Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Fica por aqui a cobertura dos principais conflitos mundiais e das tensões geopolíticas durante este sábado.

    Fique connosco, a acompanhar este novo liveblog em que vamos continuar a cobertura durante este domingo.

    Rússia, EUA e a Ucrânia devem voltar a negociar a paz em outubro

  • Ataques aéreos russos fizeram pelo menos nove mortos em várias regiões da Ucrânia

    Pelo menos nove pessoas morreram em várias regiões ucranianas este sábado, depois de múltiplos ataques russos que causaram também dezenas de feridos, além de danos em edifícios residenciais e infraestruturas.

    De acordo com a Reuters, o número de mortos entre a população civil subiu exponencialmente nos últimos dois meses, com o aumento de ataques a instalações civis e empresariais, prenunciando um inverno complicado para Kiev com disrupções na sua rede elétrica e nas suas cadeias de abastecimento à população.

  • Houtis anunciam ataque com drones e mísseis a uma base militar no sul da Arábia Saudita

    Os houtis anunciaram este sábado à noite um ataque com drones e mísseis a uma base militar no sul da Arábia Saudita, segundo as informações citadas pelo jornal Times of Israel.

    Em causa está a base de Sharurah, com o porta-voz militar houthi, Yahya Saree, a revelar no X que o ataque visou “depósitos de armas e centros de comando e controlo que estão a gerir a agressão” contra o Iémen.

  • Presidente do Irão: "Se os americanos são guerreiros, que enfrentem as nossas valentes forças armadas"

    Masoud Pezeshkian garantiu que o Irão não se vai vergar aos Estados Unidos e desafiou Washington a enfrentar Teerão apenas de forma militar, deixando de lado ataques a infraestruturas civis e disrupção de cadeias de abastecimentos essenciais.

    “Se os americanos são guerreiros, que enfrentem as nossas valentes forças armadas. Porquê travar uma guerra contra infraestruturas civis?”, lê-se numa publicação do Presidente iraniano na rede social X, continuando: “O nosso povo não pode ser intimidado até à submissão. O Irão não se renderá”.

  • Ataque dos houtis faz dois feridos na cidade saudita de Jizan

    Duas pessoas ficaram feridas na cidade portuária saudita de Jizan (a cerca de 50 quilómetros a norte da zona do Iémen controlada pelos houtis), na sequência de um ataque levado a cabo pelos militantes houtis do Iémen (apoiados pelo Irão), avançou esta noite a Reuters.

    Segundo a Agência de Defesa Civil saudita, o ataque provocou ainda danos numa mesquita e em vários edifícios e veículos.

  • MNE do Irão e do Iraque discutem questões de segurança na fronteira comum

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros do Irão e do Iraque, Abbas Araghchi e Fuad Hussein, conversaram este sábado ao telefone sobre os problemas de segurança na sua fronteira comum, bem como outras questões bilaterais e a evolução da situação regional, segundo a Al Jazeera.

    A nota do MNE iraniano apontou uma posição comum em prol de uma “situação de estabilidade e segurança nas fronteiras dos dois países e a necessidade de uma coordenação contínua”, sem deixar de expressar preocupação com uma possível “escalada das tensões”.

    Estes contactos ocorrem após o Iraque ter fechado provisoriamente três das suas passagens fronteiriças para o Irão, na sequência da descoberta de locais de lançamento de drones naquele país, após os ataques a um oleoduto da Arábia Saudita.

  • Kremlin garante que encontro Putin-Zelensky no G20 em Miami "é impossível"

    Moscovo fecha a porta ao cenário aberto pelo presidente da Ucrânia e não confirma ainda a deslocação de Vladimir Putin até Miami, onde irá decorrer em dezembro a cimeira do G20.

    Um encontro entre os Presidentes russo e ucraniano, na cimeira do G20 em Miami, nos Estados Unidos, em dezembro, “é impossível”, disse este sábado o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em Nova Deli (Índia), rejeitando assim uma proposta do líder ucraniano, Volodymyr Zelensky.

    Kremlin garante que encontro Putin-Zelensky no G20 em Miami “é impossível”

  • Zelensky acusa Rússia de ter lançado mais de 500 drones este sábado para atacar a Ucrânia

    Volodymyr Zelensky denunciou esta noite que a Rússia lançou cerca de 500 drones de ataque desde a manhã deste sábado e salientou que essa ofensiva faz parte de um esforço de Moscovo para superar a linha da frente e atingir, sobretudo, a economia ucraniana.

    “Essencialmente, os russos expandiram esta guerra das linhas da frente, onde não conseguem obter sucesso, para a economia, e as suas táticas são das mais primitivas que se pode imaginar – destruir todas as instalações que possam ajudar as pessoas a suportar as condições da guerra. Os russos estão a incendiar armazéns com alimentos e postos de abastecimento, instalações farmacêuticas e comboios de passageiros, edifícios residenciais e estabelecimentos comerciais civis”, disse.

    De acordo com a publicação do presidente da Ucrânia na rede social X, os ataques visaram unidades de empresas de vários países, como EUA, Polónia ou Índia, apelando, por isso, a uma condenação generalizada a nível internacional.

    “A Rússia quer destruir a economia ucraniana e, através disso, quebrar a nossa resistência. E é importante que estes ataques russos sejam recebidos não só com respostas justificadas, mas também com a necessária condenação moral e política por parte dos nossos parceiros”, acrescentou.

  • Comunicação social iraniana adianta registo de explosões ao largo da ilha de Qeshm

    A comunicação social estatal do Irão, citada pela Al Jazeera, deu conta esta noite de explosões ao largo da costa de uma ilha situada no Estreito de Ormuz, designadamente da ilha de Qeshm.

    O Irão tem atacado petroleiros que tentam passar por este estreito, além de bases norte-americanas nos países do Golfo, como resposta aos ataques levados a cabo pelas forças armadas dos EUA.

  • Israel desfere ataques aéreos no sul do Líbano

    Israel efetuou ataques aéreos em duas zonas no sul do Líbano, avançou ao início da noite o jornal Times of Israel.

    As informações veiculadas apontam para um ataque nos arredores da cidade de Haris, enquanto o outro visou a zona em torno de Ali al-Taher. Até ao momento não existem relatos de vítimas.

  • ONU aponta pelo menos 76.000 deslocados no Iémen desde julho

    Organização Internacional para as Migrações (OIM) denuncia o agravamento do conflito, com uma escalada dos ataques entre os rebeldes houtis pró-Irão e a Arábia Saudita.

    ONU aponta pelo menos 76.000 deslocados no Iémen desde julho

  • Iraque encontra lançadores de ‘drones’ usados contra oleoduto saudita e encerra fronteiras com Irão

    O exército do Iraque encontrou lançadores de ‘drones’ na região de al-Tib, perto da fronteira com o Irão, após um ataque a um oleoduto na Arábia Saudita que Bagdade e Riade afirmam ter sido lançado a partir de território iraquiano, noticiou a AFP, com base em duas fontes da segurança iraquiana.

    Riade anunciou na sexta-feira à noite o encerramento “preventivo” do oleoduto Leste-Oeste, localizado nas regiões de Riade e Medina e que transporta aproximadamente sete milhões de barris de crude por dia, depois de, na véspera, ter sofrido vários ataques com ‘drones’ lançados a partir do Iraque.

    O Governo iraquiano ordenou entretanto uma “investigação urgente” sobre a descoberta das plataformas de lançamento de ‘drones’, a pedido e em conjunto com o Irão, demitiu um comandante militar e um chefe da polícia de Maysan, província do sudeste do Iraque de onde foram lançados os ataques, além de ter decretado o encerramento das passagens fronteiriças com o Irão.

    O Irão confirmou este sábado, através de comunicados divulgados pela agência de notícias IRNA, que, “de acordo com relatos das autoridades iraquianas, as passagens fronteiriças de Shalamcheh e Chazabeh [no sudoeste do país persa] permanecem encerradas até novo aviso”.

  • Acordo entre Irão e Omã não garante reabertura imediata do estreito de Ormuz

    Fontes iranianas deram conta à agência Tasnim dos progressos para um acordo entre Irão e Omã relativamente à circulação no estreito de Ormuz, embora um acordo não preveja a sua reabertura imediata, segundo cita o jornal Times of Israel.

    Ainda segundo a mesma fonte, um acordo teria como pressuposto uma soberania do Irão sobre o estreito, atirando a reabertura para o cumprimento dos EUA relativamente às condições exigidas por Teerão.

  • Vários ataques com mísseis russos atingiram duas siderúrgicas ucranianas

    Vários ataques com mísseis russos atingiram duas importantes siderúrgicas ucranianas durante a madrugada deste sábado. Duas pessoas morreram e outras seis ficaram feridas, de acordo com o The Kyiv Independent.

    Em Zaporijia, quatro mísseis balísticos atingiram a siderúrgica Zaporizhstal, ferindo quatro funcionários e causando danos considerados críticos pela Metinvest.

  • "Temos de nos encontrar". Zelensky diz estar preparado para encontrar Putin em Miami já em dezembro

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que está preparado para viajar à cimeira do G20 e encontrar-se com Vladimir Putin, caso o líder russo compareça. As declarações do líder ucraniano são de uma entrevista à Deutsche Welle publicada este sábado.

    O encontro de líderes mundiais está agendado para dezembro deste ano em Miami.

    “Temos que ir. Temos de nos encontrar, conversar e tomar decisões”, disse Zelensky.

    “Não se trata de palavras. O que eu disser ou o que ele quiser dizer, não importa”, acrescentou Zelensky. E garantiu: “O que importa são os resultados.”

    Zelensky e Putin nunca se encontraram desde fevereiro de 2022, quando a Rússia invadiu em grande escala a Ucrânia.

  • Presidente dos EUA atira à NATO e Europa e à falta de ação em relação ao Estreito de Ormuz: "São dececionantes"

    Ainda durante a visita oficial à Irlanda, Donald Trump voltou a abordar a guerra contra o Irão e atirou diretamete à NATO e aos países europeus, que o líder norte-americano considera “dececionantes em muitos aspetos”.

    “A NATO não nos quis ajudar com o Estreito [de Ormuz], embora não extraíamos petróleo algum do estreito”, afirmou Trump.

  • Donald Trump diz que houthis pediram aos EUA para não intervir após a tomada da ilha no estreito de Bab el-Mandeb

    “Os houthis ligaram-nos e disseram que não querem brigar connosco”, revelou o Presidente dos EUA aos jornalistas em Dublin

    Explicou que o grupo pediu aos EUA que não interviessem após a tomada de uma ilha no estreito de Bab el-Mandeb, uma rota marítima vital por onde passam cerca de 12% do comércio global. “Eles não querem que vamos atrás deles”, assinalou ainda.

  • "Há pouco a acontecer agora em Gaza", diz Presidente norte-americano. E defende que EUA fizeram "ótimo trabalho"

    O Presidente Trump disse que os esforços dos EUA em prol da Faixa de Gaza, devastada pela guerra, têm sido “incríveis” nos últimos meses.

    “Quando se fala de Gaza, fala-se de nós termos apagado o fogo e de resgatarmos todos os reféns. Há muito pouco a acontecer agora em Gaza”, afirmou na conferência de imprensa na Irlanda, citado pela Aljazeera.

    “Se olharem agora para Gaza, há muitas boas relações a acontecer. Tem sido incrível. Acho que fizemos um ótimo trabalho”, acrescentou.

  • Trump diz que Irão "provavelmente" é o responsável pelo ataque a oleoduto saudita

    Trump diz que o Irão é “provavelmente” responsável pelo ataque de sexta-feira ao oleoduto leste-oeste da Arábia Saudita.

    Acrescentou que os houthis “avisaram” do ataque e que Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, o seu bom amigo, lhe garantiu que “tudo se vai resolver bem”.

  • Trump acusa Irão de adiar fim da guerra para complicar eleições intercalares nos EUA

    Trump continua a falar aos jornalistas e diz acreditar que a guerra com o Irão vai terminar após as eleições intercalares nos EUA, em novembro, acusando o Irão de adiar o término do conflito para prejudicar as eleições intercalares. Citado pela Reuters, o Presidente norte-americano diz que os preços do petróleo vão também cair drasticamente quando isso acontecer.

    “Acho que muito em breve. Acho que provavelmente será logo depois das eleições de meio d0 mandato. Eles estão a tentar adiar o máximo possível para complicar as eleições. Mas acho que as pessoas já perceberam isso”, disse ele em resposta às perguntas dos jornalistas em Dublin.

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