Histórico de atualizações
-
Bom dia,
Este liveblog fica por aqui, mas pode passar a seguir o nosso acompanhamento das notícias da atualidade política nacional neste link.
Obrigada por estar connosco!
Ventura vai ter em breve “reunião final” com Montenegro para discutir reforma laboral
-
Presidente da República condecora empresário Orlando Pinto por trabalho no Luxemburgo
O Presidente da República condecorou hoje, no Luxemburgo, o empresário Orlando Pinto com a Comenda do Mérito Empresarial para distinguir a “singularidade de um percurso profissional do maior êxito e o extraordinário espírito de um homem fora do comum”.
António José Seguro anunciou e concretizou esta condecoração durante uma cerimónia com a comunidade portuguesa no Luxemburgo, que marca o arranque das comemorações oficiais do Dia de Portugal.
O chefe de Estado salientou que “o empreendedorismo português é uma marca reconhecida no Luxemburgo” e apontou a distinção a Orlando Pinto como “um reconhecimento merecido para alguém que representa tantos outros”.
“Como tantos dos nossos compatriotas, Orlando Pinto procurou o Luxemburgo para aqui poder realizar o seu projeto de vida. E conseguiu-o. E, ao consegui-lo, contribuiu também para o desenvolvimento do país que o acolheu”, destacou.
Orlando de Oliveira Pinto é um empresário português, natural de Castro de Aire, e residente no Luxemburgo há cerca de 40 anos.
É proprietário e gerente da Sopinor, empresa de construção civil e obras públicas criada em 2002, com apenas quatro empregados, é que é hoje a segunda maior empresa no setor do Grão-ducado, com cerca de 700 trabalhadores, na sua maioria portugueses.
-
Miguel Monjardino avisa que não é tempo de “alimentar ilusões sobre futuro coletivo”
O presidente da Comissão Organizadora do Dia de Portugal, Miguel Monjardino, defendeu hoje que este não é tempo de “alimentar ilusões sobre o futuro coletivo” e que será preciso repensar organizações como a NATO e a União Europeia nos próximos anos.
O professor de geopolítica e geoestratégia, personalidade convidada este ano pelo Presidente da República para presidir às comemorações do 10 de Junho, fez estes alertas num encontro com a comunidade portuguesa no Luxemburgo, último ponto das comemorações no estrangeiro desta data.
O presidente da Comissão organizadora do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas deixou também um aviso sobre a língua portuguesa, numa altura em que o Governo se prepara para alterar o regime jurídico do Ensino de Português no Estrangeiro.
“Esta é a língua que precisa de estabilidade no seu ensino. Esta não é a língua da precariedade”, disse.
Sobre a incerteza internacional, Monjardino classificou o período desde o início da década como “a grande rutura” e considerou que essa mudança histórica “terá profundas consequências na segurança e defesa, agricultura, ciência, indústria, energia e finanças em todos os países europeus”.
“Todos, juntos, vamos ter que repensar muitas coisas sobre a NATO e a União Europeia nos próximos anos”, avisou.
-
Seguro vai atribuir “elevada condecoração” à Universidade dos Açores
O Presidente da República, António José Seguro, vai atribuir uma “elevada condecoração pública” a Universidade dos Açores, por ter um “papel fundamental na promoção da igualdade de oportunidades” e ser um fator de coesão territorial.
“No âmbito das comemorações do dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o Presidente da República decidiu condecorar a Universidade dos Açores, que celebra, em 2026, o seu 50.º aniversário”, lê-se numa nota hoje publicada no ‘site’ da Presidência, na qual não se precisa qual será a ordem nem o grau da distinção.
Seguro destacou o papel fundamental da Universidade dos Açores na promoção da igualdade de oportunidades, do conhecimento e do desenvolvimento humano.
Esta universidade pública é ainda um fator de coesão territorial e social, que transforma os “desafios da insularidade em oportunidades de conhecimento”, sublinhou a Presidência da República, acrescentando que os polos da Universidade dos Açores em Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta, constituem um exemplo de proximidade às comunidades.
Assim, vincou que a contribuição da universidade para a afirmação dos Açores é merecedora de uma “elevada condecoração pública”.
-
Seguro: Portugal “é um país que quer receber de volta os seus”
O Presidente da República, António José Seguro, defendeu que Portugal é hoje um país moderno “que quer de volta os seus” e, já sendo “extraordinário para se viver”, também “deve ser extraordinário para se trabalhar”.
Numa cerimónia com a comunidade portuguesa no Luxemburgo, que marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal, também o primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou o “potencial de desenvolvimento” de Portugal e deixou um pedido aos emigrantes e lusodescendentes presentes.
“Portugal precisa de todos vós e nós contamos muito convosco para o nosso futuro. Seja esse futuro construído aqui no Luxemburgo, seja esse futuro construído no regresso que ambicionamos muitos possam ter a Portugal, seja esse futuro construído com as famílias que partilham uma presença quer em Portugal, quer no Luxemburgo”, disse.
Minutos depois, António José Seguro foi ainda mais claro, dizendo que Portugal “é um país que quer receber de volta os seus”.
“Os que emigraram e os que nasceram fora, mas que sentem Portugal como uma parte de si”, afirmou.
O chefe de Estado recordou o que disse recentemente a jovens portugueses em Madrid, na sua primeira visita desde que tomou posse a 9 de março.
“Portugal é um extraordinário país para se viver. E deve ser também um país extraordinário para se trabalhar. É um compromisso que assumo”, afirmou.
-
Seguro apela a que Luxemburgo alargue opção curricular de ensino de português
O Presidente da República apelou aos responsáveis do Luxemburgo para que alarguem a disponibilização do português como língua de opção no programa curricular, lembrando que um terço dos residentes no país é lusófono.
António José Seguro falava numa sessão com alunos que aprendem português no Luxemburgo, país que visita desde sexta-feira e que marca o arranque das comemorações oficiais do Dia de Portugal, a que se juntou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro.
O chefe de Estado salientou que o português “é uma chave que abre portas no mundo inteiro”, falado por 260 milhões de pessoas em quatro continentes.
“Quando estiverem cansados nas aulas, lembrem-se disso. Não estão apenas a aprender uma língua, estão a ligar-se ao mundo”, afirmou.
Aos pais e professores, assegurou que o seu papel “é reconhecido e valorizado pelo Presidente da República de Portugal e também pelo primeiro-ministro”, que tinha discursado minutos antes.
“Deixei aos responsáveis luxemburgueses um apelo claro: que alarguem a disponibilização do português como língua de opção no programa curricular do nosso ensino, aqui, num país onde cerca de um terço de residentes é lusófono, onde o português é a segunda língua principal falada em casa pelos alunos do ensino público e isso é relevante para o nosso país”, disse.
Para Seguro, esta é “uma opção decisiva para o fortalecimento de uma comunidade dinâmica e coesa”.
-
Montenegro promete “garantir condições” aos que ensinam português no estrangeiro
O primeiro-ministro prometeu hoje que o Governo tudo fará para “garantir condições” aos que continuam a querer ensinar português no estrangeiro, apontando a língua como “o elo mais eficaz e mais vivo” para manter a ligação entre toda a comunidade.
“Àqueles que continuam a querer ensinar português, que continuam a servir o interesse de Portugal, quero transmitir-vos que nós não deixaremos de tudo fazer para garantir as condições para que esse trabalho possa ser continuado e para garantir que este elo que liga a nossa comunidade”, afirmou Luís Montenegro, numa breve intervenção no Centro Cultural Artikuss de Sanem, no Luxemburgo, onde hoje se juntou à visita do Presidente da República ao país.
À entrada para um encontro com alunos que aprendem português, dois professores e delegados sindicais no Luxemburgo tinham abordado o Presidente da República e o primeiro-ministro para lhe pedirem que olhem “com o coração” para o futuro regime jurídico do ensino do português no estrangeiro.
Bruno Silva, professor e delegado sindical, entregou-lhes uma proposta relativa à rede de ensino português no estrangeiro (EPE), apelando a que a transição para o novo regime seja feita “com cautela”.
“Há um aspeto fulcral que está a pôr em pânico todos os professores que estão neste momento na rede EPE: a transição que tenha de ser feita, tem de ser feita com pés e cabeça, ou seja, não se pode descartar os professores que estão na rede neste momento para o próximo regime jurídico”, disse.
O sindicalista avisou que tem de se assegurar que se mantém a qualidade do ensino português no estrangeiro e que não haja “um ano zero”.
“Vamos aguardar que a negociação corra bem”, disse o primeiro-ministro.
“Vamos analisar”, corroborou o Presidente da República.
Em causa está a possibilidade de redução dos períodos das comissões de serviço e a limitação do número de renovações, sobretudo se aplicadas com caráter retroativo.
-
"Salta António, salta António." Seguro recebido por centenas de portugueses
Centenas de portugueses receberam hoje em ambiente de festa o Presidente da República em Dudelange, a quarta maior cidade do Luxemburgo, com muitos pedidos de ‘selfies’, cumprimentos e até um pedido de “salta António, salta António”.
António José Seguro não saltou, mas demorou-se largos minutos a cumprimentar os portugueses que se encontravam junto às grades, juntamente com a sua mulher, Margarida Maldonado Freitas, antes de assistir à apresentação do livro “Testemunhos”, que assinala os 60 anos da comunidade portuguesa no Luxemburgo.
A comunidade portuguesa em Dudelange estava reunida num arraial de Santo António e recebeu com entusiasmo o chefe de Estado português, que chegou na sexta-feira ao Luxemburgo, para uma deslocação até domingo, que marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal.
Depois de ser recebido pelos Grão-Duques e pelo primeiro-ministro do Luxemburgo, António José Seguro terminou os contactos com os altos representantes políticos do país com um encontro com o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Xavier Bettel, que fez o Presidente da República desviar-se do programa previsto.
-
Seguro: "Sociedades mais fortes constroem-se com inclusão, respeito e capacidade de acolher"
O Presidente da República defendeu este sábado que “sociedades mais fortes se constroem pela inclusão, pelo respeito mútuo e pela capacidade de acolher”, apontando o Luxemburgo como “um feliz exemplo” dessas qualidades.
“Num tempo em que tantas fronteiras se erguem e tantas portas se fecham, este exemplo de abertura, confiança mútua e integração merece ser reconhecido e valorizado”, afirmou António José Seguro, num discurso perante a Câmara dos Deputados do Luxemburgo.
António José Seguro realiza uma visita oficial ao Luxemburgo que marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal, destacando a forma como este país “abriu as suas portas e o seu coração a gerações de portugueses”
“É uma demonstração e um feliz exemplo de que sociedades mais fortes se constroem pela inclusão, pelo respeito mútuo e pela capacidade de acolher aqueles que desejam contribuir para o bem comum”, disse.
Nesta intervenção perante deputados, incluindo três de origem portuguesa, o chefe de Estado aproveitou para apresentar Portugal como “um parceiro fiável, qualificado e inovador” para investir.
“Portugal é hoje um polo vibrante de inovação tecnológica, de energias renováveis e de indústrias criativas”, defendeu.
Também no plano político considerou que “a sintonia é enorme” entre os dois países, destacando que Portugal e o Luxemburgo “estão alinhados nos grandes dossiers internacionais e empenhados em encontrar soluções para os problemas globais”, como “as alterações climáticas, o desenvolvimento sustentável, o combate à pobreza e a busca pela paz”.
“Somos duas nações democráticas que acreditam profundamente na paz, no multilateralismo e no respeito pelo direito internacional e direitos humanos”, destacou.
António José Seguro chegou na sexta-feira ao Luxemburgo, para uma deslocação até domingo que se divide entre contactos institucionais, hoje, e encontro com a comunidade portuguesa, no domingo. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, junta-se ao chefe de Estado ao final do dia de hoje, depois de participar na Cimeira UE-Balcãs, em Tivat (Montenegro), na sexta-feira.
-
Governo rejeita acusação de tentar condicionar greve dos trabalhadores dos registos
O Ministério da Justiça rejeitou hoje qualquer instrumentalização política do Instituto dos Registos e Notariado (IRN), depois de o maior sindicato dos registos ter acusado a tutela de tentar condicionar os trabalhadores antes da greve.
“O Governo rejeita a caracterização de que o IRN tenha sido utilizado como instrumento político”, afirma o Ministério da Justiça numa resposta enviada à Lusa.
Em causa estão declarações do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN), que acusou o Governo de usar o IRN “como instrumento político para tentar travar a mobilização dos trabalhadores, recorrendo a uma comunicação divulgada em momento estratégico e sem diálogo com os profissionais que representa”.
-
José Luís Carneiro critica Governo por não fazer da saúde social uma prioridade
O secretário-geral do Partido Socialista (PS) criticou hoje o Governo por não “garantir uma resposta de retaguarda” social na saúde, para que idosos não vivam anos em hospitais, pedindo que “assuma a responsabilidade”.
“Aqui, é preciso que o Estado assuma a responsabilidade de liderar o processo, neste caso a Segurança Social, o Ministério da Segurança Social [junto com o Trabalho e Solidariedade] com o Ministério da Saúde, para garantir uma resposta de retaguarda, negociando com as instituições particulares de solidariedade social, com as misericórdias, e financiando essa responsabilidade”, declarou José Luís Carneiro.
O líder socialista falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, em Penafiel, no distrito do Porto, onde reuniu com a administração e colocou o foco na “falta de resposta familiar e social” para idosos hospitalizados, que chegam a passar “um ano, dois anos, três anos” internados.
Questionado sobre o papel do Governo nesta matéria, considerou que se o tema “fosse uma prioridade, estaria a ser resolvida”.
“Aquilo que eu vejo é que, até agora, nestes dois anos, não vi que fosse prioridade do Governo. Pelo contrário”, atirou.
Sem querer referir-se quer ao tema da Prestação Social Única quer à adesão à greve geral de quarta-feira, preferindo “valorizar” o trabalho feito em Unidades Locais de Saúde pelo país, Carneiro disse que não “critica por criticar”, antes “critica, mas sabe aquilo que quer fazer de diferente para garantir resultados diferentes”, não querendo opor-se à política do Governo de Luís Montenegro, antes mostrar “uma alternativa”.
-
Presidente da República convida Grão-Duques do Luxemburgo a visitar Portugal
O Presidente da República convidou hoje os Grão-Duques do Luxemburgo a visitarem Portugal e salientou o papel da comunidade lusa no país, considerando-a “uma parte indissociável da própria identidade do Luxemburgo”.
“Neste contexto, a escolha do Luxemburgo para as celebrações oficiais do primeiro Dia Nacional do meu mandato foi evidente. Aqui reside uma das comunidades mais importantes e mais dinâmicas da nossa diáspora”, afirmou António José Seguro, no discurso que proferiu no almoço com os Grão-Duques, distribuído à comunicação social.
No dia em que visita oficialmente o Luxemburgo, o chefe de Estado português agradeceu ao Grão-Duque o empenho cívico nas relações bilaterais entre os dois países.
“Hoje, a comunidade portuguesa já não é apenas uma comunidade de imigrantes; constitui uma parte indissociável da própria identidade do Luxemburgo”, frisou, classificando-a como “uma ponte entre os dois países”.
Seguro disse que, tal como acontece com os seus compatriotas, também ele se sente em casa desde sexta-feira, quando chegou ao país, numa deslocação que se estende até domingo e marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal.
“Tenho a certeza de que o mesmo acontece quando Vossas Altezas estão em Portugal e espero ter o prazer de as receber em breve. Será para nós uma enorme honra e um grande prazer”, convidou.
Tanto Seguro como o Grão-Duque salientaram os 135 anos de relações diplomáticas entre os dois países.
“As excelentes relações entre os nossos dois países assentam em valores comuns, numa visão partilhada da Europa e numa estreita cooperação no seio das instituições europeias e internacionais”, disse o Presidente da República.
-
Seguro: "talvez só se veja um país inteiro quando se está suficientemente longe dele"
O Presidente da República, António José Seguro, saudou hoje os portugueses que vivem fora do país, salientando o papel da língua portuguesa como elemento de união de todos.
“Assinalo o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas com uma saudação aos portugueses que vivem fora do nosso país. Uma mensagem que quero centrar na língua portuguesa. É o que nos une, mesmo distantes uns dos outros”, refere, numa mensagem enviada aos órgãos de comunicação social na diáspora.
A mensagem foi divulgada no dia em que António José Seguro cumpre uma visita oficial ao Luxemburgo e que marca precisamente o arranque das comemorações do Dia de Portugal.
“A língua portuguesa é uma pertença que dispensa fronteiras. Uma comunhão que não se troca, apenas se partilha. E, por vezes, com imenso prazer”, destaca o chefe de Estado, considerando que os emigrantes “sabem isso melhor do que ninguém”.
O Presidente da República recordou que Luís de Camões “escreveu “Os Lusíadas” longe de Portugal.
“Na verdade, talvez só se veja um país inteiro quando se está suficientemente longe dele”, afirmou.
Por outro lado, lembrou que “a língua portuguesa também não se confina a um povo, foge a qualquer apropriação”.
“É de quem a aprende. É de muitos povos e culturas, com muitas falas, sotaques e timbres. Diversa nas suas qualidades e pródiga a unir-nos”, disse.
Seguro pega na palavra “saudade” como exemplo de “sonoridades que despertam a curiosidade de outros” e que têm “sentido exclusivo”.
“É por tudo isto que, mais do que as características que os regimes ou as circunstâncias nos traçam como identitárias, é a língua portuguesa que persiste (…). É o sentir que não estamos longe nem próximos. Com a língua portuguesa estamos juntos”, afirmou.
António José Seguro aproveitou para desejar, através desta mensagem, um feliz Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas a todos os portugueses na diáspora.
-
Seguro em visita oficial ao Luxemburgo no arranque das comemorações do Dia de Portugal
O Presidente da República, António José Seguro, encontra-se hoje com os Grão-Duques e o primeiro-ministro do Luxemburgo, numa visita oficial ao país que marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, juntar-se-á ao chefe de Estado ao final do dia, depois de participar na Cimeira UE-Balcãs, em Tivat (Montenegro), na sexta-feira.
Acompanharão também a visita do chefe de Estado ao Luxemburgo o presidente da Comissão da Organização das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades portuguesas, Miguel Monjardino, e os deputados Carlos Alberto Gonçalves (PSD), José Dias Fernandes (Chega), Filipe Neto Brandão (PS), Jorge Miguel Teixeira (IL) e João Almeida (CDS-PP).
Seguro chegou ao Luxemburgo na tarde de sexta-feira e teve ainda um encontro com empresários portugueses, na chancelaria da Embaixada de Portugal, onde disse esperar um reforço político, comercial e tecnológico na relação bilateral e prometeu escutar os problemas dos emigrantes no país.
“Venho dar um abraço em nome de Portugal a todos os portugueses que residem e trabalham aqui no Luxemburgo e também, através deles, àqueles que o fazem noutros cantos do mundo, quer na Europa, quer noutros continentes. São portugueses que, mesmo longe da pátria, nunca deixaram Portugal para trás”, afirmou António José Seguro aos jornalistas.
Hoje, o programa da visita oficial inicia-se com a cerimónia de boas-vindas no Palácio Ducal ao Presidente da República à mulher Margarida Maldonado Freitas, que são recebidos pelos Grão-Duques do Luxemburgo, Guilherme V e Stéphanie, com quem irão almoçar, depois das tradicionais honras militares.
À tarde, António José Seguro vai reunir-se com deputados no Parlamento luxemburguês, onde será recebido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Claude Wiseler, seguindo-se o encontro com o primeiro-ministro do Luxemburgo, Luc Frieden.
O chefe de Estado português termina os contactos com os altos representantes políticos do Luxemburgo com um encontro com o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Xavier Bettel.
Depois, o chefe de Estado marcará presença na apresentação do livro “Testemunhos”, que assinala os 60 anos da comunidade portuguesa no Luxemburgo, na Câmara Municipal de Dudelange.
O programa oficial do primeiro dia termina no Camões – Centro Cultural Português, com a inauguração da exposição “Atlas Lusitano” do escultor Frederico Ferreira, comissariada por André Quiroga no Centro Cultural Português.
O Presidente da República terá ainda um jantar privado oferecido pelo chefe do Governo luxemburguês, no qual também participará o primeiro-ministro, Luís Montenegro.
-
Bom dia.
Abrimos aqui este liveblog para acompanhar a atualidade política nacional. António José Seguro está de visita oficial ao Luxemburgo.
Fique connosco.