Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, passamos a seguir a guerra na Ucrânia neste outro liveblog.

    Líder dos serviços secretos ucranianos espera que ofensiva russa termine na primavera

    Obrigada por nos acompanhar e continue connosco. Até já.

  • Zelensky quer que Kiev tenha controlo para ajudar refugiados ucranianos no estrangeiro

    O Presidente da Ucrânia afirmou hoje que preferia ter o controlo sobre a ajuda dada aos refugiados ucranianos no estrangeiro, do modo a evitar que os cidadãos do seu país recebam apoio do país onde estão e da Ucrânia.

    Em entrevista à televisão alemã ARD. Volodymyr Zelensky agradeceu a todos os países que apoiam os cidadãos ucranianos, ressalvando que “por vezes a pessoa recebe apoio” a ‘dobrar’.

    “Seria muito melhor para nós se a Alemanha apoiasse os ucranianos, dando dinheiro ao orçamento ucraniano”, de modo a que o país conseguisse redistribuir o dinheiro “dependendo de onde a pessoa estivesse”, disse o Presidente.

  • Agência Internacional de Energia Atómica inspecionou Central Nuclear do Sul da Ucrânia

    A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) realizou esta segunda-feira uma inspeção na Central Nuclear do Sul da Ucrânia (NPP), anunciou a Inspeção Estatal de Regulamentação Nuclear ucraniana.

    “De 19 a 28 de janeiro de 2024, a Central Nuclear do Sul da Ucrânia foi inspecionada com sucesso pela Agência Internacional de Energia Atómica no âmbito do acordo entre a Ucrânia e a AIEA em conexão com o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares”, diz o comunicado.

    O objetivo da inspeção passou por verificar a ausência de material nuclear não declarado, tendo a mesma terminado sem qualquer contra-indicação.

  • Administração da região de Sumy relatou 46 bombardeamentos russos ao longo do dia

    As tropas da Rússia continuam a atacar a região de Sumy e, esta segunda-feira, registaram-se 46 bombardeamentos e 221 explosões, relatou a administração local.

    Em Yunakiv, a ofensiva russa utilizou um drone para lançar explosivos, acabando por matar um homem de 37 anos.

  • Países Baixos fornecem 122 milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia

    O ministério da Defesa dos Países Baixos anunciou esta segunda-feira que aquele país vai dar 122 milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia, tal como ficou determinado na última reunião em Rammstein.

    Segundo a Defesa neerlandesa, 87 milhões de euros destinam-se compra de munições de artilharia de 155 mm para a Ucrânia, 25 milhões serão para o Fundo Internacional do país e os restantes 10 milhões visam reforçar a defesa cibernética.

    É muito importante apoiar a Ucrânia não só a curto prazo, mas também a longo prazo. É especialmente importante agora mostrar que estamos a ajudar a Ucrânia”, afirmou Kajsa Ollongren, ministra da Defesa dos Países Baixos.

  • Países do G7 encontraram-se com jornalistas para discutir liberdade de imprensa na Ucrânia

    Os embaixadores dos países do G7 estiveram com jornalistas ucranianos para falarem sobre as preocupações relacionadas com a diminuição da liberdade de imprensa na Ucrânia, partilhou na rede social X (antigo Twitter) o grupo de apoio aos embaixadores do G7 na Ucrânia.

    “A liberdade dos meios de comunicação social é o pilar fundamental de uma democracia bem-sucedida”, lê-se na mensagem.

  • União Europeia com acordo para usar lucros de bens russos para reconstruir a Ucrânia

    Os embaixadores dos Estados-membros junto da União Europeia (UE) chegaram hoje a um acordo de princípio para usar lucros dos bens russos congelados, que devem permitir arrecadar 15 mil milhões de euros, para apoiar a reconstrução da Ucrânia.

    Os embaixadores da UE acabam de chegar a um acordo de princípio sobre uma proposta relativa à utilização de lucros excecionais relacionados com ativos imobilizados para apoiar a reconstrução da Ucrânia”, informou a presidência rotativa do Conselho, atualmente assumida pela Bélgica, numa publicação na rede social X (antigo Twitter).

    Este acordo preliminar, que ainda terá de ser formalmente adotado, foi alcançado na reunião desta noite dos representantes permanentes de cada Estado-membro junto da UE (Coreper).

    Uma fonte europeia explicou que esta é a primeira etapa para avançar com a medida, no seguimento de uma proposta da presidência belga relativa aos lucros dos bens russos congelados e imobilizados no espaço comunitário.

  • Zelensky: "Ficar à frente do inimigo em termos de trabalho com drones é uma das principais tarefas do ano"

    O Presidente da Ucrânia disse esta segunda-feira que a situação relacionada com os drones do país foi discutida numa reunião matinal, em que foram debatidas “questões de produção, questões de abastecimento e segurança das unidades”.

    Para Volodymyr Zelensky, “está é uma das principais tarefas do ano: ficar à frente do inimigo em termos de trabalho com drones”, já que “quanto mais bem-sucedidos forem os drones, mais vidas” serão salvas.

    Ao longo do dia, o chefe de Estado da Ucrânia esteve reunido com o primeiro-ministro Denys Shmygal, com ambos a discutirem “o primeiro semestre do ano de trabalho” com os parceiros da União Europeia.

    Por fim, Zelensky conversou com Kyriákos Mitsotákis, primeiro-ministro da Grécia, frisando que “na defesa contra a agressão russa é essencial a voz de cada nação que valoriza a paz e a segurança”.

  • David Cameron e o desaparecimento de Kara-Murza: "Estou profundamente preocupado"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido pediu esta segunda-feira a Moscovo que revele a localização do dissidente russo-britânico que desapareceu da prisão onde se encontrava (ver entrada das 15h29).

    Em comunicado partilhado no X (antigo Twitter), David Cameron prometeu reunir-se com a esposa do homem. “A Rússia deve fornecer urgentemente aos advogados de Vladimir Kara-Murza o seu paradeiro, na sequência de relatos de que ele foi transferido de Omsk para um local desconhecido”, escreveu.

    “Estou profundamente preocupado com o sr. Kara-Murza – um cidadão britânico preso na Rússia por se manifestar contra a invasão da Ucrânia. Estou ao lado da sua esposa e pretendo conhecê-la em breve”, acrescentou Cameron.

  • União Europeia aumenta sanções económicas contra a Rússia por mais seis meses

    A Conselho da União Europeia anunciou esta segunda-feira o prolongamento das sanções económicas contra a Rússia, até 31 de julho, lê-se no seu site oficial.

    “Estas sanções, introduzidas pela primeira vez em 2014 em resposta às ações da Rússia que desestabilizaram a situação na Ucrânia, foram significativamente ampliadas desde fevereiro de 2022 em resposta à agressão militar não provocada, injustificada e ilegal da Rússia contra a Ucrânia”, acrescenta o Conselho.

  • Gabinete de Zelensky nega ter demitido Zaluzhny

    Depois de vários meios de comunicação, canais anónimos do Telegram e políticos terem dito que o Presidente ucraniano demitiu o chefe das Forças Armadas da Ucrânia, o gabinete de Volodymyr Zelensky confirmou esta tarde que essa informação não corresponde à realidade.

    Segundo Serhiy Nikiforo, porta-voz do Presidente, Valery Zaluzhny continua a ocupar o seu cargo: “Demissão? De forma alguma. O Presidente não o demitiu”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano saúda reunião construtiva com homólogo húngaro

    O chefe da diplomacia ucraniana, Dmytro Kuleba, saudou hoje “o caráter construtivo” da sua reunião com o homólogo húngaro, antes de uma cimeira europeia destinada a desbloquear a ajuda à Ucrânia, à qual Budapeste se opõe.

    “Quero insistir no ponto principal desta conversa: a franqueza, a sinceridade e o caráter construtivo”, declarou o ministro ucraniano numa conferência de imprensa perto de Uzhgorod, no oeste da Ucrânia, no final de uma reunião de mais de seis horas com o homólogo húngaro, Peter Szijjarto.

    Um reflexo das relações difíceis entre os dois países vizinhos, esta foi a primeira visita do MNE húngaro à Ucrânia desde o início da ofensiva russa, há quase dois anos, ao passo que já se deslocou várias vezes a Moscovo.

  • Putin quer visitar a Turquia em fevereiro para discutir a Ucrânia. Acordo de paz poderá ser discutido

    O Presidente da Rússia deverá visitar a Turquia em fevereiro, para se reunir com Recep Tayyip Erdogan, seu homólogo turco, com vista a discutir a situação na Ucrânia, entre outras coisas, escreve a agência TASS, aqui citada pelo Kyiv Independent.

    Segundo Yuri Ushakov, conselheiro de Vladimir Putin, um dos pontos em cima da mesa poderá ser um potencial acordo de paz, embora não tenha revelado grandes detalhes.

    A Turquia tem assumido uma posição de mediação, tenho desempenhado um papel fundamental no acordo de cereais que retomou o comércio marítimo a partir da Ucrânia, em julho de 2022.

  • Oposição húngara quer votação para ratificar adesão da Suécia à NATO

    Os partidos que compõem a oposição da Hungria apresentaram esta segunda-feira uma moção que visa implementar uma sessão extraordinária do parlamento para ratificar o pedido da Suécia de adesão à NATO, escreve a Sky News.

    De acordo com Zita Gurmai, membro da oposição, a “moção foi enviada. Agora a questão é saber se 135 deputados serão corajosos o suficiente a participar”.

  • Pelosi sugere que Rússia financia protestos pró-palestinianos nos EUA

    A antiga presidente da Câmara dos Representantes norte-americana Nancy Pelosi sugeriu hoje a possibilidade de a Rússia estar por trás dos protestos pró-palestinianos que têm ocorrido nos Estados Unidos desde o início da ofensiva israelita na Faixa de Gaza.

    “O cessar-fogo é uma mensagem de [o Presidente da Rússia, Vladimir] Putin. Isto está diretamente relacionado com o que ele gostaria de ver. É a mesma coisa na Ucrânia”, disse Pelosi numa entrevista à cadeia de televisão norte-americana CNN, citada pelas agências internacionais.

    Pelosi afirmou que, apesar de os protestos serem “espontâneos” e “sinceros”, suspeita que “alguns deles (…) estão ligados à Rússia”, razão pela qual defende que a polícia federal norte-americana (FBI) deve averiguar quem pode estar por trás das mobilizações.

    “Quero pedir ao FBI que investigue isto”, disse Pelosi, que, na semana passada, foi interrompida por um grupo de manifestantes num evento em Seattle, uma situação que também já ocorreu ao Presidente norte-americano, Joe Biden, em várias ocasiões.

  • Responsável presidencial ucraniano otimista em relação a reunião entre a Ucrânia e a Hungria

    Andriy Yermak, o principal responsável presidencial da Ucrânia, afirmou esta segunda-feira que o seu país e a Hungria estão interessados em fazer uma reunião entre os seus líderes o mais rápido possível, escreve a Sky News.

    Yermak afirmou ainda, segundo o Evropeiska Pravda, que ambos os países concordaram em criar uma comissão para preparar propostas sobre os direitos da minoria étnica húngara que se encontra na Ucrânia.

  • Tribunal Internacional de Justiça vai decidir se ouvirá caso de genocídio entre a Ucrânia e a Rússia

    O Tribunal Internacional de Justiça anunciou esta segunda-feira que decidirá em breve se vai ouvir na sexta-feira o caso da Ucrânia que acusa a Rússia de violar o direito internacional.

    Segundo a Sky News, se o tribunal decidir que o caso pode avançar, demorará muitos meses até que as audiências sejam marcadas.

  • Ataque russo na região de Sumy mata três pessoas e fere uma

    As forças russas atacaram a comunidade Znob-Novhorodske, na região de Sumy, durante esta segunda-feira, matando três pessoas e ferindo uma, revelou Petro Honcharov, líder da comunidade, à agência Suspilne.

    Segundo a mesma fonte, a Rússia também atacou uma casa com recurso a mísseis Grad, matando um homem e uma mulher.

  • Embaixada russa quer mesa de voto em Lisboa para eleições presidenciais

    A Embaixada da Rússia planeia disponibilizar uma mesa de voto em Lisboa para as eleições presidenciais de março, disse hoje à Lusa uma fonte diplomática, indicando que a segurança ao perímetro do local é da responsabilidade das autoridades portuguesas.

    “Planeia-se uma mesa de voto em Lisboa. Informação mais detalhada será comunicada oportunamente pela embaixada”, referiu a fonte da representação diplomática, depois de na sexta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo ter confirmado que cerca de 300 centros de voto estariam disponíveis no estrangeiro para o escrutínio de março.

    A mesma fonte da embaixada russa especificou que a “segurança ao perímetro do local, segundo várias normas do direito internacional, nomeadamente consagradas nas Convenções de Viena, é da responsabilidade do Estado acreditador que é, no nosso caso, Portugal”.

  • Líderes da União Europeia tentam "compromisso aceitável" para Hungria sobre apoio

    Os líderes dos Estados-membros da União Europeia (UE) continuam a negociar com a Hungria um “compromisso aceitável” para avançar com apoio financeiro à Ucrânia incluído na revisão do orçamento europeu a longo prazo, foi hoje anunciado.

    “As conversações sobre [a revisão] do Quadro Financeiro Plurianual estão em curso e sempre se basearam na procura de um compromisso aceitável para os 27 Estados-membros da União. As negociações entre os Sherpas [representantes dos Estados-membros] e os líderes da UE baseiam-se nos princípios do diálogo, da consulta e do compromisso no interesse de todos”, disse hoje um alto funcionário europeu, a propósito das discussões para a cimeira europeia extraordinária de quinta-feira.

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