Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, segunda-feira.

    Conselho Nacional do PSD reúne-se nesta terça-feira após vitória nas autárquicas

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Marques Mendes sublinha apoio de independentes à sua candidatura

    Marques Mendes salienta ainda a presença de Rui Moreira como mandatário da candidatura, símbolo de uma tendência que, argumenta, já se vinha a consolidar muito antes deste anúncio: a do apoio de independentes e forças apartidárias.

    Já no seio do partido, declara que é “um exagero” a notícia sobre o apoio de alguns “passistas” a António José Seguro. Mas reconhece que lhe agradaria o apoio de Pedro Passos Coelhos, a quem deixa vários elogios

  • "A política de imigração dos últimos anos foi uma calamidade", critica Marques Mendes

    Confrontado com a leitura do seu adversário a Belém, Gouveia e Melo, sobre a lei dos estrangeiros, Marques Mendes admite que há uma linha comum: a de que a imigração é necessário, dada a diminuição de população que Portugal enfrenta. No entanto, diz que é necessário “regulação e integração”.

    “Foi aquilo que não aconteceu nos últimos anos. A política dos últimos anos, da manifestação de interesse, agravada ainda por cima com a extinção do SEF, foi de facto uma calamidade”, criticou. Qualquer governo, defende, estaria a tomar medidas semelhantes para “regular” a situação da imigração em Portugal.

    O candidato utiliza a mesma expressão utilizada pelo Governo: “temos de ter portas abertas, mas não escancarada”. E deixa ainda “uma sugestão”: a colaboração com os PALOP nesta área.

  • Marques Mendes: "Do ponto de vista da substância, lei dos estrangeiros ficou melhor"

    Ainda em entrevista à CNN, Marques Mendes volta a olhar para a política nacional, mais precisamente para a aprovação da lei dos estrangeiros, com elogios ao processo “impecável do ponto de vista do funcionamento das instituições”. “Uma pessoa só pode aplaudir”, afirma. “Do ponto de vista da substância, eu acho que a lei ficou melhor [do que] na primeira versão”, avalia, considerando, ainda assim, que os objetivos do Governo ficam cumpridos com a segunda versão da lei — “o que me leva a concluir que o diálogo é sempre bom”.

    Já sobre a lei da nacionalidade, diz que espera ser possível a aprovação de uma lei de consenso alargado, com o PS e o Chega. Questionado sobre se a abordagem mais restritiva da imigração que o Governo está a adotar é uma tentativa de “secar o Chega”, o candidato a Belém nega. “Não me parece que as coisas nesta matéria tão sensível, importante e delicada possam ser vistas nessa perspetiva tática”, responde.

  • Marques Mendes sobre acidente da Glória: "Não pode haver impunidade, mas tem de haver clareza"

    Luís Marques Mendes defende que é preciso “aguardar o relatório definitivo” sobre o acidente no elevador da Glória. Questionado na CNN Portugal sobre o relatório preliminar publicado hoje, o candidato à Presidência da República declarou que é “preciso ter todas as cautelas”. “Em Portugal andamos sempre à espera de encontrar uma forma para rolar uma cabeça e muitas vezes faz sentido, mas devemos também ser prudentes”, elaborou.

    “Num acidente desta gravidade, não pode haver impunidade, tem de haver clareza e causas muito concretas”, acrescentou. Sobre o relatório definitivo, apontou que deve seguir três critérios: “ser muito rápido, muito claro nas causas e muito concreto nas recomendações”.

  • Seguro e passado com Costa: "Não há nenhum perdão a fazer"

    Na entrevista na SIC, António José Seguro é muito crítico do impasse que vive o país — “há tanto para fazer” — mas também à Europa que “está às voltas numa rotunda” e “não tem liderança”.

    “Precisamos de lideranças políticas”, diz o socialista que se candidata à Presidência da República.

    No final da entrevista, nas respostas a perguntas mais rápidas, Seguro diz que se for eleito continuará a viver nas Caldas da Rainha. É contra o serviço militar obrigatório. Também fala de Guterres, dizendo que “neste momento não é um político consensual”.

    Termina a dizer que não tem “nada a perdoar a António Costa “. “Tivemos divergência, aconteceu. Não procuro o futuro no avesso do passado. Está o problema resolvido. Não sou uma pessoa de rancores”.

    Continua a insistir, quando confrontado com as acusações de deslealdade que fez a Costa: “Não há nenhum perdão a fazer.” E deseja a Costa que seja “bem sucedido” como presidente do Conselho Europeu.

  • Seguro diz que "revisão constitucional não é uma prioridade"

    Seguro é também questionado sobre o que deve ser a conduta presidencial na altura da formação de um Governo e a nomeação de um primeiro-ministro. Aponta para o tempo antes da nomeação, garante que não será “um notário” mas recusa dar resposta que o “auto-limite” para futuro.

    “A estabilidade não é um fim em si mesmo mas é um instrumento relevantíssimo”, diz apenas sobre este assunto, mas também diz que “espera nunca vir a usar a bomba atómica”, ou seja, o poder de dissolver a Assembleia da República. “Não podemos ter estes ciclos eleitorais”, diz sobre os últimos anos de mini ciclos políticos, com várias legislativas num curto espaço de tempo.

    A propósito dos poderes presidenciais, Seguro diz que esta confortável com o que existe hoje e aproveita para dizer que “a revisão constitucional não é uma prioridade”. “Cumpre e serve neste momento”, diz.

  • Seguro teria promulgado lei dos estrangeiros. Recusa falar de burcas: "Não sou jogador parlamentar"

    Diz que Marcelo fez bem em enviar a lei dos estrangeiros para o Tribunal Constitucional e diz que “teria promulgado” a lei tal como acabou por fazer o atual Presidente da República.

    Já sobre a proibição da burca, aprovada na generalidade no Parlamento, Seguro esquiva-se a dizer qual a sua posição porque não quer “jogar o jogo partidário e parlamentar”: “O papel do Presidente é esperar que os decretos do Parlamento lhe cheguem”. Diz apenas que, se for Presidente, será “leal e fiel” à Constituição.

    Diz apenas que é “contra a subjugação das mulheres”, mas também é “pela segurança da sociedade”, criticando que se “estigmatize minorias”.

  • Seguro diz que será um "Presidente mais activo" e não um que "fala todos os dias para aparecer nos telejornais"

    Agora António José Seguro é confrontado com uma postura fora do sistema quando viveu dezenas de anos dentro do sistema, mas pede “justiça”: “Nunca pactuei com coisas que são erradas no sistema”. E exemplifica com o voto contra a lei de financiamento dos partidos em 2008.

    Sobre temas, Seguro diz que a demografia será “uma das suas causas”, defendendo também que a palavra do Presidente “não pode ser banalizada”.

    Na imigração, Seguro recusa ligá-la “a questões de segurança” e defende uma “perfil de economia” que não dependa tanto de mão de obra. Recusa, no entanto, aprofundar: “Eu não sou candidato a primeiro-ministro. O meu papel é de mobilizar todos os atores políticos com as suas propostas para caminhar na resolução de problemas mais estruturais”.

    Mas também diz que será “um Presidente muito mais activo, de forma discreta, para resolver os problemas, do que um Presidente que fala todos os dias para aparecer nos telejornais”.

  • Seguro garante que nunca se reuniu com líderes partidários: "A minha candidatura não nasce de uma combinata"

    Seguro critica Marcelo por prometer um “diagnóstico” sobre o estado da Saúde em Portugal e não o ter feito ainda. E o Governo por “haver partos no chão do hospital ou na via pública”. “não me resigno a isto”, diz para justificar a razão da sua candidatura.

    O socialista garante que “a política partidária” não é “coisa que o seduza” e que não reuniu com nenhum líder partidário: “A minha candidatura não nasce de uma combinata. A minha candidatura é genuína, nasceu de baixo para cima”.

  • "Se há pessoas que me apoiam e são mais de centro direita eu devo recusar?", questiona Seguro

    António José Seguro é agora confrontado com o apoio de elementos próximos de Passos Coelho, mas diz que tem tido “convites” para as pessoas que querem ouvir as suas “ideias”: “Não pergunto às pessoas de onde elas vêm”.

    “Não são almoços secretos, não tenho nada que esconder”, diz ainda que questione: “Se há pessoas que me apoiam e são mais de centro direita eu devo recusar?”

    Diz que a sua “candidatura está a incomodar” e “vai continuar”, mas ao mesmo tempo critica uma “cultura de trincheiras” no país.

  • Seguro: "Saí quando podia dividir e regresso agora para unir"

    Na mesma entrevista televisiva que dá a esta hora, Seguro ainda responde à resistência entre socialistas à sua candidatura presidencial, para dizer que “saiu do PS quando podia dividir e que regressa agora para unir”.

    O socialista diz que é “um homem livre”, “independente”: “Podia ficar sentadinho no meu sofá, gozar a praia da Foz do Arelho ou as minhas vinhas em Penamacor mas senti um apelo”.

    Volta a garantir que a sua candidatura”não é uma extensão de um partido”, repete estar “grato” pelo apoio do PS e remata: “Sinto-me uma pessoa abençoada”.

  • Seguro agradece apoio do PS, mas diz que é só mais um e que a sua candidatura "é suprapartidária"

    Neste momento, António José Seguro dá uma entrevista em directo à SIC onde garante ser uma “pessoa agregadora” que tem “uma vida de compromissos” e que tem capacidade de “mobilizar o país”.

    Mas o antigo líder socialista também fala no apoio que o PS oficializou este domingo à sua candidatura, revelando que ligou ao secretário-geral do partido, José Luís Carneiro, a “manifestar agradecimento”. “Mas o apoio soma-se a todos os apoios que desde há quatro meses se têm vindo a juntar à sua candidatura, sublinha garantindo: “Uma cosia é ter o apoio de um partido, outra coisa é ser candidato do partido e a minha candidatura é suprapartidária”.

    Ainda que tenha garantido estar “muito grato por um partido fundador da democracia portuguesa ter expressado o apoio” à sua candidatura, Seguro quer manter distância face ao universo socialista. Ainda assim, lembra que o PS na sua história deu apenas apoio a quatro candidatos presidenciais, enumerando-os: Mário Soares, Jorge Sampaio, Manuel Alegre e agora ele mesmo. “Distingue-me muito este apoio”, diz referindo que saiu do PS quando podia dividir e que regressa agora para unir”.

    Também recusa fixar um modelo em Belém, afirmando que não será um “Presidente com base nos anteriores presidentes porque este é um tempo novo, que precisa de um Presidente sensato, equilibrado, agregador, que sabe ouvir e mobilizar o país acima dos partidos políticos”.

  • Santos Silva mantém o que já disse sobre a falta de requisitos de Seguro para ser candidato presidencial

    Augusto Santos Silva mantém o que já disse sobre o candidato presidencial António José Seguro, mesmo depois do apoio formal aprovado pelo PS à sua candidatura.

    Santos Silva diz que candidatura de António José Seguro às presidenciais “não cumpre os requisitos mínimos”

    À margem das Jornadas Parlamentares do PS, o antigo presidente da Assembleia da República que chegou a ponderar uma candidatura a Belém diz encarar “com toda a naturalidade” ao apoio socialista a Seguro: “Não tenho nada a acrescentar sobre eleições presidenciais ao o que já disse”. E o que já disse foi que Seguro não cumpre “os requisitos mínimos de uma candidatura que possa ser apoiada pelo PS e por um vasto campo de forças democráticas. Porquê? Porque se fica pelas banalidades e nós precisamos de mais do que banalidades para Presidente da República.”

    Não acrescentou nem mais uma linha, afirmando apenas que é “natural um apoio do partido a um antigo secretário-geral”. Sobre se já tomou uma decisão disse apenas que sim: “Já tomei em devido tempo, não tenho nada a acrescentar.”

  • António José Seguro: o trunfo está no afastamento do PS?

    Na terra de ninguém, o candidato que une apoios improváveis. Distante do partido e apoiado pelos ‘passistas’, geriu a campanha com inteligência e pode conquistar votos à direita. E Rui Tavares avança? Ouça aqui o novo episódio de E o vencedor é… da Rádio Observador.

    António José Seguro: o trunfo está no afastamento do PS?

  • Líder do Chega diz que Amnistia Internacional é “feudo da esquerda” por críticas à proibição da burca

    O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que a Amnistia Internacional se tornou num “feudo da esquerda” na sequência das críticas da organização à intenção de proibir as mulheres de usarem burca em espaços públicos.

    “A Amnistia Internacional diz que está muito preocupada. A Amnistia Internacional não está preocupada com a corrupção que há no país, mas está preocupada com a proibição das burcas. Isto mostra uma coisa, mostra como estas instituições internacionais se tornaram feudos da esquerda, se tornaram património da esquerda”, afirmou.

  • Francisco César disponível para participar na campanha de António José Seguro, se for convidado

    O presidente do PS/Açores volta a declarar apoio total a Seguro e destaca unanimidade no partido no apoio ao antigo líder socialista na corrida a Belém. Ouça aqui o novo episódio de Explicador da Rádio Observador.

    Francisco César disponível para participar na campanha de António José Seguro, se for convidado

  • Presidenciais: Ventura critica posições de Gouveia e Melo sobre imigração e recusa comparar um imigrante a um português

    O candidato presidencial e líder do Chega, André Ventura, criticou hoje as posições de Gouveia e Melo sobre imigração, considerando que alguém que quer ser o próximo Presidente da República não pode equiparar um imigrante a um português.

    André Ventura comentou a entrevista do seu adversário à agência Lusa e disse que os portugueses têm “mesmo um gene especial” porque amam o seu país.

    “É isso que nos distingue. Não é a mesma coisa ser indiano ou marroquino ou paquistanês ou espanhol ou de outro sítio qualquer e chegar cá e estar cá durante cinco ou seis ou sete ou 10 anos. Não é o mesmo que ter nascido neste país, ser parte deste país, amar este país e ser parte desta cultura portuguesa”, defendeu.

  • Santos Silva diz que "maior maldade" do PS ao Governo é a abstenção no OE que o impede de continuar a "rapar o fundo ao tacho"

    Nas Jornadas Parlamentares do PS, em Penafiel, Augusto Santos Silva é um dos convidados no painel de debate sobre “serviços públicos e território” que aproveitou para falar na “maior maldade” que considera que o PS se prepara para fazer ao Governo, impedindo de continuar a “rapar o fundo do tacho bem recheado” deixado pelo PS.

    Para o antigo ministro e presidente da Assembleia da República, “o atual Governo tem sido especialista em degradar os serviços públicos” e isto porque tem olhado “apenas para os interesses conjunturais de alguns segmentos dos funcionários públicos” como eleitorado que “lhe escapava”. Por isso, continuou, usou “o excedente orçamental que recebeu para conquistar esses segmentos”.

    Uma prática que Santos Silva acredita que será agora travada. “A maior maldade que o grupo parlamentar do PS vai fazer ao Governo é mesmo abaster-se no Orçamento, impedindo-o de continuar a ser uma mera comissão eleitoral”. O socialista diz mesmo que o que o Governo fez foi ir “rapando o fundo do tacho que receberam bem recheado do ministro das Finanças Fernando Medina e dos seu predecessores”.

    Santos Silva foi muito críticos, nas várias intervenções à forma como o atual Governo se relaciona com os serviços públicos, argumentando que “não usa a política de qualificação dos funcionários públicos” para “aumentar a eficiência” dos serviços. Mas também foi especialmente crítico do processo de descentralização.

    Para Santos Silva, o processo de transferência de competências iniciado pelo Governo PS ficou parado no tempo deste Governo. “Não se avançou uma linha que fosse na descentralização, nenhuma nova competência foi dada às autarquias e nenhum passo foi dado para cumprir o programa de descentralização que foi aprovado pelos dois partidos”, disse recordando o acordo feito em 2018 entre o PS de António Costa e o PSD de Rui Rio.

  • Ventura avisa que Chega votará contra OE2026 se tiver de o fazer porque “não é igual ao PS”

    O presidente do Chega, André Ventura, avisou hoje o Governo que o partido votará contra a proposta de Orçamento do Estado para 2026 se considerar que tem de o fazer, porque “não é igual ao PS”.

    “Se os portugueses, no próximo ano, forem pagar mais de gasóleo ou de gasolina, se forem pagar mais quando vão às bombas de gasolina, este não é o nosso orçamento. Se os portugueses, quando olharem para o próximo orçamento, virem que continuamos a gastar na Segurança Social mais dinheiro em subsídios e em apoios a quem não trabalha do que a quem trabalha ou a quem trabalhou, este não é o nosso orçamento”, afirmou.

    André Ventura disse que também não o é se, “apesar de todas as maroscas que o Governo faz”, os jovens tiverem de “trabalhar o triplo ou o quádruplo do jovem europeu para ganhar alguma coisa de jeito” e tiverem de emigrar.

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