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Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Exército israelita invade Síria e dispara projéteis a 50 quilómetros da capital

  • O que se passou até agora?

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu que Vladimir Putin não vai atacar qualquer país da NATO. Esta declaração surge num contexto de tensões crescentes, em que houve alegações de que o diretor da CIA, John Ratcliffe, teria alertado a Rússia para não escalar a agressão para territórios da NATO. O Kremlin desmentiu essas alegações, apelidando-as de “histórias de terror”.
    • A administração Trump está a considerar impor sanções a bancos chineses que mantenham relações com o Irão, aumentando a pressão económica sobre Teerão. Além disso, o bloqueio marítimo no Estreito de Ormuz continua em vigor, apesar dos apelos de mediação entre o Irão e Omã para a criação de um corredor temporário de navegação.
    • Israel bombardeou uma colina síria na cidade de Beit Jinn pelo segundo dia consecutivo e executou ataques aéreos sobre Khan Younis, na Faixa de Gaza, resultando na morte de um comandante do Hamas. A defesa israelita também avisa que quaisquer lançamentos de papagaios ou balões explosivos provenientes de Gaza serão alvo de respostas enérgicas.
    • A Rússia realizou ataques noturnos com drones e mísseis em várias cidades ucranianas, incluindo Kiev, Odessa e Zaporíjia, ocasionando feridos e destruição de infraestruturas. Simultaneamente, há relatos de cinco drones terem invadido o espaço aéreo da Moldávia durante um desses ataques. Enquanto isso, foi confirmado que um petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido no Estreito de Ormuz.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Irão ameaça atingir interesses económicos dos EUA "com intensidade e força" se bloqueio marítimo continuar

    O secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, Mohsen Rezaei, afirmou que o Irão terá como alvo os interesses económicos dos EUA caso o bloqueio marítimo contra o país se mantenha, noticiou a IRIB, segundo a Al Jazeera.

    “Se o bloqueio continuar, visaremos plenamente os interesses económicos dos EUA, com intensidade e força”, ameaçou Rezaei.

  • EUA perto de fechar acordo para garantir acesso a longo prazo às reservas de petróleo da Venezuela, dizem fontes

    O Governo norte-americano está a negociar um acordo que garantiria aos EUA, responsáveis pela supervisão das exportações de petróleo da Venezuela, acesso a longo prazo a uma parte das reservas de crude do país, segundo fontes familiarizadas com as negociações citadas pela Reuters.

    “Isto é real e está a ser discutido aos mais altos níveis dos Governos dos EUA e da Venezuela”, afirmou uma das fontes, citada pela agência de notícias.

    As fontes indicaram ainda que o entendimento, que poderá ser formalizado e tornado público em breve, permitirá aos EUA assegurar o controlo de um conjunto de campos petrolíferos venezuelanos a explorar por empresas norte-americanas. O petróleo extraído dessas áreas teria como destino garantido o mercado norte-americano.

    Outra fonte, citada pela Reuters, afirmou que está a ser equacionado um modelo de “arrendamento” como enquadramento jurídico para o acordo, seguindo-se posteriormente um processo de leilão ou concurso para atribuir cada um dos campos petrolíferos às empresas norte-americanas interessadas.

  • Carney garante que Lago Ontário vai manter o nome no Canadá em resposta a Trump

    O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, assegurou hoje que, para os canadianos, o Lago Ontário irá manter o nome “agora e para sempre”, em reação à decisão do Presidente norte-americano, Donald Trump, de o renomear “Lago América”.

    “Nós, canadianos, também sabemos que chamar as coisas pelos seus nomes significa chamar-lhes Lago Ontário: ontem, hoje e sempre”, referiu Carney numa mensagem publicada na rede social X poucas horas depois de Trump ter assinado uma ordem executiva para mudar o nome oficialmente utilizado pelo Governo norte-americano.

    Carney destacou ainda a origem indígena e a antiguidade do nome para reforçar a sua resposta ao chefe de Estado norte-americano.

    “O nome Lago Ontário vem da palavra Wendat Ontari’io, que, apropriadamente, significa ‘o lago é belo, o lago é grande’. O nome tem mais de 400 anos, sendo anterior tanto à Confederação canadiana como à Declaração de Independência dos Estados Unidos”, observou.

  • IDF bombardeam colina síria perto da cidade de Beit Jinn pela segunda noite consecutiva

    Pela segunda noite consecutiva, as Forças de Defesa de Israel (IDF) bombardearam uma colina síria, a perto da cidade de Beit Jinn, a cerca de 10 km da fronteira israelita, informaram os meios de comunicação locais, segundo o The Times of Israel.

    Até ao momento, não há registo de feridos ou danos causados ​​pelo bombardeamento.

  • EUA autorizam encontro de embaixador norte-americano no Líbano com responsáveis do Hezbollah, notícia emissora libanesa

    A administração Trump autorizou o embaixador norte-americano no Líbano, Michel Issa, a reunir-se com figuras de topo do Hezbollah para avançar com os esforços de Washington para desarmar o grupo terrorista, noticiou a emissora libanesa MTV, segundo o The Times of Israel.

  • Vem aí uma nova crise de mísseis de Cuba?

    António José Telo destaca que só um acordo entre o Irão e os EUA reabrirá o estreito de Ormuz. Também diz que a Rússia prepara uma manobra para tentar resolver a guerra na Ucrânia nos próximos meses. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Vem aí uma nova crise de mísseis de Cuba?

  • Chefe de segurança do Irão nega alegado plano para assassinar filho de Trump

    Numa entrevista transmitida pela emissora libanesa Al Manar, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Mohsen Rezaei, afirmou que as notícias sobre um possível plano para assassinar o filho mais novo de Donald Trump são mentira, segundo o The Times of Israel.

  • Teerão prepara lista de condições para reabrir o Estreito de Ormuz

    Os mediadores pediram a Teerão que apresentasse as condições para a reabertura do Estreito de Ormuz, e o Irão está a preparar uma lista de exigências, revelou Mohsen Rezaei, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, numa entrevista à Al Manar TV, ligada ao Hezbollah libanês, segundo a Al Jazeera.

    De acordo o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, entre as condições está o fim da guerra na região.

    O responsável acrescentou que o Irão acordou com Omã a criação de um corredor de trânsito, parcialmente em águas omanitas e parcialmente em águas iranianas, através do qual os navios poderiam atravessar o estreito por um canal central definido, caso os EUA cumpram as exigências de Teerão.

  • Netanyahu insiste que Gaza não será reconstruída até que Hamas seja desarmado

    O Governo israelita afastou hoje planos para reabrir a passagem de Erez, na fronteira com a Faixa de Gaza, que condiciona ao desarmamento completo do grupo islamita Hamas, tal como o início da reconstrução do enclave palestiniano.

    “A política de Israel em Gaza é clara e não mudou: não haverá reconstrução antes de a organização terrorista Hamas ser desarmada e de ocorrer a completa desmilitarização da Faixa”, afirmaram o chefe do Governo, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Israel Katz, numa breve declaração conjunta.

    No texto divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro, os governantes israelitas disseram que “não existe nenhuma diretiva para proceder à abertura da passagem de Erez e facilitar a entrada de mercadorias na área”, refutando deste modo notícias recentes que indicavam uma reabertura em breve.

    Esta passagem fronteiriça foi encerrada há quase três anos, após o início da guerra no território, tendo sido apenas reaberta por alguns dias em 2024 para permitir a entrega de ajuda humanitária.

  • Ben Gvir agradece a Trump por ter partilhado uma notícia falsa sobre UNRWA

    O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, agradeceu a Donald Tump por ter partilhado uma notícia falsa da Just the News, que “conclui que mais de 100 funcionários da UNRWA participaram nas atrocidades do Hamas no dia 7 de outubro”.

    “Obrigado, Sr. Presidente, por não ter medo de contar ao mundo a VERDADE sobre o envolvimento dos funcionários da UNRWA nas atrocidades e assassinatos de 7 de outubro”, escreveu Ben Givir numa publicação na rede social X.

    “Fique descansado, senhor, que estou a tratar do assunto pessoalmente”, acrescentou o ministro israelita.

    Anteriormente, as Nações Unidas afirmam que nove funcionários da UNRWA, a agência para os refugiados palestinianos, “podem ter estado envolvidos” no ataque de 7 de outubro ao sul de Israel pelo Hamas, acrescentando que foram demitidos, segundo a Al Jazeera.

  • Centro Palestiniano para a Defesa dos Reclusos afirma que cerca de 370 crianças palestinianas continuam detidas em prisões israelitas

    Aproximadamente 370 crianças palestinianas continuam retidas nos centros de detenção israelitas, de acordo com um novo relatório do Centro Palestiniano para a Defesa dos Reclusos.

    “No início de agosto de 2026, aproximadamente 370 crianças palestinianas estavam detidas em prisões israelitas, a maioria delas nas prisões de Megiddo e Ofer, entre mais de 9.400 prisioneiros e detidos palestinianos”, lê-se no relatório, citado pela Al Jazeera.

    “Os números também demonstram o uso contínuo de detenção administrativa por parte de Israel sem acusação ou julgamento”, denuncia a organização.

  • Trump não exclui sanções a bancos chineses por negociarem com o Irão

    O presidente dos EUA Donald Trump, deixou em aberto a possibilidade de impor sanções a bancos chineses que mantenham negócios com o Irão, numa altura em que Washington aumenta a pressão económica sobre Teerão, escreveu o The Times of Israel.

    Questionado sobre se iria punir a Rússia por continuar a fazer negócios com o Irão, Trump respondeu que a decisão dependeria das circunstâncias.

    Trump foi depois questionado sobre a possibilidade de sancionar bancos chineses envolvidos em negócios com o Irão. “Quem disse que não? Vocês não sabem se eu vou fazer isso… Não preciso de anunciar tudo, pois não?” respondeu o líder norte-americano.

  • Comandante do Hamas que manteve israelitas reféns é morto por ataque aéreo em Gaza, garantem IDF

    Um comandante do Hamas que manteve três israelitas reféns e foi morto num ataque aéreo a Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, afirmaram as IDF, segundo o The Times of Israel.

    As forças israelitas, segundo o jornal, justificaram o ataque durante o cessar-fogo alegando que comandante tinha planeado e promovido ataques contra tropas e civis israelitas.

    “O ataque foi realizado para eliminar a ameaça”, acrescentou o exército israelita.

  • “Scotty, pá, a tua credibilidade está em jogo”: presidente do parlamento do Irão crítica secretário do Tesouro dos EUA

    O presidente do parlamento do Irão, Muhammad Bagher Ghalibaf, criticou os comentários do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, sobre a economia do Irão.

    “Em vez de canalizar milhares de milhões para o seu representante terrorista, Israel, e 750 bases, este império falido poderia gastar esse dinheiro com o seu próprio povo”, escreveu Ghalibaf numa publicação na rede social X.

    “Mas não, isso faria muito sentido para este regime. Scotty, pá, a tua credibilidade está em jogo. Faz alguma coisa”, acrescentou.

  • Putin "não vai atacar nenhum território da NATO", afirma Donald Trump

    Durante uma conferência de imprensa no Salão Oval, Donald Trump afirmou que o Presidente russo, Vladimir Putin, não vai atacar qualquer país da NATO.

    “Ele não vai atacar nenhum território da NATO”, disse o Presidente norte-americano aos jornalistas, citado pela Reuters.

    O líder desvalorizou ainda as notícias divulgadas pelos meios de comunicação social de que o diretor da CIA, John Ratcliffe, teria alertado as autoridades russas, no início da semana, para um eventual ataque deste tipo, segundo a agência de notícias.

  • Ghalibaf afirma que “bloqueio económico dos EUA vai fracassar” e acusa administração Trump de tomar "decisões erradas"

    O presidente do Parlamento do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse ao primeiro-ministro do Qatar acusou a administração Trump de tomar” decisões erradas com base na desinformação, desperdiçando recursos dos EUA e desestabilizando a região”.

    Ghalibaf, segundo a Al Jazeera, afirmou ainda que o “bloqueio económico dos EUA vai fracassar”, acrescentando que “Washington deve cumprir os seus compromissos ao abrigo do memorando de entendimento”.

    Entretanto, o responsável pela segurança do Irão, Mohsen Rezaei, disse que “os EUA devem primeiro tomar medidas práticas para cumprir as condições do Irão e depois o Irão procederá à abertura do Estreito de Ormuz”, relatou a emissora.

  • Possíveis acordos entre Irão e Omã "não dizem respeito" aos EUA, segundo fonte do Governo norte-americano

    Em declarações à Al Jazeera, uma fonte da administração Trump afirmou que quaisquer acordos entre o Irão e Omã “não dizem respeito” aos EUA.

    Segundo a emissora, a fonte acrescentou que não existem negociações em curso nem previstas com o Irão e que o bloqueio naval imposto ao país se mantém em vigor.

  • Donald Trump afirma que Rússia se comportou "muito bem" em relação ao Estreito de Ormuz

    O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Rússia se tem comportado “muito bem” em relação ao Estreito de Ormuz, escreveu a Al Jazeera.

    Durante um discurso na Casa Branca, Trump acusou o Irão de não “pagar às suas tropas” e disse que o país está “em sérios apuros”. Washington está “no controlo” e vai continuar bloqueio marítimo, segundo o líder norte-americano.

    “Milhões e milhões de barris de petróleo estão a sair do Estreito todos os dias”, concluiu.

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