Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Gouveia e Melo diz que Seguro é "candidato nem-nem" e atira Soares contra o socialista

    Henrique Gouveia e Melo diz que falar de ter membros que foram próximos de Sócrates na sua equipa é “trazer a candidatura ao campo da pequena política”.

    O almirante diz que “Portugal está à procura de um líder e que Seguro não é um líder para os tempos modernos”, entrando ao ataque: “Mário Soares disse-o há uns anos: que era inseguro e que os seus eleitores não deviam confiar em si.”

    E continua: “Esteve onze anos fora da política e agora vem reciclar a sua carreira política. Esteve fora dos momentos difíceis e eu estive sempre presente, em Pedrógão, e na vacinação”.

    Gouveia e Melo diz que Seguro é um “candidato nem, nem”, depois de dizer que era “líder nem, nem”.

  • Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhara a cobertura do Observador sobre a política nacional e a greve geral de dia 11 de dezembro neste artigo em direto. Obrigado!

    “Candidatura de Catarina Martins não favorece a convergência”

  • As notas dos debates. Seguro, o "profissional da política", bateu aos pontos, Gouveia e Melo, o "profissional dos resultados"

    Num debate cheio de picardias entre Gouveia e Melo e António José Seguro, quer sobre o passado quer sobre os apoios políticos, o candidato que é apoiado (oficialmente) pelo PS saiu-se sempre melhor.

    As notas dos debates. Seguro, o “profissional da política”, bateu aos pontos, Gouveia e Melo, o “profissional dos resultados”

  • Seguro diz que "europeus não devem dormir em serviço" na procura da paz

    Ainda sobre a paz e o que fará se ela falhar. Seguro diz que o seu “desejo é que o cessar fogo conduza a uma paz duradoura e sólida, mas não deve fazer com que os europeus durmam em serviço”

    “Espero que nunca se chegue à situação de ter de declarar guerra”, declara..

  • NATO. "Só devemos fazer operações defensivas, não ofensivas", diz Gouveia e Melo

    O almirante insiste que a Europa não pode abdicar dos EUA na sua defesa. Diz ainda, que “a NATO é um coletivo defensivo, acho que só devemos fazer operações na perspetiva defensiva e não de uma perspetiva ofensiva”.

  • Seguro: "Não temos de dar cabo de nenhuma aliança, mas temos de depender mais de nós próprios"

    Seguro responde a almirante, para dizer que Portugal deve continuar a fazer parte da NATO, mas investindo também na autonomia estratégia da Europa.

    Lembra os documentos da administração americana “com ataques à Europa”: Não temos de dar cabo de nenhuma aliança, mas temos de depender mais de nós próprios, temos de comprar europeu”.

  • Gouveia e Melo: "Tenho uma diferença para Seguro: não sou europeísta, tenho um pé na Europa e outro no Atlântico"

    Gouveia e Melo diz que tem “uma diferença para Seguro: eu não sou europeísta, sou um pé na Europa e outro no Atlântico”. Sobre a Ucrânia, o almirante diz que se a Guerra da Ucrânia “for decidido negativamente para a Europa, nós estaremos muito perto de uma ameaça para a Europa e para a NATO”.

    Gouveia e Melo critica agora a compra de equipamento militar sem antes haver um planeamento, é como “comprar os materiais antes de ter os projetos de arquitetura e engenharia”, advertindo que isso acontece em Portugal.

  • Gouveia e Melo diz que "dados sobre processos" judiciais em "tempos de eleições" é "justiça de pelourinho"

    Sobre Justiça, Henrique Gouveia e Melo diz que “não podemos cair num sistema de vigilância alargado, descontrolado e que, de alguma forma retira confiança na justiça. A Justiça tem de ser transparente, equitativa para todos, tem de ser célere”

    O almirante diz que “em tempos de eleições” surgem dados sobre processos a decorrer sobre “determinados atores” não é bom para a justiça, já que “é uma justiça de pelourinho”.

    Sobre as declarações de Amadeu Guerra, Gouveia e Melo diz que “ao MP não basta de dizer que não há agendas, é preciso parecer que não tem agendas”.

  • Seguro volta a dizer que quer ter "conversa séria com o procurador-geral da República" se for Presidente

    Sobre Justiça, Seguro volta a dizer que “há situações que levantam dúvidas sobre o sistema de justiça” e que ela se deve “explicar e esclarecer”.

    Já sobre escutas diz não gostar de “devassa na praça pública”, mas recusa tirar “instrumentos” ao MP para “combater o crime”. “Lei precisam de ser cumpridas”, diz Seguro que fala em “violação das leis quando há devassa na praça pública”.

    Repete que chamará o Procurador, se for Presidente, para “ter conversa séria sobre procedimentos” do MP.

  • Seguro diz que Governo "desistiu da concertação social" e que vai reunir-se com PM semanalmente "e não é para tomar chá"

    Seguro diz-se um “defensor da concertação social” que é lá que se devem discutir questões salariais, mas diz não perceber porque Montenegro tinha “há uns meses um valor para o salário mínimo e agora, de um momento para o outro, apresenta outro valor”.

    “A política em Portugal tem de ser baseada em factos, evidências e estudos”, defende o socialista que considera que o Governo “desistiu da concertação social”. Diz que todas as quintas-feiras se reunirá com o primeiro-ministro e que “não é para tomar um chá”, defendendo uma “reunião de trabalho bem preparada” com as “grandes questões em cima da mesa”, como a economia, a saúde, a demografia e os jovens.

  • Gouveia e Melo diz que é "estranho" Governo falar em período eleitoral de "salário mínimo de 1600 euros"

    Gouveia e Melo diz que gostaria “mais de uma política de resultados”. Diz que o Governo “vem anunciar um salário mínimo de 1600 euros” e que “gostava de ver como chegamos lá”. Este anúncios “é muito estranho” em momentos de campanha eleitoral.

    O almirante diz que é preciso “diminuir os custos de contexto” e que isso é mais importante que a descida do IRC. Gouveia e Melo diz — sobre as alterações à legislação laboral — que é importante não quebrar a “coesão social” e provocar a desmotivação dos trabalhadores.

    Gouveia e Melo diz que “temos de renovar o Estado. O Estado está mal organizado. E o Presidente tem uma ferramenta muito importante que é a magistratura de influência e ajudar a uma maior governação”.

  • Seguro "satisfeito" com The Economist mas questiona razão de revisão laboral

    Seguro diz que fica “satisfeito” quando se elogia a economia portuguesa. Mas diz que um dos elogios é à “dinâmica do mercado de trabalho” e por isso questiona a revisão laboral proposta pelo Governo.

    “Precisamos de ter uma economia que perceba os tempos que estamos a viver”, diz defendendo um “plano nacional de aquisição e fusão de PME para que as empresas ganhem dimensão e os jovens não emigrem”.

  • Distinção da The Economist: "Traz esperana, mas temos economia muito dependente do turismo", diz almirante

    Agora o artigo da revista britânica The Economist, que distingue Portugal como “economia do ano”. Gouveia e Melo diz que “traz sempre alguma esperança”, mas critica uma “economia muito dependente do turismo neste momento”.

    “O turismo é muito conjuntural e isso pode fragilizar-nos imenso”, refere defendendo a “diversificação da economia e a reindustrialização do país”. Para isto defende uma “economia com coesão”.

  • Almirante diz que Seguro "nem o pleno do PS representa". Ex-líder socialista contra-ataca: "Era apartidário e agora representa o PS?"

    Gouveia e Melo diz que Seguro “nem o pleno do PS representa”. Seguro diz que o almirante “que se dizia apartidário, agora diz que representa o PS”.

  • "CDS, Chega, PSD. Todos juntos. É isso que o senhor representa, esse campo político", mais um tiro ao almirante

    Seguro diz que quando ouve Gouveia e Melo lhe pareceu Catarina Martins, dizendo que o almirante usa os mesmo argumentos que a antiga líder do BE no debate com o socialista.

    Atira novamente a Gouveia e melo, agora pela independência, referindo os encontros que o almirante teve com Nuno Melo, depois com André Ventura e ainda a escolha do mandatário nacional Rui Rio: “CDS, Chega, PSD. Todos juntos. É isso que o senhor representa, esse campo político”.

  • Almirante diz que Seguro é "líder para a estagnação". Seguro riposta: "Disseram-lhe para vir cá dizer isso?"

    Gouveia e Melo diz que Seguro utiliza “argumentos de pequena polítca”. E Seguro riposta: “Desculpe, porque é de pequena política?” O almirante diz que “na realidade” também “viveu do seu salário” e foi “sempre um líder respeitado, pelos vistos os seus parceiros não o respeitaram como líder”.

    O almirante diz que “tem competências para o cargo porque negociou operações complexas com diversos países”. Seguro volta a interromper e diz que, mesmo durante a troika, “defendeu sempre o interesse nacional”. “Tive sempre presente em momentos importantes. Liderar em democracia não é dar ordens, é promover consensos.”

    Henrique Gouveia e Melo acusa Seguro de “ser um líder para a estagnação”. E Seguro responde: “Disseram-lhe para vir cá para dizer isso? Diga porquê. Está a atirar slogans para o ar.”

    O almirante acusa Seguro de “se abster num orçamento de Estado com leis que tinha normas inconstitucionais”. Seguro interrompe: “O OE é uma lei. Está a ver? Não está preparado”.

    Henrique Gouveia e Melo acusa o adversário de estar a pegar “no promenorzinho”.

  • Seguro em novo ataque ao almirante: "Liderar em democracia não é dar ordens, é fazer alianças"

    Seguro diz que foi líder num “período difícil” e que defendeu “sempre o interesse nacional”: Tenho experiência em momentos calmos e de grande agitação”.

    “Liderar em democracia não é dar ordens, é fazer alianças”, diz mais uma vez Seguro tentando atingir o almirante.

  • Gouveia e Melo: "Eu não sou um profissional da política, sou um profissional dos resultados"

    Gouveia e Melo diz que é “um cidadão e quem vai avaliar a qualificação para Presidente são os meus concidadãos. Estive presente, apresentei resultados. Eu não sou um profissional da política, sou um profissional dos resultados”.

  • Seguro para almirante: "Votar em si é uma aventura, é um tiro no desconhecido"

    Seguro é confrontado com as críticas que tem feito ao adversário e diz que vive do seu trabalho, que vive “do risco de empreender”. “Não sou um dependente da políticas”, diz.

    Nega ter dito que o almirante não tinha o direito de se candidatar, mas ataca a experiência. “Não vai para Belém dar ordens aos partidos. Que experiência tem de diálogo com os partidos e o Governo?”, questiona.

    E critica o almirante por ter apresentado a candidatura na última semana das legislativas: “Nem o tempo do Presidente o senhor sabe qual é”. “Votar em si é uma aventura, é um tiro no desconhecido”, refere ainda.

  • Seguro acusa Gouveia e Melo de "humilhar militares", almirante diz que Seguro não pode ser comandante supremo

    António José Seguro diz que a “grande diferença” entre os dois” é que não utiliza o poder para humilhar os seus subordinados” – sobre o caso NRP Mondego. E diz que isso o “desqualifica” para o cargo. E pergunta: “Qual é o seu pensamento político?”

    Gouveia e Melo diz que o comentário de Seguro sobre o NRP Mondego é “que o desqualifica para ser comandante supremo das Forças Armadas”. E diz que “os revoltosos publicitaram a revolta e politizaram a revoilta”.

    Seguro diz que o “comportamento do almirante não respeitou a dignidade humana. Levou as televisões. Um dos princípios dos direitos humanos é o direito à defesa”.

    Henrique Gouveia e Melo diz que isso só prova que Seguro não tem direito.

    Seguro riposta: “Dê-me o exemplo de outro líder militar que o tenha feito”.

    Gouveia e Melo diz que se adapta às condições e às missões e que teve “de lidar com uma grande desorganização e uma estrutura muito aberta” e “num processo que era muito político também”.

1 de 4