Momentos-chave
- Seguro volta a dizer que quer ter "conversa séria com o procurador-geral da República" se for Presidente
- Seguro diz que Governo "desistiu da concertação social" e que vai reunir-se com PM semanalmente "e não é para tomar chá"
- "CDS, Chega, PSD. Todos juntos. É isso que o senhor representa, esse campo político", mais um tiro ao almirante
- Seguro em novo ataque ao almirante: "Liderar em democracia não é dar ordens, é fazer alianças"
- Seguro para almirante: "Votar em si é uma aventura, é um tiro no desconhecido"
- Seguro diz que país "precisa de Presidente com experiência política, que não venha ao improviso e a aprender no cargo"
- Ministra da Saúde espera que Carlos Alexandre inicie funções ainda este ano
- Montenegro frisa ausência de problemas com comunidade moçambicana e apela a que venham “com regras”
- Montenegro liga reconhecimento internacional da economia à dinamização do mercado laboral
- Operação Influencer. Amadeu Guerra diz não ter "agendas" e recusa que Ministério Público "lance escutas ou provas"
- Averiguação preventiva a Montenegro. Decisão estará para breve, antecipa PGR, dizendo que documentos tardaram a ser entregues
- Mendes: "O que tenho criticado no MP não tem a ver com este PGR”
- Mendes: "Um Governo com um Orçamento chumbado, é um Governo fragilizado"
- Mendes garante que “se Chega quiser tomar posse, tem de cumprir a Constituição em vigor"
- Mendes admite "opinião diferente" de mandatário Dino d’Santiago sobre mudança do hino
- Marques Mendes: "Só a título excecionalíssimo vetarei um ministro"
- Apoio de Miguel Albuquerque: "Se o próprio pediu para ser ouvido e não é ouvido, é uma coisa estranhíssima"
- Mendes: "Se houver qualquer questão de conflito de interesses, di-lo-ei com toda a clareza"
- Mendes sobre trabalho em Angola: "Não estava a trabalhar com a Sonangol, nunca trabalhei nem pessoalmente, nem como advogado"
- Marques Mendes em entrevista ao Observador às 9h
- Portugal tem atualmente mais de 800 militares em missão no estrangeiro
- Chefe das Forças Armadas diz que Portugal precisa de mais oito mil militares
- Daniel Chapo lembra que CPLP implica “harmonia” e “livre circulação de pessoas"
- Portugal e Moçambique assinam hoje cerca de duas dezenas de acordos na VI cimeira bilateral
Histórico de atualizações
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Gouveia e Melo diz que Seguro é "candidato nem-nem" e atira Soares contra o socialista
Henrique Gouveia e Melo diz que falar de ter membros que foram próximos de Sócrates na sua equipa é “trazer a candidatura ao campo da pequena política”.
O almirante diz que “Portugal está à procura de um líder e que Seguro não é um líder para os tempos modernos”, entrando ao ataque: “Mário Soares disse-o há uns anos: que era inseguro e que os seus eleitores não deviam confiar em si.”
E continua: “Esteve onze anos fora da política e agora vem reciclar a sua carreira política. Esteve fora dos momentos difíceis e eu estive sempre presente, em Pedrógão, e na vacinação”.
Gouveia e Melo diz que Seguro é um “candidato nem, nem”, depois de dizer que era “líder nem, nem”.
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Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhara a cobertura do Observador sobre a política nacional e a greve geral de dia 11 de dezembro neste artigo em direto. Obrigado!
“Candidatura de Catarina Martins não favorece a convergência”
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As notas dos debates. Seguro, o "profissional da política", bateu aos pontos, Gouveia e Melo, o "profissional dos resultados"
Num debate cheio de picardias entre Gouveia e Melo e António José Seguro, quer sobre o passado quer sobre os apoios políticos, o candidato que é apoiado (oficialmente) pelo PS saiu-se sempre melhor.
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Seguro diz que "europeus não devem dormir em serviço" na procura da paz
Ainda sobre a paz e o que fará se ela falhar. Seguro diz que o seu “desejo é que o cessar fogo conduza a uma paz duradoura e sólida, mas não deve fazer com que os europeus durmam em serviço”
“Espero que nunca se chegue à situação de ter de declarar guerra”, declara..
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NATO. "Só devemos fazer operações defensivas, não ofensivas", diz Gouveia e Melo
O almirante insiste que a Europa não pode abdicar dos EUA na sua defesa. Diz ainda, que “a NATO é um coletivo defensivo, acho que só devemos fazer operações na perspetiva defensiva e não de uma perspetiva ofensiva”.
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Seguro: "Não temos de dar cabo de nenhuma aliança, mas temos de depender mais de nós próprios"
Seguro responde a almirante, para dizer que Portugal deve continuar a fazer parte da NATO, mas investindo também na autonomia estratégia da Europa.
Lembra os documentos da administração americana “com ataques à Europa”: Não temos de dar cabo de nenhuma aliança, mas temos de depender mais de nós próprios, temos de comprar europeu”.
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Gouveia e Melo: "Tenho uma diferença para Seguro: não sou europeísta, tenho um pé na Europa e outro no Atlântico"
Gouveia e Melo diz que tem “uma diferença para Seguro: eu não sou europeísta, sou um pé na Europa e outro no Atlântico”. Sobre a Ucrânia, o almirante diz que se a Guerra da Ucrânia “for decidido negativamente para a Europa, nós estaremos muito perto de uma ameaça para a Europa e para a NATO”.
Gouveia e Melo critica agora a compra de equipamento militar sem antes haver um planeamento, é como “comprar os materiais antes de ter os projetos de arquitetura e engenharia”, advertindo que isso acontece em Portugal.
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Gouveia e Melo diz que "dados sobre processos" judiciais em "tempos de eleições" é "justiça de pelourinho"
Sobre Justiça, Henrique Gouveia e Melo diz que “não podemos cair num sistema de vigilância alargado, descontrolado e que, de alguma forma retira confiança na justiça. A Justiça tem de ser transparente, equitativa para todos, tem de ser célere”
O almirante diz que “em tempos de eleições” surgem dados sobre processos a decorrer sobre “determinados atores” não é bom para a justiça, já que “é uma justiça de pelourinho”.
Sobre as declarações de Amadeu Guerra, Gouveia e Melo diz que “ao MP não basta de dizer que não há agendas, é preciso parecer que não tem agendas”.
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Seguro volta a dizer que quer ter "conversa séria com o procurador-geral da República" se for Presidente
Sobre Justiça, Seguro volta a dizer que “há situações que levantam dúvidas sobre o sistema de justiça” e que ela se deve “explicar e esclarecer”.
Já sobre escutas diz não gostar de “devassa na praça pública”, mas recusa tirar “instrumentos” ao MP para “combater o crime”. “Lei precisam de ser cumpridas”, diz Seguro que fala em “violação das leis quando há devassa na praça pública”.
Repete que chamará o Procurador, se for Presidente, para “ter conversa séria sobre procedimentos” do MP.
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Seguro diz que Governo "desistiu da concertação social" e que vai reunir-se com PM semanalmente "e não é para tomar chá"
Seguro diz-se um “defensor da concertação social” que é lá que se devem discutir questões salariais, mas diz não perceber porque Montenegro tinha “há uns meses um valor para o salário mínimo e agora, de um momento para o outro, apresenta outro valor”.
“A política em Portugal tem de ser baseada em factos, evidências e estudos”, defende o socialista que considera que o Governo “desistiu da concertação social”. Diz que todas as quintas-feiras se reunirá com o primeiro-ministro e que “não é para tomar um chá”, defendendo uma “reunião de trabalho bem preparada” com as “grandes questões em cima da mesa”, como a economia, a saúde, a demografia e os jovens.
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Gouveia e Melo diz que é "estranho" Governo falar em período eleitoral de "salário mínimo de 1600 euros"
Gouveia e Melo diz que gostaria “mais de uma política de resultados”. Diz que o Governo “vem anunciar um salário mínimo de 1600 euros” e que “gostava de ver como chegamos lá”. Este anúncios “é muito estranho” em momentos de campanha eleitoral.
O almirante diz que é preciso “diminuir os custos de contexto” e que isso é mais importante que a descida do IRC. Gouveia e Melo diz — sobre as alterações à legislação laboral — que é importante não quebrar a “coesão social” e provocar a desmotivação dos trabalhadores.
Gouveia e Melo diz que “temos de renovar o Estado. O Estado está mal organizado. E o Presidente tem uma ferramenta muito importante que é a magistratura de influência e ajudar a uma maior governação”.
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Seguro "satisfeito" com The Economist mas questiona razão de revisão laboral
Seguro diz que fica “satisfeito” quando se elogia a economia portuguesa. Mas diz que um dos elogios é à “dinâmica do mercado de trabalho” e por isso questiona a revisão laboral proposta pelo Governo.
“Precisamos de ter uma economia que perceba os tempos que estamos a viver”, diz defendendo um “plano nacional de aquisição e fusão de PME para que as empresas ganhem dimensão e os jovens não emigrem”.
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Distinção da The Economist: "Traz esperana, mas temos economia muito dependente do turismo", diz almirante
Agora o artigo da revista britânica The Economist, que distingue Portugal como “economia do ano”. Gouveia e Melo diz que “traz sempre alguma esperança”, mas critica uma “economia muito dependente do turismo neste momento”.
“O turismo é muito conjuntural e isso pode fragilizar-nos imenso”, refere defendendo a “diversificação da economia e a reindustrialização do país”. Para isto defende uma “economia com coesão”.
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Almirante diz que Seguro "nem o pleno do PS representa". Ex-líder socialista contra-ataca: "Era apartidário e agora representa o PS?"
Gouveia e Melo diz que Seguro “nem o pleno do PS representa”. Seguro diz que o almirante “que se dizia apartidário, agora diz que representa o PS”.
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"CDS, Chega, PSD. Todos juntos. É isso que o senhor representa, esse campo político", mais um tiro ao almirante
Seguro diz que quando ouve Gouveia e Melo lhe pareceu Catarina Martins, dizendo que o almirante usa os mesmo argumentos que a antiga líder do BE no debate com o socialista.
Atira novamente a Gouveia e melo, agora pela independência, referindo os encontros que o almirante teve com Nuno Melo, depois com André Ventura e ainda a escolha do mandatário nacional Rui Rio: “CDS, Chega, PSD. Todos juntos. É isso que o senhor representa, esse campo político”.
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Almirante diz que Seguro é "líder para a estagnação". Seguro riposta: "Disseram-lhe para vir cá dizer isso?"
Gouveia e Melo diz que Seguro utiliza “argumentos de pequena polítca”. E Seguro riposta: “Desculpe, porque é de pequena política?” O almirante diz que “na realidade” também “viveu do seu salário” e foi “sempre um líder respeitado, pelos vistos os seus parceiros não o respeitaram como líder”.
O almirante diz que “tem competências para o cargo porque negociou operações complexas com diversos países”. Seguro volta a interromper e diz que, mesmo durante a troika, “defendeu sempre o interesse nacional”. “Tive sempre presente em momentos importantes. Liderar em democracia não é dar ordens, é promover consensos.”
Henrique Gouveia e Melo acusa Seguro de “ser um líder para a estagnação”. E Seguro responde: “Disseram-lhe para vir cá para dizer isso? Diga porquê. Está a atirar slogans para o ar.”
O almirante acusa Seguro de “se abster num orçamento de Estado com leis que tinha normas inconstitucionais”. Seguro interrompe: “O OE é uma lei. Está a ver? Não está preparado”.
Henrique Gouveia e Melo acusa o adversário de estar a pegar “no promenorzinho”.
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Seguro em novo ataque ao almirante: "Liderar em democracia não é dar ordens, é fazer alianças"
Seguro diz que foi líder num “período difícil” e que defendeu “sempre o interesse nacional”: Tenho experiência em momentos calmos e de grande agitação”.
“Liderar em democracia não é dar ordens, é fazer alianças”, diz mais uma vez Seguro tentando atingir o almirante.
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Gouveia e Melo: "Eu não sou um profissional da política, sou um profissional dos resultados"
Gouveia e Melo diz que é “um cidadão e quem vai avaliar a qualificação para Presidente são os meus concidadãos. Estive presente, apresentei resultados. Eu não sou um profissional da política, sou um profissional dos resultados”.
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Seguro para almirante: "Votar em si é uma aventura, é um tiro no desconhecido"
Seguro é confrontado com as críticas que tem feito ao adversário e diz que vive do seu trabalho, que vive “do risco de empreender”. “Não sou um dependente da políticas”, diz.
Nega ter dito que o almirante não tinha o direito de se candidatar, mas ataca a experiência. “Não vai para Belém dar ordens aos partidos. Que experiência tem de diálogo com os partidos e o Governo?”, questiona.
E critica o almirante por ter apresentado a candidatura na última semana das legislativas: “Nem o tempo do Presidente o senhor sabe qual é”. “Votar em si é uma aventura, é um tiro no desconhecido”, refere ainda.
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Seguro acusa Gouveia e Melo de "humilhar militares", almirante diz que Seguro não pode ser comandante supremo
António José Seguro diz que a “grande diferença” entre os dois” é que não utiliza o poder para humilhar os seus subordinados” – sobre o caso NRP Mondego. E diz que isso o “desqualifica” para o cargo. E pergunta: “Qual é o seu pensamento político?”
Gouveia e Melo diz que o comentário de Seguro sobre o NRP Mondego é “que o desqualifica para ser comandante supremo das Forças Armadas”. E diz que “os revoltosos publicitaram a revolta e politizaram a revoilta”.
Seguro diz que o “comportamento do almirante não respeitou a dignidade humana. Levou as televisões. Um dos princípios dos direitos humanos é o direito à defesa”.
Henrique Gouveia e Melo diz que isso só prova que Seguro não tem direito.
Seguro riposta: “Dê-me o exemplo de outro líder militar que o tenha feito”.
Gouveia e Melo diz que se adapta às condições e às missões e que teve “de lidar com uma grande desorganização e uma estrutura muito aberta” e “num processo que era muito político também”.