Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Abrimos novo liveblog este sábado para acompanharmos a atualidade política.

    “Todos nos lembramos das posições coincidentes com Passos Coelho”, atira António Filipe. “Isso é um mito urbano”, diz Seguro

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Notas do debate. No último debate de ambos, Cotrim, o candidato do Príncipe Real usou o tom de Ventura, o do País Real, mas ganhou à justa

    Em pleno acordo e em tom cordial, ambos atacaram Marques Mendes por não ter ainda revelado tudo dos seus clientes. Mas depois o liberal atacou com o tom habitual do líder do Chega, e o debate aqueceu.

    Notas do debate. No último debate de ambos, Cotrim, o candidato do Príncipe Real usou o tom de Ventura, o do País Real, mas ganhou à justa

  • Admitidas 11 das 14 candidaturas a Belém

    Onze das 14 candidaturas presidenciais entregues no Tribunal Constitucional estão em condições de serem admitidas, incluindo a do músico Manuel João Vieira, enquanto Joana Amaral Dias, José Cardoso e Ricardo Sousa foram notificados para corrigirem irregularidades.

    Segundo um acórdão hoje publicado, o Tribunal Constitucional mandou notificar os mandatários destes três candidatos para suprirem as irregularidades identificadas no prazo de dois dias.

    Estão já “em condições de serem admitidas” as candidaturas de Gouveia e Melo, Marques Mendes, António Filipe, Catarina Martins, António José Seguro, Humberto Correia, André Pestana, Jorge Pinto, Cotrim Figueiredo, André Ventura e a do pintor e músico Manuel João Vieira.

    No processo de Joana Amaral Dias, faltam elementos e o número de assinaturas regulares está nos 1575. No de José Cardoso, só foram consideradas regulares 7265 assinaturas. No de Ricardo Sousa, 3761.

  • Ventura: "Diferença é que não recebo chantagem de financiadores para afastar candidatos"

    André Ventura questiona “se na IL não há problemas de crimes” e garante: “A diferença é que não recebo chantagem de financiadores para afastar candidatos. Eu quero castrar os pedófilos, o João quer protegê-los.”

  • Ventura acusa Cotrim de ter despedido Manuela Moura Guedes a "pedido de Sócrates", Cotrim nega

    André Ventura diz que era “inspetor tributário” e que tinha “acabado de fazer um estágio”: “Não estava na TVI a despedir a Manuela Moura Guedes a pedido do Sócrates”, atira, com Cotrim a dizer que é “mentira” e que saiu “incompatibilizado com os acionistas amigos de Sócrates”.

    “Tive orgulho em ser funcionário público e Parlamento nunca me apanhou nenhuma incompatibilidade”, refere Ventura, com Cotrim a defender que era uma fundação não remunerada.

    Ventura reitera que é preciso “cortar em excessos” no Estado para pôr pensões ao “nível do salário mínimo”. “O João diz que o mercado resolverá”, atira Ventura, com Cotrim a negar. “Há um mês votaram contra, querem pobreza selvática e mercado selvagem.”

  • "Os casos de pedofilia sucedem-se no Chega"

    João Cotrim Figueiredo sugere que André Ventura só sabe debater utilizando a “mentira”.

    O candidato liberal nega depois alguma vez ter despedido Manuela Moura Guedes e garante que se saiu da TVI por “incompatibilidade” com a administração.

    “Os casos de pedofilia sucedem-se no Chega. Quem bate no peito contra a pedofilia não pode ter esta sucessão de casos”, atira Cotrim Figueiredo.

    O liberal termina o debate com um apelo ao voto dos eleitores do Chega. “André Ventura não quer ser Presidente da República e não vai ser Presidente da República.”

  • Cotrim acusa Ventura de pertencer às elites e recorda Lalanda de Castro

    Cotrim defende-se agora das acusações de André Ventura. “Sou tanto das elites, mas não fui eu passei que passei de ser inspetor tributário para dar conselhos a milionários.”

    O candidato da Iniciativa Liberal recorda depois que o líder do Chega foi testemunha de defesa de “Lalanda de Castro, o grande amigo de José Sócrates”. “Portanto, elitismo do meu lado? Não.”

    Sobre a questão das pensões, Cotrim diz que o Chega não tem por hábito “fazer contas” e que fazer equivaler as pensões ao salário mínimo nacional iria “comprometer evidentemente” o futuro das pensões.

  • Ventura reitera que é o candidato do "país real" contra o "candidato do Príncipe Real"

    André Ventura acha graça porque “está em primeiro em todas as sondagens” e lhe perguntam sobre o segmento dos jovens. “Não faço a campanha a pensar se vou ganhar o segmento A, B ou C. O João é o candidato do Príncipe Real e eu do país real”, diz, com Cotrim a dizer que “lá vem a cassete”.

    “Votou contra o aumento de pensões em Portugal”, acusa Ventura.

  • Ventura: "Foi viver reforma dourada e voltou porque ego é maior do que a personalidade"

    André Ventura considera que a Europa e os EUA dão opiniões um sobre outra e desvaloriza. E segue: “Lembro-me de João Cotrim Figueiredo ter dito que lamentava, mas não estava disponível para estar na política até aos 70 anos. Se é candidato a Presidente da República o mandato vai acabar com 70 anos. O que mudou?”

    Cotrim Figueiredo garante que não acabará o mandato com 70 anos e argumenta com meses: “Se a sua dúvida é tão estúpida, dou uma resposta estúpida.”

    “Acho que foi para Bruxelas viver uma reforma dourada e acho errado. E agora quer ser PR porque o ego é maior do que a personalidade”, acusa. “É dinheiro ou ego”, questiona Cotrim, garantindo que “nem uma coisa, nem outra”,

  • Cotrim sugere que Ventura só sabe fazer "alarido"

    Cotrim Figueiredo fala agora para os eleitores mais jovens. “As pessoas sentem que quando digo alguma coisa sei do que estou a falar e não faço só alarido.”

  • Cotrim tenta colar Ventura aos interesses de Moscovo

    “Percebes mais de agricultura do que a CAP”, provoca Cotrim Figueiredo.

    “Tenho uma reforma dourada tão boa que decidi candidatar-me a Presidente da República”, continua o liberal.

    A terminar, Cotrim refuta outro argumento de Ventura: “Algum Presidente quer mandar jovens portugueses para a Ucrânia? Temos tropas profissionais. Temos 1.100 militares portugueses em cenários de guerra. Não podemos permitir tiranos como Putin”, atira Cotrim, argumentando que a família europeia do Chega vota muitas vezes alinhada com os interesses de Moscovo.

  • Ventura: "Maior erro da vida de Cotrim foi ter deixado a liderança da IL para ir ter uma reforma dourada em Bruxelas"

    André Ventura explica que “há diferença entre reformar a Europa” e o que “votam em Bruxelas”. Critica Cotrim por ter dito que vê com “bons olhos o acordo com Mercosul: “Os nossos agricultores não aguentam mais e estas elites europeias querem encher a Europa de produtos agrícolas que vão destruir agricultura.”

    “Acho que o maior erro da vida do João foi ter deixado a liderança da IL para ir ter uma reforma dourada em Bruxelas, mas não tem defendido Portugal”, acusa.

    Ventura reitera ainda que a Ucrânia também é defendida pelo Chega, mas afirma: “Não quero mandar para lá tropas como tu.”

  • "Temos todos a obrigação de tentar ajudar a Europa a reformar-se"

    É a vez de João Cotrim Figueiredo. “Era uma boa oportunidade de defender o projeto europeu”, provoca o liberal. “E defendo”, sublinha André Ventura.

    “Temos todos a obrigação de tentar ajudar a Europa a reformar-se. ‘Reformar-se’, homem”, irrita-se Cotrim, perante a insistência de Ventura em falar de imigração.

    “Como patriotas, temos toda a obrigação de ajudar a Europa”, volta a dizer Cotrim. “Pertencemos à União Europeia. Se os Estados Unidos continuarem na sua senda isolacionista e se a Europa não se reformar, [não se salvará]”

  • "Acho que os dois somos patrióticos", diz Ventura a Cotrim

    Agora a política internacional. André Ventura diz que “discorda de Trump em muita coisa”. “É ver o óbvio: Europa está a ser inundada de migração”, alerta o líder do Chega, frisando que “a Europa não aguenta mais imigração”.

    “Acho que os dois somos patrióticos”, diz Ventura, com Cotrim a alertar que a visão de Trump não é a mesma.

    Ventura reitera que “há um problema de imigração e criminalidade na Europa”, reiterando que não é importante quem o disse.

  • Ventura não abdica que quem "comete crimes seja expulso", Cotrim alerta que com "braço de ferro" não haverá lei

    André Ventura responde a Cotrim: “Não vou abdicar que quem comete crimes seja expulso, que perca a nacionalidade.”

    Cotrim diz que os portugueses não percebem que “por causa dessa insistência não vamos ter lei da nacionalidade” e o líder do Chega insiste que quem comete crimes tem de “perder a nacionalidade”.

    “Cotrim votou favoravelmente os pactos migratórios da UE que querem distribuir migrantes pelos Estados-membros da UE e sancionar Portugal quando não quer receber mais e acho que estamos um bocadinho cheios de migrantes”, diz.

    Ventura recorda uma declaração de Cotrim e diz que “nem todos os que desejam têm direitos a ser portugueses”. “Acha que é sem critério?”, questiona Cotrim, que diz que quer “resolver os assuntos”, alertando que “braço de ferro” com TC acabará “sem lei”.

    “Não faço taticismo político com convicções”, sublinha Ventura, com Cotrim a reiterar que “o Chega serve para não termos lei da nacionalidade”. O líder do Chega garante que o partido vai voltar a insistir “no básico”, as normas que quis na lei.

  • Cotrim aconselha partidos a não insistirem na perda de nacionalidade. "Sejam sensatos"

    O candidato liberal defende-se das críticas de Ventura. “Precisamos de uma Lei da Nacionalidade. [Se insistir], não vamos ter a lei”, atira.

    Ventura interrompe: “Não faço taticismos com convicções”. “Vamos ter os princípios respeitados e não vamos ter a Lei”, devolve João Cotrim Figueiredo.

    “Vamos continuar a ter esta lei atual que é demasiado permissiva. Que sejam sensatos. Vamos bater com cabeça na parede durante quanto tempo, André Ventura?”, sentencia.

  • Cotrim defende que se deixe cair perda de nacionalidade

    Cotrim fala agora da Lei da Nacionalidade, reforçando as críticas ao governo socialista e ao “descontrolo total” em que o executivo de António Costa deixou a questão.

    “Esta lei da nacionalidade tem de ser aperfeiçoada e aprovada. Não insistiria na alteração do código penal. É um desfavor que se faz ao controlo da política migratória. Ou decidimos continuar uma birra, ou corrigimos a lei para ela ser aprovada rapidamente.”

  • André Ventura: "Já pedi a suspensão do mandato de deputado"

    André Ventura explica que o caso de Mendes “não tem só a ver com ligações empresariais”, recordando que a notícia se focava no facto de Marques Mendes não justificar o aumento de património. Diz-se ainda “completamente à vontade” sobre mandatários e apoiantes de campanha.

    Questionado sobre a possibilidade de suspender o mandato, André Ventura acha estranho João Cotrim Figueiredo “não poder suspender o mandato”.

    “Já pedi a suspensão do mandato e logo que chegue o momento e sobretudo na campanha eleitoral não estarei como deputado”, garante.

  • Cotrim mantém pressão sobre Mendes e diz que era bom que revelasse lista de clientes como advogado

    Fala agora João Cotrim Figueiredo. “Não só estou disposto a revelar os clientes, como já o fiz”, diz o candidato liberal, referindo-se à autobiografia que escreveu.

    “Não há nada a esconder. Quem quer a confiança dos eleitores, tem de mostrar que não há nada a esconder”, defende.

    Cotrim insiste que Marques Mendes ainda não esclareceu todas as dúvidas, nomeadamente a identidade dos clientes na sociedade de advogado. “Era bom que o fizesse, mas é com ele”, atira.

  • Ventura diz que Mendes é o "candidato menos transparente". Quanto à sua vida profissional garante que "é tudo conhecido"

    O debate arranca com a mais recente divulgação os clientes de Marques Mendes. André Ventura diz que não tinha nenhuma sociedade e que era apenas “colaborador”. “Eu não era dono”, insiste.

    “Sou deputado e conselheiro de todos e tenho de entregar sempre declarações de transparência. Acho que transparência é bem-vinda, deve ser reforçada”, explica, mas reitera que, no seu caso, tudo é público. “É tudo conhecido.”

    Marques Mendes é, diz Ventura, “o candidato menos transparente de todos”.

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