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  • "Serei um Presidente de todos, todos, todos os portugueses"

    Agora fala do trajeto que fez desde pequeno e diz que continua “a pensar de igual” e que é “o mesmo de sempre”. Diz que a vitória é de “cada pessoa que acreditou e tem esperança num país melhor”.

    É com “emoção e confiança” que recebe o voto dos portugueses para que seja o “seu Presidente da República.

    Será, diz, “um Presidente de todos, todos, todos os portugueses”, garantindo que saúda por igual os que votaram e os que não votaram nele.

  • Bom dia!

    O liveblog do dia da segunda volta das eleições presidenciais fica por aqui. Pode acompanhar toda a atualidade política no novo artigo em direto, que agora abrimos.

    Marcelo Rebelo de Sousa recebe António José Seguro às 16h00 no Palácio de Belém

  • Miguel Albuquerque antecipa relação "ótima" do governo regional da Madeira com Seguro

    O chefe do executivo madeirense (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, previu que a relação da região autónoma com o Presidente eleito, António José Seguro, “será ótima”.

    “Eu, com o Presidente da República, espero uma relação institucional profícua, que ele olhe como tem de olhar para as regiões autónomas, que exerça a magistratura de influência no sentido de garantir que os direitos dos madeirenses e porto-santenses são assegurados no quadro nacional e que as questões da Madeira são resolvidas, incluindo a possibilidade de nos ouvir de vez em quando”, declarou.

    Em declarações a órgãos de comunicação social regionais, numa reação às projeções dos resultados da segunda volta das eleições presidenciais, Albuquerque disse que já esperava uma “votação maciça” no candidato António José Seguro.

    “Esperava, pelas circunstâncias da campanha, que houvesse uma votação maciça no candidato Seguro, mas estava na expectativa de saber como é que o André Ventura ia orientar a campanha”, explicou, acrescentando: “Eu acho que a campanha dele não conseguiu o objetivo, que era ir buscar votos ao eleitorado moderado de centro-direita”.

  • Aguiar Branco felicita Seguro e desejou "um bom mandato" ao Presidente eleito

    O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, saudou esta noite António José Seguro pela vitória na segunda volta das eleições presidenciais, fazendo votos de um mandato que assegure cooperação institucional com o parlamento.

    António José Seguro tornou-se este domingo o Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991, obtendo cerca de 67% dos votos contra 33% do seu adversário, André Ventura.,

    Na sua mensagem, José Pedro Aguiar-Branco felicitou “o Presidente da República eleito, António José Seguro, fazendo votos de um bom mandato, ao serviço de Portugal e dos portugueses, e assegurando a cooperação institucional do parlamento”.

    O presidente da Assembleia da República deixou também “uma palavra de reconhecimento” ao chefe de Estado cessante, Marcelo Rebelo de Sousa. “Ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, uma palavra de reconhecimento por uma década de serviço público, na chefia do Estado”, escreveu.

  • Bolieiro manifesta "disponibilidade leal" a António José Seguro

    O presidente do Governo dos Açores saudou hoje o novo Presidente da República e assumiu uma “disponibilidade leal” e “cooperativa” na relação institucional “democrática e política”.

    José Manuel Bolieiro, em declarações à agência Lusa, manifestou “toda a disponibilidade para que, em conjunto, se possa valorizar o papel dos Açores na democracia e na autonomia política da região”, bem como de Portugal pela “importância geoestratégica que a região representa” para a nação e União Europeia.

    O líder do executivo açoriano manifestou que tem uma “boa expectativa de que o desempenho político do Presidente da República seja o mesmo que desenvolveu durante a campanha eleitoral”, por via do “diálogo, concertação e pela estabilidade política e governativa que o país precisa”.

    “Creio que isso foi muito importante para a afirmação do valor político e dignificação das instituições, estabilidade política e governação que possa potenciar o desenvolvimento de Portugal, dos Açores e o respeito pelas instituições autonómicas”, considerou Bolieiro.

  • Presidenciais: Seguro tem resultado esmagador em freguesias das Flores e em Penamacor

    Na terra onde nasceu, Penamacor, Seguro, candidato apoiado pelo PS, obteve 81,82% (2.102 votos), aumentando mais 300 votos expressos que na primeira volta, onde já havia obtido o seu melhor resultado.

    Presidenciais: Seguro tem resultado esmagador em freguesias das Flores e em Penamacor

  • Presidenciais: Segunda volta menos renhida do que a de 1986 com PSD sem posição oficial

    Há 40 anos, Mário Soares, apoiado pelo PS, ficou em segundo lugar na primeira volta, partiu atrás de Freitas do Amaral, apoiado por PSD e CDS, e acabou vencedor com a margem mais escassa de sempre.

    Presidenciais: Segunda volta menos renhida do que a de 1986 com PSD sem posição oficial

  • Presidenciais: Taxa de abstenção nos concelhos em calamidade entre 29,84% e 51,94%

    O concelho em calamidade com maior abstenção foi Nazaré com 51,94%, seguido de Pombal (51,86%), Murtosa (51,37%), Alvaiázere (49,94%), Mira (48,66%), Marinha Grande (47,86%) e Figueiró (47,71%) .

    Presidenciais: Taxa de abstenção nos concelhos em calamidade entre 29,84% e 51,94%

  • 4 opiniões rápidas. Alberto Gonçalves, André Abrantes do Amaral, Helena Matos e Jorge Fernandes escrevem sobre a eleição de Seguro

    Alberto Gonçalves, André Abrantes do Amaral, Helena Matos e Jorge Fernandes partilham as primeiras impressões sobre esta segunda volta que deu a vitória a António José Seguro.

    Quatro opiniões rápidas. Alberto Gonçalves, André Abrantes do Amaral, Helena Matos e Jorge Fernandes escrevem sobre a eleição de Seguro

  • Presidenciais: Ventura com menos votos do que Montenegro em 2025 mas percentagem acima da AD

    André Ventura contabiliza 33,18% e cerca de 1,7 milhões de votos, contra 66,82% de António José Seguro (mais de 3,4 milhões de votos), que venceu o sufrágio e será o próximo Presidente da República..

    Presidenciais: Ventura com menos votos do que Montenegro em 2025 mas percentagem acima da AD

  • André Ventura: "Sucesso de Seguro será sucesso de todos"

    André Ventura felicita António José Seguro pela vitória na corrida a Belém. Candidato derrotado sublinha que superou AD, o que monstra que Chega “lidera direita” e, em breve, vai “governar” país.

    Ouça aqui o discurso de André Ventura em reação aos resultados da noite eleitoral.

    André Ventura: “Sucesso de Seguro será sucesso de todos”

  • Seguro mais que duplica votação da primeira volta

    O candidato apoiado pelo PS ganhou com uma maioria de dois terços, contra André Ventura, conquistando os 18 distritos e as duas regiões autónomas, venceu 303 concelhos e mais de 2.900 freguesias.

    Seguro mais que duplica votação da primeira volta

  • "A vida do PS é com o líder do PS"

    Questionado sobre se esta vitória é um balão de oxigénio para o PS, António José Seguro responde de forma seca: “A vida do PS é com o líder do PS.”

  • Seguro acreditou em reforço de votos "mas não nesta grandeza" e diz que "responsabilidades aumentaram"

    Sobre a legitimidade eleitoral reforçada que pediu na campanha, António José Seguro diz que achou que a poderia ter “mas não desta grandeza” e que com isso “as suas responsabilidades aumentaram.”

    Defende que “tem de haver cultura de compromisso fora dos ciclos eleitorais” para algumas políticas “ultrapassarem os ciclos eleitorais.”

    Sobre se será o primeiro Presidente a cumprir um mandato único, Seguro não responde: “Ainda não tomei posse não sei o que vai acontecer nos próximos cinco anos.” Mas promete “trabalhar arduamente nos próximos cinco anos”.

  • "Não será por mim que duração da legislatura será interrompida"

    Agora as perguntas dos jornalistas. A primeira sobre a futura relação do Presidente eleito com o primeiro-ministro, Seguro diz que será “leal” e haverá “cooperação institucional profícua para encontrar soluções para resolver os problemas dos portugueses”.

    Diz que até ao último dia de funções de Marcelo vai respeitar até ao último dia. Também diz que não será por ele que “duração da legislatura será interrompida”.

  • "Não falarei por tudo e por nada"

    António José Seguro diz que não falará “por tudo e por nada” e que a “palavra do Presidente terá peso e consequência”.

    Fala para o país para dizer que “somos maiores do que qualquer crise” e que “tem todas asa condições para ser melhor”.

  • Seguro: "Jamais serei um contrapoder". Mas diz que estará "vigilante"

    O candidato garante: “Jamais serei um contrapoder”. E diz que “a estabilidade política que defendo é um meio para garantir estabilidade e não um fim para manter tudo na mesma”.

    Diz que não há desculpas para nos próximos três anos e que “Portugal tem uma oportunidade única” para avançar.

    “Estarei vigilante, farei as perguntas difíceis e exigirei respostas”, promete, repetindo também que com ele em Belém “os interesses ficam à porta”.

  • Ventura agarra-se a percentagem e não a número de votos: "É a primeira vez que acontece na história: o Chega supera a AD"

    À saída da sala onde discursou, no hotel Marriott, questionado sobre se a direita só vale 30%, André Ventura reitera que o Chega teve o “melhor resultado de sempre” e “superou a margem da AD nas legislativas” — “Acho que há todas as condições para nos reorganizarmos e vencer o espaço da alternativa política em Portugal.”

    Fala numa “mudança do espaço de direita” e explica: “Não vencemos estas eleições presidenciais, mas acho que conseguimos criar todo um movimento para ser a alternativa política em Portugal.”

    Questionado sobre o facto de a percentagem ser maior, mas de o número de votos ser menor, Ventura atira: “Não, não, desculpe, votaram menos 500 ou 600 mil pessoas, o Chega teve 33%, a AD teve 31%, é essa a base. É a primeira vez que acontece na história: o Chega supera a AD.”

    E conclui: “Vocês disseram durante a campanha toda que eu era o líder da oposição, se isso significa 33,2%, significa que sou o melhor partido do país.”

  • Seguro diz que terá o seu "próprio estilo" e que a sua "liberdade" é "garantia de independência"

    Deixa ainda um cumprimento ao atual Presidente, bem como a todos os anteriores, nomeando cada um. “Cada um, no seu tempo e estilo, serviu país com devoção e compromisso com interesse nacional e democracia”.

    Diz que terá “o mesmo compromisso”, mas o seu “próprio estilo”. repete a expressão que tem dito: “Sou livre e sem amarras”. E garante que assim continuará: “A minha liberdade é a garantia da minha independência”.

    Tratará “por igual todos os partidos e todos os parceiros sociais”.

  • O que é que os resultados dizem sobre a saúde da democracia?

    Jaime Nogueira Pinto e José Eduardo Martins analisam o resultado das presidenciais: a vitória de Seguro, coligações contra Ventura e futuro equilíbrio das forças políticas. Ouça aqui o novo episódio de Explicador da Rádio Observador.

    O que é que os resultados dizem sobre a saúde da democracia?

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