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    Rússia ataca Kiev e outras cidades ucranianas durante a noite. Irão vai proibir passagem de navios militares por Ormuz

  • Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão descreveu plano económico dos EUA para isolar

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baqaei, descreveu o plano de sanções dos EUA contra o país como uma “pura paródia”.

    Numa publicação na rede social X, Baqaei afirmou que a política de Washington não fazia sentido, pois anunciava sanções que já existiam.

    Acusou ainda os EUA de se voltarem “para o Bahrein – um país com praticamente nenhum intercâmbio económico significativo com o Irão – para provar que a sua “coligação” está a funcionar”.

  • Pelo menos 100 palestinianos mortos em ataques israelitas nas últimas duas semanas

    Ramiz Alakbarov, coordenador especial interino da ONU para o Processo de Paz no Médio Oriente, afirmou que os ataques aéreos israelitas realizados desde 12 de agosto mataram pelo menos 100 palestinianos em Gaza e fizeram mais de 400 feridos.

    “As condições em Gaza continuam terríveis, apesar de um cessar-fogo de quase um ano”, disse Alakbarov uma reunião Conselho de Segurança da ONU, citado pela Al Jazeera.

  • Rússia reivindica ataque a navio graneleiro ucraniano em porto de Odessa

    O Ministério da Defesa da Rússia reivindicou hoje um ataque da sua força aérea contra um navio graneleiro e três tanques de combustível na cidade portuária ucraniana de Izmail, na província de Odessa.

    “Drones de ataque atacaram um navio de carga a granel no porto de Izmail, na região de Odessa, que transportava material militar para a Ucrânia, e três tanques de combustível destinados às Forças Armadas ucranianas, assim como a infraestrutura portuária utilizada para o descarregamento de material militar”, afirmou o ministério russo em comunicado.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andri Sibiga, denunciou hoje ao seu homólogo francês, Jean-Noel Barrot, que a Rússia está a “intensificar” os ataques no Mar Negro, o que tem efeitos na economia ucraniana em plena época de colheita de cereais, de que Kiev é um dos maiores exportadores mundiais.

  • Bielorrússia constrói linha ferroviária militar junto à fronteira ucraniana

    A Bielorrússia está a construir uma nova infraestrutura ferroviária na região de Gomel, no sul do país, que poderá receber comboios militares que transportam pessoal e equipamento pesado, informou a Associação de Trabalhadores Ferroviários da Bielorrússia, segundo o The Kyiv Independent.

    A informação, segundo o jornal, surge num contexto de reforço das infraestruturas militares ao longo da fronteira entre a Bielorrúsia e a Ucrânia, levando Kiev a alertar para a possibilidade de Moscovo estar a preparar um maior envolvimento do seu aliado mais próximo na guerra.

  • Forças israelitas disparam contra zona de Beit Jinn, na Síria

    As forças israelitas dispararam três projécteis de artilharia nas imediações da cidade síria de Beit Jinn, a sudoeste de Damasco.

    Os projécteis foram lançados a partir das Colinas de Golã, tendo como alvo uma colina estratégica com vida sobre a cidade, relatou a Al Jazeera.

  • Ataque com drones provoca incêndio no Curdistão iraquiano

    Pelo menos um drone foi abatido nas imediações da aldeia de Badalyan, na região de Soran, na província de Erbil, no Curdistão iraquiano. Segundo o correspondente da Al Jazeera no local, o ataque envolveu dois drones.

    A queda de um dos aparelhos provocou um incêndio, mas, para já, não há registo de vítimas, adiantou uma fonte de segurança à agência noticiosa iraquiana Shafaq.

  • Zelensky reforça defesa de Donetsk com comandantes do antigo batalhão Azov

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje, durante uma visita à frente de combate, a formação de dois novos grupos militares sob o comando de oficiais do antigo batalhão Azov para reforçar o exército na região de Donetsk, no leste do país.

    “As nossas posições em Donetsk serão reforçadas graças a dois novos grupos. Os comandantes serão os heróis da Ucrânia, Denis Prokopenko e Andriy Biletsky”, disse Zelensky num vídeo gravado durante a sua visita à frente de Oleksandrivka, na confluência das regiões de Donetsk, Zaporijia e Dnipropetrovsk.

    O líder ucraniano não forneceu mais detalhes sobre as características dos dois novos grupos nem revelou as áreas da frente de Donetsk pelas quais serão responsáveis.

    Denis Prokopenko liderou as tropas ucranianas durante o cerco russo de Mariupol, no sul da Ucrânia, nas primeiras semanas da invasão lançada por Moscovo em 24 de fevereiro de 2022.

    O comandante militar foi capturado e libertado pouco depois numa troca de prisioneiros com Moscovo, após a queda do complexo siderúrgico de Azovstal, em Mariupol, e da última bolsa de resistência do batalhão Azov, uma força de voluntários que seria incorporada no exército.

    Prokopenko, de 39 anos, é agora comandante do 1.º Corpo Azov da Guarda Nacional da Ucrânia.

    Andri Biletsky, pelo seu lado, foi comandante do batalhão Azov quando era ainda uma milícia e lidera agora o 3.º Corpo de Assalto do Exército Ucraniano, a outra formação a receber os antigos combatentes voluntários.

    Segundo a imprensa ucraniana, Biletsky combateu na defesa de Kiev e na libertação da região da capital no início da invasão, bem como da região de Kherson e participou nas batalhas de Avdiivka, na região de Donetsk.

  • Houthis atacam porto de al-Markha com mísseis

    Os houthis do Iémen, aliados do Irão, atacaram o porto de al-Markha com mísseis, segundo uma fonte do exército iemenita citada pela Al Jazeera.

    Não há, para já, informações sobre a dimensão dos danos ou a existência de vítimas, e os houthis ainda não reivindicaram a autoria do ataque.

    Entretanto, pelo menos cinco mísseis atingiram a zona de al-Khawkhah, na província costeira de Hodeidah, no oeste do Iémen. Segundo as fontes, os projéteis foram lançados a partir de áreas controladas pelos houthis a leste de Taiz.

  • Ghalibaf elogia “declaração de princípios” da China contra sanções "ilegais" norte-americanas ao Irão

    O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, saudou a “declaração de princípios” da China contra as sanções dos EUA impostas ao Irão.

    “Saudamos a declaração de princípio da China que rejeita as sanções ilegais contra o Irão”, escreveu Ghalibaf numa publicação na rede social X.

    “A parceria estratégica abrangente Irão-China está enraizada no respeito mútuo, na cooperação vantajosa para todos e numa visão partilhada para um mundo multipolar. Esta relação não precisa da permissão de ninguém”, acrescentou.

  • Forças israelitas continuam a bombardear e a demolir casas e infraestruturas civis no sul do Líbano

    Israel continua a demolir e a bombardear habitações e infraestruturas civis em Bani Haiyyan, no distrito de Marjayoun, no sul do Líbano, segundo a Agência Nacional de Notícias (NNA) libanesa, informou a Al Jazeera.

  • Guarda Revolucionária Islâmica do Irão acusa EUA de recorrer a sanções porque ficaram sem "armas estratégicas"

    Segundo a agência IRNA, Hossein Mohebbi, o porta-voz do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irão, acusou os EUA de recorreram a sanções económicas contra o Irão porque o país ficou sem “armas estratégicas”, escreveu a Al Jazeera.

    “Os Estados Unidos sofreram escassez de armas estratégicas após a sua recente guerra contra o Irão, e a reposição de alguns dos seus stocks esgotados pode levar anos”, disse Mohebbi, segundo a emissora.

    “Washington esperava que os stocks de mísseis do Irão se esgotassem com o tempo, mas as operações de mísseis iranianos continuaram”, observou. “A redução dos stocks de armas estratégicas dos EUA foi uma das razões pelas quais Washington recuou”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão classifica novas sanções dos EUA como um “ato de terrorismo de Estado e económico”

    O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, classificou as novas sanções norte-americanas como um “ato de terrorismo de Estado e económico”.

    Numa carta enviada ao secretário-Geral da ONU, ao Conselho de Segurança e a todos os Estados-membros da ONU, Araghchi acusa os EUA de procurarem “romper os laços económicos legítimos do Irão com outros Estados”, relatou a Al Jazeera.

    “As sanções prejudicam deliberadamente os civis ao restringir o acesso a alimentos, medicamentos, equipamento médico, energia e outros bens essenciais, violando direitos, incluindo o direito à vida, à saúde, à alimentação e a um nível de vida adequado”, lê-se na carta enviada pelo ministro.

    O Irão apelou ao Conselho de Segurança e aos Estados-membros da ONU para condenarem e rejeitarem as “medidas coercivas unilaterais e as sanções secundárias” dos EUA, que devem “parar imediatamente de coagir países terceiros a alterarem as suas relações económicas legítimas” com o Irão.

  • IDF afirmam que missão em Gaza foi cancelada depois de soldados ortodoxos se terem recusado a trabalhar com paramédica

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmam que uma missão em Gaza foi cancelada depois de soldados ortodoxos se terem recusado a trabalhar com uma paramédica, avançou o The Times of Israel.

    “A tropa recusou-se a realizar a atividade operacional e, como resultado, a atividade foi cancelada”, afirmou o exército, segundo o jornal israelita.

    As IDF disseram que “os soldados que mantêm um estilo de vida religioso têm o direito de realizar atividades operacionais num ambiente segregado por género, exceto em casos excecionais”. No entanto, acrescentaram que o caso já está a ser investigado.

    O incidente, segundo o The Times of Israel, é o mais recente de uma série de casos em que os soldados ortodoxos se recusam a interagir com mulheres militares devido às suas crenças religiosas.

  • Primeiro-ministro do Qatar visita Teerão para discutir tensões na região e navegação no Estreito de Ormuz

    O primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al Thani, visitará Teerão na quinta-feira, onde se reunirá com responsáveis iranianos para discutir formas de reduzir as tensões na região e criar condições propícias ao diálogo.

    A visita, de acordo com o porta-voz do Ministério dos Negócios dos Negócios Estrangeiros, está em linha com a “firme posição do Qatar de que o caminho diplomático é o melhor meio de resolver as diferenças e promover a segurança e a estabilidade na região”.

    As discussões, segundo o porta-voz, vão também abordar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.

  • Chris Wright afirma que Washington “prefere a diplomacia” com o Irão, mas destruirá instalações nucleares de Teerão "se necessário"

    O secretário da Energia norte-americano, Chris Wright, afirmou que Washington “prefere a diplomacia” com o Irão, mas destruirá as instalações nucleares de Teerão “se necessário”, segundo a Al Jazeera.

    Teerão “tem um programa de armas nucleares e o nosso objetivo é detê-lo”, disse Wright, acrescentando que “deve ser alcançado um acordo com o Irão, no qual este renuncie ao armamento nuclear”.

  • Forças iranianas dizem ter meios de comunicação persas no estrangeiro entre “alvos militares”

    As forças armadas do Irão afirmam que vários meios de comunicação de língua persa que operam no estrangeiro estão incluídos no seu “banco de alvos militares”, acusando-os de trabalhar para os serviços de informações dos EUA e de Israel, avançou o The Times of Israel.

    O porta-voz das forças armadas iranianas, Abolfazl Shekarchi, disse que, entre os meios de comunicação que podem ser alvos de ataques, estão a BBC Persian, a Iran International e a Radio Farda.

    “Estes meios de comunicação hostis são os soldados do sionismo e da América e estão incluídos no nosso banco de alvos militares”, disse Shekarchi, que os acusou de estarem “diretamente ligados à Mossad, à CIA e às organizações de informação inimigas”.

  • Ghalibaf defende negociações com os EUA e afirma que não são sinal de recuo, mas sim de resistência

    Numa carta publicada pela agência de notícias estatal iraniana IRNA, citada pela Al Jazeera, o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, defendeu as negociações com os EUA, afirmando que não são um sinal de recuo, mas sim de resistência.

    “Devo dizer que qualquer ação racional, qualquer diálogo com autoridade ou qualquer tentativa de tomar os direitos da nação ao inimigo não deve ser erradamente definida como concessão e passividade”, escreveu Ghalibaf, segundo a emissora.

    “Devemos assumir a responsabilidade de salvaguardar e proteger os instrumentos de poder para que possamos consolidar as conquistas da guerra e conduzir o país em segurança através dos graves desastres que os inimigos planearam”, acrescentou.

    O presidente do Parlamento iraniano disse ainda que seria errado fugir à responsabilidade de negociar com os EUA e considerar cada conquista da equipa negocial uma traição.

  • Hegseth não descarta novos ataques no Estreito de Ormuz

    O secretário norte-americano da Defesa, Pete Hegseth, não afastou a hipótese de novos ataques no Estreito de Ormuz, mas garante que a pressão económica é mais lesiva para Teerão.

    “Sabemos que a pressão económica afeta-os mais neste momento, mas de forma alguma descartamos o uso de ataques cinéticos em qualquer lugar do Estreito de Ormuz”, afirmou, em declarações ao canal conservador Newsmax.

  • China acusada de ajudar Rússia na modernização de drones usados em ataques

    Governo ucraniano acusa empresa chinesa de ser a fornecedora de motores de turbojato para os drones. Novas componentes como cartões SIM foram também encontrados.

    China acusada de ajudar Rússia na modernização de drones usados em ataques

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