Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter feito companhia.

    Continue a par dos desenvolvimentos no Médio Oriente neste novo liveblog.

    Enviado de Trump diz a Netanyahu que deve cumprir acordo com o Hamas

  • Ataques de Israel terão destruído mais de 95% do maior complexo médico de Gaza

    Os ataques de Israel terão destruído mais de 95% do complexo médico de al-Shifa, o maior de Gaza, disse o diretor-geral do ministério da Saúde palestiniano, Munir al-Bursh à Anadolu Agency.

    Apesar da destruição no complexo médico. quase total, o complexo continua a prestar alguns serviços nas infraestruturas que resistiram aos ataques. Al-Bursh disse que o ministério “recuperou o velho e delapidado edifício ambulatório, que foi abandonado antes do início da guerra”.

  • Biden ia enviar 50 milhões de dólares para comprar preservativos em Gaza, diz Casa Branca

    A Casa Branca alega que a administração de Joe Biden tinha sinalizado um apoio de 50 milhões de dólares para comprar preservativos em Gaza. A porta-voz Karoline Leavitt, que avançou esta informação, não apresentou dados concretos para sustentar esta acusação, o que levou uma fonte ligada ao ex-presidente a falar em “sonhos febris”.

    “DOGE descobriu que 50 milhões de dólares [quase 48 milhões de euros] estavam prestes a ser enviados para ajudar a comprar preservativos em Gaza. É um gasto absurdo do dinheiro dos contribuintes”, disse a jovem porta-voz na sua primeira conferência. O DOGE – Departamento de Eficiência Governamental – é liderado pelo magnata da tecnologia Elon Musk.

    Um antigo secretário assistente adjunto para assuntos Israelo-Palestinianos da administração Biden considerou estas acusações “extravagantes”.

    “É possível que tenham sido alocados 50 milhões de dólares para saúde sexual ou algo dessa natureza, o que inclui ginecologia ou muitos outros serviços, mas definitivamente não seriam só para preservativos”, justificou Andrew Miller ao The Times of Israel.

  • IDF matam por engano trabalhador israelita em Gaza

    Um israelita, a trabalhar para o ministério da Defesa de Israel, em Gaza, foi morto por engano por soldados das IDF esta terça-feira. As forças armadas de Israel abriram uma investigação para apurar as circunstâncias da morte de Yaakov Avitan, de 38 anos.

    De acordo com as IDF, Yaakov que se aproximou das tropas israelitas e não respondeu às ordens para parar, estava sem armas e vestido com roupas de civil, o que levanta dúvidas sobre o que levou à sua morte.

    O trabalhador, ao serviço do governo de Netanyahu, foi a primeira morte israelita em Gaza nas últimas semanas.

    Segundo o Haaretz, Yaakov nasceu e foi criado em Ofakim, no sul de Israel; vivia em Eilat com a mulher e os três filhos do casal. Era também conhecido pela ação social em diferentes organizações de voluntariado: na Zaka – uma associação conhecida por recuperar partes de corpos após ataque terroristas – e na Yedidim – uma organização que ajuda condutores.

    No seu trabalho, estava envolvido no transporte, reboque, e logísticas, além de desportos aquáticos.

    “[Yaakov] era um homem de bondade que dedicava a vida à comunidade. Como voluntário da ZAKA, envolveu-se em todos os eventos, incluindo nas situações mais difíceis e complexas”, lê-se num comunicado da ZAKA.

  • Nações Unidas dizem que mais de 376 mil pessoas regressaram a Gaza

    Mais de 376 mil pessoas, deslocadas pela guerra entre Israel e Hamas, já regressaram ao Norte de Gaza desde segunda-feira.

    “Estima-se que mais de 376 mil pessoas tenham regressado aos seus locais de origem, no Norte de Gaza, na sequência da retirada das tropas israelitas das duas principais estradas no corredor de Netzarim”, escreveu, em comunicado, a organização humanitária OCHA, das Nações Unidas.

  • EUA transferem 90 mísseis Patriot de Israel para a Ucrânia

    Os Estados Unidos da América transferiram cerca de 90 mísseis Patriot (de defesa aérea de Israel) para a Polónia, esta semana, para serem dados à Ucrânia.

    A informação foi avançada pela Axios, que cita três fontes com conhecimento no assunto.

    O Pentágono tinha definido como prioridade ajudar Kiev a defender-se de eventuais ataques russos com recurso a mísseis Patriot.

  • Homem morto a tiro no Norte de Israel

    Um homem, com cerca de 40 anos, foi morto a tiro na cidade de Zarzir, no Norte de Israel, na noite desta terça-feira, de acordo com polícias e médicos citados pelo The Times of Israel.

    “[Vimos] o homem ferido inconsciente, sem pulsação, sem conseguir respirar e com ferimentos no seu corpo”, relata um membro da equipa de emergência médica que foi acionada ao local, onde viria a ser declarado o óbito.

    A polícia, que está a investigar o homicídio, diz que a prova recolhida permite afastar a tese de terrorismo. Desde 2015, 18 cidadãos israelitas com ascendência árabe foram assassinados em crimes violentos.

  • Encontro histórico entre Autoridade Palestiniana e líder sírio

    Uma delegação da Autoridade Palestiniana encontrou-se, esta terça-feira, em Damasco, com o novo líder da Síria – uma reunião histórica que não acontecia há 15 anos.

    A delegação, liderada pelo primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana Mohammad Mustafa, esteve reunida com Ahmed al-Sharaa, revelou Mustafa num comunicado.

  • Fonte oficial da Casa Branca contraria Netanyahu

    Depois do anúncio de Benjamin Netanyahu, que disse que iria reunir-se com Donald Trump na próxima terça-feira, a Casa Branca afirmou que essa data ainda não está definida.

    Ao contrário do que tinha sido apontado pelo primeiro-ministro israelita, fonte oficial da administração dos EUA afirmou que o encontro pode não ser a 4 de fevereiro.

    A mesma fonte, citada pelo The Times of Israel, confirma, ainda assim, que foi feito um convite e que esta reunião vai mesmo acontecer no início da próxima semana.

  • Senado dos EUA chumba decreto que propunha sanções ao TPI

    O Senado dos Estados Unidos da América chumbou esta terça-feira o projeto-lei que propunha a aplicação de sanções ao Tribunal Penal Internacional, devido à sua “perseguição” de oficiais israelitas, como Benjamin Netanyahu e o antigo ministro da Defesa Yoav Gallant.

    Recebeu 54 votos favoráveis e 45 de oposição, mas precisava de 60 para garantir a sua implementação, de acordo com o jornal Haaretz.

  • Primeiro-ministro do Líbano diz que bombardeamentos israelitas no sul do país violam cessar-fogo

    O primeiro-ministro do Líbano, Najib Mikati, disse que o bombardeamento israelita desta tarde no sul do país, que feriu sete pessoas, constitui uma “violação da soberania libanesa e do acordo de cessar-fogo”.

    Citado pelo jornal Haaretz, o chefe do governo libanês apelou também ao destacado norte-americano para a supervisão do acordo que “tomem uma posição firme para assegurar que Israel implementa as suas obrigações em conformidade com o direito internacional”.

  • Egito envia 378 camiões de ajuda e 10 de combustível para Gaza

    Um total de 378 camiões carregados com ajuda humanitária e outros dez com combustível atravessaram esta terça-feira o posto fronteiriço de Rafah, no Sinai egípcio, para a Faixa de Gaza, informou a agência de notícias espanhola EFE no local.

    Fontes oficiais egípcias confirmaram o número de camiões desta nova coluna humanitária, que se soma a todas as que entraram a partir do Egito no enclave palestiniano desde domingo, 19 de janeiro, dia em que entrou em vigor o acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo islamita palestiniano Hamas e entrou a primeira coluna, batizada como ‘Tahya Masr’ (‘Viva o Egito’, em árabe).

  • Guterres recorda obrigação de Israel de prestar assistência à UNRWA

    O secretário-geral da ONU pediu a Israel que “retire” a ordem para que a Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA) deixe Jerusalém Leste até quinta-feira e recordou que Telavive está obrigada a prestar-lhe assistência.

    Numa carta datada de segunda-feira e divulgada esta terça-feira pelo secretariado das Nações Unidas (ONU), Guterres “lamenta” a decisão de Israel e pede que Telavive recue nessa legislação, tendo em conta o quadro jurídico aplicável às atividades da UNRWA e “a natureza insubstituível” da agência.

    “Reitero o meu apelo a Israel para que respeite o mandato conferido à UNRWA pela Assembleia-Geral na sua resolução 302 e resoluções relevantes subsequentes, e para que honre a sua obrigação, ao abrigo da Carta das Nações Unidas, de prestar toda a assistência à UNRWA no cumprimento do seu mandato essencial”, diz a missiva endereçada ao representante permanente de Israel junto da ONU, Danny Danon.

    A este respeito, “recordo que Israel, como membro das Nações Unidas, continua a ser obrigado, nos termos do artigo 2.º, parágrafo 5.º, da Carta [da ONU], a prestar à UNRWA toda a assistência em qualquer ação que esta tome em conformidade com a Carta”, acrescenta.

  • Hamas terá prometido libertação de "terroristas proeminentes" na segunda fase do cessar-fogo

    O Hamas terá prometido às famílias de Marwan Barghouti e Ahmad Saadat, dois “terroristas proeminentes” presos em Israel, que a libertação dos respetivos estará incluída na segunda fase do cessar-fogo, avança a Kan, citada pelo The Times of Israel.

    Berghouti foi detido na sequência da Segunda Intifiada, a revolução popular palestiniana no início deste século, e está a cumprir cinco penas de prisão perpétua pelo seu envolvimento na preparação de “três ataques terroristas que mataram cinco israelitas”. Telavive já afirmou publicamente que a libertação do homem de 64 anos não está prevista no acordo.

    Já Saadat foi o líder da Frente Popular Marxista-Leninista pela Libertação da Palestina, e foi condenado a 30 anos de prisão pelo homicídio do ministro do Turismo israelita Rehavam Ze’ev, em 2001.

  • Netanyahu vai reunir-se com Trump na próxima terça-feira

    Benjamin Netanyahu vai reunir-se com Donald Trump em Washington, na próxima terça-feira dia 4 de fevereiro, confirmou o gabinete do primeiro-ministro de Israel, na rede social X.

    Netanyahu será o primeiro líder internacional a encontrar-se com o Presidente dos Estados Unidos da América neste seu segundo mandato.

  • Refém israelita esteve os primeiros 50 dias em cativeiro do Hamas isolada

    Naama Levy, uma das reféns israelitas libertadas no sábado, fez a primeira intervenção pública desde a sua libertação, 477 dias após ter sido sequestrada pelo Hamas, de acordo com o The Times of Israel.

    “Estou a salvo e protegida, rodeada de amigos e família, sentindo-me melhor de dia para dia”, escreveu Levy na sua página pessoal do Instagram.

    A refém revelou que nos 50 primeiros dias em cativeiro esteve quase sempre sozinha. Depois, terá ficado com colegas que conhecia das forças militares de Israel, onde servia antes do 7 de outubro, e também com outras civis mulheres. “Encorajavamo-nos umas às outras até ao dia da libertação e também depois”, afirma.

  • Israel terá realizado ataque aéreo contra sul do Líbano

    De acordo com a imprensa libanesa e israelita, Israel terá realizado um ataque aéreo contra Nabatieh al-Fawqa, uma vila do sul do Líbano.

    As forças israelitas, que assinaram um acordo de cessar-fogo com o Hezbollah em novembro passado, ainda não reagiram à notícia.

  • Zelensky manifestou esperança na libertação dos reféns israelita a Netanyahu

    Volodymyr Zelensky e Benjamin Netanyahu tiveram uma conversa pelo telefone, em que o líder ucraniano disse estar esperançoso que os reféns israelitas serão todos libertados em breve.

    Zelensky disse ao primeiro-ministro israelita ser “crucial garantir uma paz confiável e duradoura para as pessoas poderem viver em segurança”. O Presidente ucraniano afirma ter discutido com Netanyahu a sua presença ontem na cerimónia do 80º aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz.

    Terá sido também abordado o interesse das de Ucrânia e Israel em manter alianças fortes com parceiros internacionais, particularmente os EUA e o seu líder Donald Trump.

  • Líder da UNRWA diz que fim de atividades em Israel vai "aumentar instabilidade e desespero" na Palestina

    O líder da UNRWA disse que o banimento das atividades da agência por Israel, em vigor a partir de quinta-feira, vai “aumentar a instabilidade e o desespero” na Palestina, num “momento crítico”, noticia o Haaretz.

    Philippe Lazzarini acredita que a medida vai enfraquecer o acordo de cessar-fogo e sabotar a recuperação e transição política da Faixa de Gaza. “A nossa capacidade de fornecer diretamente cuidados de saúde a milhões de palestinianos e de retomar a educação de centenas de milhares de crianças ultrapassa largamente a de qualquer outra entidade”, afirmou.

  • EUA apoiam decisão israelita de fechar os escritórios da UNRWA em Jerusalém

    Os Estados Unidos apoiam “a decisão soberana de Israel de fechar os escritórios da UNRWA em Jerusalém”, disse a representante norte-americana na ONU, Dorothy Shea, noticia o Haaretz.

    “A UNRWA está a exagerar os efeitos das leis [que decretam o fim das atividades] e sugerirem que vão forçar uma suspensão de toda a resposta humanitária é irresponsável e perigoso”, afirmou Shea, que considera que esta agência das Nações Unidas “não é e nunca foi a única” a fornecer ajuda humanitária à população do enclave.

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