guerra, segundo revelaram altos dirigentes norte-americanos à Axios.
Numa chamada telefónica no sábado, os líderes políticos de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Paquistão, Turquia, Egito, Jordânia e Bahrein terão demonstrado apoio ao acordo que está a ser negociado entre EUA e Irão. Trump manifestou a vontade de que os países deste grupo que ainda não fazem parte dos Acordos de Abraão assinem memorandos de paz com Israel.
-
Seguro condena “ataque massivo” da Federação Russa contra Kiev
O Presidente da República condenou hoje o “ataque massivo” da Federação Russa contra Kiev, solidarizando-se com o povo ucraniano, e reiterou o empenho de Portugal numa solução que garanta “paz justa, abrangente e duradoura”.
“Perante mais um brutal ataque da Federação Russa contra a Ucrânia, um dos maiores dos últimos tempos e que atingiu a sua capital, o Presidente António José Seguro solidariza-se com o Presidente Volodymyr Zelensky e com o povo ucraniano, condenando inequivocamente este ataque”, refere a nota publicada na página oficial da Presidência da República.
Nesta nota, o chefe de Estado reitera o apoio de Portugal à Ucrânia e considera que “qualquer ataque contra civis é inaceitável e representa uma violação do Direito Internacional Humanitário”.
“Em seu nome pessoal e no do povo português, o Presidente da República apresenta sentidas condolências às famílias das vítimas de mais este ataque. Expressa também o desejo e o empenho de Portugal em que se encontre uma solução que ponha rapidamente termo a esta guerra e garanta uma paz justa, abrangente e duradoura em linha com o direito internacional e que assegure o respeito pela soberania e integridade territorial da Ucrânia”, acrescenta Seguro.
-
Trump publica imagem de ogiva com mensagem enigmática: "Obrigado pela atenção dada a este assunto!"
O Presidente norte-americano publicou hoje uma imagem na Truth Social de uma aeronave com uma ogiva onde se pode ler: “Obrigado pela atenção dada a este assunto!”
A publicação surge numa altura em que a administração Trump tem sido alvo de críticas pelo acordo de princípio para o Estreito de Ormuz que foi alcançado com o Irão. Esta tarde, o Presidente dos EUA revela que o entendimento “nem sequer está totalmente negociado ainda”.
-
EUA acusam Hezbollah de querer mergulhar novamente Líbano no caos
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, acusou hoje o Hezbollah de querer “mergulhar o Líbano de volta no caos”, depois do líder do movimento islamita ter afirmado que o desarmamento é inaceitável.
Denunciando aquilo a que chama “uma campanha deliberada para desestabilizar o país e manter o poder”, Rubio afirmou em comunicado que o movimento pró-Irão “está ativamente a tentar mergulhar o Líbano de volta no caos e na destruição”.
-
Rubio: "Não se consegue resolver uma questão nuclear em 72 horas com um rascunho feito num guardanapo"
Marco Rubio rejeitou, em declarações ao The New York Times, que os EUA estejam a adiar um entendimento com o Irão, justificando com a complexidade da questão nuclear. “Não se consegue resolver uma questão nuclear em 72 horas com um rascunho feito num guardanapo.”
“Não estamos a adiar isto para mais tarde. As negociações nucleares são assuntos altamente técnicos. Portanto, neste momento, temos sete ou oito países na região que apoiam esta abordagem, e estamos preparados para avançar com ela”, acrescentou o secretário de Estado dos EUA.
-
Trump confirma que entendimento com o Irão não está fechado e garante que não faz "maus acordos"
Donald Trump acusou hoje os críticos do acordo de princípio entre EUA e Irão de desconhecerem as negociações e confirmou que o entendimento entre as partes ainda não está fechado. “Eu não faço maus acordos”, garantiu.
“Se eu chegar a um acordo com o Irão, será um acordo bom e adequado, não como o que Obama fez, que deu ao Irão enormes quantias de dinheiro e um caminho claro e aberto para a arma nuclear”, escreveu na Truth Social.
“O nosso acordo é exatamente o oposto, mas ninguém o viu nem sabe do que se trata. Nem sequer está totalmente negociado ainda. Por isso, não dêem ouvidos aos falhados, que criticam algo sobre o qual não sabem nada.”
-
Hezbollah quer ser incluído no acordo entre EUA e Irão que espera para breve
O Naim Qassem disse esperar que o acordo entre EUA e Irão fosse concluído em breve e incluísse o Hezbollah nos seus termos, segundo o The Times of Israel.
“Se Deus quiser, este acordo será finalizado e há sinais de que isso irá acontecer. Consequentemente, também nós seremos incluídos neste acordo — um acordo de cessação total das hostilidades”, afirmou este domingo o líder do Hezbollah.
-
EUA estarão relutante em aceitar descongelamento de ativos iranianos
O acordo para pôr termo à guerra entre Irão e Estados Unidos ainda não foi assinado e está preso por alguns detalhes. Segundo o The Guardian, a administração Trump está relutante em aceitar o descongelamento de ativos iranianos — uma das exigências dos negociadores do Irão.
-
Netanyahu afirma ter recebido garantia de Trump: "Irão não terá armas nucleares"
Depois de ter falado com Donald Trump, o primeiro-ministro israelita disse ter recebido a garantia de que não haverá um acordo com o Irão que deixe de fora a questão nuclear. “A minha política, tal como a do Presidente Trump, permanece inalterada: o Irão não terá armas nucleares.”
“O Presidente Trump e eu concordámos que qualquer acordo final com o Irão deve eliminar o perigo nuclear. Isso significa desmantelar as instalações de enriquecimento nuclear do Irão e retirar o [urânio] enriquecido do seu território”, escreveu Benjamin Netanyahu nas redes sociais.
I spoke last night with President @realDonaldTrump about the memorandum of understanding to reopen the Straits of Hormuz and the upcoming negotiations toward a final agreement on Iran’s nuclear program.
I expressed my deep appreciation to President Trump for his unwavering…
— Benjamin Netanyahu – בנימין נתניהו (@netanyahu) May 24, 2026
-
Presidente israelita denuncia “atos brutais” contra detidos
O Presidente israelita, Isaac Herzog, criticou hoje os “atos brutais” contra detidos em Israel por quem acredita que “não têm quaisquer direitos humanos”, após o ministro da Segurança Nacional ter divulgado imagens polémicas de humilhação a ativistas pró-Palestina.
Num discurso contundente, no qual também descreveu os colonos violentos na Cisjordânia ocupada como uma “multidão sem lei”, Herzog afirmou que “é proibido abusar dos detidos, por mais desprezíveis que sejam”, bem como “fazer justiça pelas próprias mãos”.
“Estamos expostos a atos brutais por um punhado de pessoas que acreditam que detidos, interrogados e suspeitos não têm direitos humanos”, disse Herzog, num discurso no qual também condenou a violência contra cristãos e muçulmanos.
O ministro israelita Itamar Ben-Gvir (extrema-direita) divulgou na semana passada um polémico vídeo que mostrava dezenas de ativistas da flotilha Global Sumud, detidos entre segunda e terça-feira em águas internacionais, com as mãos amarradas atrás das costas e com as cabeças no chão.
O vídeo provocou uma forte condenação internacional e levou o próprio primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a criticar estas ações.
-
Hezbollah: "Desarmamento é uma aniquilação e não podemos aceitá-lo"
Naim Qassem disse que o desarmamento do Hezbollah é inaceitável e corresponderia a uma “aniquilação” do grupo terroristra pró-Irão.
“O desarmamento significa privar o Líbano da sua capacidade defensiva e da capacidade da resistência e deste povo, abrindo caminho para a aniquilação”, disse o líder do Hezbollah num discurso na televisão. “O desarmamento é uma aniquilação e não podemos aceitá-lo.”
Naim Qassem disse que o monopólio estatal sobre o armamento exigido pelas autoridades libanesas “visa atingir a resistência e é um projeto israelita”, segundo o The Times of Israel.
-
EUA e Irão terão alcançado acordo de princípio para reabertura do Estreito de Ormuz
Um alto dirigente da administração Trump avançou ao The New York Times que os EUA e o Irão alcançaram acordo de princípio para a reabertura do Estreito de Ormuz.
Para que os EUA levantem o seu bloqueio à via marítima, o Irão terá concordado em entregar o seu urânio enriquecido, segundo a mesma fonte.
Segundo a CBS News, que também falou com uma fonte da administração Trump, existe um amplo compromisso de princípios entre as partes. Além disso, avança que os EUA também poderão aliviar as sanções económicas ao Irão como parte do entendimento.
Este princípio de entendimento ainda está sujeito à aprovação tanto do Presidente dos EUA como do líder supremo iraniano, algo que poderá ainda demorar vários dias, admitiu o dirigente norte-americano ao The New York Times.
-
Acordo EUA-Irão não deverá ser assinado neste domingo, diz fonte dos EUA diz ao Axios
Um eventual acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irão não deverá ser assinado ainda neste domingo, disse uma fonte diplomática dos EUA ao portal Axios, numa referência ao entendimento que se tem especulado nos últimos dias que poderia estar iminente.
Esta fonte norte-americana diz ao Axios que ainda há assuntos importantes sobre os quais não existe um consenso, designadamente alguns aspetos do texto final que são importantes para os EUA e para o Irão e sobre os quais as partes não estão de acordo.
-
Qualquer acordo final com Irão inclui a questão nuclear, garantiu Trump a Netanyahu
O Presidente dos EUA, Donald Trump, garantiu ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que qualquer acordo final com Teerão inclui o desmantelamento do programa nuclear iraniano e a transferência do stock de urânio para fora do país.
Durante uma chamada telefónica, realizada no sábado à noite, o Presidente norte-americano “deixou claro que se manteria firme nas negociações quanto à sua exigência de longa data de desmantelamento do programa nuclear iraniano e de retirada de todo o urânio enriquecido do território iraniano”, afirmou hoje uma fonte israelita que pediu para não ser identificada.
Além disso, Trump referiu que não assinará qualquer acordo final na ausência destas condições, indicou a fonte.
Ainda durante a conversa, Netanyahu referiu que o país manteria a sua liberdade de ação face às ameaças em todas as frentes, incluindo no Líbano, tendo o Presidente dos EUA reafirmado o seu apoio a este princípio, salientou.
Por seu lado, Netanyahu voltou a expressar a sua gratidão a Trump pelo seu compromisso, de longa data, em prol da segurança de Israel, acrescentou a fonte.
-
Trump diz que "negociações estão a decorrer de forma construtiva" mas não quer "pressa porque o tempo está do lado" dos EUA
As “negociações [com o Irão] estão a decorrer de forma ordeira e construtiva“, afirma Donald Trump, acrescentando que deu ordens aos seus representantes para não fazerem um “acordo à pressa” – até porque “o tempo está do lado” dos EUA.
Numa publicação na sua rede social, a Truth Social, Donald Trump começa por culpar Barack Obama e a sua “administração composta por amadores” pelo acordo que existia com o Irão, que deu ao país “um caminho aberto para desenvolver uma arma nuclear”.
Trump está, na opinião do próprio, a fazer “o oposto” e a promover negociações que estão a decorrer “de forma ordeira e construtiva”. “Ambos os lados têm de tomar o seu tempo e acertar – não pode haver aqui enganos!”, avisa Donald Trump.
“A nossa relação com o Irão está a tornar-se muito mais profissional e produtiva. Eles têm de compreender, no entanto, que não podem desenvolver ou tentar obter uma arma ou bomba nuclear“, afirma o Presidente dos EUA.
-
Israel lança novas ordens de evacuação de localidades no sul do Líbano
O exército de Israel ordenou a evacuação imediata de várias localidades no sul do Líbano, na iminência de novos ataques aéreos, instruindo os residentes a afastarem-se pelo menos mil metros das áreas visadas.
Entre as localidades mencionadas estão Kfar Sir, Sir al-Gharbiyyah, al-Zrariyah, Ansar, Mazra’at Kouthariyat, al-Riz e al-Khuraib. O aviso foi divulgado nas redes sociais por um porta-voz que escreve em árabe, justificando a operação com alegadas violações do cessar-fogo por parte do Hezbollah.
-
Irão está "pronto para assegurar o mundo" de que não quer ter armas nucleares, garante Presidente
O Irão está “pronto para assegurar o mundo” de que não pretende desenvolver armas nucleares, garantiu o Presidente do país, Masoud Pezeshkian, em declarações divulgadas pela agência estatal iraniana, citada pela BBC.
De acordo com a mesma fonte, o Presidente iraniano recordou que, ainda antes da morte do líder supremo, Ali Khamenei, Teerão já tinha declarado não procurar armamento nuclear, posição que garante manter atualmente.
Pezeshkian acrescentou que o Irão “não deseja instabilidade regional” e acusou Israel de ser o principal fator de desestabilização no Médio Oriente. Ainda assim, avisou que os negociadores iranianos não irão “comprometer a dignidade e a honra do país” nas conversações em curso com os EUA.
-
Netanyahu reúne gabinete de segurança. Israelitas não abdicam de guerra para "reagir a todas as ameaças", incluindo o Hezbollah no Líbano
O governo de Israel deverá promover, ainda neste domingo, uma reunião “limitada” do seu gabinete de segurança para analisar o esboço de um possível acordo entre os EUA e o Irão, segundo o The Times of Israel.
Acredita-se que o plano em discussão poderá incluir a cessação de hostilidades em várias frentes de guerra, incluindo a ofensiva israelita no Líbano, algo que poderá gerar forte resistência dentro do governo liderado por Benjamin Netanyahu. O dirigente tem defendido o desarmamento total do Hezbollah e mantém uma postura mais dura face ao grupo apoiado pelo Irão.
Apesar de um cessar-fogo ter sido mediado pelos EUA no mês passado, Israel tem continuado a realizar ataques no sul e no norte do Líbano, enquanto o Hezbollah mantém lançamentos de rockets e drones contra território israelita.
Segundo o The New York Times, um responsável israelita afirmou que Netanyahu discutiu o possível acordo diretamente com o presidente norte-americano Donald Trump numa chamada telefónica recente. O mesmo responsável descreveu o entendimento como uma fase inicial centrada na reabertura do Estreito de Ormuz, seguida de negociações mais amplas.
Israel terá deixado claro a Washington que não pretende ficar limitado na sua resposta a “todas as ameaças”, incluindo operações no Líbano. Ao mesmo tempo, segundo a imprensa norte-americana, Netanyahu preferiria retomar a pressão militar sobre o Irão para enfraquecer ainda mais as suas capacidades militares e infraestruturas.
Do lado iraniano, surgem indicações de que qualquer acordo com Washington terá de incluir também o fim da guerra em curso no Líbano como parte integrante do entendimento mais amplo.
-
Irão. Forças armadas garantem resposta "infernal" se voltarem a ser atacadas
A Guarda Revolucionária iraniana avisou que as suas forças irão responder com uma reação “devastadora e infernal” caso volte a ser alvo de ataques por parte dos EUA ou de Israel.
Numa mensagem divulgada pela televisão estatal Press TV, por ocasião do aniversário da libertação de Khorramshahr durante a guerra Irão-Iraque, o comando da Guarda Revolucionária afirmou que o país “voltou a sair vitorioso” e garantiu que as forças armadas iranianas se encontram no “mais elevado nível de prontidão”.
Segundo o comunicado, o Irão mantém capacidades de dissuasão ativas em várias frentes, incluindo sistemas de mísseis, forças aéreas, navais e terrestres, bem como nos domínios espacial e cibernético.
“Ainda que exista uma nova agressão do inimigo, a resposta será devastadora e infernal a nível regional e extrarregional”, acrescentou o comunicado.
As declarações surgem numa altura em que persistem informações contraditórias sobre a proximidade de um possível acordo entre Washington e Teerão. Enquanto Donald Trump afirmou que um entendimento está próximo, as autoridades iranianas continuam a apresentar várias condições antes de aceitarem qualquer acordo definitivo.