Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Encerramos por aqui o acompanhamento do conflito entre a Ucrânia e a Rússia durante esta sexta-feira.

    Pode seguir os últimos desenvolvimentos relacionados com a guerra ao longo deste sábado, nesta nova ligação.

    Obrigado pela sua companhia.

  • Número de feridos em Odessa sobe para sete

    Subiu para sete o número de feridos resultantes do bombardeamento russo no centro histórico de Odessa, informa o Ministério Público da região no Telegram.

    “Na zona central da cidade, o edifício de um hotel foi destruído, as janelas foram partidas e as fachadas dos edifícios vizinhos foram danificadas”, adiantam.

  • Rússia atacou o centro histórico de Odessa. Pelo menos uma pessoa hospitalizada

    Múltiplos rockets atingiram o centro histórico de Odessa esta noite, informa o governador da região no Telegram.

    Segundo Oleg Kiper, pelo menos uma pessoa ficou ferida, uma funcionária de um hotel, que terá sido hospitalizada na sequência do ataque.

    Volodymyr Zelensky diz que um balanço preliminar feito sobre os acontecimentos indica que as forças russas terão utilizado mísseis balísticos, atingindo apenas infraestrutura civil. O Presidente da Ucrânia aproveitou a oportunidade para apelar à comunidade internacional por sistemas de defesa aérea adicionais.

  • Ministério da Defesa ucraniano aprova utilização militar de novo drone

    O Ministério da Defesa da Ucrânia aprovou a utilização militar do drone Hromylo, produzido em solo ucraniano.

    No comunicado, referem que o drone pode ser utilizado para “destruir soldados, o equipamento de combate e os abrigos de campanha do inimigo”, acrescentando que têm “motores relativamente potentes”, que conferem a capacidade de carregar uma ogiva ao longo de uma “distância considerável”.

  • Maior empresa petroquímica da Rússia suspende carregamentos em fábrica depois de ataque ucraniano

    A Sibur, a maior empresa russa na área da indústria petroquímica, anunciou a suspensão dos carregamentos de produtos da sua fábrica em Kstovo, depois de um ataque com drones ucranianos que atingiu a infraestrutura na quarta-feira, noticia a Reuters.

    Num comunicado, a empresa disse que vão ser realizados trabalhos de recuperação nesta infraestrutura, localizada na região de Nizhny Novgorod, a cerca de 800 quilómetros da fronteira ucraniana. As autoridades locais anunciaram apenas hoje a extinção do incêndio.

  • Republica Checa acusa diplomatas russos de realizar atos de sabotagem na Europa

    Os serviços secretos da Rússia estão a utilizar os diplomatas russos e as respetivas famílias para realizar atos de sabotagem na Europa, de acordo com o ministro dos Negócios Estrangeiros checo, noticia o Ukrainska Pravda.

    Para combater esta situação, que considera inaceitável, Jan Lipavsky diz que a República Checa quer propor que seja exigido a estes diplomatas um visto para viajar entre países que pertencem aos Espaço Schengen. Lipavsky espera que a medida, a ser aplicada também às famílias e aos assistentes dos representantes russos, possa ser incluída no 16º pacote europeu de sanções à Rússia.

  • Reino Unido vai enviar 3 mil milhões de euros para investir em mísseis e sistemas de defesa aérea

    O Reino Unido vai enviar 2,5 mil milhões de libras esterlinas (cerca de três mil milhões de euros) à Ucrânia para a compra de mísseis e sistemas de defesa aérea, de acordo com o primeiro-ministro ucraniano Denys Shmyhal.

    “Este acordo também prevê fundos para a organização de polos de manutenção de equipamento militar e outras armas. Isto ajudar-nos-á a fortalecer significativamente as nossas capacidades defensivas”, disse Shmyhal, citado pela Ukrainska Pravda.

  • China tornou-se o único fornecedor de químicos raros utilizados na produção de armamento à Rússia

    Com a introdução das sanções ocidentais em 2022, a China tornou-se o único fornecedor no mundo da Rússia de substâncias químicas raras necessárias para produzir armamento, nomeadamente nuclear, como o gálio e o germânio, de acordo com uma investigação da Radio Free Europe.

    Segundo a informação obtida, o estíbio é uma outra substância (passível de ser utilizada na indústria de defesa) que apenas dois países fornecem atualmente à Rússia: a China e os Emirados Árabes Unidos.

    As empresas envolvidas do lado chinês e russo são tanto privadas como públicas. Contudo, a investigação apurou que das 20 empresas chinesas identificadas como exportadoras destes metais para a Rússia, um terço são estatais.

  • Ataque de drones russos à Ucrânia danificou hospital em Odessa

    A Rússia realizou um ataque de drones noturno contra o território ucraniano que feriu quatro pessoas e danificou um hospital na região de Odessa, de acordo com a Reuters.

    As forças de defesa aérea da Ucrânia destruíram 59 drones e despistaram outros 37, num total de 102 que compuseram a ofensiva russa da última noite.

    O ataque a Chornomorsk, na região de Odessa, causou perturbações à rede de eletricidade local e danificou um hospital, um edifício administrativo, um armazém de cereais e uma casa.

  • Finlândia envia pacote de 198 milhões de euros de ajuda militar à Ucrânia

    O governo da Finlândia aprovou o envio de um pacote de ajuda militar no valor de 198 milhões de euros à Ucrânia. Este é o 27º pacote de assistência finlandês, desde o início da guerra, e eleva a quantia total enviada às forças ucranianas para 2,5 mil milhões de euros.

    O pacote “construído em cooperação próxima com a Ucrânia” foi desenhado para as forças no terreno terem meios “para se defenderem da situação crítica na frente” de batalha, lê-se no comunicado publicado hoje pelo ministro da Defesa finlandês Antti Hakkanen e citado pelo The Kyiv Independent.

    “Está nas mãos de nós europeus a forma como a segurança da Europa evolui. Garantir a independência da Ucrânia e a sua capacidade de defesa é a coisa mais importante neste momento”, conclui.

  • Diretora de reguladora da defesa ucraniana despedida depois de tensão com governo

    A diretora da Agência de Procuração de Defesa ucraniana Maryna Bezrukova foi hoje despedida depois de uma escalada de tensões com o ministério da Defesa, noticia o The Kyiv Independent.

    Horas antes do seu despedimento, Bezrukova disse numa publicação nas redes sociais que tinha pedido ao Presidente Zelensky para impedir a “destruição” da agência, que funciona como uma consultora do ministério da Defesa.

    A decisão anunciada hoje é justificada pela falta de comunicação eficaz com o Estador-Maior do exército, a ocorrência de fugas de informação classificada e falhas nas entregas de equipamento à frente de guerra.

  • Putin autoriza saída da Goldman Sachs da Rússia

    A venda da Goldman Sachs a uma firma de investimento arménia foi hoje aprovada pelo Presidente Vladimir Putin.

    Este banco norte-americano torna-se assim um dos primeiros sediados no Ocidente a sair definitivamente da Rússia, depois de insistência para que tal acontecesse como reação à invasão da Ucrânia em 2022, de acordo com a Bloomberg.

  • Embarcação com tripulação russa detida por suspeitas de danificar cabo subaquático

    Uma embarcação com tripulação russa foi detida ontem por autoridades norueguesas, sob suspeita de ter danificado um cabo subaquático de fibra ótica que liga a Letónia à Suécia, noticia o The Kyiv Independent.

    O Silver Dania, que navega com bandeira norueguesa, será responsável pelos danos externos que foram identificados no cabo, no dia 26 de janeiro, por autoridades letãs. A embarcação foi detida em Tromso, na Noruega, depois de uma ordem de um tribunal da Letónia. A polícia norueguesa está de momento a conduzir investigações no barco e interrogatórios à tripulação.

  • Ucrânia anuncia destruição de posto de comando russo em Kursk

    A Ucrânia anuncia que destruiu um posto de comando militar russo na região de Kursk, num ataque que recorreu às unidades especializadas em artilharia e mísseis.

    “Estas operação é parte de um esforço sistemático para eliminar postos de comando do inimigo, perturbando a sua capacidade de coordenar efetivamente as operações de combate e logística”, escreveu o Estado-Maior das Forças Armadas ucranianas no Telegram.

  • UE descarta possibilidade de retomar compra direta de gás russo como parte das negociações de paz na Ucrânia

    A União Europeia rejeita qualquer ligação entre um eventual acordo de paz na Ucrânia e a possibilidade de voltar a comprar diretamente gás natural russo através da rede NordStream, de acordo com o The Kyiv Idependent.

    Ontem, o Finacial Times noticiou que há destacados membros do bloco europeu a discutir a possibilidade de retomar um nível pré-guerra das compras de gás à Rússia — que hoje apenas são feitas indiretamente e para fornecer um pequeno grupo de países. O objetivo desta estratégia seria diminuir os preços de combustíveis na Europa e garantir a estabilização das relações entre os dois lados, forçando o fim do conflito na Ucrânia.

    Paula Pinho disse que esta discussão “não estão a ser realizadas de momento”. A porta-voz da Comissão Europeia afirmou que está definido que tais conversas serão feitas no momento certo e “com a Ucrânia”.

  • Hungria ameaça vetar próxima renovação de sanções à Rússia

    Viktor Orbán ameaçou vetar a renovação de sanções económicas à Rússia, se Bruxelas não encontrar uma alternativa de fornecimento de gás russo, cujo trânsito pela Ucrânia está suspenso desde o primeiro dia do ano, noticia a Reuters.

    epa11786414 (L-R) Hungarian Prime Minister Viktor Orban, European Council President Antonio Costa, and European Commission President Ursula von der Leyen pose at the end of the EU Summit in Brussels, Belgium, 19 December 2024. EU leaders met in Brussels to discuss Ukraine, the EU in the world, the Middle East, resilience and preparedness, migration and foreign policy issues.  EPA/OLIVIER HOSLET

    A recente renovação das sanções económicas da UE esteve em risco devido a esta questão que tem criado grande descontentamento aos governos da Eslováquia e da Hungria. Na altura, Orbán já tinha ameaçado vetar a decisão que exige a aprovação de todos os 27 estados-membros. Contudo, a situação foi remediada quando representantes europeus prometeram encontrar soluções para os países mais afetados pelo fim do trânsito de gás.

    “Entre outras coisas, a Comissão prometeu resolver o recomeço do trânsito de gás russo, através da Ucrânia”, disse o primeiro-ministro húngaro. “Se a Comissão não cumprir no combinado, as sanções vão ser eliminadas”, prometeu. A próxima votação para a renovação deverá ocorrer entre junho e julho deste ano.

  • Diretor da agência da ONU para energia atómica vai visitar Kiev

    O diretor da Agência Internacional para a Energia Atómica (IAEA) vai visitar Kiev, no dia 4 de fevereiro, para tentar garantir uma maior prevenção contra acidentes nucleares, enquanto decorrer a guerra, de acordo com The Kyiv Independent. Rafael Grossi visitará a Ucrânia pela 11ª vez, desde o início do conflito há quase três anos.

    Em setembro de 2022, esta agência das Nações Unidas, encarregue de garantir segurança nuclear no mundo, criou uma missão ainda em curso na central nuclear energética de Zaporíjia, de momento ocupada pela Rússia.

  • Gazprom alvo de ciberataque ucraniano

    Os serviços secretos da Ucrânia realizaram na quarta-feira um ciberataque às energéticas estatais russas Gazprom e Gazpromneft, afirmam fontes anónimas ao The Kyiv Independent.

    Os serviços digitais da Gazprom foram afetados por um ataque de navegação de serviço (DDoS, na sigla anglófona), que torna indisponíveis os recursos do sistema digital aos seus utilizadores. A Gazprom referiu que as dificuldades que foram experienciadas eram “um glitch técnico temporário”, sem oferecer mais detalhes sobre o sucedido.

    Segundo o jornal ucraniano, vários clientes não conseguiram aceder às suas contas e realizar pagamentos de combustível, através do website.

  • Rússia bloqueou 417.000 websites em 2024, cinco vezes o número de 2022

    As autoridades russas bloquearam 417.000 websites em 2024, de acordo com o meio de comunicação independente russo Verstka. Este número é cinco vezes superior ao registado em 2022, o primeiro ano da invasão da Ucrânia.

    A obstrução do acesso a 85,5% destas páginas foi imposta sem recorrer ao sistema de justiça russos, afirmam. Entre o tipo de conteúdos especialmente visados estão críticas militares, questões LGBT, jogos de apostas e pirataria digital. O jornal russo regista que, desde março passado, os serviços de VPN também têm registado um aumento dos bloqueios, que permitem aos utilizadores ligarem-se às redes de outros países de forma a contornar as restrições nacionais.

    As agências que mais realizam estes ataques são o fisco russo (com 142.400 websites bloqueados), o Roskomnadzor, regulador da comunicação social russa, (com 132.ooo) e uma agência governamental sem nome, que se acredita estar ligada ao gabinete do procurador geral russo, (com 62.100).

  • 1.670 baixas russas nas últimas 24 horas, diz Ucrânia

    A Ucrânia afirma que a Rússia registou 1.670 baixas na frente de combate, nas últimas 24 horas. Segundo a contabilização das forças ucranianas, já serão 837.610 baixas desde o início da invasão russa, há quase três anos.

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