Momentos-chave
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  • Witkoff está "muito otimista" e "esperançoso" quanto à possibilidade de alcançar um acordo de paz final para Gaza

    O enviado especial dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Steve Witkoff, afirmou estar “muito otimista” e “esperançoso” quanto à possibilidade de alcançar um acordo de paz final entre Israel e o Hamas, destacando o “amplo apoio” e o “compromisso” dos países árabes do Golfo e da Europa.

    “Temos muito apoio para o plano, muito compromisso. Há detalhes a resolver? Sim, mas conhecemos o Presidente Trump e a sua determinação vai levar todos a avançar. Acredito que chegaremos à meta”, disse Witkoff, citado pela CNN.

    Witkoff explicou, também, que ainda não tem uma perceção da resposta do Hamas, mas que irá falar com o primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana, Mohammad Mustafa, e que se manteve em contacto com ele ao longo desta segunda-feira.

  • Meloni apoia, também, plano "ambicioso" de Trump para Gaza e apela ao fim das hostilidade

    A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, saudou a proposta de Trump para o enclave palestiniano e afirmou que o Governo de Itália tem apoiado todos os esforços para pôr fim à guerra em Gaza e garantir a libertação dos reféns.

    “O fim das hostilidades é fundamental para enfrentar a terrível crise humanitária que afeta a população civil da Faixa de Gaza, uma tragédia absolutamente injustificável e inaceitável”, começou por escrever Meloni na rede social X.

    Segundo a chefe de Governo, a proposta apresentada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “pode representar uma viragem neste processo, permitindo uma cessação permanente das hostilidades, a libertação imediata de todos os reféns e um acesso humanitário pleno e seguro à população civil”.

    Meloni acrescentou que Itália acolhe o plano com agrado, destacando o “ambicioso projeto de estabilização, reconstrução e desenvolvimento da Faixa de Gaza, com o pleno envolvimento dos parceiros regionais”.

    A primeira-ministra italiana apelou, ainda, a todas as partes para que aceitem o plano, sublinhando que o Hamas “tem agora a oportunidade de pôr fim ao conflito libertando os reféns, aceitando não ter qualquer papel no futuro de Gaza e desarmando-se completamente”.

    Itália apoiará os esforços de Washington para reiniciar o diálogo entre Israel e os palestinianos, com vista a um horizonte político de coabitação pacífica e próspera: “Uma paz justa e duradoura é possível no Médio Oriente, com um Estado de Israel e um Estado palestiniano a conviver em paz e segurança”, conclui Meloni.

  • Reino Unido "apoia firmemente" os esforços de Donald Trump para Gaza

    O Reino Unido apoia o plano de paz revelado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim à guerra na Faixa de Gaza, anunciou esta segunda-feira o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

    “Apoiamos firmemente os seus esforços para pôr fim aos combates, libertar os reféns e garantir a prestação de ajuda humanitária de emergência à população de Gaza. Esta é a nossa prioridade absoluta e deve ser feita imediatamente”, escreveu Starmer num comunicado citado pelo Le Monde.

  • "Sinais de esperança". Portugal manifesta apoio ao plano de Trump para fim da guerra em Gaza

    O primeiro-ministro, Luís Montenegro, saudou hoje o plano do Presidente norte-americano, Donald Trump, para terminar com a guerra em Gaza, garantindo que Portugal apoia a iniciativa que “pode ser o ponto de partida para uma paz justa e duradoura”.

    “Saúdo a iniciativa do Presidente Donald Trump para acabar com a guerra em Gaza, que concretiza princípios sempre apoiados por Portugal. A abertura do primeiro-ministro israelita, o envolvimento de parceiros árabes e europeus, a recetividade da comunidade internacional são sinais de esperança”, destacou o primeiro-ministro português, numa nota na rede social X.

    Luís Montenegro acrescentou que Portugal “apoia esta iniciativa, que pode ser o ponto de partida para uma paz justa e duradoura para ambos os povos”.

  • “O plano de Trump oferece uma esperança real para a libertação dos reféns e para o fim da guerra”, diz Presidente de Israel

    O Presidente de Israel, Isaac Herzog, afirmou esta segunda-feira que o plano apresentado por Donald Trump para Gaza “oferece uma esperança real para a libertação dos reféns, para garantir a segurança de Israel, para terminar a guerra e para mudar a realidade na Faixa de Gaza e no Médio Oriente rumo a uma nova era de parceria regional e internacional”.

    “Acolho o plano e apelo à sua rápida implementação”, sublinhou o chefe de Estado israelita numa publicação na rede social X.

    O Presidente de Israel agradeceu ao seu homólogo norte-americano “pela liderança e pelo apoio firme e inabalável ao Estado de Israel”, felicitou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu “por este progresso importante” e dirigiu ainda palavras de gratidão “a todos os países, indivíduos e partes envolvidas no processo que estão a trazer esperança aos povos da região”.

    “O mundo inteiro deve agora estabelecer uma condição clara e imediata — que a organização terrorista Hamas aceite o plano apresentado pelo Presidente Trump e permita um futuro de esperança para os povos da região”, concluiu.

  • Autoridade Palestiniana reitera compromisso em trabalhar com EUA para chegar a um acordo que inclua "paz justa" e "solução de dois Estados"

    A Autoridade Palestiniana manifestou, esta segunda-feira, apoio aos esforços de Donald Trump para terminar a guerra em Gaza, noticiou a agência oficial palestiniana WAFA.

    Segundo a mesma fonte, a Autoridade da Palestina reiterou o seu compromisso em trabalhar com os Estados Unidos e os parceiros para chegar a um acordo abrangente que inclua “abrir caminho para uma paz justa com base na solução de dois Estados”.

  • Países islâmicos e árabes saúdam plano de Trump para colocar fim ao conflito em Gaza

    Os países islâmicos e árabes, como a Arábia Saudita, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paquistão, Turquia, Qatar e Egipto emitiram esta segunda-feira uma declaração conjunta na qual manifestam o apoio aos esforços do Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim à guerra em Gaza.

    Num comunicado conjunto, os ministros dos Negócios Estrangeiros destes países afirmam estar dispostos a “cooperar de forma positiva” com os Estados Unidos e outros parceiros internacionais para concluir o acordo e garantir a sua aplicação.

    Os chefes da diplomacia sublinham que “acolhem com satisfação o anúncio do Presidente Trump relativamente à sua proposta para acabar com a guerra, reconstruir Gaza, impedir o deslocamento do povo palestiniano e avançar para uma paz abrangente, assim como o seu anúncio de que não permitirá a anexação da Cisjordânia”.

  • Macron elogia plano, diz que "Hamas não tem escolha" e sublinha importância da solução de dois Estados

    O Presidente francês reagiu a esta proposta norte-americana, elogiando o plano.

    “Espero que Israel se envolva de forma resoluta com base nisto. O Hamas não tem escolha a não ser libertar imediatamente todos os reféns e cumprir este plano”, escreveu.

    Macron promoveu ainda que o plano venha a ser acompanhado no futuro de um reconhecimento do Estado da Palestina, defendendo a ideia de “uma solução de dois Estados e dos princípios apoiados por 142 Estados-membros da ONU, na sequência da iniciativa de França e da Arábia Saudita”.

  • Qatar confirma que Netanyhu pediu desculpa em telefonema

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar confirmou o conteúdo das conversa que Benjamin Netanyahu e o primeiro-ministro do Qatar, o xeque Mohammed Jassim al-Thani, tiveram esta tarde.

    De acordo com o comunicado, o primeiro-ministro israelita pediu desculpa por Israel ter violado a soberania do Qatar e pela a morte de um cidadão qatari durante o ataque.

    Netanyahu garantiu que não voltará a realizar um ataque semelhante no futuro. O primeiro-ministro considera que essas “garantias” foram suficientes e prometeu que o Qatar voltará a fazer o seu trabalho de mediação entre Israel e o Hamas.

  • Tony Blair diz que plano é "a melhor hipótese" para o fim da guerra e agradece a Trump

    O antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair — que está indicado no plano como presidente futuro de um conselho de supervisão — classificou esta proposta como “ousada e inteligente”.

    “Dá-nos a melhor hipótese para pôr fim a dois anos de guerra, miséria e sofrimento e agradeço ao Presidente Trump pela sua liderança, determinação e compromisso”, acrescentou.

  • Negociadores do Hamas dizem que vão olhar para proposta "de boa fé"

    A Reuters avança neste momento que os negociadores do Hamas terão informado os mediadores (Qatar e Egito) de que vão analisar a proposta “de boa fé” e que apresentarão uma resposta.

    Uma fonte diplomática avançou ao Haaretz que a proposta já foi entregada pelos mediadores à equipa negocial do Hamas.

  • Líder do Hamas diz que plano se "inclina" para a posição israelita. Grupo pode querer exigir reconhecimento de Estado da Palestina

    Um dos líderes do Hamas reagiu à proposta dizendo que esta se “inclina em direção à perspetiva israelita”, mas não excluindo uma aprovação do mesmo.

    Em entrevista à Al Jazeera, Muhammad Mardawi acrescentou que o que foi anunciado na conferência de imprensa “é próximo daquilo em que Netanyahu tem insistido para poder continuar a guerra”.

    No entanto, Mardawi não rejeitou oficialmente a proposta: “Temos de receber este texto por escrito e de forma clara antes de respondermos. O plano deve estar nas mãos do Hamas e das organizações palestinianas.”

    O líder acrescentou ainda que o plano é “uma tentativa de suprimir o impulso e a vaga de reconhecimento de um Estado palestiniano” — indiciando que essa pode ser uma das condições do Hamas para aceitar a proposta.

    Outro representante do grupo fez declarações à BBC que apontam no mesmo sentido, dizendo que a desmilitarização é “uma linha vermelha”, que só pode ser discutida se houver garantias de que venha a ser “estabelecido um Estado palestiniano independente com as fronteiras de 1967”.

  • Oposição israelita aplaude plano (e Trump)

    Alguns dos líderes da oposição israelita já reagiram a esta proposta, aplaudindo o plano proposto por Donald Trump.

    “O plano do presidente Trump é a base certa para um acordo de reféns e o fim da guerra”, declarou Yair Lapid, líder do partido Yesh Atid (centrista) e principal figura da oposição.

    Já Benny Gantz, líder do partido — também centrista — Azul e Branco, disse mesmo “louvar os esforços extraordinários do Presidente Trump”. Agora o plano, diz, “deve ser implementado”. “Os reféns devem ser trazidos para casa, a liberdade operacional de Israel mantida, o regime de terror do Hamas em Gaza deve ser substituído e os Estados Árabes moderados lá colocados, como propus há mais de um ano e meio”.

    Lapid e Gantz já se ofereceram no passado para substituir os partidos de extrema-direita que apoiam a coligação de Benjamin Netanyahu, case este precise de apoio político para aprovar um acordo que leve ao fim da guerra em Gaza.

  • Hamas diz ainda não ter recebido plano

    Um responsável do Hamas declarou à agência Reuters que o grupo ainda não recebeu qualquer plano por escrito.

    Durante a conferência de imprensa, Donald Trump afirmou que, se o Hamas não aceitar a proposta, os EUA apoiarão Israel para o país “fazer o que tem de fazer”.

  • Antigo porta-voz de Netanyahu diz que plano é "um falhanço total"

    O anterior porta-voz de Benjamin Netanyahu pronunciou-se sobre o início de acordo apresentado pelo primeiro-ministro israelita e pelo Presidente norte-americano, classificando-o como “um falhanço total”.

    Omer Dostri — que foi afastado do cargo no verão — deixou duras críticas a Netanyahu, que disse “não ter qualquer mandato para levantar uma bandeira branca”.

  • Netanyahu agradece a Witkoff e ao genro de Trump pelo "trabalho incansável para aproximar Israel e a região"

    Por fim, Netanyahu destacou dois funcionários da administração Trump para agradecer pelos esforços em alcançar a paz.

    O líder israelita agradeceu a Steve Witkoff, enviado especial norte-americano para o Médio Oriente, e a Jared Kushner, genro de Trump, pelo “seu trabalho incansável para aproximar Israel, os Estados árabes e a região”.

    “Estou profundamente grato a ambos pelo seu trabalho”, acrescentou.

  • Netanyahu diz que está a dar oportunidade de fazer tudo de forma "pacífica"

    O primeiro-ministro de Israel garantiu, ainda na conferência de imprensa ao lado de Trump que está a dar “a oportunidade de fazer isso pacificamente”.

    Netanyahu adverte, no entanto, que se o Hamas rejeitar o plano — “ou se supostamente aceitarem e depois fizerem tudo para contrariá-lo” —, então Israel terminará o trabalho “por conta própria”.

    “Isto pode ser feito de forma fácil ou de forma difícil», afirmou, referindo que prefere a forma fácil.

    Netanyahu reiterou, ainda, que os objetivos de guerra de Israel devem ser alcançados porque “não travámos esta luta horrível, sacrificando os melhores dos nossos jovens, para que o Hamas permanecesse em Gaza”.

  • Primeiro-ministro de Israel diz que plano dos EUA para Gaza está alinhado com o de Telavive

    Benjamin Netanyahu sublinhou que está o plano de Trump para o enclave está alinhado ao plano de Israel para vencer a guerra.

    “Se o Hamas concordar com o seu plano, Presidente [Trump] , o primeiro passo será uma retirada modesta, seguida pela libertação de todos os nossos reféns dentro de 72 horas. O próximo passo será o estabelecimento de um órgão internacional encarregado de desarmar totalmente o Hamas e desmilitarizar Gaza”, disse o primeiro-ministro de Israel.

    No entanto, Netanyahu afirmou que Israel permanecerá “no perímetro de segurança num futuro previsível”.

  • Trump "é o melhor amigo que Israel já teve", diz Netanyahu, confirmando que apoia o plano apresentado para Gaza

    Fala agora o primeiro-ministro de Israel. Benjamin Netanyahu afirma que Trump “é o melhor amigo que Israel já teve”.

    “Acredito que hoje estamos a dar um passo crucial para acabar com a guerra em Gaza e preparar o terreno para um avanço na paz no Médio Oriente e, penso eu, além do Médio Oriente”, disse o líder israelita.

    Netanyahu garante que apoia o plano de Trump para colocar fim à guerra em Gaza, que, segundo ele, “alcança os objetivos de guerra de Israel”.

    A proposta “trará de volta a Israel todos os nossos reféns, desmantelará as capacidades militares e o domínio político do Hamas e garantirá que Gaza nunca mais represente uma ameaça para Israel”, sublinhou.

  • Familiares dos reféns falam em acordo "histórico"

    O Fórum das Famílias dos Reféns e Desaparecidos já reagiu à conferência de imprensa, publicando um comunicado onde considera esta plano “histórico” e apela a “pressão máxima” sobre o Hamas para que aceite a proposta.

    O comunicado inclui ainda a oração de Shehecheyanu, segundo o Times of Israel. Esta oração é habitualmente invocada para celebrar ocasiões especiais, expressando gratidão por novas e raras experiências.

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