Momentos-chave
- Coreia do Norte vai continuar a apoiar Rússia
- Mais de 500 casas em Sumy sem gás após ataque russo
- Reino Unido ajuda Ucrânia com 30 milhões de euros
- Drone russo atinge infraestrutura civil em Sumy
- Comissário europeu da Energia saúda desconexão dos países bálticos da rede elétrica russa
- Países bálticos cortam ligação elétrica a fornecedores russos. Integração na rede da União Europeia acontece este domingo
- Será que Toretsk foi tomada pela Rússia? Moscovo diz que sim, Kiev nega
- Rússia reivindica ter destruído 36 drones ucranianos
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- A Coreia do Norte e a Rússia firmaram um acordo para a produção conjunta de drones, com Pyongyang a receber assistência técnica de Moscovo. Este desenvolvimento ocorre após a assinatura de um tratado de parceria estratégica global entre os dois países em 2024, e do envio de soldados norte-coreanos para apoiar a Rússia na invasão da Ucrânia. Contudo, a Rússia mostra-se relutante em apoiar o desenvolvimento de armas nucleares pela Coreia do Norte.
- Estónia, Letónia e Lituânia desligaram as suas redes elétricas do sistema russo, avançando para uma maior integração com a União Europeia. Esta mudança visa aumentar a segurança energética e diminuir a dependência da Rússia. A sincronização com a rede europeia está prevista para ocorrer no domingo, e este movimento também afetará o enclave russo de Kalininegrado, que ficará desligado da rede principal da Rússia.
- O Reino Unido anunciou uma ajuda financeira de 30 milhões de euros à Ucrânia, destinada a fortalecer o serviço de proteção social e apoiar a recuperação do país.
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, manifestou disposição para partilhar recursos naturais com os aliados, em resposta a uma exigência de Donald Trump, que pediu acesso a matérias-primas ucranianas em troca de apoio militar. Zelensky destacou a importância estratégica dos recursos da Ucrânia, para a segurança e cooperação económica com os Estados Unidos.
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Terminamos aqui este liveblog. Pode continuar a seguir os acontecimentos na Guerra na Ucrânia no novo liveblog que abrimos este domingo.
Trump diz que falou com Putin. Moscovo não confirma nem desmente
Obrigada por ter estado connosco. Até já
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Coreia do Norte vai continuar a apoiar Rússia
“O exército da Coreia do Norte e os seus habitantes vão apoiar, defender e encorajar invariavelmente a justa causa do exército russo”, disse Kim Jong-Un sobre o conflito na Ucrânia, citado pelo The Straits Times.
O líder da Coreia do Norte defende que os russos têm o direito de defender a “sua soberania, a segurança e a integridade do seu território”.
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Mais de 500 casas em Sumy sem gás após ataque russo
539 casas da região ucraniana de Sumy estão sem abastecimento de gás na sequência de ataques aéreos russos.
A informação foi avançada pela filial nessa região da rede de distribuição de gás ucraniana. A empresa diz que está a fazer o possível para recuperar o normal abastecimento em Sumy.
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Reino Unido ajuda Ucrânia com 30 milhões de euros
O Reino Unido vai enviar para a Ucrânia 25 milhões de libras (cerca de 30 milhões de euros), no lançamento de um programa de apoio ao país invadido pela Rússia.
Num comunicado, citado pelo Ukrinform, o governo britânico anunciou que o dinheiro deve ser usado para “fortalecer o serviço de proteção social ucraniano e apoiar uma recuperação”.
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Drone russo atinge infraestrutura civil em Sumy
Na noite deste sábado, um drone russo atingiu uma infraestrutura civil na região ucraniana de Sumy, revelou o Ukrinform.
“Inicialmente, não foram registados feridos”, lê-se num comunicado da administração militar da região.
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Coreia do Norte pode começar a produzir drones com a Rússia, avança imprensa japonesa
A emissora japonesa NHK avançou este sábado que a Coreia do Norte deverá começar a produzir este ano drones desenvolvidos em conjunto com a Rússia.
Citando fontes não-identificadas, o canal adianta que foi firmado um acordo entre as duas partes no qual a Coreia do Norte vai receber a ajuda técnica da Rússia para desenvolver vários tipos de drones a serem fabricados em massa.
Tal acordo surge depois de ambos os países terem assinado um tratado de parceria estratégica global em 2024 e de Pyongyang ter enviado soldados para combater na invasão da Ucrânia.
O apoio, contudo, deverá ficar por aqui. As mesmas fontes falam na relutância da Rússia em prestar apoio ao desenvolvimento de armas nucleares pela Coreia do Norte, já que isso dificultaria ainda mais as relações com os Estados Unidos e os países vizinhos, incluindo a China.
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Zelensky diz que a Ucrânia está disposta a partilhar recursos com os EUA em troca de apoio militar e pede reunião
O Presidente ucraniano afirmou hoje que está disposto a partilhar recursos com os aliados, depois de Donald Trump ter exigido acesso a matérias-primas ucranianas em troca de apoio militar, e pediu para ser recebido antes de Vladimir Putin.
“Isto é o que eu abordaria com o Presidente Trump: não apenas como acabar com a guerra, mas como garantir uma segurança duradoura, uma forte cooperação económica e um futuro em que a Ucrânia seja um parceiro estratégico líder dos Estados Unidos”, escreveu Volodymyr Zelensky na rede social X, depois de Trump ter indicado que os dois poderiam reunir-se na próxima semana em Washington.
On diplomacy, it is critical that I meet with President Trump before he meets with Putin. Otherwise, this would be a discussion about Ukraine, but without Ukraine—which is unfair. We have transparent relations with our partners, and any real negotiations must begin with Ukraine…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) February 8, 2025
O Presidente ucraniano disse que um dos objetivos da Rússia com a guerra é controlar os abundantes recursos de que a Ucrânia dispõe e que são essenciais para o fabrico de armas modernas, como mísseis, ‘drones’ e outras tecnologias.
“Se não agirmos agora, estes recursos não serão usados apenas contra a Ucrânia, mas poderão eventualmente ser usados contra os Estados Unidos e contra a Europa”, alertou.
As regiões de Donetsk (leste) e Zaporijia (sul) contêm “vastas reservas” de terras raras, referiu o Presidente ucraniano, acrescentando que Dnipropetrovsk (centro) contém “grandes depósitos” de minério ferruginoso e na Ucrânia central existem “as maiores reservas de titânio da Europa”.
O país tem também das maiores reservas de urânio do continente, garantiu.
“Eu disse aos nossos parceiros americanos: invistam na Ucrânia. Tragam empresas. Trabalhem connosco. Vamos desenvolver estes recursos juntos”, continuou Zelensky.
Zelensky aludiu também à capacidade ucraniana de produzir energia nuclear e à indústria do carvão, incluindo o antracite, que se encontra precisamente nas regiões de Donetsk e Lugansk, parcialmente ocupadas pela Rússia.
O Presidente ucraniano destacou, por outro lado, que o país está disposto a tornar-se um “nó chave” para a importação de gás natural liquefeito (GNL) dos EUA para a Europa, graças às jazidas que diz serem as maiores do continente e à infraestrutura de gasodutos já existente.
“Estamos em contacto com a equipa do Presidente Trump e apoiam totalmente o interesse da Ucrânia no GNL. Não se trata apenas de gás, trata-se de reduzir a dependência da Europa da energia russa. Alguns países europeus ainda compram gás russo devido aos seus antigos laços e pressão política”, explicou.
O Presidente também antecipou que os esforços de reconstrução na Ucrânia, quando a guerra terminar, representarão “uma enorme oportunidade económica”, da qual as empresas americanas na linha da frente também poderão beneficiar.
Por último, Zelensky considerou que é “essencial” reunir-se com Trump antes de o chefe de Estado norte-americano reunir com o Presidente russo, Vladimir Putin, caso contrário seria “injusto”, pois significaria decidir sobre o futuro da Ucrânia sem os ucranianos.
“Qualquer tipo de negociação real deve começar com a Ucrânia e os seus aliados, alinhando as suas posições primeiro. Só depois disso pode haver conversações com o agressor”, defendeu.
Uma visita de Trump a Kiev seria um “passo importante e necessário” neste sentido, concluiu.
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Ucrânia diz ter abatido um avião de guerra russa
A informação está a ser adiantada pelo Kyiv Independent, que cita um comunicado da 28ª Brigada Mecanizada Separada ucraniana no Telegram. No entanto, o jornal afirma que ainda não conseguiu confirmá-la de forma independente.
A aeronave trata-se de um avião de ataque russo Su-25, que terá sido abatida perto de Toretsk, cidade atualmente em acirrada disputa entre as duas forças.
Segundo o Kyiv Independent, esta aeronave, de conceção soviética, é um avião de ataque terrestre fortemente blindado, sendo usado frequentemente por ambas as partes na guerra da Rússia contra a Ucrânia.
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Comissário europeu da Energia saúda desconexão dos países bálticos da rede elétrica russa
O comissário europeu para a Energia congratulou-se hoje com o sucesso da desconexão das redes elétricas dos três países bálticos do sistema elétrico russo e bielorrusso, considerando que nenhum país europeu “deveria depender da Rússia para nada”.
“Nenhum país europeu deveria depender da Rússia para nada, por isso, a segurança é a principal prioridade. Mas trata-se também de competitividade e descarbonização”, afirmou Dan Jorgensen numa visita à capital da Estónia, Tallinn.
Estónia, Letónia e Lituânia vão sincronizar, no domingo, as respetivas redes com as dos restantes países europeus, ocasião que será assinalada numa cerimónia com a presença, entre outros, da presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen.
“Mesmo que não houvesse guerra, mesmo que não houvesse Rússia, continuaria a ser uma boa ideia, por motivos racionais, que nós, na Europa, estivéssemos melhor conectados, que os nossos sistemas energéticos estivessem melhor conectados, para fornecer energia mais barata, mais segura e mais verde aos nossos cidadãos”, acrescentou o comissário europeu em conferência de imprensa.
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Países bálticos cortam ligação elétrica a fornecedores russos. Integração na rede da União Europeia acontece este domingo
Os operadores elétricos de Lituânia, Letónia, Estónia anunciaram a desconexão à rede russa de energia este sábado, tendo como objetivo ligar-se à da União Europeia no domingo.
De acordo com a Reuters, os três países desligaram-se da rede conjunta IPS/UPS, operando para já sob reservas internas. O objetivo é, após após realizarem testes de última hora, sincronizar-se à rede da União Europeia este domingo, com hora marcada para as 12h00 (hora de Lisboa).
“Atingimos o objetivo pelo qual lutámos durante tanto tempo. Estamos agora sob controlo”, afirmou o ministro lituano da Energia, Zygimantas Vaiciunas, numa conferência de imprensa.
Para sinalizar esta maior integração no bloco, a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, vai discursar numa cerimónia, adiantou o seu gabinete.
Os três países mantinham-se ainda sob a dependência energética da Rússia devido ao seu passado de integração na ex-União Soviética. Apesar de terem deixado de comprar energia russa após a invasão da Ucrânia em 2022, continuavam a depender da sua grelha para controlar as frequências e estabilizar as redes, a fim de evitar cortes de energia.
Esta dependência “termina hoje”, lê-se numa publicação na rede social X da conta oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros estónio. Nessa mesma sequência de posts, lê-se que “Ao tornar todo o nosso sistema energético independente da Rússia, o Kremlin perde mais uma alavanca de poder para utilizar contra a Europa”.
Until now, the Baltic countries ???????????????????????? had been part of Russia’s power grid.
This legacy of occupation meant that Moscow – which uses energy as a weapon – had control of the frequency. That’s a critical element in maintaining reliable power supply.
That dependency ends today! pic.twitter.com/pwapcCCLcW
— Estonian MFA ???????? | ???? #StandWithUkraine (@MFAestonia) February 8, 2025
Uma das consequências imediatas desta operação é que o enclave russo de Kalininegrado — localizado entre a Lituânia, a Polónia e o Mar Báltico — fica assim desligado da rede principal da Rússia, obrigando-o a manter um sistema de energia isolado.
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Ucrânia diz ter abatido 67 drones russos durante a noite
Segundo a Força Aérea da Ucrânia, a Rússia lançou 139 drones durante durante a noite, dos quais 67 foram abatidos.
A informação é adiantada pela Reuters e pelo Kyiv Independent, sendo que os drones tinham como alvo Kiev, Kharkiv, Poltava, Sumy, Cherkasy, Chernihiv, Kirovohrad, Vinnytsia, Zhytomyr, Khmelnytskyi, Zaporizhzhia, Dnipropetrovsk, Donetsk e Odessa.
Outros 71 dispositivos foram perdidos no local sem causar danos, de acordo com a força aérea.
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Será que Toretsk foi tomada pela Rússia? Moscovo diz que sim, Kiev nega
Depois de, nesta sexta-feira, o Ministério da Defesa russo ter afirmado que as suas forças tinham tomado o controlo da cidade estratégica de Toretsk, no leste da Ucrânia, as forças armadas ucranianas negaram que a localidade tivesse sido capturada.
Segundo a Reuters, não é para já possível confirmar a veracidade de qualquer uma das partes, apenas que se mantém combates intensos em redor da cidade.
Toretsk tem sido um dos pontos fulcrais do avanço russo no Dombass, juntamente com outros centros logísticos como Kramatorsk e Kostyantynivka a noroeste e Pokrovsk mais a oeste.
A cidade, que está agora em ruínas, tinha cerca de 30.000 habitantes antes de a Rússia ter invadido a Ucrânia há quase três anos.
Segundo os especialistas ucranianos, a captura de Toretsk pode afetar ainda mais a logística das forças de Kiev em grande parte no leste da Ucrânia, já que se encontra numa posição vantajosa de elevação.Além disso, tomando Toretsk, a Rússia pode assim avançar para noroeste, em direção ao centro logístico regional de Kostiantynivka, que tem ligação a várias cidades importantes.
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Nomeado de Trump para liderar o FBI terá recebido pagamentos de figuras pró-russas
Kash Patel, o homem escolhido por Donald Trump para dirigir o Federal Bureau of Investigation (FBI), recebeu 25 mil euros em 2024 para participar num documentário produzido pela Global Tree Pictures, empresa do cineasta pró-Kremlin Igor Lopatonok.
A informação foi adiantada esta sexta-feira pelo Washington Post (WP), citando dados financeiros que Patel teve de apresentar como parte do seu processo de nomeação.
Segundo o WP, Patel foi pago depois de ter participado num documentário chamado “All the President’s Men: The Conspiracy Against Trump”, que foi para o ar na TCN, a plataforma online de Tucker Carlson, comentador da direita que tem demonstrado simpatia por algumas ideias do Kremlin.
Lopatonok, de resto, já tinha produzido vários projetos com narrativas pró-Kremlin.
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Scholz critica possíveis contrapartidas para a ajuda dos EUA à Ucrânia
O chanceler alemão, Olaf Scholz, criticou as exigências de Donald Trump de uma “garantia” sobre as terras raras ucranianas em troca da ajuda militar dos EUA, numa entrevista ao grupo de imprensa alemão RND hoje publicada.
“A Ucrânia está a ser atacada e nós estamos a ajudar, sem pedirmos nada em troca. Esta deve ser a posição de todos”, afirmou Olaf Scholz na entrevista, citada pela AFP, quando questionado sobre as exigências de Trump relativamente a uma possível contrapartida pela ajuda norte-americana.
O chanceler alemão já tinha descrito as exigências de Trump na segunda-feira como “muito egoístas”, numa conferência de imprensa durante uma cimeira europeia informal em Bruxelas.
No final da cimeira da UE-27, o líder alemão afirmou que, na sua opinião, os recursos da Ucrânia devem ser utilizados para financiar tudo o que for necessário após a guerra, como a reconstrução e a manutenção de um exército ucraniano forte.
“Seria muito egoísta, muito egoísta, dizer que estamos a utilizar o dinheiro para financiar a ajuda à defesa”, afirmou.
Em resposta a Trump, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse na terça-feira que o seu país estava pronto para receber “investimentos de empresas americanas” nas suas terras raras, metais amplamente utilizados na eletrónica.
Num plano de paz apresentado em outubro, Zelensky, sem mencionar especificamente as terras raras, propôs um “acordo especial” com os parceiros do seu país, permitindo a “proteção conjunta” e a “exploração conjunta de recursos estratégicos” no seu país.
Deu como exemplos “o urânio, o titânio, o lítio, a grafite e outros recursos estratégicos de grande valor”.
Na sexta-feira, Volodymyr Zelensky afirmou que Washington e Kiev estavam a planear “reuniões e conversações”, depois de o Presidente dos EUA ter mencionado um possível encontro na próxima semana.
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Rússia reivindica ter destruído 36 drones ucranianos
As forças russas abateram hoje de madrugada 36 drones ucranianos sobre quatro regiões do sul da Rússia que tentaram atingir uma estação de bombagem de petróleo e outros alvos, anunciou o Ministério da Defesa russo.
“As forças antiaéreas intercetaram e aniquilaram 36 ‘drones’ ucranianos”, disse o comando militar russo nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
De acordo com a defesa, 18 ‘drones’ foram abatidos sobre a região de Rostov, 11 na região de Volgogrado, cinco na região de Belgorod e dois na região de Krasnodar.
O governador de Volgogrado, Andrei Bocharov, disse que os militares russos “repeliram um ataque de ‘drones’ a uma estação de bombagem de petróleo no distrito de Kumilzhensk”.
“Os bombeiros e os serviços de emergência acorreram imediatamente ao local, não houve incêndio após a queda dos fragmentos do drone”, acrescentou, referindo que também não houve vítimas ou danos materiais.
Em Rostov, o ataque danificou as janelas de 14 edifícios, segundo o governador local Yuri Slussar.
O governador disse que as brigadas de salvamento estavam a trabalhar no local e que foi encontrado alojamento temporário para os desalojados.
No distrito de Slaviansk, na vizinha Krasnodar, a queda de fragmentos de ‘drones’ danificou os telhados e as janelas de cinco casas, disse o governador local, Veniamin Kondratiev, nas redes sociais.
A Ucrânia, que enfrenta uma ofensiva bem sucedida das tropas russas no Donbass (sudeste), está a lançar sistematicamente ataques de drones contra o território russo, em particular contra refinarias de petróleo e depósitos de combustível.
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Bom dia.
O Observador continua este sábado a acompanhar ao minuto os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia.
O liveblog de sexta-feira fica arquivado aqui.
Zelensky afirma que tropas norte-coreanas estão a combater novamente na Rússia