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    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Irão afirma que EUA devem “aceitar as realidades existentes” do comércio

  • O que se passou até agora

    • Os ataques russos a Kiev resultaram em pelo menos 21 mortes e dezenas de feridos, constituindo um dos episódios mais mortíferos desde o início do conflito na Ucrânia. Estes ataques, que incluíram o uso de mísseis e drones, causaram destruição significativa em infraestruturas civis e residenciais. A cidade de Kiev declarou um dia de luto em resposta ao impacto devastador dos bombardeamentos.
    • Donald Trump, na sua função de Presidente dos Estados Unidos, expressou a intenção de alcançar um acordo de paz para terminar os “assassinatos sem sentido” na Ucrânia, após os ataques russos. Embora os detalhes das iniciativas diplomáticas ainda não tenham sido divulgados, a sua administração manifesta-se preocupada com o impacto das ações russas nas populações civis.
    • O Irão encontra-se num momento de luto após o assassinato do seu Líder Supremo, Ayatollah Ali Khamenei. O Presidente iraniano declarou que a perda causou profunda tristeza na nação, enquanto o país se prepara para as cerimónias fúnebres. O novo Líder Supremo, Mojtaba Khamenei, expressou preocupações de segurança que o impedem de comparecer ao funeral do pai.
    • A tensão no Médio Oriente continua a ser destaque, com Israel a realizar ataques aéreos no sul do Líbano, o que inclui alegações de ter eliminado um combatente do Hezbollah. Estas ações inserem-se num contexto mais amplo de conflito regional, em que a destruição de túneis do Hamas na Faixa de Gaza também foi reportada por fontes israelitas.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Trump afirma que Irão concordou "quase todas" as condições dos EUA nas negociações

    Donald Trump disse aos meios de comunicação norte-americanos que o Irão concordou com “quase todas” as condições dos EUA nas negociações em curso, escreve a Al Jazeera.

  • Danos em 340 escolas ameaçam regresso às aulas de 100.000 crianças no Líbano

    Pelo menos 100.000 crianças no Líbano podem ficar sem acesso às salas de aula no início do próximo ano letivo, caso não sejam tomadas medidas urgentes para reparar 340 escolas danificadas durante o conflito, alertou hoje a UNICEF.

    De acordo com uma avaliação nacional realizada em junho pelo Ministério da Educação e do Ensino Superior libanês, com apoio técnico da UNICEF, um total de 340 escolas públicas, privadas e de formação técnica e profissional ficaram danificadas, das quais 17 completamente destruídas.

    O estudo, elaborado no âmbito do Fundo para a Transição e a Resiliência na Educação (TREF), financiado pela União Europeia (UE), Alemanha, França e Suíça, apresenta o primeiro panorama completo do impacto do conflito no sistema educativo do país.

    Os danos concentram-se nas províncias de Nabatieh, Sul do Líbano, Bekaa, Baalbek-Hermel, Beirute e Monte Líbano, algumas das zonas mais afetadas pelos ataques israelitas.

  • Jerusalém alerta que novos colonatos israelitas na Cisjordânia agravarão isolamento da cidade

    O governo de Jerusalém alertou que a aprovação, por parte de Israel, de 13 novos colonatos na Cisjordânia, poderá intensificar a expansão dos colonatos israelitas e agravar o isolamento da cidade em relação às comunidades palestinianas circundantes, relata o The Times of Israel.

  • Presidente iraniano: "O martírio do venerável Líder do Irão lançou uma profunda tristeza nos corações das massas da nossa nação"

    O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou numa publicação na rede social X que o assassinato do Líder Supremo, Ayatollah Ali Khamenei, causou “profunda tristeza” no país.

    “Esta ascensão em vermelho não é o fim da viagem, mas o alvorecer de um novo capítulo de solidariedade, firmeza e prosperidade para uma nação que sempre emergiu do âmago das mais duras provações mais unida, mais resoluta e mais esperançosa na sua caminhada para o amanhã”, pode ler-se ainda na publicação de Pezeshkian.

  • EUA avisam Irão sobre impacto do encerramento do Estreito de Ormuz em reunião de emergência da ONU

    O enviado dos EUA ao Conselho de Segurança da ONU, Mike Waltz, advertiu o Irão sobre as ameaças de encerramento do Estreito de Ormuz durante uma sessão de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

    “Dizemos ao Irão que o encerramento de vias navegáveis internacionais é inaceitável e não deve ser considerado legítima defesa”, disse Waltz, citado pela Al Jazeera.

  • Seguro “condena nos termos mais veementes” ataque da Rússia contra Kiev

    O Presidente da República, António José Seguro, condenou esta quinta-feira “nos termos mais veementes” o ataque da Rússia contra Kiev, que segundo as autoridades ucranianas provocou mais de 20 mortos, e expressou solidariedade para com o Presidente da Ucrânia.

    Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na internet, “o Presidente António José Seguro condena nos termos mais veementes mais um brutal e devastador ataque com drones pela Federação Russa contra a capital ucraniana, em clara violação do direito internacional humanitário, do qual resultaram já pelo menos 20 mortes e cerca de uma centena de feridos”.

    “O Presidente da República solidariza-se com o Presidente Volodymyr Zelensky e com o povo ucraniano e, em seu nome pessoal e no do povo português, apresenta sentidas condolências às famílias das vítimas”, lê-se na mesma nota.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão e António Guterres discutem desenvolvimentos regionais por telefone

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, analisaram os mais recentes desenvolvimentos regionais e internacionais, incluindo a situação no Estreito de Ormuz e a implementação do acordo destinado a pôr termo às hostilidades entre Israel e o Líbano, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, segundo a Al Jazeera.

  • EUA alertaram indiretamente Irão para possível ameaça israelita contra os principais negociadores

    As autoridades norte-americanas alertaram indiretamente o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, de que Israel poderia tentar assassiná-los, enquanto negociavam com Washington para pôr fim à guerra no início deste ano, avançou o The New York Times.

    Segundo o jornal norte-americano, que cita atuais e antigos responsáveis dos Estados Unidos, alguns elementos da administração acreditavam que Israel poderia estar a planear atacar ou eliminar os principais negociadores iranianos nas semanas que se seguiram ao cessar-fogo de 8 de abril, que pôs termo aos combates no conflito envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão.

    Perante essas preocupações, responsáveis norte-americanos solicitaram a interlocutores da região que transmitissem discretamente a Teerão o receio de que Israel pudesse tentar alvejar os dois negociadores.

  • Ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do Líbano: “não há problema, em princípio, em negociar com Israel”

    Em declarações à Al Jazeera, o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros do Líbano, Gebran Bassil, disse que “não tenho qualquer problema, em princípio, em negociar com Israel”.

    O político, que anteriormente era aliado do Hezbollah, afirmou que apoiava as negociações com Israel por serem uma alternativa à guerra. Bassil disse ainda apoiar as decisões independentes do Governo libanês. “Não queremos que ninguém negocie em nome do Líbano; o Líbano deve negociar por si próprio”.

  • Israel ataca vale no sul do Líbano

    As forças israelitas terão realizado um ataque no sul do Líbano, atingindo um vale situado entre as localidades de Barashit e Shaqra, no distrito de Bint Jbeil, avançou a Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA), segundo a Al Jazeera.

  • Abbas Araghchi: “A paz na nossa região só pode ser sustentada quando for abrangente e inclusiva, sem interferências externas”

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, criticou a reunião de 12 nações liderada pelo exército norte-americano no Bahrein.

    “O CENTCOM trouxe segurança ou insegurança à nossa região? A resposta é clara”, escreveu Araghchi numa publicação na rede social X.

    Araghchi elogiou ainda as capacidades militares do Irão, afirmando que as forças armadas do país “provaram que os estrangeiros não conseguem sequer proteger-se”.

    “A paz na nossa região só pode ser sustentada quando for abrangente e inclusiva, sem interferências externas”, acrescentou.

  • Embaixada da Áustria retoma atividade regular em Teerão após suspensão de serviços

    Numa publicação na rede social X, a embaixada da Áustria informou que as suas atividades regulares em Teerão foram retomadas.

    A embaixada tinha suspendido os serviços consulares em 2025, alegando o que descreveu na altura como “obstáculos intransponíveis”.

  • Trump quer acordo para travar “assassínios sem sentido” na Ucrânia

    O Governo norte-americano declarou hoje que o Presidente Donald Trump pretende alcançar um acordo de paz para terminar os “assassínios sem sentido” na Ucrânia, na sequência do ataque russo contra Kiev que provocou pelo menos 21 mortos.

    “O Presidente quer que esta guerra termine e que os assassínios sem sentido acabem”, assegurou um responsável norte-americano à agência France-Presse (AFP), sem prestar mais detalhes sobre eventuais iniciativas diplomáticas.

  • Ucrânia lança apelo urgente a quase 40 países aliados para que reforcem apoio à sua defesa aérea

    A Ucrânia lançou um apelo urgente a quase 40 países aliados para que reforcem o apoio à sua defesa aérea através do fornecimento de mísseis intercetores Patriot, na sequência de um dos maiores ataques russos contra Kiev desde o início da guerra, relata o The Kyiv Independent.

  • Número de mortos em Gaza sobe para 73.074

    O número de mortos na ofensiva israelita na Faixa de Gaza subiu para 73.074, enquanto o total de feridos subiu para 173.537, segundo a agência palestiniana Wafa, relata a Al Jazeera.

    Nas últimas 24 horas, de acordo com a emissora, os hospitais de Gaza registaram quatro mortos e 12 feridos.

    Também esta quinta-feira, pelo menos sete palestinianos ficaram feridos num ataque com drone atribuído a Israel contra o campo de refugiados de Nuseirat, no centro da Faixa de Gaza.

  • O que se passou até agora

    • A Rússia intensificou os seus ataques contra Kiev, resultando em pelo menos 21 mortes e dezenas de feridos após um bombardeamento significativo. Este incidente constituiu um dos ataques mais mortíferos desde o início do conflito, com mísseis e drones a destruírem infraestruturas civis e residenciais. A cidade declarou um dia de luto em resposta à devastação.
    • Em retaliação aos ataques russos, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prometeu uma resposta definitiva, reafirmando a determinação da Ucrânia em proteger a sua população e território. A destruição em Kiev incluiu danos extensos a edifícios residenciais, destacando a gravidade dos ataques.
    • Os EUA avisaram o Irão de que a paciência do Presidente Donald Trump não é ilimitada, devido às ações do Irão, que têm causado preocupações de segurança internacional, particularmente envolvendo o Estreito de Ormuz. Os EUA expressaram a sua determinação em não permitir que o Irão mantenha a economia mundial refém.
    • A situação no Médio Oriente permanece tensa, com Israel alegando ter destruído uma parte significativa dos túneis do Hamas em Gaza, e ataques aéreos em território libanês a alvejarem alvos associados ao Hezbollah. Estas ações reiteram os conflitos em curso e as contínuas operações militares na região.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Israel diz ter destruído 83% dos túneis do Hamas em áreas sob seu controlo em Gaza

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou ter recebido uma atualização que indica que as Forças Armadas já destruíram 83% dos túneis do Hamas na área da Faixa de Gaza sob controlo das Forças de Defesa de Israel (IDF), escreve o The Times of Israel.

    “Frustrámos o programa nuclear do Irão e eliminámos uma ameaça existencial aos cidadãos de Israel, eliminámos Khamenei e a maior parte da liderança governante do Irão e prejudicámos gravemente as suas capacidades estratégicas — e as IDF devem preparar-se para um ataque independente ‘azul e branco’ contra o Irão sempre que necessário”, declarou Katz, citado pelo jornal israelita.

  • IDF afirmam que alertas que soaram nas comunidades fronteiriças do Líbano foram um falso alarme

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram que as sirenes de alerta ativadas nas localidades fronteiriças de Yir’on e Avivim resultaram de um falso alarme.

    Segundo o The Times of Israel, os alertas foram desencadeados por uma “identificação incorreta” de uma potencial ameaça, não tendo sido registado qualquer incidente de segurança.

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