Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Os Estados Unidos e o Irão estão prestes a finalizar um memorando de entendimento que visa terminar a guerra e resolver questões nucleares. O acordo inclui o levantamento de sanções, cessar-fogo em todas as frentes e garantias de não interferência nos assuntos internos do Irão. Contudo, Teerão ainda não confirmou a sua adesão total ao documento.
    • Há uma crescente tensão em torno do Estreito de Ormuz, com os EUA a continuarem a aplicar rigorosamente o bloqueio aos portos iranianos. Foram também registadas várias alegações de que o Irão tentou atacar navios no estreito, o que foi impedido pela interceção de drones iranianos pelas forças norte-americanas.
    • Continua a haver instabilidade no Médio Oriente, com confrontos frequentes envolvendo o Hezbollah e o exército israelita no Líbano e a Faixa de Gaza. As Forças de Defesa de Israel têm realizado operações significativas, resultando na morte de membros do Hezbollah e na destruição de infraestruturas na região.
    • Num contexto europeu, a Rússia continua a intensificar os ataques contra a Ucrânia, com a região de Odessa a ser recentemente alvo de bombardeamentos que resultaram em feridos. Em resposta, as forças ucranianas realizaram ataques na Crimeia, ocupada pela Rússia, provocando incêndios e danos consideráveis em instalações críticas.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Encerramos aqui a cobertura noticiosa da situação internacional de sexta-feira. Pode continuar a seguir os últimos desenvolvimentos ao longo deste sábado no novo liveblog.

    Obrigado pela sua preferência.

  • Ministros do Qatar e chefe da diplomacia da Jordânia discutem negociações entre EUA e Irão

    Numa conversa telefónica, o primeiro-ministro do Qatar, Sheikh Mohammed, e o chefe da diplomacia da Jordânia, Ayman Safadi, expressaram apoio ao progresso nas negociações, afirmando esperar um acordo entre o Irão e os EUA em breve.

    A informação foi avançada pela Al Jazeera, que cita um comunicado oficial das autoridades cataris.

  • Negociações nucleares entre Washington e Teerão vão "prolongar-se por muito tempo", avisa ex-embaixador dos EUA

    As negociações nucleares entre Washington e Teerão deverão “prolongar-se por muito tempo”, alertou o ex-diplomata norte-americano Henry Ensher em declarações à Al Jazeera.

    “Não houve qualquer resolução dos conflitos fundamentais entre os EUA e o Irão. Na melhor das hipóteses, isto dá ao protagonista — ou ao antagonista — a oportunidade de descansar, recarregar baterias e ver o que mais se pode fazer”, afirmou Ensher.

    “Tanto quanto sei, a única coisa que vai realmente acontecer, para além de cessarem os combates, é que ambas as partes se comprometeram a reabrir o Estreito de Ormuz ao abrigo de algum processo”, referiu ainda, acrescentando que “no que diz respeito à questão nuclear, isso vai prolongar-se por muito tempo”.

  • Forças israelitas disparam gás lacrimogéneo contra palestinianos perto de Belém

    As forças israelitas dispararam gás lacrimogéneo e granadas de efeito moral contra palestinianos num ponto turístico a sul de Belém, informou a agência de notícias Wafa, segundo a Al Jazeera.

  • Irão quer diluir reservas de urânio e nova gestão do estreito de Ormuz

    O Irão adiantou hoje que o acordo com os EUA prevê o levantamento do bloqueio e uma nova gestão do estreito de Ormuz, acrescentando que a única solução para o urânio enriquecido será diluir as reservas no seu território.

    “O bloqueio naval deve ser completamente levantado. É o primeiro ponto mencionado no acordo”, destacou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, na televisão estatal iraniana.

    “O Irão tomou a decisão firme de que a administração do estreito de Ormuz não seria mais a mesma que antes”, acrescentou.

  • Hezbollah afirma que o memorando de entendimento entre os EUA e o Irão exige a retirada de Israel do território libanês

    Em declarações à Al Jazeera, Hussein Hajj Hassan, membro do bloco parlamentar do Hezbollah, afirmou que o Irão declarou “claramente” que o Líbano está incluído no memorando de entendimento com os EUA, que exige a retirada de Israel do território libanês.

    Acrescentou ainda, segundo a emissora, que o grupo libanês “não aceitará de forma alguma o regresso ao status quo” anterior à escalada dos ataques israelitas em março, sublinhando que Israel “não tem o direito de permanecer” no Líbano.

  • Exército israelita afirma ter intercetado drones perto da fronteira com o Líbano

    O exército israelita afirmou que a força aérea intercetou drones no sul do Líbano na sequência de alertas emitidos no norte de Israel, escreve a Al Jazeera.

    Segundo a emissora, informou ainda que outro drone caiu em território israelita, perto da fronteira com o Líbano, sem registo de vítimas.

  • Confrontos entre colonos israelitas e palestinianos na Cisjordânia fazem seis feridos

    Confrontos violentos entre colonos israelitas e palestinianos a noroeste de Ramallah, na Cisjordânia, provocaram seis feridos, segundo o The Times of Israel.

    Um serviço de ambulâncias para colonos afirmou que dois foram atacados quando dezenas de palestinianos “atearam fogo e atacaram” o “novo ponto de colonização a sul de Deir Abu Mashaal”.

    De acordo com a WAFA, os colonos atacaram de seguida palestinianos numa aldeia com facas, ferindo quatro pessoas, uma delas com gravidade.

    Um homem palestiniano relatou que estava sentado com a sua família quando mais de duas dezenas de colonos os atacaram, espancaram e dispararam armas de fogo, roubando-lhe também o telemóvel.

  • Memorando de entendimento entre os EUA e o Irão poderá ser assinado remotamente por ambas as partes

    Em declarações à emissora estatal iraniana, Abbas Araghchi afirmou que um memorando de entendimento entre os EUA e o Irão poderá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias.

    O documento será assinado e anunciado após a conclusão das fases finais das negociações, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, segundo a CNN.

  • França apela aos Estados Unidos e ao Irão para que concluam um acordo de paz

    O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, apelou aos Estados Unidos e ao Irão para que concluam um acordo de paz, afirmando acreditar que existe uma vontade genuína de ambos os lados para tal.

    Em entrevista à agência de notícias francesa LCI, citada pela Al Jazeera, Jean-Noël Barrot apelou “a ambos os lados para que aproveitem esta oportunidade para pôr fim a uma situação claramente insustentável que só cria perdedores”.

    Barrot ainda disse ter conversado com o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, esta manhã. “Estou cauteloso, mas os sinais positivos estão a acumular-se”, disse. “Sinto que ambos os lados têm vontade de chegar a este acordo”.

  • Índia reiterou "forte condenação" ao ataque norte-americano que matou três marinheiros indianos no Estreito de Ormuz

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Índia manifestou uma “forte condenação” ao ataque norte-americano que matou três marinheiros indianos no Estreito de Ormuz.

    Subrahmanyam Jaishankar afirmou, numa publicação na rede social X, ter dito ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que “tais ações letais contra a navegação comercial não se justificam”.

  • MNE do Irão: "Há apoiantes e opositores entre os membros do Conselho Supremo de Segurança Nacional em relação ao texto"

    Araghchi afirmou à imprensa iraniana que ainda não foi tomada qualquer decisão sobre a questão nuclear iraniana ou sobre a suspensão das sanções, relata a Al Jazeera.

    “A questão do enriquecimento e dos stocks de materiais enriquecidos será definida no acordo final”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, acrescentando que a posição de Teerão sempre foi a de que a única forma de diluir o urânio enriquecido do país seria fazê-lo no Irão.

    “Há apoiantes e opositores entre os membros do Conselho Supremo de Segurança Nacional em relação ao texto, mas, em última análise, a decisão será tomada coletivamente. E, após a decisão ser tomada, será anunciada”, concluiu.

  • Irão acusa Israel de procurar inviabilizar acordo com Washington

    O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, acusou hoje Israel de tentar sabotar um eventual acordo com Washington para pôr fim à guerra no Médio Oriente, anunciado como iminente pelos vários protagonistas.

    “Este acordo tem inimigos, entre os quais se destaca o regime sionista, que procura pretextos para o fazer descarrilar”, frisou o ministro dos Negócios Estrangeiros na televisão estatal iraniana.

    Abbas Araghchi tinha referido hoje de manhã que um acordo com os Estados Unidos “nunca esteve tão próximo” para pôr fim a esta guerra desencadeada pelos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.

  • Araghchi: “Se querem que entremos em guerra, estamos prontos”

    Em declarações aos meios de comunicação iranianos, citadas pela Al Jazeera, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou que as negociações para um acordo final não avançarão caso os termos previstos no memorando de entendimento não sejam implementados.

    “A natureza da outra parte é a quebra de compromissos; criam inúmeros problemas na implementação, e nós temos essa experiência”, disse. “Se querem que entremos em guerra, estamos prontos”.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano reiterou que Israel deve retirar-se do sul do Líbano e acusou o Estado israelita de tentar impedir o avanço do acordo, afirmando que este tem “inimigos” que procuram “criar obstáculos para o travar”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirma que Estreito de Ormuz é uma das “ferramentas de dissuasão mais importantes” de Teerão

    Abbas Araghchi afirmou que está a ser considerado um mecanismo para os fundos iranianos congelados no âmbito do memorando de entendimento, acrescentando que um acordo será alcançado quando ambas as partes estiverem satisfeitas com os termos, segundo a Al Jazeera.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano disse que Teerão e Washington não aprovam os textos que estão a ser divulgados pelos meios de comunicação social, acrescentando que nenhum deles é “válido”.

    O ministro iraniano considera o Estreito de Ormuz uma das “ferramentas de dissuasão mais importantes” de Teerão, afirmando que a via navegável está “sob a soberania do Irão e de Omã”.

  • Acordo entre Irão e EUA significa decadência para Trump

    Bernardo Valente sublinha que o possível acordo entre o Irão e os EUA é frágil e reflete o declínio da hegemonia americana. Acrescenta ainda que a Ucrânia já ataca em profundidade na Rússia. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Acordo entre Irão e EUA: significa decadência para Trump?

  • Araghchi: "As exigências nucleares dos EUA não eram aceitáveis ​​para nós nesta fase"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou que as questões relacionadas com o Estreito de Ormuz e o levantamento do bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos ao Irão fazem parte do memorando de entendimento, relata a Al Jazeera. Segundo a emissora, Abbas Araghchi disse ainda que a questão nuclear foi adiada e as negociações decorrem em duas fases.

    “As exigências nucleares dos EUA não eram aceitáveis para nós nesta fase”, afirmou, citado pela emissora.

    Washington e Teerão, segundo o ministro iraniano, comprometem-se a respeitar a soberania de cada um e a não interferir nos assuntos internos.

    O memorando de entendimento anunciará o fim da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano. “Nunca abandonaremos o Líbano”, acrescentou.

  • Ouvidas explosões de grande intensidade em Marjayoun e Nabatieh, no sul do Líbano

    A Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA) informou que explosões de grande intensidade foram ouvidas nas cidades de Marjayoun e Nabatieh, no sul do país, durante uma operação militar israelita, relata a Al Jazeera.

    A NNA afirmou ainda, segundo a emissora, que a escala e a intensidade das explosões causaram pânico entre os residentes locais.

  • Comando Central dos EUA afirma que as forças norte-americanas "continuam a aplicar rigorosamente" bloqueio aos portos iranianos

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou que as forças norte-americanas “continuam a aplicar rigorosamente” o bloqueio aos portos iranianos.

    Numa publicação na rede social X, o CENTCOM informou que redirecionou 139 navios comerciais e imobilizou outras nove embarcações desde 13 de abril.

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