Histórico de atualizações
  • Bom dia! Obrigada por nos ter acompanhado neste liveblog. Será agora arquivado, mas continuará a poder seguir as notícias neste novo liveblog.

    Pelo menos um morto e 11 feridos em ataque russo a prédio em Kryvyi Rih, na Ucrânia

  • Itália renova apoio à Ucrânia até ao final de 2025

    O executivo de Giorgia Meloni aprovou hoje uma lei que permite o envio de “meios, materiais e equipamentos” para a Ucrânia até ao final de 2025, cita a Sky News. Esta lei prolonga o apoio que Itália tem entregue a Kiev por mais um ano — em quase três anos, o executivo italiano já aprovou dez pacotes de ajuda militar.

    A decisão é também uma forma de prevenção para uma possível mudança de política externa dos Estados Unidos, no que toca ao apoio a Kiev. A primeira-ministra italiana já garantiu, em mais que uma ocasião, que a ajuda do seu país ao esforço de guerra ucraniano se vai manter enquanto for necessário.

  • Política energética de Fico é "uma ameaça a toda a Europa", acusa MNE ucraniano

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano reforçou as críticas de Volodymyr Zelensky ao encontro entre Robert Fico e Vladimir Putin. “As tentativas persistentes do chefe do governo eslovaco para manter a sua dependência energética de Moscovo, contrárias à política da UE e ao trabalho conjunto de países europeus em diversificar fontes de energia, são surpreendentes”, poder ler-se no comunicado do MNE ucraniano.

    No mesmo comunicado, Kiev destaca que a ocasião podia ter sido utilizada para resolver problemas que existem na Ucrânia e encontrar “soluções mutuamente aceitáveis em coordenação com os parceiros europeus”. É ainda renovado o apelo de cooperação dentro da UE e as críticas à Eslováquia por se estar a afastar deste caminho.

  • Imagens de satélite sugerem que Coreia do Norte está a fornecer mais armas à Ucrânia

    A Coreia do Norte estará a preparar-se para fornecer mais armamento à Rússia, noticiou o Wall Street Journal com base em imagens de satélite que analisou. Até agora, Pyongyang já enviou cerca de 20.000 contentores de munições para território russo, confirmaram ao jornal norte-americano fontes de Washington e Seul.

    Fontes de Seul, que falaram ao WSJ na condição de anonimato, revelaram que cerca de 200 fábricas de munições na Coreia do Norte estão a trabalhar a todo o gás para produzir armas para a Rússia. Imagens de satélite analisadas pelo WSJ mostram que algumas destas fábricas estão em expansão.

    Em troca, Moscovo já está a fornecer combustível e equipamentos para auxiliar os esforços de produção de armas de Pyongyang, indicaram.

  • Primeira unidade da Legião Ucraniana treinada na Polónia regressa ao país

    O embaixador ucraniano na Polónia revelou hoje que o primeiro grupo da Legião Ucraniana treinado pelas forças de Varsóvia está agora a regressar ao território ucraniano.

    A unidade militar foi anunciada em julho e é composta por voluntários ucranianos que vivem na Polónia. Para o embaixador Vasyl Bodnar, esta formação é uma “história de sucesso”. “Os nossos cidadãos que se juntarem terão a satisfação de um bom treino”, sublinhou, citado pelo Kyiv Independent.

    O próximo grupo de voluntários deverá assinar contrato com as Forças Armadas da Ucrânia no dia 10 de janeiro e deverá a começar os treinos na Polónia pouco depois.

  • Ideia de enviar tropas para ajudar Rússia partiu da Coreia do Norte

    As agências de segurança norte-americanas acreditam que a sugestão de enviar tropas norte-coreanas para apoiar a Rússia na guerra contra a Ucrânia partiu de Pyongyang. A notícia é avançada pelo jornal New York Times, que cita fontes dos serviços secretos dos EUA.

    As mesmas fontes revelaram que, apesar da ideia não ter partido do Kremlin, o Presidente russo foi rápido a aceitar a oferta.

    Os oficias norte-americanos não acreditam que o líder Kim Jong Un não recebeu no imediato nada em troca, algo que contraria algumas notícias que têm sido veiculadas pela imprensa internacional, como a avançada pela BBC de que a Coreia do Norte recebeu mais de um milhão de barris de petróleo em troca do envio de soldados.

    Ao NYT, as fontes revelaram que Pyongyang espera que a Rússia pague o favor ao apoiar o país nas suas lutas diplomáticas, assistir em caso de uma crise ou ao fornecer tecnologia.

  • Suécia acusa China de recusar investigação ao navio implicado no corte de cabos submarinos no Mar Báltico

    Autoridades suecas dizem que a China não autorizou que conduzissem a sua própria investigação em navio. Pequim adiantou que a embarcação já partiu e garantiu que vai continuar a cooperar.

    Suécia acusa China de recusar investigação ao navio implicado no corte de cabos submarinos no Mar Báltico

  • Um quarto dos norte-coreanos enviados para a Rússia já foram feridos ou mortos, diz Zelensky

    Três mil militares norte-coreanos (cerca de 25% dos que foram enviados para combater ao lado das forças russas) já foram mortos ou ficaram feridos, avançou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na rede social Telegram.

    As baixas ocorreram na região de Kursk, parcialmente ocupada pela Ucrânia, e onde a Rússia lançou, há semanas, uma contraofensiva para tentar expulsar as forças ucranianas — até agora sem sucesso. Os militares norte-coreanos estão a combater nessa região, ao lado dos militares russos. A Coreia do Sul e os EUA estimam que tenham sido enviados para a Rússia cerca de 12 mil norte-coreanos.

    A estimativa de Zelensky de três mil baixas — que o presidente da Ucrânia disse ter origem nos serviços de informações ucranianos — é um aumento significativo em relação a outras estimativas recentes sobre as vítimas norte-coreanas.

    Esta segunda-feira, fontes militares sul-coreanas avançavam, no entanto, um número diferente: 1100 baixas entre os militares enviados por Pyongyang entre os quais 100 soldados norte-coreanos mortos e mil feridos.

  • Mais de 70% dos ucranianos defendem que país deve voltar a ter armas nucleares

    Cerca de 73% dos ucranianos apoiam a ideia de a Ucrânia restaurar as suas armas nucleares, enquanto 20% manifestam-se contra, de acordo com um estudo publicada pelo Instituto Internacional de Sociologia de Kiev e citado pelo Ukrainska Pravda.

    No entanto, o apoio às armas nucleares em território ucraniano diminui se tal significar a perda do apoio dos países aliados. Se o cenário envolver perder o apoio ocidental e enfrentar sanções, o apoio à restauração das armas nucleares cai para 46%, ficando quase ex-aequo com os que se mostram contra (44%). No entanto, se a Ucrânia tiver recursos suficientes para para resistir à Rússia até adquirir armas nucleares, 58% aceitariam perder o apoio ocidental para atingir esse objetivo.

    Aqueles que confiam na NATO são os que mais apoiam a restauração de armas nucleares, sublinha o Instituto Internacional de Sociologia de Kiev. Os investigadores que conduziram o inquérito lembram que, em 1994, apenas um terço dos ucranianos apoiava a ideia de que seu estado deveria manter um arsenal nuclear — algo que agora mudou radicalmente, com quase três quartos a defenderem que Kiev deve voltar a ter este tipo de armas de destruição massiva.

    Foi precisamente em 1994 que foi assinado o Memorando de Budapeste, no âmbito do qual a Ucrânia cedeu as suas armas nucleares em troca de garantias de segurança internacionais relativamente à Rússia.

    Apesar da vontade maioritária da população, expressa neste inquérito, a Ucrânia já reafirmou que vai manter a política de não-proliferação nuclear, pedindo a adesão à NATO como a única garantia de segurança viável.

  • Alemanha envia novo pacote de ajuda militar à Ucrânia

    A Alemanha forneceu à Ucrânia 15 tanques Leopard 1A5, um sistema de defesa aérea IRIS-T de curto alcance e um de médio alcance com mísseis, dois lançadores de defesa aérea Patriot e outras ajudas no último pacote de ajuda, anunciou hoje o governo alemão.

    Desta forma, a Alemanha cumpriu a promessa de fornecer à Ucrânia dois sistemas IRIS-T adicionais antes do final do ano, nota o Kyiv Independent.

    Na mais recente remessa de ajuda — que Berlim não diz quando foi enviada — a Alemanha entregou também um obus Panzerhaubitze 2000, duas armas antiaéreas Gepard, 30 Veículos Protegidos de Emboscada Resistentes a Minas (MRAP), sete veículos de assalto aéreo Caracal, dezenas de drones, mais de 50 mil munições e radares

  • Metade dos ucranianos apoia entrada na NATO mesmo com parte do território ocupado pela Rússia

    Quase metade dos ucranianos, 47%, apoia a adesão da Ucrânia à NATO, mesmo que alguns de seus territórios permaneçam sob ocupação russa no momento da adesão, de acordo com um inquérito da Fundação de Iniciativas Democráticas Ilko Kucheriv e do Centro Razumkov, publicada a 22 de dezembro, e citada pelo Kyiv Independent.

    Trata-se de uma subida de 13 pontos percentuais em relação ao último inquérito semelhante, realizada em junho de 2023. Se for aceite a adesão da Ucrânia à Aliança Atlântica, os territórios seriam abrangidos pela proteção da NATO mas só depois de a Rússia se retirar.

    Entre os cerca de 1500 inquiridos, 36% são contra a adesão à NATO nas condições acima referidas – uma descida de 16 pontos em relação à situação de há ano e meio.

    55% dos entrevistados veem a adesão à NATO como a melhor opção de segurança para a Ucrânia e 60% acreditam que é a única maneira de evitar futuras agressões russas. Outras opções, como a neutralidade com garantias internacionais, receberam apenas 12% de apoio entre os inquiridos.

  • Kremlin diz que "vários países" já se ofereceram para acolherem conversas entre Putin e Trump

    O assessor do Kremlin, Yuri Ushakov, afirmou que a Rússia recebeu propostas de vários países dispostos a organizar conversas entre Vladimir Putin e Donald Trump. Segundo a Sky News, Ushakov não especificou quais os países que fizeram a oferta.

  • Incêndio deflagra em armazém de drones na Rússia

    Um incêndio deflagrou num armazém de drones Shahed em Tatarstan, na Rússia, destruindo 16 milhões de dólares em equipamento, avançou o Ministério da Defesa ucraniano no Telegram.

    “O misterioso incêndio foi mais um golpe para o complexo militar-industrial da Rússia terrorista”, afirmou o ministério.

    “A Direção-Geral de Informações Militares do Ministério da Defesa ucraniano recorda que haverá uma justa retribuição para todos os crimes de guerra cometidos contra o povo ucraniano”.

  • Zelensky diz que primeiro-ministro da Eslováquia está dependente de Moscovo

    Em resposta ao encontro entre Robert Fico e Vladimir Putin em Moscovo, Volodymyr Zelensky acredita que o primeiro-ministro eslovaco está dependente da Rússia, mencionando a questão energética e “problemas de segurança sérios”.

    “É de salientar que, após a reunião em Moscovo, Fico e Putin não emitiram declarações conjuntas nem responderam a perguntas dos jornalistas. Simplesmente não podem dizer nada publicamente sobre o que discutiram na reunião. Têm medo da reação do público”, escreve Zelensky na rede social X.

    O Presidente da Ucrânia refere também que os negócios entre a Rússia e a Eslováquia envolvem “pagamentos efetuados através da soberania ou de esquemas suspeitos”. Zelensky também aborda o “suborno” sugerido por Fico na passada sexta-feira, envolvendo o pagamento de 500 milhões de euros em fundos russos congelados pelo apoio da Eslováquia na adesão da Ucrânia à NATO.

    Nesta publicação, o Chefe de Estado ucraniano diz que este montante servia para “facilitar o período de transição e afastar a dependência energética”, sem menção à sugestão de Fico. Porém, face a rejeição do chefe do executivo eslovaco, Zelensky questiona: “Porque é que este dirigente está tão dependente de Moscovo? O que é que lhe está a ser pago e com que é que ele paga?”.

  • Zelensky e Starmer preparam "parceria de 100 anos" entre Ucrânia e Reino Unido

    Numa “conversa significativa” com Keir Starmer, Volodymyr Zelensky agradeceu o apoio militar britânico ao longo dos mais de dois anos de conflito.

    O Presidente da Ucrânia e o primeiro-ministro do Reino Unido discutiram também “o apoio à produção de armas ucranianas, formação de soldados, sanções contra a frota de petroleiros sombra da Rússia e a cimeira das Forças Expedicionárias Conjuntas (JEF, a sigla em inglês) na Estónia”, descreve Zelensky no Telegram. O Chefe de Estado manifesta também o interessa da Ucrânia em “alargar a cooperação com o JEF e em tornar-se membro de pleno direito da organização”.

    “Falámos também do acordo sobre uma parceria de 100 anos entre os nossos países, cuja preparação está em curso”, acrescenta o Presidente ucraniano.

  • Suíça adota sanções da UE contra Rússia e Bielorrússia

    Uma semana depois de ter sido anunciado o 15º pacote de sanções da União Europeia contra indivíduos e entidades russas, o governo da Suíça congelou os ativos de 54 pessoas e 30 empresas.

    “Trata-se principalmente de navios petroleiros que fazem parte da ‘frota sombra’ da Rússia e que estão a contornar o limite de preços do petróleo bruto e dos produtos petrolíferos russos ou a transportar bens militares para a Rússia ou cereais roubados à Ucrânia”, lê-se no comunicado emitido pelo executivo suíço, citado pela Reuters.

    Adicionalmente, 26 pessoas e outras duas empresas da Bielorrússia também estão incluídas neste novo pacote de sanções. Tanto os russos como os bielorrussos indicados estão interditos de entrar na Suíça.

  • Ucrânia recebe mil milhões de euros do FMI

    O Fundo Monetário Internacional (FMI) finalizou a transferência de mais de mil milhões de euros para a Ucrânia, confirmou o primeiro-ministro ucraniano Denys Shmyhal.

    “Os fundos já foram depositados nas contas ucranianas. Vamos utilizá-los para financiar despesas orçamentais críticas”, escreve Shmyhal no Telegram. O chefe do executivo ucraniano acrescenta que Kiev já recebeu quase 10 mil milhões de euros do FMI.

    No total, a Ucrânia já recebeu 9,8 mil milhões de dólares do FMI ao abrigo deste programa.

  • Forças russas reivindicam controlo de aldeamento em Donetsk

    Depois de terem anunciado a ocupação de Sjeverne esta manhã, as forças armadas russas reivindicam também o controlo do aldeamento de Storzhevoye na região de Donetsk.

    “Por resultado das ações decisivas das unidades do grupo militar “Leste”, o aldeamento de Storozhevoe da República Popular de Donetsk foi libertada”, lê-se no comunicado emitido pelo Ministério da Defesa da Rússia, citado pela agência estatal russa TASS.

  • Navio russo que ia buscar armas à Síria avariou perto de Portugal

    Um navio cargueiro de pavilhão da Rússia avariou na zona norte da Zona Económica Exclusiva da Portugal durante o fim-de-semana, e foi acompanhado pela Marinha de Portugal, confirmam as autoridades portuguesas em comunicado.

    Segundo os serviços secretos do Ministério da Defesa da Ucrânia, este navio de suporte logístico Sparta foi enviado para retirar “armas e equipamento militar da Síria”, mas uma falha no motor terá provocado a avaria.

    O Sparta já terá continuado a sua viagem, tendo passado o Estreito de Gibraltar e entrado no Mar Mediterrâneo esta manhã, de acordo com a plataforma Vessel Finder.

  • Mike Waltz afirma que líderes europeus têm de se adaptar à visão de Trump sobre o fim do conflito

    O nomeado para conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos da América, Mike Waltz, afirma que os líderes europeus têm de se adaptar à visão de Donald Trump sobre o fim do conflito.

    Em declarações num podcast com Ben Shapiro, Waltz acredita que a narrativa em torno do conflito passou de “declarações sobre estar disposto a ajudar tanto quanto necessário”, para “como conseguir alcançar um acordo”.

    O escolhido pelo Presidente eleito dos EUA diz também que a administração de Joe Biden “não conseguiu explicar claramente quais os objetivos que Washington perseguia e se eram exequíveis”, acrescentando que a nova equipa de Trump já começou a definir papéis.

1 de 2