Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Abrimos um novo artigo em direto para acompanhar a evolução dos conflitos armados em todo o mundo.

    Obrigado por continuar connosco.

  • Forças israelitas alargam incursão no sul da Síria

    O exército israelita estendeu este domingo a sua incursão em território sírio, ao entrar nas províncias do sul de Damasco Rural, Quneitra e Deraa, de acordo com a estação Al Jazeera.

    As informações apontam para a passagem de uma patrulha na região de Quneitra que resultou em incêndios, bem como tiros de artilharia na zona rural a oeste de Damasco, onde terá ficado instalado um posto de controlo.

  • Forças de Defesa de Israel negam alegações do documentário NAZA sobre ataque que previa morte de 500 civis

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) rejeitaram este domingo as alegações contidas no documentário NAZA, que ganhou o prémio especial do júri no Festival de Veneza, sobre um suposto ataque em Gaza com recurso a IA que previa a morte de cerca de 500 civis no seu conflito com o Hamas.

    “As IDF nunca planearam, aprovaram ou executaram um ataque em Gaza em que se previsse a morte de 500 civis ou de um número próximo desse. Nem foi apresentada qualquer alegação credível ao longo da guerra que sugerisse que um ataque das FDI tivesse causado um número de vítimas mortais próximo desse”, referiram numa publicação na rede social X.

    Ainda na mesma mensagem as IDF destacam não haver “provas concretas” que sustentem essa alegação do documentário e garantem que as decisões sobre a definição seleção e aprovação dos ataques foram tomadas “exclusivamente por pessoal humano… e não por inteligência artificial”.

  • Reunião entre o Irão e os países do Golfo agendada para segunda-feira foi adiada

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr ⁠Albusaidi, anunciou esta noite na rede social X o adiamento de uma reunião entre o Irão e os países do Golfo Pérsico que estava agendada para segunda-feira e que visava a discussão, segundo a Al Jazeera, de possíveis acordos ‌relativos ao Estreito de Ormuz.

    “No interesse do consenso, a reunião regional marcada para amanhã em Salalah foi adiada. Continuamos empenhados em promover um diálogo que apoie a estabilidade e a cooperação duradoura na nossa região”, afirmou o governante.

    Entretanto, a agência de notícias iraniana Fars revelou que o adiamento surgiu “a pedido de alguns países da região e por decisão conjunta de Teerão e Mascate”, com base em esclarecimentos avançados por uma fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

  • Comunicação social iraniana relata explosões na província de Hormozgan

    A cidade de Sirik, na província de Hormozgan, no sul do Irão, registou explosões na noite deste domingo, segundo informações veiculadas pela agência de notícias IRNA e retransmitidas pela estação Al Jazeera.

    Por enquanto ainda não foram dados esclarecimentos sobre o que poderá ter estado na origem das explosões.

  • Boris Johnson apanha 'susto' em ataque russo a comboio na Ucrânia e apela à entrega de defesas aéreas a Kiev

    O antigo primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson era um dos passageiros que seguia num comboio noturno de Kiev em direção a Varsóvia, na Polónia, com o comboio que seguia atrás do seu a ser alvo de um ataque russo com um drone, noticiou o jornal alemão Der Spiegel.

    A bordo do comboio em que estava Boris Johnson seguiriam também o antigo primeiro-ministro sueco Carl Bildt e Gunter Sautter, conselheiro do chanceler alemão Friedrich Merz, além de outros diplomatas europeus. O ex-primeiro-ministro britânico reagiu na rede social X ao ataque russo ao comboio e dramatizou a necessidade da entrega de defesas aéreas a Kiev.

    “Não sei que lógica distorcida levou Putin a explodir uma locomotiva ucraniana parada na fronteira polaca esta manhã. O que podemos afirmar com certeza é que este é o tipo de ataque aleatório e sem sentido que os ucranianos enfrentam todos os dias — mesmo em linhas ferroviárias civis”, escreveu, manifestando ainda a convicção de que os “ucranianos vão vencer” a guerra com a Rússia.

    “Quando é que lhes vamos fornecer as defesas aéreas de que precisam? Porque é que não descongelamos os fundos de Putin e os entregamos à Ucrânia? Há mais de 140 mil milhões de euros numa conta bancária belga — e cerca de 10 mil milhões de libras em Londres. A Grã-Bretanha poderia dar o exemplo”, explicou.

  • Primeiro-ministro da Polónia teme que país possa ser afetado com escalada de ataques russos na Ucrânia

    O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, avisou este domingo que vai ocorrer uma intensificação dos ataques russos na Ucrânia e que os mesmos podem afetar a Polónia. “As próximas semanas e meses serão um período de ações muito intensas por parte da Rússia”, afirmou, em declarações citadas pela agência de notícias France-Presse (AFP).

    O chefe do Governo polaco presidiu a uma reunião de emergência, na sequência dos ataques de drones russos na Ucrânia, mas a apenas 800 metros da fronteira com a Polónia.

  • Trump admite que EUA possam continuar no Irão para "ficar com o petróleo, como na Venezuela"

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse este domingo que os Estados Unidos sairão do Irão, “a não ser que” Washington decida “ficar com o petróleo, como na Venezuela”, país onde ainda não vê condições para a realização de eleições.

    “Eventualmente, sairemos [do Irão], a menos que decidamos permanecer e ficar com o petróleo, como na Venezuela. Já não se fala da Venezuela, pois não? Recebemos milhares e milhares e milhares de milhões de dólares. Pagámos a guerra muitas vezes”, disse o Presidente aos jornalistas em Doonbeg, na Irlanda, onde assistia a um torneio no seu próprio clube de golfe.

    Depois de, no sábado, ter antecipado que a guerra no Médio Oriente terminaria após as eleições intercalares de novembro nos EUA, Donald Trump comparou a situação no Irão à da Venezuela, onde, segundo afirmou, “as pessoas viviam numa situação difícil, e agora as empresas petrolíferas estão a chegar e a ganhar muito dinheiro”.

    Questionado sobre a possibilidade de se realizarem eleições na Venezuela, onde os Estados Unidos têm estado a apoiar a Presidente interina, Delcy Rodríguez, desde a captura de Nicolás Maduro em janeiro, Trump realçou que estas acontecerão “quando estiverem prontos”. “Era um país muito triste. E agora o povo está muito feliz. O povo da Venezuela está muito feliz. E eles veem o que está a acontecer. E, aliás, estão a ser criados milhares de empregos. Todas as grandes empresas que realmente não podiam ou não queriam ir para lá, estão todas lá agora”, acrescentou.

  • Ministro israelita da Defesa garante que as IDF não se vão retirar do Líbano sem desarmamento do Hezbollah

    O ministro israelita da Defesa, Israel Katz, assegurou este domingo que as forças armadas de Israel não vão sair da ‘zona de segurança’ de 700 quilómetros quadrados no sul do Líbano sem que haja um desarmamento completo e inequívoco do Hezbollah. “Não se retirarão nem serão movimentadas até que o Hezbollah seja desarmado em todo o Líbano”, observou, em declarações repartilhadas no jornal Haaretz.

    Katz frisou que a cordilheira de Ali Taher faz parte da zona de segurança e que as IDF vão manter o controlo, depois de se terem afastado para a destruição de túneis dos membros do Hezbollah naquela área. “Qualquer pessoa que se aproxime da cordilheira de Ali Taher será eliminada”, disse, prosseguindo: “As Forças de Defesa de Israel estão a preparar-se operacionalmente para controlar a cordilheira e impedir qualquer tentativa do Hezbollah ou de qualquer outra parte de regressar e estabelecer-se ali”.

  • Ministro israelita ameaça retirar nacionalidade a cineastas premiados no Festival de Veneza

    Ganhar o prémio especial do júri no Festival de Cinema de Veneza… e arriscar a perda da nacionalidade israelita. Este pode vir a ser cenário para os cineastas Yuval Abraham e Rachel Szor, que foram este domingo acusados de “traição” pelo ministro da Cultura de Israel.

    “O ódio a si próprios, tão intenso, por parte dos produtores, que estão dispostos a prejudicar a sua pátria em troca dos aplausos dos antissemitas de todo o mundo, é inconcebível e constitui uma traição ao país”, referiu Miki Zohar, num comunicado citado no Times of Israel, que acrescenta: “Na qualidade de ministro da Cultura, tomarei medidas imediatas para revogar a cidadania israelita destes realizadores desprezíveis por terem traído o país”.

    A ameaça do governante decorre do prémio para o documentário NAZA, que aborda a alegada morte de civis por parte de Israel com o auxílio de Inteligência Artificial.

  • Forças Armadas do Iémen avançam com ataques aéreos contra veículos houtis

    As forças armadas do Iémen lançaram este domingo ataques aéreos contra veículos houtis em Dhu Bab e Mocha, segundo avança a Al Jazeera, com base em declarações de um porta-voz militar do governo iemenita.

    Até ao momento desconhece-se se o ataque resultou em vítimas mortais.

  • Presidente do Irão reuniu-se com príncipe herdeiro dos EAU e concordaram em "deixar o passado para trás"

    “Pela primeira vez desde a guerra e os problemas que vivemos no Golfo Pérsico, realizámos uma reunião com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi”, declarou o Presidente do Irão, Mahmoud Pezeshkian, após o encontro à margem da cimeira dos BRICS, em Nova Deli (Índia).

    Pezeshkian relatou aos jornalistas a realização de “uma boa discussão sobre as questões e preocupações existentes” na região do Golfo Pérsico e assumiu a sua esperança. “Concordámos em deixar o passado para trás e olhar para o futuro, e em como podemos construir um futuro juntos. Posteriormente, o Dr. Araghchi [ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão] também deu continuidade a essas discussões. Houve interações construtivas a esse respeito”, referiu o líder iraniano, em declarações citadas pela Al Jazeera.

  • Drone russo atinge posto de combustível ucraniano perto da fronteira com a Polónia

    Um drone russo atingiu este domingo um posto de combustível ucraniano que se situa a apenas dois quilómetros da fronteira com a Polónia, adiantou uma porta-voz do Ministério do Interior polaco à AFP.

    De acordo com Karolina Galecka, “a aeronave não tripulada atingiu um posto de combustível na cidade de Yahodyn”, tendo esse ataque russo causado um incêndio em dois camiões.

  • Trump afirma que "situação com o Irão vai terminar logo a seguir às eleições intercalares" dos EUA

    Depois de semanas de mensagens a sinalizar a proximidade de um acordo com o Irão, o Presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou este domingo a expectativa de que tal cenário seja alcançado após a realização das eleições intercalares norte-americanas, no dia 4 de novembro.

    “A situação com o Irão vai terminar logo a seguir — talvez antes —, mas vai terminar logo a seguir às eleições intercalares. O preço da gasolina vai cair a pique”, afirmou o líder da Casa Branca, citado pela Reuters, na sua passagem pelo campeonato de golfe Irish Open, na Irlanda.

    Aliás, o líder norte-americano realçou até que Teerão estará “sempre a ligar” com vista à obtenção de um acordo. “Têm de chegar ao acordo certo. Não vou fazer um acordo que não valha a pena”, afirmou.

  • MNE da Arábia Saudita alerta para a necessidade de os países do Golfo respeitarem a soberania nacional

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, Faisal bin Farhan, disse este domingo que a segurança do Golfo está dependente de os diferentes Estados respeitarem a soberania dos outros naquela região.

    “Os Estados do Conselho de Cooperação do Golfo não tolerarão que os seus territórios sejam alvo de ataques”, disse o governante, citado pela Al Jazeera, realçando a importância da reabertura do Estreito de Ormuz: “Reafirmamos a importância da liberdade de navegação e da segurança dos navios comerciais no Estreito de Ormuz e em todas as passagens marítimas”.

  • Polónia denuncia intensificação dos ataques russos à Ucrânia

    O Governo da Polónia denunciou hoje a escalada da Rússia, na sequência dos ataques de drones em território ucraniano, junto da fronteira com a Polónia.

    “Trata-se de uma escalada, é um novo e grande desafio para a Ucrânia e para as hipotéticas futuras vítimas da agressão russa”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radoslaw Sikorski, numa conferência de imprensa, em Kiev.

    “Isso significa que devemos redobrar os esforços para apoiar as vítimas da agressão”, acrescentou.

    A Ucrânia está sob pressão crescente devido à intensificação da campanha aérea russa, que recorre a mísseis balísticos e drones.

    Os ataques de Moscovo têm como alvo a rede elétrica ucraniana antes do inverno, numa estratégia que, segundo as autoridades de Kiev, visa desmoralizar a população.

    Um dos ataques realizados esta manhã pela Rússia terá atingido um comboio que fazia a ligação entre Kiev e Varsóvia, de acordo com a diplomacia polaca.

  • Alerta de emergência emitido na Arábia Saudita

    Um alerta de emergência foi emitido na Arábia Saudita, nas áreas de Khamis Mushait e Abha, avança a Aljazeera.

    A defesa militar saudita adverte para um possível perigo, sem adiantar mais informação.

  • Trump acusa Zelensky de causar escassez de combustível com ataques a petrolíferas russas

    Donald Trump pediu a Zelensky que interrompa os ataques ucranianos às infraestrutura de combustível diesel da Rússia, alegando que os ataques estão a contribuir para a escassez global de combustível.

    “Deixem-no ir atrás dos seus objetivos, mas não do combustível, porque ele está a causar escassez de diesel.”

    “Zelensky precisa de fazer uma coisa. Ele precisa de parar de sabotar o fornecimento de diesel na Rússia”, apelou Trump, citado pelo The Washington Post. O líder norte-americano garante já ter falado com o Presidente ucraniano sobre os ataques e garantiu que “isso não é algo que esteja a ser feito no Médio Oriente”.

    Os mercados globais de combustíveis enfrentam crescentes interrupções no fornecimento, associados aos bloqueios marítimos causados pela guerra dos EUA contra o Irão.

  • Israel amplia operações militares na Síria, com invasões e disparos de projéteis

    O exército israelita está a ampliar as suas operações militares nas províncias rurais de Damasco, Quneitra e Deraa, no sul da Síria, noticia a Aljazeera.

    O jornal dá conta de de invasões de zonas rurais, projéteis disparados nos arredores de Beit Jin, na zona rural a oeste de Damasco.

    A Aljazeera relata que o exército instalou um posto de controlo nas proximidades e revistou vários agricultores.

  • Teerão diz que acordo com Omã não leva à reabertura de Ormuz

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, disse este domingo que o acordo com Omã não vai levar à reabertura do estreito de Ormuz, pelo menos, até que os EUA retomem os seus compromissos.

    “O acordo com Omã não significa, de forma alguma, que o estreito de Ormuz será reaberto”, afirmou o ministro, em entrevista ao Al-Araby Al-Jadeed, um meio de comunicação social panárabe com sede em Londres.

    De acordo com o governante, a condição do Irão para a reabertura do estreito de Ormuz é que os EUA retomem o cumprimento dos seus compromissos, previstos no Memorando de Islamabad, assinado em junho, entre Teerão e Washington.

    O Memorando de Islamabad determinava o fim das hostilidades, o levantamento do bloqueio naval dos EUA, a reabertura de Ormuz, o levantamento das sanções petrolíferas e a libertação dos bens congelados.

    No sábado, a agência de notícias iraniana Tasnim anunciou um acordo entre as duas partes sobre a navegação em Ormuz, a ser apresentado na segunda-feira.

    Segundo os meios de comunicação iranianos, o acordo vai ser apresentado numa reunião, que vai juntar Irão, Omã, Arábia Saudita, Kuwait, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Iraque, mas não contará com o Bahrein.

    O encontro de segunda-feira, na cidade portuária omanita de Salalah, sobre Ormuz, visa reforçar a cooperação em matéria de segurança no Médio Oriente, estando a ser apresentado pelo Irão como “o primeiro passo para o estabelecimento de uma estrutura regional de cooperação em matéria de segurança” no Golfo, avançou a agência de notícias estatal iraniana IRNA.

    “Será uma pedra basilar crucial para garantir a estabilidade e a segurança”, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Bagheai, à ISNA, outra agência de notícias iraniana.

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