Momentos-chave
- Witkoff está "muito otimista" e "esperançoso" quanto à possibilidade de alcançar um acordo de paz final para Gaza
- Meloni apoia, também, plano "ambicioso" de Trump para Gaza e apela ao fim das hostilidade
- Reino Unido "apoia firmemente" os esforços de Donald Trump para Gaza
- "Sinais de esperança". Portugal manifesta apoio ao plano de Trump para fim da guerra em Gaza
- “O plano de Trump oferece uma esperança real para a libertação dos reféns e para o fim da guerra”, diz Presidente de Israel
- Autoridade Palestiniana reitera compromisso em trabalhar com EUA para chegar a um acordo que inclua "paz justa" e "solução de dois Estados"
- Países islâmicos e árabes saúdam plano de Trump para colocar fim ao conflito em Gaza
- Macron elogia plano, diz que "Hamas não tem escolha" e sublinha importância da solução de dois Estados
- Qatar confirma que Netanyhu pediu desculpa em telefonema
- Tony Blair diz que plano é "a melhor hipótese" para o fim da guerra e agradece a Trump
- Negociadores do Hamas dizem que vão olhar para proposta "de boa fé"
- Líder do Hamas diz que plano se "inclina" para a posição israelita. Grupo pode querer exigir reconhecimento de Estado da Palestina
- Oposição israelita aplaude plano (e Trump)
- Hamas diz ainda não ter recebido plano
- Netanyahu agradece a Witkoff e ao genro de Trump pelo "trabalho incansável para aproximar Israel e a região"
- Netanyahu diz que está a dar oportunidade de fazer tudo de forma "pacífica"
- Primeiro-ministro de Israel diz que plano dos EUA para Gaza está alinhado com o de Telavive
- Trump "é o melhor amigo que Israel já teve", diz Netanyahu, confirmando que apoia o plano apresentado para Gaza
- Familiares dos reféns falam em acordo "histórico"
- Conversa entre Netanyahu e primeiro-ministro do Qatar foi "muito sincera", garante Trump
- Trump: "Desafio os palestinianos a assumirem a responsabilidade pelo seu destino"
- "Netanyahu é um guerreiro e Israel tem sorte em tê-lo", diz Trump
- Trump confirma que Tony Blair faz parte do "Conselho da Paz" da Casa Branca
- Se Hamas rejeitar a proposta dos EUA, Israel teria o apoio de Trump para "terminar o trabalho de destruir a ameaça" do grupo
- "Estamos muito perto" de um cessar-fogo em Gaza, garante Trump
- Trump vai liderar comité de transição em Gaza
- Começou a conferência de imprensa de Trump e Netanyahu na Casa Branca
- Qatar acolheu com "satisfação" o pedido de desculpa de Netanyahu, que prometeu não voltar a realizar qualquer ataque ao país
- Jornalistas esperam pelo início da conferência de imprensa conjunta entre Trump e Netanyahu
- Hamas rejeita parte das propostas de paz que têm sido faladas nos últimos dias e critica papel de Tony Blair
- Ministro da Segurança de Israel diz que ataque ao Qatar foi "importante, justo e moralmente inegável"
- Israelitas protestam em Telavive e pedem para Trump pressionar Netanyahu a aceitar proposta de cessar-fogo
- Navio em chamas no Golfo de Aden após ataque atribuído a houthis
- A partir da Casa Branca, Netanyahu ligou ao primeiro-ministro do Qatar a pedir desculpa pelo ataque a Doha
- Delegação do Qatar esperada na Casa Branca esta segunda-feira
- Trump falou com emir do Qatar antes da reunião com Netanyahu
- Os 21 pontos da proposta que Trump leva para a reunião com Netanyahu para acabar com a guerra em Gaza
- Trump garante que está "muito confiante" sobre alcançar a paz em Gaza
- Trump recebe Netanyahu na Casa Branca
- Dois mortos e um ferido em ataques israelitas no Líbano
- Turquia resgata um dos barcos da flotilha humanitária que segue para Gaza
- Netanyahu já chegou a Washington para se reunir com Trump
- Casa Branca afirma que acordo para a guerra em Gaza está próximo, mas depende de compromissos mútuos
- Netanyahu segue para Washington para reunião na Casa Branca
- Ataque de drones faz um morto no Líbano
- Instalação artística em praia israelita mostra Trump e Netanyahu com nariz grande
- UNRWA pede um cessar-fogo imediato para permitir a entrada de ajuda humanitária em Gaza
- Bancos de sangue em Gaza enfrentam possível "encerramento total" devido aos ataques
- Número de mortos no último dia em Gaza sobe para 50
- Gantz oferece apoio ao plano de Trump para Gaza: "Mais vale tarde do que nunca"
- Número de mortos em Gaza sobe para 23
- Houthis reivindicam ataque com mísseis hipersónicos contra Israel
- Presidente de Israel elogia plano "revolucionário" de Trump para acabar com a guerra em Gaza
- Nove mortos em ataque israelita a Gaza durante a noite
- Irão afirma ter matado homem acusado de espionagem a favor de Israel
- Fórum das Famílias dos Reféns enviam carta a Trump antes de reunião com Netanyahu
Histórico de atualizações
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Witkoff está "muito otimista" e "esperançoso" quanto à possibilidade de alcançar um acordo de paz final para Gaza
O enviado especial dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Steve Witkoff, afirmou estar “muito otimista” e “esperançoso” quanto à possibilidade de alcançar um acordo de paz final entre Israel e o Hamas, destacando o “amplo apoio” e o “compromisso” dos países árabes do Golfo e da Europa.
“Temos muito apoio para o plano, muito compromisso. Há detalhes a resolver? Sim, mas conhecemos o Presidente Trump e a sua determinação vai levar todos a avançar. Acredito que chegaremos à meta”, disse Witkoff, citado pela CNN.
Witkoff explicou, também, que ainda não tem uma perceção da resposta do Hamas, mas que irá falar com o primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana, Mohammad Mustafa, e que se manteve em contacto com ele ao longo desta segunda-feira.
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Meloni apoia, também, plano "ambicioso" de Trump para Gaza e apela ao fim das hostilidade
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, saudou a proposta de Trump para o enclave palestiniano e afirmou que o Governo de Itália tem apoiado todos os esforços para pôr fim à guerra em Gaza e garantir a libertação dos reféns.
“O fim das hostilidades é fundamental para enfrentar a terrível crise humanitária que afeta a população civil da Faixa de Gaza, uma tragédia absolutamente injustificável e inaceitável”, começou por escrever Meloni na rede social X.
Da tempo il Governo italiano è impegnato a sostenere tutti gli sforzi per porre fine alla guerra a Gaza e ottenere il rilascio degli ostaggi. La fine delle ostilità è fondamentale anche per poter affrontare la terribile crisi umanitaria che colpisce la popolazione civile della…
— Giorgia Meloni (@GiorgiaMeloni) September 29, 2025
Segundo a chefe de Governo, a proposta apresentada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “pode representar uma viragem neste processo, permitindo uma cessação permanente das hostilidades, a libertação imediata de todos os reféns e um acesso humanitário pleno e seguro à população civil”.
Meloni acrescentou que Itália acolhe o plano com agrado, destacando o “ambicioso projeto de estabilização, reconstrução e desenvolvimento da Faixa de Gaza, com o pleno envolvimento dos parceiros regionais”.
A primeira-ministra italiana apelou, ainda, a todas as partes para que aceitem o plano, sublinhando que o Hamas “tem agora a oportunidade de pôr fim ao conflito libertando os reféns, aceitando não ter qualquer papel no futuro de Gaza e desarmando-se completamente”.
Itália apoiará os esforços de Washington para reiniciar o diálogo entre Israel e os palestinianos, com vista a um horizonte político de coabitação pacífica e próspera: “Uma paz justa e duradoura é possível no Médio Oriente, com um Estado de Israel e um Estado palestiniano a conviver em paz e segurança”, conclui Meloni.
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Reino Unido "apoia firmemente" os esforços de Donald Trump para Gaza
O Reino Unido apoia o plano de paz revelado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim à guerra na Faixa de Gaza, anunciou esta segunda-feira o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
“Apoiamos firmemente os seus esforços para pôr fim aos combates, libertar os reféns e garantir a prestação de ajuda humanitária de emergência à população de Gaza. Esta é a nossa prioridade absoluta e deve ser feita imediatamente”, escreveu Starmer num comunicado citado pelo Le Monde.
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"Sinais de esperança". Portugal manifesta apoio ao plano de Trump para fim da guerra em Gaza
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, saudou hoje o plano do Presidente norte-americano, Donald Trump, para terminar com a guerra em Gaza, garantindo que Portugal apoia a iniciativa que “pode ser o ponto de partida para uma paz justa e duradoura”.
“Saúdo a iniciativa do Presidente Donald Trump para acabar com a guerra em Gaza, que concretiza princípios sempre apoiados por Portugal. A abertura do primeiro-ministro israelita, o envolvimento de parceiros árabes e europeus, a recetividade da comunidade internacional são sinais de esperança”, destacou o primeiro-ministro português, numa nota na rede social X.
Saúdo a iniciativa do Presidente @realDonaldTrump para acabar com a guerra em Gaza, que concretiza princípios sempre apoiados por Portugal. A abertura do Primeiro-Ministro israelita, o envolvimento de parceiros árabes e europeus, a receptividade da comunidade internacional são…
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) September 29, 2025
Luís Montenegro acrescentou que Portugal “apoia esta iniciativa, que pode ser o ponto de partida para uma paz justa e duradoura para ambos os povos”.
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“O plano de Trump oferece uma esperança real para a libertação dos reféns e para o fim da guerra”, diz Presidente de Israel
O Presidente de Israel, Isaac Herzog, afirmou esta segunda-feira que o plano apresentado por Donald Trump para Gaza “oferece uma esperança real para a libertação dos reféns, para garantir a segurança de Israel, para terminar a guerra e para mudar a realidade na Faixa de Gaza e no Médio Oriente rumo a uma nova era de parceria regional e internacional”.
“Acolho o plano e apelo à sua rápida implementação”, sublinhou o chefe de Estado israelita numa publicação na rede social X.
The plan presented this evening by @POTUS @realDonaldTrump offers real hope for the release of the hostages, for ensuring the security of Israel, for ending the war, and for changing the reality in the Gaza Strip and the Middle East toward a new era of regional and international…
— יצחק הרצוג Isaac Herzog (@Isaac_Herzog) September 29, 2025
O Presidente de Israel agradeceu ao seu homólogo norte-americano “pela liderança e pelo apoio firme e inabalável ao Estado de Israel”, felicitou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu “por este progresso importante” e dirigiu ainda palavras de gratidão “a todos os países, indivíduos e partes envolvidas no processo que estão a trazer esperança aos povos da região”.
“O mundo inteiro deve agora estabelecer uma condição clara e imediata — que a organização terrorista Hamas aceite o plano apresentado pelo Presidente Trump e permita um futuro de esperança para os povos da região”, concluiu.
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Autoridade Palestiniana reitera compromisso em trabalhar com EUA para chegar a um acordo que inclua "paz justa" e "solução de dois Estados"
A Autoridade Palestiniana manifestou, esta segunda-feira, apoio aos esforços de Donald Trump para terminar a guerra em Gaza, noticiou a agência oficial palestiniana WAFA.
Segundo a mesma fonte, a Autoridade da Palestina reiterou o seu compromisso em trabalhar com os Estados Unidos e os parceiros para chegar a um acordo abrangente que inclua “abrir caminho para uma paz justa com base na solução de dois Estados”.
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Países islâmicos e árabes saúdam plano de Trump para colocar fim ao conflito em Gaza
Os países islâmicos e árabes, como a Arábia Saudita, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paquistão, Turquia, Qatar e Egipto emitiram esta segunda-feira uma declaração conjunta na qual manifestam o apoio aos esforços do Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim à guerra em Gaza.
Num comunicado conjunto, os ministros dos Negócios Estrangeiros destes países afirmam estar dispostos a “cooperar de forma positiva” com os Estados Unidos e outros parceiros internacionais para concluir o acordo e garantir a sua aplicação.
Os chefes da diplomacia sublinham que “acolhem com satisfação o anúncio do Presidente Trump relativamente à sua proposta para acabar com a guerra, reconstruir Gaza, impedir o deslocamento do povo palestiniano e avançar para uma paz abrangente, assim como o seu anúncio de que não permitirá a anexação da Cisjordânia”.
Joint Statement by the Foreign Ministers of Saudi Arabia, Jordan, UAE, Indonesia, Pakistan, Türkiye, Qatar, and Egypt. pic.twitter.com/XDqgHxNkGd
— Foreign Ministry ???????? (@KSAmofaEN) September 29, 2025
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Macron elogia plano, diz que "Hamas não tem escolha" e sublinha importância da solução de dois Estados
O Presidente francês reagiu a esta proposta norte-americana, elogiando o plano.
“Espero que Israel se envolva de forma resoluta com base nisto. O Hamas não tem escolha a não ser libertar imediatamente todos os reféns e cumprir este plano”, escreveu.
I welcome President @realDonaldTrump’s commitment to ending the war in Gaza and securing the release of all hostages.
I expect Israel to engage resolutely on this basis. Hamas has no choice but to immediately release all hostages and follow this plan.…
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) September 29, 2025
Macron promoveu ainda que o plano venha a ser acompanhado no futuro de um reconhecimento do Estado da Palestina, defendendo a ideia de “uma solução de dois Estados e dos princípios apoiados por 142 Estados-membros da ONU, na sequência da iniciativa de França e da Arábia Saudita”.
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Qatar confirma que Netanyhu pediu desculpa em telefonema
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar confirmou o conteúdo das conversa que Benjamin Netanyahu e o primeiro-ministro do Qatar, o xeque Mohammed Jassim al-Thani, tiveram esta tarde.
De acordo com o comunicado, o primeiro-ministro israelita pediu desculpa por Israel ter violado a soberania do Qatar e pela a morte de um cidadão qatari durante o ataque.
Netanyahu garantiu que não voltará a realizar um ataque semelhante no futuro. O primeiro-ministro considera que essas “garantias” foram suficientes e prometeu que o Qatar voltará a fazer o seu trabalho de mediação entre Israel e o Hamas.
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Tony Blair diz que plano é "a melhor hipótese" para o fim da guerra e agradece a Trump
O antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair — que está indicado no plano como presidente futuro de um conselho de supervisão — classificou esta proposta como “ousada e inteligente”.
“Dá-nos a melhor hipótese para pôr fim a dois anos de guerra, miséria e sofrimento e agradeço ao Presidente Trump pela sua liderança, determinação e compromisso”, acrescentou.
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Negociadores do Hamas dizem que vão olhar para proposta "de boa fé"
A Reuters avança neste momento que os negociadores do Hamas terão informado os mediadores (Qatar e Egito) de que vão analisar a proposta “de boa fé” e que apresentarão uma resposta.
Uma fonte diplomática avançou ao Haaretz que a proposta já foi entregada pelos mediadores à equipa negocial do Hamas.
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Líder do Hamas diz que plano se "inclina" para a posição israelita. Grupo pode querer exigir reconhecimento de Estado da Palestina
Um dos líderes do Hamas reagiu à proposta dizendo que esta se “inclina em direção à perspetiva israelita”, mas não excluindo uma aprovação do mesmo.
Em entrevista à Al Jazeera, Muhammad Mardawi acrescentou que o que foi anunciado na conferência de imprensa “é próximo daquilo em que Netanyahu tem insistido para poder continuar a guerra”.
No entanto, Mardawi não rejeitou oficialmente a proposta: “Temos de receber este texto por escrito e de forma clara antes de respondermos. O plano deve estar nas mãos do Hamas e das organizações palestinianas.”
O líder acrescentou ainda que o plano é “uma tentativa de suprimir o impulso e a vaga de reconhecimento de um Estado palestiniano” — indiciando que essa pode ser uma das condições do Hamas para aceitar a proposta.
Outro representante do grupo fez declarações à BBC que apontam no mesmo sentido, dizendo que a desmilitarização é “uma linha vermelha”, que só pode ser discutida se houver garantias de que venha a ser “estabelecido um Estado palestiniano independente com as fronteiras de 1967”.
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Oposição israelita aplaude plano (e Trump)
Alguns dos líderes da oposição israelita já reagiram a esta proposta, aplaudindo o plano proposto por Donald Trump.
“O plano do presidente Trump é a base certa para um acordo de reféns e o fim da guerra”, declarou Yair Lapid, líder do partido Yesh Atid (centrista) e principal figura da oposição.
Já Benny Gantz, líder do partido — também centrista — Azul e Branco, disse mesmo “louvar os esforços extraordinários do Presidente Trump”. Agora o plano, diz, “deve ser implementado”. “Os reféns devem ser trazidos para casa, a liberdade operacional de Israel mantida, o regime de terror do Hamas em Gaza deve ser substituído e os Estados Árabes moderados lá colocados, como propus há mais de um ano e meio”.
I laud President Trump’s extraordinary efforts to secure a hostage deal and safeguard Israeli security.
Now is the time for initiative. President Trump’s plan must be implemented, our hostages brought home, Israel’s operational freedom maintained, Hamas’ terror regime in Gaza…
— בני גנץ – Benny Gantz (@gantzbe) September 29, 2025
Lapid e Gantz já se ofereceram no passado para substituir os partidos de extrema-direita que apoiam a coligação de Benjamin Netanyahu, case este precise de apoio político para aprovar um acordo que leve ao fim da guerra em Gaza.
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Hamas diz ainda não ter recebido plano
Um responsável do Hamas declarou à agência Reuters que o grupo ainda não recebeu qualquer plano por escrito.
Durante a conferência de imprensa, Donald Trump afirmou que, se o Hamas não aceitar a proposta, os EUA apoiarão Israel para o país “fazer o que tem de fazer”.
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Antigo porta-voz de Netanyahu diz que plano é "um falhanço total"
O anterior porta-voz de Benjamin Netanyahu pronunciou-se sobre o início de acordo apresentado pelo primeiro-ministro israelita e pelo Presidente norte-americano, classificando-o como “um falhanço total”.
Omer Dostri — que foi afastado do cargo no verão — deixou duras críticas a Netanyahu, que disse “não ter qualquer mandato para levantar uma bandeira branca”.
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Netanyahu agradece a Witkoff e ao genro de Trump pelo "trabalho incansável para aproximar Israel e a região"
Por fim, Netanyahu destacou dois funcionários da administração Trump para agradecer pelos esforços em alcançar a paz.
O líder israelita agradeceu a Steve Witkoff, enviado especial norte-americano para o Médio Oriente, e a Jared Kushner, genro de Trump, pelo “seu trabalho incansável para aproximar Israel, os Estados árabes e a região”.
“Estou profundamente grato a ambos pelo seu trabalho”, acrescentou.
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Netanyahu diz que está a dar oportunidade de fazer tudo de forma "pacífica"
O primeiro-ministro de Israel garantiu, ainda na conferência de imprensa ao lado de Trump que está a dar “a oportunidade de fazer isso pacificamente”.
Netanyahu adverte, no entanto, que se o Hamas rejeitar o plano — “ou se supostamente aceitarem e depois fizerem tudo para contrariá-lo” —, então Israel terminará o trabalho “por conta própria”.
“Isto pode ser feito de forma fácil ou de forma difícil», afirmou, referindo que prefere a forma fácil.
Netanyahu reiterou, ainda, que os objetivos de guerra de Israel devem ser alcançados porque “não travámos esta luta horrível, sacrificando os melhores dos nossos jovens, para que o Hamas permanecesse em Gaza”.
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Primeiro-ministro de Israel diz que plano dos EUA para Gaza está alinhado com o de Telavive
Benjamin Netanyahu sublinhou que está o plano de Trump para o enclave está alinhado ao plano de Israel para vencer a guerra.
“Se o Hamas concordar com o seu plano, Presidente [Trump] , o primeiro passo será uma retirada modesta, seguida pela libertação de todos os nossos reféns dentro de 72 horas. O próximo passo será o estabelecimento de um órgão internacional encarregado de desarmar totalmente o Hamas e desmilitarizar Gaza”, disse o primeiro-ministro de Israel.
No entanto, Netanyahu afirmou que Israel permanecerá “no perímetro de segurança num futuro previsível”.
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Trump "é o melhor amigo que Israel já teve", diz Netanyahu, confirmando que apoia o plano apresentado para Gaza
Fala agora o primeiro-ministro de Israel. Benjamin Netanyahu afirma que Trump “é o melhor amigo que Israel já teve”.
“Acredito que hoje estamos a dar um passo crucial para acabar com a guerra em Gaza e preparar o terreno para um avanço na paz no Médio Oriente e, penso eu, além do Médio Oriente”, disse o líder israelita.
Netanyahu garante que apoia o plano de Trump para colocar fim à guerra em Gaza, que, segundo ele, “alcança os objetivos de guerra de Israel”.
A proposta “trará de volta a Israel todos os nossos reféns, desmantelará as capacidades militares e o domínio político do Hamas e garantirá que Gaza nunca mais represente uma ameaça para Israel”, sublinhou.
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Familiares dos reféns falam em acordo "histórico"
O Fórum das Famílias dos Reféns e Desaparecidos já reagiu à conferência de imprensa, publicando um comunicado onde considera esta plano “histórico” e apela a “pressão máxima” sobre o Hamas para que aceite a proposta.
O comunicado inclui ainda a oração de Shehecheyanu, segundo o Times of Israel. Esta oração é habitualmente invocada para celebrar ocasiões especiais, expressando gratidão por novas e raras experiências.