Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, caro leitor!

    Este artigo em direto que acompanhou a atualidade da política portuguesa no domingo foi encerrado. No entanto, pode continuar a ler as notícias (desta segunda-feira) neste liveblog agora aberto.

    PS prepara debate orçamental em jornadas parlamentares sobre crescimento e coesão

  • Alexandra Leitão: "O populismo moderado nunca será social-democrata. O PS tem de ser o que sempre foi"

    Alexandra Leitão recusa a aproximação do PS ao discurso da “extrema-direita” e defende que o partido se mantenha onde sempre esteve, isto é, no campo do “socialismo democrático”.

    “Há uma tendência nos partidos socialistas e sociais-democratas na Europa para alinhar o seu discurso com o que acha que — e efetivamente no atual ciclo — dá mais votos. Mas isso é a descaracterização dos partidos sociais-democratas. O populismo moderado nunca será social-democracia”, disse Alexandra Leitão no programa ‘O Princípio da Incerteza’, da CNN.

    “O PS tem de ser o que sempre foi na sua matriz: um partido social-democrata e de socialismo democrático. E manter-se firme. E tentar evitar que seja sempre a extrema-direita a definir a agenda”, defendeu a ex-candidata socialista à Câmara de Lisboa.

  • Alexandra Leitão critica comunicação social por ter usado designação 'frente de esquerda'

    A ex-candidata socialista à presidência da Câmara Municipal de Lisboa Alexandra Leitão criticou a comunicação social por, diz, ao longo da campanha se ter referido à coligação por si liderada por ‘frente de esquerda’.

    “O conceito de moderação e radicalismo hoje está totalmente enviesado. Durante toda a campanha em Lisboa, 99,9% de todos os órgãos de comunicação social chamavam à coligação PSD/CDS/IL ‘coligação’, ‘coligação alargada’ ou ‘aliança’. E 99,9% chamavam à coligação PS/BE/Livre/PAN ‘frente de esquerda’. O léxico diz tudo. Um era uma coligação alargada, outro era um exemplo de frentismo. Com todo o peso que a palavra ‘frentismo’ tem”, queixou-se Alexandra Leitão no programa ‘O Princípio da Incerteza’, da CNN.

  • Autárquicas: "PS teve resultados aquém" e PSD uma vitória "óbvia", diz Alexandra Leitão

    A socialista Alexandra Leitão reconheceu esta noite que o PS teve “resultados aquém” nas eleições autárquicas e que o PSD teve uma “vitória óbvia”.

    “É uma vitória óbvia do PSD, não permite discussão. Mais não seja por terem a presidência da Associação Nacional de Municípios e da Associação Nacional de Freguesias”, disse a candidata do PS à Câmara de Lisboa nas últimas autárquicas, no programa ‘O Princípio da Incerteza’, da CNN.

    “O PS não tem uma derrota tão grande porque acho que claramente mostra que a pujança na relação com os territórios se mantém. Reafirma a relação com o território”, disse Alexandra Leitão, considerando, ainda assim, que o resultado dos socialistas “ficou aquém”.

  • Mendonça Mendes: Há "mil milhões de euros que estão na dependência da caneta do ministro das Finanças, não estão no orçamento"

    As propostas do PS, em sede de especialidade no Orçamento do Estado, não porão em causa o equilíbrio das contas públicas.

    “Não será o PS a por em causa o equilíbrio das contas públicas e o saldo orçamental que o Governo apresenta”, apesar “do Governo ter vindo todos os anos a degradar o saldo orçamental. E este ano estamos no fio da navalha”. O PS não vai contribuir para o agravamento do saldo, garante António Mendonça Mendes, vice-presidente da bancada parlamentar do PS e antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, em entrevista à Antena1 e ao Jornal de Negócios.

    No entanto, em entrevista, Mendonça Mendes acredita que há um valor que não está no orçamento que dá margem ao Governo.

    “Os descontos em ISP que hoje estão em vigor valem mil milhões de euros. São mil milhões de euros que estão na dependência da caneta do ministro das Finanças, não estão no orçamento”, disse.

    “Ou o quadro da receita estimada no OE 2026 já prevê a reversão, total ou parcial, dos descontos de ISP, e o Governo não está a dizer tudo à Assembleia da República, nem aos portugueses. Ou então não está nos quadros de previsão da receita e então significa que podemos ter uma receita extraordinária no próximo ano”.

    Deixa ainda outra interrogação sobre a pressão de Bruxelas para que o desconto do ISP termine. “Muito provavelmente o que pode ter acontecido foi um compromisso do Governo com esta receita, para atingir as metas da despesa líquida primária”. E diz que o PS quer ver a correspondência entre Governo e Bruxelas sobre a matéria.

  • André Ventura triste com forma de saída de Mithá (que nem lhe ligou). "Fui eu que o segurei"

    André Ventura reagiu, neste domingo, na sua conta de Instagram a saída de Gabriel Mithá Ribeiro do Chega.

    “Não quero perder muito tempo com isto”, mas “fico triste e que me deixa triste, é uma tristeza pesada que sinto por alguém sair e dizer mal de todos. Dizer que eu sou um demónio, um narcisista, etc. só porque não teve lugar num governo sombra. Se eu o tivesse nomeado para o governo sombra eu já não era um demónio nem um narcisista nem o Chega era um partido caótico. Aí já podia ser ministro sombra do Chega”.

    André Ventura continua a mensagem a dizer que dá a ideia de que só estava à procura de tachos. “É isto que dá às pessoas a ideia de que muitos políticos só estão aqui por lugares, tachos e quando não têm vão-se embora e dizem mal de todos, inclusive dos que trabalharam com eles, e que andaram à volta deles em campanha a puxar por eles e pelo partido”.

    “Entristece-me muito. Não devemos estar assim na política. Neste caso talvez me pese um bocadinho mais porque fui eu que segurei o professor Gabriel Mithá Ribeiro, quando muitas das estruturas, inclusive a sua estrutura distrital, não queriam renovar como mandato de deputado, não o queriam manter na AR, a nível nacional muitos dirigentes também não. Eu fiz esta aposta nele, inclusivamente indiquei-o para a mesa da Assembleia da República. Ele foi representante na mesa do Chega”.

    E, diz ainda o líder do Chega, Mithá Ribeiro sai, sem lhe ter ligado.

    “Não faz sentido nenhum, entristece e magoa por sentirmos um tal volte-face na forma de pensar e uma quebra de confiança. Nem sequer uma chamada, a dizer vou sair por isto, isto, isto. É uma forma de estar na política que não interessa a ninguém, não interessa ao chega”, mas “não me desfoca do objetivo”.

    “Isto são obstáculos, que não vão mudar em nada a minha forma de fazer política”.

  • Carlos César confirma apoio do PS a Seguro, mas PS "não determina comportamento individual"

    Carlos César confirma a “votação expressiva” da proposta de resolução de José Luís Carneiro de apoio a António José Seguro nas Presidenciais.

    A votação não teve qualquer voto contra. Houve duas abstenções. “E todos os restantes membros votaram favoravelmente”.

    Isso quer dizer que o PS apresenta também uma ambição, de que as próximas eleições presidenciais “possam concorrer para a salvaguarda do estado democrático de direito, que não conduza a radicalismos ou indefinições perigosas, e nesse enquadramento e face às candidaturas que foram confirmadas e apresentadas a opção que pareceu mais ajustada ao PS é a de apoio ao candidato a António José Seguro”.

    Para o PS “o melhor é o dr. António José Seguro”, diz Carlos César, realçando que é o candidato que se apresentou às eleições.

    O PS “não determina o comportamento individual das pessoas”, o PS emite uma opinião mas cada um dos cidadãos atende ou não a esse posicionamento.

  • Comissão Nacional do PS registou "unanimemente" como "positiva" abstenção do PS no Orçamento

    Em relação ao Orçamento do Estado, que foi debatido na Comissão Nacional do PS, Carlos César diz ter sido “evidenciado o sentido de responsabilidade” socialista.

    “Toda a gente percebe que o PS não estará de acordo com muitas matérias que fazem parte deste OE, tem mesmo a convicção que as projeções, nomeadamente as de equilíbrio das contas públicas, são muito frágeis e não condizem com a opinião do Governo. Temos consciências que algumas áreas sociais, designadamente no domínio das pensões, não correspondem ao pensamento do PS, mas sabemos que o valor da estabilidade é importante, não estamos em alturas de derrubar governos por falta de orçamento, e é nisso que o PS uma vez mais se distingue e se quer distinguir uma vez mais no país”.

    O PS, para além das convicções, “aposta na estabilidade”. “E por isso a votação de abstenção no caso do OE foi aqui registada unanimemente como positiva e evidenciadora desse sentido responsável.”

  • Carlos César: "PS está a retomar a confiança, não só como partido de base local, como alternativa política de governo ao PSD"

    A Comissão Nacional do PS analisou os resultados autárquicos, assumindo o presidente do partido, Carlos César, à saída da reunião, que foi “uma boa votação” para o PS.

    “O PS está a retomar a confiança, não só como partido de base local, como alternativa política de governo ao PSD”, considerou em declarações às televisões.

    Para o PS, nas palavras de Carlos César, os resultados “permitem-nos um percurso de reanimação eleitoral que relança o PS como alternativa à AD. Não há nenhum partido da área socialista ou social-democrata em toda a Europa que tenha um número de votos correspondentes a 33% do eleitorado. E portanto é uma boa votação, sobretudo depois de há cinco meses termos tido um resultado menos agradável e que colocou o PS num plano claramente inferior. Valorizamos isso, sabemos que o PS está a retomar a confiança, não só como partido de base local, como alternativa política de governo ao PSD”.

  • Apoio a Seguro aprovado pela Comissão Nacional do PS

    A Comissão Nacional do PS aprovou hoje o apoio a António José Seguro nas eleições presidenciais, com duas abstenções e os restantes a favor, adiantou à Lusa fonte socialista.

    A proposta de apoio a António José Seguro foi apresentada pelo secretário-geral do Partido Socialista e pelo presidente do PS, José Luís Carneiro e Carlos César, respetivamente.

    Segundo a SIC Notícias, a proposta foi aprovada com duas abstenções. Não houve votos contra.

  • Tino de Rans recolhe assinaturas para candidatura à Presidência

    Vitorino Silva, mais conhecido como Tino de Rans, deverá apresentar a sua candidatura à Presidência da República, avança o Correio da Manhã.

    Estará a ser preparado o anúncio para 13 novembro, dia do jogo da seleção nacional com a Irlanda para o apuramento do Mundial2026.

    O nome da candidatura será “Portugal não está a ver o filme”.

  • Cotrim defende atualização da constituição e António Filipe opõe-se

    O candidato presidencial João Cotrim de Figueiredo defendeu hoje a simplificação e atualização da Constituição, ao contrário do também candidato António Filipe, durante um debate em Coimbra.

    É preciso simplificar a Constituição portuguesa, “uma das mais longas do mundo”, e atualizar o documento, afirmou João Cotrim de Figueiredo.

    Para o candidato, a Constituição, aprovada em 1976 e revista desde então, chega “a ser arrogante”, no sentido em que “continua a ter uma cláusula, que todas as Constituições têm, chamada ‘Os limites materiais de revisão’”. Esta cláusula impede a modificação de certas partes do documento, “mesmo que haja uma maioria de 100% de futuros deputados que queiram alterar”.

    Apesar de concordar que algumas dessas partes devam ser impossíveis de modificar, por serem “caracterizadoras e basilares do sistema” em que se escolheu viver, há 14 pontos incluídos, compondo assim “a cláusula de limites materiais de revisão constitucional mais longa de todo o mundo”.

    João Cotrim de Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal (IL), discursava no debate presidencial organizado pelo Conselho Nacional de Estudantes de Direito, no âmbito do Encontro Nacional de Estudantes de Direito (ENED), que decorreu em Coimbra.

    Questionado pelo moderador do debate se, como Presidente da República, com a possibilidade de na Assembleia haver uma aliança entre o PSD, o Chega e a IL, para formar os dois terços da revisão constitucional, Cotrim afirmou nunca se assustar “com maiorias que resultam do voto democrático”.

    “Independentemente dessa maioria que agora aritmeticamente é possível nesta legislatura, e incluindo um partido de que já fui presidente [a IL], e poderia ser outra maioria qualquer, se foi o povo que escolheu dar dois terços dos assentos da Assembleia a essa maioria, quem não respeitar isso é que não está a respeitar o jogo democrático”, disse.

    Por sua vez, António Filipe, também presente na ocasião, defendeu que “a Constituição não precisa ser revista, mas sim efetivamente cumprida”.

    “Quando as pessoas olham para o que está na Constituição e para as políticas públicas que temos, vemos que há um grande ‘deficit’ de cumprimento de direitos fundamentais”, salientou.

    E um Presidente da República “tem que ser uma voz ativa na exigência do cumprimento” da Constituição, garantiu o candidato apoiado pelo Partido Comunista Português (PCP).

    No seu entender, “é importante dar a conhecer a Constituição às pessoas, para que não seja preciso ir para [o curso de] Direito para ter uma noção sobre o funcionamento dos órgãos de soberania”.

  • António Filipe defende controlo nas rendas e Cotrim 700 mil novos fogos

    O candidato presidencial António Filipe defendeu hoje um controlo estatal nas rendas, num debate em que o concorrente a Belém João Cotrim de Figueiredo apontou como solução a construção de 700 mil fogos.

    O problema da habitação “não é para toda a gente. Quem tiver dois milhões de euros compra uma casa em Lisboa já hoje. O problema é que a esmagadora maioria das pessoas não tem dinheiro para comprar uma casa”, afirmou António Filipe.

    A chave para resolver a questão, disse o candidato apoiado pelo Partido Comunista Português (PCP), passa por “uma forte intervenção pública”, nomeadamente “na regulação do mercado de arrendamento, que limite a especulação do aumento das rendas de casa e que garanta alguma estabilidade no arrendamento”.

    Investimento direto do Estado na construção de habitação a custos acessíveis e uma supervisão estatal no mercado financeiro para limitar comissões bancárias, evitando “extorsões às famílias”, foram outras das soluções trazidas pelo candidato.

    António Filipe discursava no debate presidencial organizado pelo Conselho Nacional de Estudantes de Direito, no âmbito do Encontro Nacional de Estudantes de Direito (ENED), que decorreu esta manhã, em Coimbra.

    Também presente na ocasião, João Cotrim de Figueiredo defendeu que o problema da habitação está ligado, entre outros fatores, a questões de procura e oferta, sendo necessário construir entre 550 mil a 700 mil fogos novos, embora atualmente no país só sejam erguidas 20 mil casas por ano.

    O candidato, que conta com o apoio da Iniciativa Liberal (IL), acrescentou que, apesar de “muitas vezes se mencionar” estrangeiros ou o alojamento local como estando a aquecer o mercado, na realidade estes são “fatores irrisórios”.

    “Os estrangeiros que compraram casas em Portugal nos últimos 10 anos não devem chegar aos 100 mil e as licenças de alojamento local que hoje existem em Portugal são 92 mil”, disse.

    Portanto, os dois fatores juntos, “no parque habitacional português, que são cerca de seis milhões e 400 mil fogos”, são “uma gota de água”.

  • “Tem provas dadas ao serviço dos valores democráticos". Carneiro propõe apoio do PS a António José Seguro nas presidenciais

    José Luís Carneiro acaba de anunciar que propôs o apoio do PS a António José Seguro nas eleições presidenciais de janeiro de 2026.

    “Esta proposta tem a nossa assinatura, fundamentalmente propõe o apoio a António José Seguro como candidato a Presidente da República”, afirmou Carneiro ao lado do presidente do PS, Carlos César, na Comissão Nacional do PS, em Penafiel.

    “Esse apoio em nada poderá colocar em causa a liberdade dos dirigentes, dos militantes, dos simpatizantes que sempre tiveram e continuarão a ter respeito da parte de quem dirige o PS, pela sua liberdade de opção. No respeito por uma liberdade que se expressa e que se exprime”, ressalvou Carneiro.

    Sobre Seguro, o secretário-geral socialista diz que “tem provas dadas ao serviço dos valores democráticos e constitucionais.”

    “António José Seguro além de ter sidos secretário-geral dos jovens socialistas, foi secretário-geral do PS”, recorda, notando o percurso de Seguro como deputado, “estando na origem de uma das importantes reformas no Parlamento”, bem como enquanto ministro adjunto de António Guterres.

    Antes tinha afirmado que só o PS “determina o tempo político das suas decisões”, notando que a decisão do apoio de um candidato pelos socialistas só aconteceria depois das Autárquicas.

  • Carneiro aponta "falta de credibilidade" na proposta do orçamento

    “Há uma falta de credibilidade na proposta do Orçamento do Estado no que respeita ao equilíbrio orçamental”, acusa José Luís Carneiro em relação à proposta do Orçamento do Estado para 2026 apresentada pelo Governo.

    Destaca a “perda de rendimentos para as pensões mais baixas no decurso de 2026” e o défice da Administração Central, que “pode chegar aos 7 mil milhões de euros.

    “Apresentámos a nossa alternativa sem colocar em causa a proposta orçamental”, garante ainda o secretário-geral do PS.

  • “O PS afirmou-se como a única alternativa à Aliança Democrática”, diz Carneiro

    “O PS afirmou-se como a única alternativa à Aliança Democrática”, garante o secretário-geral do PS sobre o resultado das autárquicas.

    E acrescenta: “Sozinhos ganhámos 126 câmaras”, notando a diferença para o PSD, que diz ter ganho menos câmaras a solo.

  • Carneiro fala na Comissão Nacional do PS. É esperado anúncio de apoio a António José Seguro

    José Luís Carneiro fala agora na Comissão Nacional do PS, que decorre em Penafiel. Começa por falar sobre o resultado das Eleições Autárquicas do passado domingo. Destacou a vitória do partido em Coimbra, por exemplo.

    “Os portugueses podem contar com o PS nas autarquias para responder às suas dificuldades”, afirmou.

    É esperado o anúncio de apoio ao candidato presidencial António José Seguro

  • Marques Mendes promete campanha “positiva e moderada” e rejeita ataques pessoais

    O candidato presidencial Luís Marques Mendes afirmou que fará uma campanha “positiva e moderada”, sem recorrer “a ataques pessoais”, garantindo que manterá a identidade política e rejeitando qualquer mudança de perfil ou estratégia.

    “Não me vou descaracterizar, não vou andar a dizer mal de ninguém, não vou fazer campanhas pela negativa”, declarou o antigo líder do PSD, durante uma visita ao Festival Nacional de Gastronomia, onde anunciou a escolha do chef Rodrigo Castello como mandatário distrital de Santarém.

    Marques Mendes sublinhou que pretende “elevar o debate” e centrar a campanha nos problemas concretos dos portugueses.

    “Quero ajudar a resolver os problemas da habitação, da saúde, da segurança. O país está farto de política de insulto”, afirmou, garantindo que não responderá à “maledicênciaa com maledicência”.

    Marques Mendes disse afirmou que a sua campanha será feita “na rua, junto das pessoas”, valorizando o contacto “direto e a proximidade.”.

    Questionado sobre a candidatura de António José Seguro, que poderá ter o apoio do PS, o candidato reiterou que não mudará de estratégia.

    “Vou continuar a fazer a mesma campanha pela positiva, a tratar dos problemas concretos das pessoas. Quem se descaracteriza não é genuíno, e quem não é genuíno não tem a confiança dos portugueses”, declarou.

  • Aguiar-Branco vai assinalar 50 anos das autonomias regionais na Madeira

    O presidente da Assembleia da República inicia na segunda-feira uma visita de dois dias à Madeira, com um programa que inclui deslocações a instituições sociais e académicas e onde vai assinalar os 50 anos das autonomias regionais.

    José Pedro Aguiar-Branco será recebido com uma sessão solene de boas vindas na manhã de segunda-feira, no salão nobre da Assembleia Legislativa Regional da Madeira, onde proferirá uma intervenção ao cinquentenário da autonomia, que se celebra em 2026.

    Em fevereiro deste ano, na Horta, quando realizou uma visita aos Açores, José Pedro Aguiar-Branco defendeu que a constituição das autonomias políticas dos Açores e da Madeira não beneficiaram apenas as regiões autónomas, mas representaram também um “ganho para Portugal no seu todo”.

  • PS discute proposta do secretário-geral para apoiar António José Seguro

    A Comissão Nacional do PS vai debater hoje a proposta conjunta do secretário-geral e do presidente do partido para apoiar António José Seguro nas próximas eleições presidenciais, estando também na agenda a análise dos resultados das autárquicas.

    A reunião do órgão máximo do PS entre congressos está marcada para as 15:00, em Penafiel, distrito do Porto — onde vão decorrer as jornadas parlamentares do partido na segunda e terça-feira – e a intervenção inicial do líder socialista, José Luís Carneiro, será aberta à comunicação social.

    O ponto único da ordem de trabalhos é a análise da situação política, em concreto, o balanço das eleições autárquicas de domingo e as eleições presidenciais de janeiro do próximo ano.

1 de 2