Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade nacional ao longo do dia de ontem, quarta-feira.

    Quase todo o território em risco máximo e muito elevado de incêndio. Temperaturas vão superar os 40ºC

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Ventura quer que Governo se responsabilize por problemas com exames nacionais

    O presidente do Chega desafiou hoje o Governo a assumir as responsabilidades sobre o que está a correr mal na correção dos exames nacionais, considerando que faz falta ao primeiro-ministro “perceber o país em que vive”.

    “É um bocadinho insensato que o Governo levante perguntas e auditorias sobre o que é que está a correr mal nos exames quando é o Ministério da Educação que deve e que está a organizar esses mesmos exames. Há centenas de milhares de estudantes que estão agora a fazer os exames, com os erros que todos temos vindo a ver nas notícias, e o Governo mais uma vez desresponsabiliza-se”, criticou André Ventura em declarações aos jornalistas no Montijo, distrito de Setúbal.

    Para o líder do Chega, “faz falta a Luís Montenegro andar um bocadinho mais na rua, falar mais com as pessoas, ouvir as suas dificuldades e perceber o país em que vive”.

    “Eu acho que o grande problema deste Governo é viver longe das pessoas”, defendeu, pedindo ao Governo que pelo menos “assuma as responsabilidades quando as coisas correm mal”.

  • Onda de calor. Aviso vermelho alargado para para 12 distritos entre quinta-feira e sábado

    O aviso vermelho devido ao calor vai ser alargado a partir de quinta-feira a Santarém, Portalegre, Évora e Beja, além de Lisboa e Setúbal, estendendo-se na sexta-feira a Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro, além de Coimbra e Leiria.

    De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), 12 dos 18 distritos de Portugal continental vão estar sob aviso vermelho (o mais grave de uma escala de três), a partir de quinta-feira e até pelo menos sábado, devido à previsão de tempo quente, com “persistência de valores extremamente elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima”.

    Os restantes seis distritos do continente, designadamente Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Faro, vão estar sob aviso laranja (o segundo mais grave), entre quinta-feira e sábado, segundo o IPMA.

    As anteriores previsões meteorológicas, divulgadas na manhã de hoje, colocavam os distritos de Lisboa e Setúbal sob aviso vermelho por causa do calor a partir de quinta-feira, estendendo-se na sexta-feira a Coimbra e Leiria.

    O aviso vermelho é o mais grave e surge numa altura em que Portugal entra num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.

  • BE critica Nuno Melo e PS convida autor a apresentar estudo sobre contaminação nas Lajes

    O BE/Açores disse hoje que “condena” as declarações do ministro Nuno Melo, que “desvalorizou” a tese de doutoramento sobre contaminação na Base das Lajes, enquanto o PS vai convidar o autor a apresentar o estudo no parlamento açoriano.

    Em comunicado, o BE açoriano adiantou que “condena as declarações de Nuno Melo, ministro da Defesa Nacional e presidente do CDS, que desvalorizou uma tese de doutoramento da Universidade de Coimbra sobre a contaminação na Base das Lajes, afirmando que este tipo de trabalhos serve apenas para ‘consumo da comunicação social’”.

    “Num Estado de direito democrático, os membros do Governo têm o dever de respeitar o conhecimento produzido pelas instituições científicas”, referiu o partido, indicando que o próprio investigador, Félix Rodrigues, “tem sido intelectualmente irrepreensível ao sublinhar as limitações das conclusões do seu trabalho”.

    Para o BE/Açores, o que é inaceitável é que um membro do Governo “procure desacreditar esse processo em vez de promover mais conhecimento sobre um problema de saúde pública que há décadas preocupa a população da Praia da Vitória”, na ilha Terceira, onde se localiza a Base das Lajes.

  • Ventura critica ministra da Justiça por silêncio sobre indemnização de Sócrates

    O presidente do Chega, André Ventura, criticou hoje a ministra da Justiça por ainda não ter dito “uma palavra” sobre a indemnização a José Sócrates, considerando que o Governo não se deve manter em silêncio.

    “Em relação ao engenheiro José Sócrates, e eu já fiz ontem [terça-feira] a crítica que tinha a fazer, e já anunciámos o nosso pacote anticorrupção também, que deu entrada no Parlamento hoje, eu lamento muito que a senhora ministra da Justiça não tenha tido ainda uma palavra para nos tranquilizar e para nos dizer alguma coisa”, disse Ventura aos jornalistas, no Montijo, distrito de Setúbal.

    Não colocando em causa a separação de poderes, o presidente do Chega considerou que é “importante que o Governo diga se acha que faz sentido termos um regime tal que o José Sócrates acaba a receber indemnizações do Estado”.

    “O Governo tem-se tentado manter em silêncio sobre isto, vários responsáveis têm-se tentado manter em silêncio sobre isto, e eu acho que os políticos e a política não se devem manter em silêncio sobre isto”, defendeu.

    O líder do Chega antecipou que “se nada acontecer e se nada for feito”, fará uso de instrumentos parlamentares que permitam ter estas respostas.

  • Carneiro foi ao Alentejo mostrar que há casas prontas por entregar

    O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, deslocou-se hoje ao Alentejo para demonstrar que disse a verdade quando afirmou que o Governo tinha casas prontas a habitar e que não as entregava.

    “Vi que houve uma sofreguidão para tentar desmentir aquilo que eu tinha afirmado. Como se vê, aquilo que eu tinha afirmado é factual”, declarou o líder do PS, em declarações aos jornalistas antes de uma visita aos imóveis.

    Acompanhado por deputados e autarcas, o dirigente socialista visitou algumas das 10 casas construídas com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e que estão fechadas em Azinheira dos Barros, no concelho de Grândola, distrito de Setúbal.

  • PS insiste em lei para garantir que prémio salarial é pago e cumulável com IRS Jovem

    O PS apresentou um projeto de lei para forçar o Estado a pagar o prémio salarial que devolve as propinas aos recém-formados e para garantir que o incentivo é cumulável com o regime do IRS Jovem.

    Esta é uma das iniciativas legislativas que a bancada do PS leva a discussão e votação no plenário do parlamento de quinta-feira, num debate que foi marcado pelos socialistas também para apreciar um projeto de resolução em que insistem em medidas já chumbadas para travar o aumento do custo de vida e um projeto de lei para impedir a venda de edifícios públicos que poderiam ser usados para habitação.

    Com a proposta do prémio salarial, o PS recupera uma iniciativa rejeitada em julho de 2025, para contestar o facto de o Governo continuar sem mandar a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) abrir o prazo para os jovens solicitarem ao fisco o pagamento do prémio que lhes é devido.

  • Luís Neves alerta para dias “absolutamente terríveis” de risco em Portugal

    O ministro da Administração Interna (MAI), Luís Neves, alertou hoje para as temperaturas extremas previstas para os próximos dias, que poderão chegar aos 47 graus, e pediu atenção máxima e ausência de comportamentos de risco.

    “Vêm aí dias absolutamente terríveis, com condições climáticas de exceção: elevadas temperaturas, em alguns locais podem chegar aos 47ºC. 47 graus, com ventos de 70 a 80 quilómetros e baixos índices de humidade, são as condições terríveis para termos um barril de pólvora aqui”, avisou.

    Depois de uma reunião com a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, que decorreu hoje à tarde com o intuito de avaliar a nova localização da Esquadra n.º 2 da PSP de Coimbra, no Terreiro da Erva, Luís Neves mostrou-se preocupado com os riscos de incêndio nos próximos dias, com temperaturas muito elevadas e que se poderão manter até 10 ou 15 de julho.

    “Só a atenção das pessoas e a ausência de comportamentos arriscados e que ponham em causa o perigo, é que podem permitir e debelar tudo isto que nós não queremos ter, que são grandes incêndios”, acrescentou.

  • Seguro elogia “reação pronta” do Governo no apoio prestado a Caracas

    O Presidente da República elogiou hoje a resposta do Governo aos sismos na Venezuela, considerando que “reagiu prontamente” ao disponibilizar equipas para ajudarem nas operações de resgate, e voltou a apresentar condolências às famílias enlutadas.

    Em declarações aos jornalistas após um encontro com empresários portugueses na Embaixada de Portugal em Paris, António José Seguro foi questionado se considera que, perante o aumento do número de mortos entre a comunidade portuguesa na Venezuela, o Governo pode fazer mais para ajudar nas operações de busca e salvamento.

    “Eu considero que o Governo e o Estado português reagiram prontamente com a ajuda que, neste momento, já está há dois dias ou três na Venezuela, com equipas especializadas para ajudarem no resgate e salvamento de pessoas”, respondeu o Presidente da República.

    Seguro indicou que a própria embaixadora da Venezuela em Portugal, com quem se vai reunir “ainda esta semana”, agradeceu “o apoio que o Governo e o Estado português têm estado a prestar”.

  • Parlamento conclui que Rita Matias violou código de conduta em dois casos

    A Comissão Parlamentar de Transparência concluiu hoje que Rita Matias (Chega) violou o código de conduta por utilização abusiva do cartão de deputada na Faculdade de Letras de Lisboa e também por insultos dirigidos à socialista Isabel Moreira.

    No processo que envolve a Faculdade de Letras de Lisboa, a admoestação por mau comportamento estende-se à deputada do Chega Madalena Cordeiro. Já no caso relativo a Isabel Moreira, considerou-se provado que Rita Matias se dirigiu à constitucionalista da bancada do PS usando a expressão “assassina”, associando-a à morte de 18 mil bebés.

    “Chamar assassina a outra colega parlamentar constitui um insulto e, por conseguinte, um comportamento inadequado e inaceitável por parte de uma senhora deputada à Assembleia da República. Tais são comportamentos que um(a) deputado(a), no exercício das suas funções, não pode ter, até porque atos desta natureza não só não preservam a dignidade e a credibilidade do órgão de soberania, nem prestigiam a instituição parlamentar, como também afetam os deveres de urbanidade e do respeito que é devido entre deputados(as)”, lê-se no relatório.

    Concluiu-se então que Rita Matias “incorreu em violação grave dos deveres dos deputados” e “do Código de Conduta dos Deputados”.

  • Ministra da Saúde diz ser “muito difícil” manter atual rede de 168 urgências

    A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, afirmou hoje ser “muito difícil manter” a atual rede de 168 urgências hospitalares com segurança clínica, tendo em conta os recursos humanos disponíveis.

    “Nem que duplicássemos os recursos humanos que hoje temos, e não vamos duplicar (…) não conseguiríamos manter a segurança clínica, com a segurança para os utentes, com a humanização que pretendemos. Enfim, é muito difícil manter esta rede como a temos hoje”, afirmou Ana Paula Martins na conferência “Inovação em Saúde, Despesa ou Investimento?”, em Lisboa.

    Segundo a ministra, o Governo “começou a agir sobre as urgências”, sublinhando que, neste momento, se verifica uma redução entre 30% e 35% dos casos não urgentes.

    Reconheceu, contudo, que o país ainda está “longe” de ter a rede de urgências que precisa ter, e sublinhou que qualquer reorganização exige trabalho preparatório, negociações com sindicatos, ordens profissionais e equipas multiprofissionais, bem como a criação de incentivos.

  • Governo eleva estado de prontidão da Proteção Civil para nível 3 nos próximos dias

    O estado de prontidão especial do dispositivo de combate a incêndios deverá será ser ativado para nível alto entre quinta-feira e o fim de semana, anunciou hoje o secretário de Estado da Proteção Civil.

    “A prontidão vai sendo determinada em função das condições. Nestes dias está em cima da mesa já para amanhã [quinta-feira] ou para depois, para o fim de semana, que o estado de prontidão especial determinado pela ANEPC [Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil] vai elevar para o nível 3”, disse Rui Rocha no parlamento, no âmbito de uma interpelação ao Governo agendada pelo Livre, sobre a época de incêndios.

    A elevação do estado de prontidão especial “determina um nível de empenhamento diferenciado de todos os operacionais”, acrescentou Rui Rocha.

    O Estado de Prontidão Especial (EPE) de Nível 3 da Proteção Civil é um nível intermédio/alto de alerta que determina o reforço de meios e a prontidão reforçada das equipas de socorro e operacionais para intervenção iminente ou resposta a situações de catástrofe, numa escala com quatro níveis progressivos, segundo informação oficial.

  • Montenegro garante que o Governo está “a fazer tudo” para prevenir e responder a pressão nos serviços públicos

    À margem da cerimónia de apresentação do modelo português de Inteligência Artificial Amália, em Lisboa, Luís Montenegro foi questionado sobre o grau de preparação do país perante os alertas de tempo muito quente.

    O primeiro-ministro começou por remeter para as recomendações e alertas já feitos hoje pelas autoridades de saúde, admitindo que esta vaga de calor vai causar “preocupação, problemas acrescidos e pressão acrescida sobre alguns serviços públicos, em particular os serviços de saúde”.

    “Nós estamos a fazer tudo aquilo que está ao nosso alcance para prevenir – agora mesmo estará a ser enviada uma mensagem da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para os cidadãos – e tudo faremos para, em primeiro lugar, prevenir, e depois podermos estar à altura da responsabilidade de acudir àqueles que vierem a ter algum problema e que careçam de uma prestação de cuidados dos nossos serviços públicos, em particular dos serviços de saúde”, afirmou.

  • Amália é "sinal de esperança e confiança" que "alguns diziam ser irrealizável", diz Montenegro

    O primeiro-ministro considera que a conclusão dos trabalhos de desenvolvimento do modelo Amália “é um sinal de esperança e confiança”.

    “Alguns diziam que era irrealizável, nomeadamente na questão do timing”, afirma Luís Montenegro. O primeiro-ministro destaca que prevaleceu a “cultura do risco”, dizendo que “quem não arrisca, não petisca”.

    “É muito gratificante sentir que, com investigadores portugueses, conhecimento português, fomos capazes de colocar à disposição do país” um modelo de IA “que habilita a podermos enfrentar os próximos tempos e as próximas décadas com maior autonomia, soberania e menos dependência”.

    Montenegro fala num modelo capaz de ser “transformado em valor acrescentado para a economia”.

    TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

  • Os próximos passos do Amália incluem reforço do modelo e mais capacidade de contexto

    Manuel Dias, o CTO do Estado e líder da ARTE, mostra o “Amália em ação” com uma solução em que é possível fazer perguntas durante uma visita ao Museu do Azulejo.

    Mas o CTO do Estado quer ver o Amália a fazer mais, apresentando alguns dos próximos passos do modelo. Por exemplo, defende que o modelo de IA será dotado no futuro com capacidades de agentificação e também será “reforçado com 22 mil milhões de parâmetros”. Os parâmetros são as unidades que permitem medir a dimensão de um modelo de IA.

    TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

    Além disso, o Amália também deverá evoluir para ter mais contexto, o que permitirá processar “informação mais extensa”.

    Está também a ser lançado um portal de IA.gov.pt, que pretende “ser a porta de entrada para todas as soluções nacionais de IA”, incluindo o Amália, explica Manuel Dias.

  • Modelo de IA Amália é "fruto de investimento que foi feito ao longo de décadas"

    Está a decorrer em Lisboa a apresentação do modelo de linguagem de larga escala (LLM) Amália. A primeira vez em que se ouviu falar deste modelo de IA foi em novembro de 2024, na Web Summit.

    A última etapa de desenvolvimento do modelo foi concluída no segundo trimestre de 2026, esta terça-feira.

    Fernando Alexandre, ministro da Educação e Inovação, é o primeiro a discursar. O governante destaca que o Amália é “fruto do investimento que foi feito ao longo de décadas”, nomeadamente na formação de tecnologia e na criação de infraestrutura tecnológica.

    O ministro destaca que o modelo tem um “investimento relativamente reduzido” quando comparado com outras opções internacionais. O projeto de desenvolvimento do Amália tem um orçamento de 5,5 milhões de euros.

    Do ponto de vista do ministro, o Amália terá uma “vantagem competitiva” em relação a outros modelos internacionais, já que tem acesso “a uma base de dados de documentos em língua portuguesa, o Arquivo.pt”, que não está ao alcance de modelos das gigantes norte-americanas.

    TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

  • Centeno e Santos Pereira explicam novo edíficio do BdP na próxima semana

    As audições no Parlamento do ex-governador do Banco de Portugal Mário Centeno e do atual, Álvaro Santos Pereira, sobre a construção do novo edifício do banco central irão decorrer na próxima semana, segundo o presidente da Comissão de Orçamento.

    Os deputados da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública aprovaram em abril requerimentos (de CDS-PP, Chega e PSD) para a audição de Centeno e Santos Pereira sobre a aquisição e construção de um novo edifício do Banco de Portugal, em Lisboa, para albergar serviços e trabalhadores hoje dispersos por vários edifícios na cidade.

    Em maio de 2025, o Banco de Portugal – então ainda liderado por Mário Centeno – anunciou que assinou contrato com a seguradora Fidelidade para adquirir um edifício em Lisboa para futuras instalações da instituição, pelo valor de 191,99 milhões de euros, e que a concretização final da transação deveria acontecer no final de 2027.

  • Governo garante que descidas na prestação social para a inclusão se devem a aplicação de regras em vigor desde 2017

    Sobre a Prestação Social para a Inclusão (PSI), a secretária de Estado da Segurança Social, Susana Filipa Lima, responde a questões sobre a redução de algumas destas prestações. “Trata-se de uma prestação diferencial”, começa por referir, notando que a “condição de recurso está prevista na lei desde 2016”.

    “Este ano 86% dos beneficiários tiveram aumento da prestação, os que tiveram redução foi porque os rendimentos dos seus agregados familiares ultrapassaram as condições de recurso que está em vigor desde 2017 e que foram este ano aplicadas”, explica.

  • Secretário de Estado do Trabalho diz que ACT "notificou 200 mil empresas" sobre a onda de calor

    “A ACT enviou notificações para 200 mil empresas”, refere Adriano Rafael Moreira, secretário de Estado do Trabalho, sobre os cuidados que os empregadores e trabalhadores devem tomar a propósito da onda de calor que vai afetar Portugal nos próximos dias.

    Diz ainda que foi distribuída à comunicação social “informação” sobre o mesmo tema.

  • Ministra do Trabalho "não diz aldrabices". "Quando eu disse que há fraude na amamentação é porque há fraude na amamentação", insiste

    Em resposta à intervenção do deputado socialista Carlos Pereira, a ministra do Trabalho faz questão de referir que a “ministra do Trabalho não diz aldrabices”, com o deputado socialista a trazer para a audição os números de casos de fraude e pagamentos indevidos de prestações sociais.

    “Quando eu disse que há fraude na amamentação é porque há fraude na amamentação”, exemplifica Maria do Rosário Palma Ramalho, garantido que várias entidades surgiram em público a dar conta disso mesmo. Pelo contrário garante que “nunca disse” que os 159 milhões de euros de pagamentos indevidos de prestações sociais resultavam de fraude, repetindo que sempre disse que apenas uma parte resultava deste tipo de incumprimento fraudulento.

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