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    Fogo em Vouzela complica-se com cinco frentes ativas e a aproximar-se de aldeias

  • Fogo em Vouzela complica-se com cinco frentes ativas e a aproximar-se de aldeias

    O fogo que deflagrou na quinta-feira às 03:04 em Vouzela complicou-se, estando neste momento com cinco frentes ativas e a aproximar-se de aldeias que estão a ser “protegidas”, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.

    Segundo o adjunto do comando dos bombeiros voluntários de Vouzela, Pedro Mateus, as condições climatéricas, nomeadamente o vento, têm dificultado o combate ao incêndio e neste momento o fogo está com cinco frentes ativas.

    Aquele responsável adiantou também que há aldeias próximas, mas que, para já, serão apenas protegidas, não sendo equacionada a retirada das populações neste momento.

    O incêndio estava com duas frentes ativas a arderem com bastante intensidade cerca das 18:00, disse à agência Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vouzela.

    “O que mais prejudica o combate é o vento forte e as projeções”, admitiu naquela altura o comandante Francisco Lima.

    Também o presidente da Câmara Municipal de Vouzela, no distrito de Viseu, salientou à agência Lusa, minutos depois, essa “preocupação com o vento muito forte e as enormes projeções” de fogo que “vão para vários sítios e muita distância”.

    Carlos Oliveira disse ainda que “uma das frentes, a que está mais intensa e a gerar mais preocupação é a que está virada à zona industrial de Campia”, em Oliveira de Frades, igualmente no distrito de Viseu.

    “Mas não há populações nem ninguém em risco. A outra frente está na origem do incêndio, em Cambra”, Vouzela, acrescentou Carlos Oliveira.

    No local, neste momento, estão 622 operacionais e 194 viaturas.

  • Fogo em Alpiarça em fase de resolução e “reforço de meios foi determinante”

    O incêndio que deflagrou hoje em Alpiarça e que pelas 20h00 mobilizava uma centena de operacionais e 28 viaturas entrou em fase de resolução, e o reforço de meios foi “determinante”, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

    Segundo o comandante Helder Silva do Comando Sub-regional da Lezíria do Tejo, o fogo entrou em fase de resolução “pelas 22h47”. Mas no local ainda estão neste momento 135 operacionais e 41 veículos.

    Para o comandante Helder Silva, o “reforço de meios foi determinante” para o combate a este fogo bem como ao de São João da Ribeira, em Rio Maior, também em resolução neste momento, mas que chegou a ameaçar casas e obrigou ao corte da estrada Nacional 114, que já está reaberta.

  • Fogo em Rio Maior entrou em resolução e EN114 reaberta

    O incêndio que lavra em Rio Maior desde as 16h entrou em resolução e a estrada Nacional 114, que tinha sido fechada ao trânsito, já está circulável, informou a GNR.

    A via, que tinha sido fechada ao trânsito para facilitar as movimentações dos bombeiros, “foi reaberta às 21h14”, disse à agência Lusa fonte do Comando Territorial de Santarém da GNR.

    A estrada, que liga Caldas da Rainha a Santarém, foi reaberta à circulação pouco depois de o incêndio entrado em resolução, às 21h05, segundo fonte da proteção civil.

  • Vouzela tem duas frentes ativas e uma está em Oliveira de Frades

    O incêndio com início pelas 3h04 de hoje em Vouzela está com duas frentes ativas e está já no concelho vizinho de Oliveira de Frades disse à agência Lusa, cerca das 21h45, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vouzela.

    “O incêndio está com duas frentes ativas, muito intensas, sendo que a que causa maior preocupação é que já entrou em Campia [concelho de Oliveira de Frades], passou ao lado da zona industrial e continua, pela força do vento”, indicou Francisco Lima.

    O comandante reconheceu à agência Lusa que as chamas “estão com muita intensidade, com projeções muito longínquas e a puxar imenso, com um comportamento muito errático”.

    “Estamos com imensos problemas ali, naquela frente a seguir a Rebordinho, já em Oliveira de Frades. É a cabeça de incêndio que está alinhada a vento”, disse.

    O comandante disse ainda que a outra frente, na freguesia de Cambra, “próximo da A25, está melhor, agora ao final do dia estava mais controlada”.

  • Dominado fogo no concelho de Odemira

    Um incêndio numa área de mato e pasto que deflagrou hoje à tarde no concelho de Odemira, distrito de Beja, foi dado como dominado às 20h56, revelou à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

    A fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou que o alerta para o fogo, que deflagrou na zona da freguesia de São Teotónio, foi dado às 18h59.

    Não houve habitações afetadas nem registo de feridos, adiantou.

    Segundo o comando sub-regional, estiveram envolvidos no combate às chamas 127 operacionais, apoiados por 38 veículos e cinco meios aéreos.

  • 123 operacionais e 3 meios aéreos combatem chamas em Barcelos

    Um incêndio que deflagrou pelas 14h07 em Monte de Fralães, concelho de Barcelos, está a ser combatido por 128 operacionais e três meios aéreos, sendo o forte vento um dos principais problemas, disse fonte da Proteção Civil.

    Em declarações à Lusa, o comandante da Sub-Região do Cávado da Proteção Civil, Manuel Moreira, acrescentou que outras dificuldades têm a ver com a “grande carga de combustível” e o “acentuado declive” do terreno.

    “Neste momento, está a ser dada prioridade à proteção de habitações no lugar de Chavões”, adiantou.

    O responsável sublinhou que se trata apenas de uma medida preventiva, não havendo atualmente qualquer habitação em risco.

    O incêndio tem duas frentes ativas e lavra “com grande intensidade”.

  • Mais de 100 operacionais e cinco meios aéreos combatem fogo em Odemira

    Mais de 100 operacionais e cinco meios aéreos combatem um incêndio em mato no concelho de Odemira, distrito de Beja, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

    A fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou que o alerta para o incêndio, que deflagrou na zona da freguesia de São Teotónio, foi dado às 18h59.

    Cerca das 20h00, o fogo tinha duas frentes ativas e consumia uma área de mato e pasto. Não há registo de feridos nem de casas em risco, adiantou.

    Segundo o comando sub-regional, à mesma hora estavam envolvidos no combate às chamas 116 operacionais, apoiados por 34 veículos e cinco meios aéreos.

  • Famalicão. Fogo de Vermoim entrou em fase de resolução

    O incêndio que deflagrou pelas 23h41 de quarta-feira em Vermoim, Vila Nova de Famalicão, está em fase de resolução, disse hoje fonte do Comando Sub-Regional da Proteção Civil do Ave.

    Segundo a fonte, o incêndio entrou em fase de resolução perto das 19h00.

    No mesmo concelho, continua em curso um incêndio que deflagrou em Arnoso cerca das 12h45, estando envolvidos no combate às chamas 85 operacionais, 22 viaturas e quatro meios aéreos.

  • Fogo em Rio Maior próximo de casas em Cabeça Gorda, segundo a Proteção Civil

    O incêndio que mobiliza perto de 130 bombeiros em Rio Maior, no distrito de Santarém, está a aproximar-se de várias casas em Cabeça Gorda, informou o Comando sub-regional da Lezíria do Tejo.

    “As chamas estão a chegar perto de habitações e de uma associação na localidade de Cabeça Gorda, mas os operacionais estão no local a evitar que as casas sejam afetadas”, disse à agência Lusa o comandante sub-regional da Lezíria do Tejo, Hélder Silva.

    De acordo com o comandante, o fogo, que deflagrou às 16h06 em Ribeiro de São João, no concelho de Rio Maior, no distrito de Santarém, “é a situação mais preocupante” na área do comando, onde está a ser combatido um outro fogo, em Alpiarça, que às 20h00 mobilizava uma centena de operacionais, apoiados por 28 viaturas e dois meios aéreos.

    O primeiro fogo obrigou ainda ao corte da Estrada Nacional 114 (EN), que liga Caldas da Rainha a Santarém.

    As 20h00 as chamas no concelho de Rio Maior estavam a ser combatidas por 102 operacionais, apoiados por 30 viaturas e quatro meios aéreos, segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

  • Instituto das Florestas e Proteção Civil da Madeira alertam para risco de incêndio florestal

    O Instituto de Florestas e Conservação da Natureza e o Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira alertaram hoje para o risco elevado de incêndio florestal devido ao tempo quente que se regista no arquipélago.

    Com base nas previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a Proteção Civil indica que “estão previstos valores da temperatura máxima entre 26 e 30 graus centígrados, em especial na costa sul e nas regiões montanhosas da ilha da Madeira”, enquanto “as temperaturas mínimas deverão permanecer próximas dos 20 graus centígrados em todo o arquipélago”.

    “Além das temperaturas elevadas, destaca-se a persistência de valores baixos de humidade relativa nas regiões montanhosas”, adianta o SRPC, acrescentando que a “situação deverá prolongar-se até meados da próxima semana”.

    O instituto alerta ainda que podem ocorrer incêndios rurais e, face a esse risco, é proibida a realização de fogueiras, queimadas e queimas em qualquer local, além da utilização dos fogareiros e equipamentos que possam provocar faísca. A prática de campismo em área florestal e utilização dos percursos pedestres classificados foram também proibidos, uma vez que “as temperaturas elevadas aumentam o risco de desidratação e insolação”.

    O Instituto de Florestas realça ainda que, “por razões de segurança, se encontra encerrada a estrada de ligação entre o Pico do Areeiro e a Eira do Serrado”.

  • Forças armadas reforçam meios aéreos e terrestres no combate aos incêndios

    Numa publicação no respetivo perfil de Facebook, as Forças Armadas Portuguesas afirmaram o reforço dos “meios aéreos para a vigilância de comportamentos de risco e deteção de focos de incêndios, com aeronaves tripuladas da Força Aérea e não tripuladas da Marinha e da Força Aérea”.

    “Além destas, dois helicópteros AW119 Koala e, pela primeira vez, dois UH-60 Black Hawk integram o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR)”, continua a mesma entrada.

    A vigilância também se faz a partir da terra, onde “50 patrulhas da Marinha e do Exército estão a vigiar as zonas de maior risco”.

    As Forças Armadas têm dsenvolvido aind aum esforço desde abril, “tendo já recuperado mais de 850 km de caminhos florestais em dez municípios”.

  • Fogo em Rio Maior corta Estrada Nacional 114

    Um incêndio que mobiliza mais de 130 bombeiros e três meios aéreos, em Ribeira de S. João, no concelho de Rio Maior, obrigou ao corte das Estrada Nacional 114, para facilitar as manobras dos operacionais, informou a GNR.

    “A estrada encontra-se cortada à circulação, na localidade de Ribeira de S. João, para facilitar os acesos das corporações de bombeiros que estão a combater o incêndio”, disse à agência Lusa fonte do Comando Territorial de Santarém da Guarda Nacional Republicana (GNR).

    De acordo com a mesma fonte, “não há estimativa sobre quando será retomada a circulação naquela via”, que liga Caldas da Rainha (no distrito de Leiria) a Santarém.

  • Coimbra disponibiliza locais de acolhimento temporário e pontos de água

    A Câmara de Coimbra anunciou hoje que estão disponíveis vários locais de acolhimento temporário e pontos de água no concelho, onde a população pode encontrar espaços mais frescos e protegidos durante os períodos de maior calor.

    Entre os locais contemplados estão o Átrio da Câmara, Mercado Municipal D. Pedro V e as igrejas de Santa Cruz, São Tiago, Sé Nova, Sé Velha, Graça, São José, Nossa Senhora de Lourdes, Santo António dos Olivais, Assafarge, São Martinho do Bispo, Almalaguês, Arzila, Torres do Mondego, Paroquial de Ceira, Paroquial de São Paulo de Frades, Matriz de Cernache e Capela da Palheira e Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.

    Também foi solicitado às juntas que, em cada freguesia, “acolham pessoas nas suas sedes”.

    “Estes equipamentos estarão abertos no período normal de funcionamento, mas com a perspetiva de alargamento de horário, caso se considere necessário”, adianta o comunicado.

    Em articulação com a Águas de Coimbra, a autarquia também irá disponibilizar pontos de água em vários locais da cidade e irá reforçar as ações de acompanhamento no terreno, com especial atenção a pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

  • Festa do Colete Encarnado em Vila Franca de Xira com ajustes e reforço da prevenção

    A Câmara de Vila Franca de Xira anunciou hoje ajustes ao programa da 94.ª Festa do Colete Encarnado — que se realiza entre 3 e 5 de julho —, devido ao alerta de calor para o fim de semana, prevendo o reforço das medidas de prevenção e alterações no programa.

    Em comunicado, a autarquia situada no distrito de Lisboa, indicou que as medidas de prevenção contemplam o reforço do dispositivo médico, a instalação de pontos de água pela cidade para hidratação e refrescamento da população e a utilização de viaturas com jato de água para molhar as principais ruas da cidade.

    Relativamente ao programa da festa, a principal alteração diz respeito ao desfile de campinos, cavaleiros, amazonas e tertúlias, marcado para sábado, cujo percurso será encurtado, passando a decorrer entre a Praça Afonso de Albuquerque e a estação ferroviária, com regresso ao largo da Câmara Municipal.

    A autarquia adianta ainda que, devido à situação de alerta decretada pelo Governo entre quinta-feira e segunda-feira por causa do risco de incêndio, foram cancelados os foguetes de alvorada dos três dias de festa e o espetáculo de fogo-de-artifício previsto para o encerramento, no domingo.

  • Direção-Geral de Saúde apela à preveção do risco: "Prefiro navegar na onda da saúde!"

    Também no Facebook, a Direção-Geral da Saúde divulgou um conjunto de infografias destinadas à prevenção dos efeitos negativos da onda de calor para a saúde.

    “Há recomendações importantes que deve ter em conta no seu dia-a-dia durante esta onda de calor, protegendo a sua saúde e a dos mais próximos”, escreve o órgão oficial.

    Com frases de ordem, como “Uma onda de calor não é boa de navegar!”, “O risco é real” e “Prefiro navegar a onda da saúde!”, a entidade enfatiza o aumento da mortalidade relacionado com as temperaturas extremas, “sobretudo em populações vulneráveis, como pessoas idosas ou com doenças crónicas”.

    Em caso de desidratação ou insolação, a entidade apela ao contacto do SNS24 (808 242 424) e, em situação de emergência, do 112.


  • Vouzela tem duas frentes ativas a arder com bastante intensidade

    O incêndio que teve início pelas 03h04 de hoje está com duas frentes ativas a arderem com bastante intensidade, disse à agência Lusa, cerca das 18h00, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vouzela.

    “Neste momento estamos com duas frentes ativas a arderem com muita intensidade. É um incêndio de vento que faz projeções a grande distância”, adiantou Francisco Lima.

    Segundo o responsável, ao longo do dia “uma outra bombeira, desta vez da corporação de Vouzela, necessitou de cuidados de saúde, devido ao fumo nos olhos”.

    Esta é a segunda bombeira com ferimentos ligeiros, depois de, na manhã de hoje, um bombeiro da corporação dos Voluntários de São Pedro do Sul ter necessitado de igual tratamento.

    “O que mais prejudica o combate é o vento forte e as projeções”, admitiu o comandante Francisco Lima.

    Também o presidente da Câmara Municipal de Vouzela, no distrito de Viseu, salientou à agência Lusa, minutos depois, essa “preocupação com o vento muito forte e as enormes projeções” de fogo que “vão para vários sítios e muita distância”.

    Carlos Oliveira disse ainda que “uma das frentes, a que está mais intensa e a gerar mais preocupação é a que está virada à zona industrial de Campia”, em Oliveira de Frades, igualmente no distrito de Viseu.

    “Mas não há populações nem ninguém em risco. A outra frente está na origem do incêndio, em Cambra”, Vouzela, acrescentou Carlos Oliveira.

  • Vouzela. "Incêndio progride rápido para outras freguesias", diz Presidente da Câmara Municipal

    Fogo tem duas frentes, uma das quais suscita especial preocupação.

    O autarca Carlos Oliveira descreve um dia “muito difícil” no terreno, com vento forte e temperaturas elevadas.

    Apesar de não haver casas em risco, existe a possibilidade de o fogo se aproximar da zona industrial de Campia.

    Carlos Oliveira explica que os bombeiros têm uma “curta janela de oportunidade para controlar o incêndio” antes do cair da noite, mas admite o cansaço dos operacionais.

    Ouça aqui a entrevista completa ao presidente da Câmara Municipal de Vouzela.

    Vouzela. “Incêndio progride rápido para outras freguesias”, diz Presidente da Câmara Municipal

  • Proteção Civil divulga medidas para proteção de casas ameaçadas pelos incêndios

    A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil divulgou medidas destinadas à autoproteção de casas ameaçadas pelos incêndios, no respetivo perfil de Facebook:

    • “Ligue ao 112 e avise vizinhos.
    • Retire móveis, lonas ou lenhas próximos da habitação ou janelas.
    • Desligue e afaste botijas de gás.
    • Regue paredes, telhado e dez metros à volta da casa.
    • Feche portas e janelas.
    • Coloque toalhas molhadas nas frestas.
    • Apague pequenos focos de incêndio com água, terra ou ramos verdes.
    • Siga as indicações das autoridades.”
    Para mais informações, o órgão oficial recomendou a consulta dos sites portugalchama.pt e aldeiasseguras.pt.

  • CM de Sintra proibe concentrações e circulação em áreas florestais

    A câmara municipal de Sintra destacou no respetivo perfil de Facebook as atividades que estão proibidas na Serra de Sintra, a fim de reduzir o risco de incêndio rural muito elevado previsto pelo IPMA.

    Está interdita a “realização de atividades culturais, desportivas ou outros eventos que impliquem concentração de pessoas em áreas florestais”, a que se soma a “utilização de equipamentos florestais de recreio” e ainda a “circulação ou permanência em áreas florestais públicas ou comunitárias, incluindo a respetiva rede viária”.

    A autarquia assinalou algumas exceções às proibições impostas, que incidem sobre “residentes permanentes ou temporários e pessoas que exerçam atividade profissional nas áreas abrangidas”, “pessoas em deslocação para residência ou local de trabalho, quando não existam itinerários alternativos” e ainda “meios de proteção e socorro, emergência, forças de segurança e Forças Armadas”.

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