Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, acredita que um acordo para pôr fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia está “muito perto”, tirando partido da sua experiência em negociações internacionais. No entanto, Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, afirmou que a Rússia planeia manter o atual ritmo de ataques. A notícia de uma possível transição para a paz contrasta com a posição de Moscovo, que, segundo Zelensky, ainda está focada em continuar a ofensiva.
    • O Kremlin confirmou que Vladimir Putin aceitou o pedido de cessar-fogo feito pessoalmente por Donald Trump, no qual o Presidente dos EUA solicitou que não fossem bombardeadas infraestruturas de energia na Ucrânia, especialmente devido às condições meteorológicas severas que afetam a região. Não obstante este acordo verbal, a Rússia lançou mísseis e drones contra a Ucrânia, numa movimentação que desafia o entendimento anunciado entre os dois líderes.
    • Os EUA e Israel consideram que uma ação militar contra o Irão está praticamente decidida, com os dois países analisando o melhor momento político e operacional para tal resposta. O ataque visa desferir um golpe sem precedentes que possa levar ao colapso do regime iraniano. No entanto, as autoridades iranianas alertaram que responderão a qualquer agressão dos EUA, ampliarão a guerra por toda a região, e consideram os porta-aviões americanos vulneráveis às suas capacidades militares.
    • A liderança interina da Venezuela propõe uma lei que poderá facilitar a libertação de uma grande quantidade de presos por razões políticas, incluindo figuras da oposição e defensores de direitos humanos.

  • Enviado russo reunido com negociadores norte-americanos em Miami

    O enviado russo Kirill Dmitriev realizou hoje conversações com as autoridades norte-americanas em Miami, na Florida, antecedendo uma possível reunião trilateral sobre o conflito na Ucrânia, informou fonte próxima das negociações à agência France Presse (AFP).

    “As conversações começaram cedo, às 08h00 da manhã [13h00 em Lisboa]”, disse a fonte, sem fornecer detalhes sobre a agenda ou a composição das delegações.

  • Kiev sob um apagão em massa, que afeta também a Roménia e Moldávia

    Na manhã deste sábado, a operação do metro de Kiev chegou a ser suspensa devido a um apagão em massa, com efeitos também na Roménia e Moldávia.

    “O operador de energia aplicou cronogramas especiais de desligamento de emergência”, disse neste sábado o ministro ucraniano da Defesa, Denys Shmyhal, no Telegram. Cerca das 14h00 em Kiev [12h00 em Portugal] o fornecimento de eletricidade voltou a ser realizado de forma gradual, publicou Shmyhal.

    O apagão impactou também o abastecimento de água, revelou a Administração Estatal da Cidade de Kiev.

    O Presidente Volodymyr Zelenskyy afirmou ter conhecimento da situação, e que “os trabalhos de restabelecimento estão em andamento”.

  • Rússia realizou um ataque com 85 drones durante a madrugada

    A Força Aérea ucraniana disse neste sábado nas suas redes sociais que a Rússia realizou um ataque com 85 drones durante a madrugada. A defesa ucraniana afirma ter abatido 64 drones e que 13 locais foram atingidos, sem referir se houve danos a infraestruturas.

  • EUA e Emirados Árabes Unidos discutem segunda fase do cessar-fogo em Gaza

    A evolução da segunda fase do cessar-fogo em Gaza esteve no centro de uma conversa entre os Estados Unidos e os Emirados Árabes Unidos, segundo o Haaretz que cita o Departamento de Estado norte-americano.

    O secretário de Estado, Marco Rubio, terá falado com o homólogo emiradense, Sheikh Abdullah bin Zayed Al Nahyan, sobre o plano de paz para Gaza apresentado pelo presidente Donald Trump. O diálogo incluiu ainda trocas de pontos de vista sobre a situação no Iémen e no Sudão, de acordo com a mesma fonte.

  • Governo venezuelano avançará com proposta para libertar presos políticos

    A liderança interina da Venezuela anunciou a intenção de avançar com uma nova lei que poderá abrir caminho à libertação de um grande número de pessoas detidas por razões políticas, entre elas figuras da oposição, profissionais da comunicação social e defensores de direitos humanos.

    O anúncio foi feito por Delcy Rodríguez numa reunião com juízes e magistrados, noticiou o Independent. Segundo afirmou, a proposta será analisada com caráter de urgência pela Assembleia Nacional, dominada pelo partido no poder.

    “Que esta lei sirva para curar as feridas deixadas pelo confronto político” num país onde, segundo a organização Foro Penal, 677 pessoas continuam detidas pelas suas atividades políticas.

  • Responsáveis dos EUA e de Israel consideram que ação militar contra o Irão está praticamente decidida

    Uma fonte ocidental com conhecimento de contactos entre Washington e Telavive disse ao Iran International que responsáveis dos dois países consideram um ataque ao Irão como um cenário praticamente decidido, restando definir apenas o calendário.

    Segundo a mesma fonte, a principal questão nas reuniões atuais deixou de ser “se” haverá ataque e passou a ser “quando” surgirá a janela operacional e política adequada — que pode abrir nos próximos dias ou ao longo das próximas semanas.

    O objetivo passa por desferir um golpe decisivo que possa levar ao colapso do regime iraniano, numa operação descrita como “sem precedentes” e que representaria um ataque “como nunca visto” pelo Irão. O mesmo interlocutor acrescentou que avaliações conjuntas entre Washington e Telavive consideram que as condições atuais diferem das do passado e configuram uma “oportunidade única”.

  • Imagens de satélite mostram nova atividade em instalações nucleares iranianas bombardeadas

    Imagens captadas por satélite pela empresa Planet Labs PBC mostram atividade recente nas instalações nucleares iranianas de Natanz e Isfahan, que tinham sido alvo de ataques de Israel e dos Estados Unidos no ano passado, segundo a Associated Press (AP).

    As fotografias revelam que foram erguidas coberturas sobre os edifícios danificados nos dois complexos que impedem a observação direta do que se passa no terreno — a principal forma de monitorização por satélite disponível aos inspetores, uma vez que o Irão tem negado o acesso físico às instalações.

    Até ao momento, o Irão não comentou publicamente os trabalhos nos dois sítios nucleares e a Agência Internacional de Energia Atómica, organismo de fiscalização da ONU, também não respondeu a pedidos de comentário da AP.

  • EUA terão avisado país aliado que ataque ao Irão estará para muio breve

    Altos dirigentes militares dos Estados Unidos terão informado a liderança de um importante aliado no Médio Oriente de que o Presidente Donald Trump poderá autorizar um ataque militar contra o Irão já este fim de semana, com possíveis ataques a partir de domingo, avança o site Drop Site News, fundado por ex-jornalistas do The Intercept, Ryan Grim e Jeremy Scahill, muito conhecedores da política do Médio Oriente.

    Segundo a publicação, o plano norte-americano incluirá não só ataques a instalações nucleares, balísticas e outros alvos militares, mas tem também intenções de atingir a liderança iraniana e as capacidades da Guarda Revolucionária Islâmica.

    Um ex-alto responsável da inteligência dos EUA, que assessora governos árabes e é consultor informal da administração Trump para política no Médio Oriente, disse ao Drop Site News que o o plano “não é sobre as armas nucleares ou o programa de mísseis. É sobre mudança de regime”. A mesma fonte acrescentou que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, “está a torcer por um ataque” e tem garantido a Trump que Israel pode ajudar a instalar um novo governo no Irão que seja favorável ao Ocidente.

    Duas fontes de inteligência árabes ouvidas pelo mesmo meio afirmaram que receberam indicações de que um ataque pode ser “iminente”.

  • Trump acredita que acordo para a guerra na Ucrânia está “muito perto”

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que acredita estar próximo um acordo para pôr fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia, sublinhando a sua experiência em negociações internacionais.

    “Acabei com oito guerras. Todas elas pensei que seriam talvez mais difíceis do que esta… mas acho que estamos muito perto de alcançar um acordo”, declarou Trump, referindo-se ao conflito entre Moscovo e Kiev.

  • Moscovo mantém planos para prosseguir ofensiva, afirma Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia não está a preparar uma transição para a paz e planeia manter o atual ritmo de ataques contra a Ucrânia.

    Na sua habitual mensagem em vídeo, citada pela agência Ukrinform, Zelensky disse ter recebido um relatório do chefe dos Serviços Secretos de Defesa, Oleh Ivashchenko, sobre os mais recentes planos e preparativos militares de Moscovo.

    “Eles, na Rússia, não estão a preparar-se para uma transição para a paz. Estão a preparar-se para continuar os ataques ao nível atual — exatamente como está a acontecer agora”, declarou.

    “A economia e as perdas correspondentes da guerra são o que a Rússia terá de levar em conta. A Rússia precisa de ficar sem dinheiro para que a guerra comece a chegar ao fim”, afirmou. Zelensky disse ainda que a Ucrânia continuará a fornecer aos parceiros dados sobre entidades chinesas que, segundo Kiev, ajudam Moscovo a contornar as sanções internacionais.

  • Enviado de Putin viaja para Miami para reunir com elementos da administração Trump

    Kirill Dmitriev, enviado especial do Presidente russo Vladimir Putin, deverá viajar no sábado para Miami para se reunir com elementos da administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo disseram à Reuters duas fontes familiarizadas com a visita.

    Até ao momento, não foram divulgados detalhes sobre a agenda da reunião nem sobre os participantes norte-americanos envolvidos.

  • IDF: comandante do Hamas detido e três combatentes mortos em Rafah

    As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram ter capturado um comandante do Batalhão de Rafah Oriental do Hamas durante uma operação realizada na madrugada de sexta-feira, avança o Haaretz.

    Foram identificados oito combatentes, três dos quais terão sido mortos quando saíam de infraestruturas subterrâneas na zona de operações, segundo o exército israelita.

  • Washington anuncia novas sanções contra figuras-chave do regime iraniano

    O gabinete de controlo de ativos estrangeiros do Tesouro norte-americano (OFAC) anunciou hoje novas sanções contra responsáveis iranianos acusados de repressão interna e de envolvimento em redes financeiras ilícitas do regime.

    Entre os alvos está Eskandar Momeni, ministro do Interior do Irão, apontado como responsável pela supervisão das forças que, segundo Washington, estiveram envolvidas na morte de milhares de manifestantes, e o investidor Babak Morteza Zanjani, acusado de desviar receitas do petróleo que, segundo o Tesouro, pertencem ao povo iraniano.

    “A ação de hoje tem como alvo autoridades e entidades iranianas responsáveis por repressão violenta, corrupção e evasão de sanções, incluindo bolsas de ativos digitais ligadas a redes financeiras iranianas”, escreveu o Tesouro dos EUA no X.

  • Ucrânia e Roménia discutem reforço da segurança energética

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou ter discutido com o homólogo romeno, Nicușor Dan, projetos energéticos conjuntos destinados a reforçar a segurança energética de ambos os países.

    “As nossas equipas continuarão as discussões a nível ministerial. Agradecemos ao Presidente e ao povo da Roménia pelo seu apoio”, lê-se ainda na mensagem no Telegram.

  • Putin esteve reunido com secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão

    O Presidente russo, Vladimir Putin, reuniu-se no Kremlin com Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, segundo avançou a agência estatal russa TASS no Telegram, citando o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

    Na véspera, Peskov tinha afirmado que ainda existe margem para negociações entre Washington e Teerão, alertando que qualquer recurso à força contra o Irão poderá desencadear “caos” na região, lembra a Al Jazeera.

  • Ameaças ao Irão lembram caminho para guerra “ilegal” no Iraque, diz ex-diretor de agência da ONU

    O antigo diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) das Nações Unidas, Mohamed ElBaradei, alertou que o atual clima de ameaças militares contra o Irão “faz lembrar o mesmo cenário sombrio que antecedeu a guerra ilegal e imoral do Iraque”.

    No X, ElBaradei criticou as “ameaças unilaterais contínuas” de um possível ataque, sublinhando que não existe um “perigo claro e iminente” que o justifique e que tal cenário configuraria uma violação do direito internacional.

    “A vida humana e a destruição regional parecem não importar”, referiu ainda. “Nunca aprendemos.”

  • México quer procurar solução diplomática após EUA ameaçar tarifas a quem forneça petróleo a Cuba

    A Presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que o país quer encontrar uma solução diplomática com os EUA para que Cuba continue a receber ajuda após a ameaça de Washington de impor tarifas a quem forneça petróleo a Cuba.

    Na sua conferência de imprensa matinal, Sheinbaum afirmou que não quer que o país seja posto “em risco” por causa destas tarifas, cujo âmbito ainda não é conhecido.

    O México é o único país que ainda fornece Cuba, após a queda de Nicolás Maduro. Por isso, se deixar de fornecer petróleo, a crise em Havana é praticamente certa, algo que a Presidente sublinhou.

    “A aplicação de tarifas aos países que fornecem petróleo a Cuba poderia desencadear uma crise humanitária de grande alcance, afetando diretamente hospitais, alimentos e outros serviços básicos para o povo cubano, uma situação que deve ser evitada”, disse ainda Sheinbaum.

    Trump aperta cerco a Cuba e abre porta à imposição de tarifas a quem forneça petróleo ao país

  • Autoridades ucranianas ordenam retirada de famílias com crianças de sete aldeias em Kharkiv

    “Foi tomada a decisão de retirar as famílias com crianças de sete aldeias”, anunciou o governador regional de Kharkiv, Oleg Synegoubov na rede social Telegram.

    Estas localidades situam-se a sul da cidade de Vovtchansk, cuja captura foi reivindicada no final de 2025 pelo exército russo.

    “De acordo com os dados mais recentes, atualmente há 25 crianças que permanecem nessas aldeias”, acrescentou Synegoubov, citado pela agência ucraniana Ukrinform.

    As autoridades ucranianas definiram rotas de evacuação e estão a disponibilizar abrigo para as pessoas que abandonaram estas localidades, indicou ainda a Ukrinform.

  • Trump volta a dizer que "uma grande armada está a caminho do Irão" e que é "ainda maior que na Venezuela"

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, repetiu que “uma grande armada” da Marinha norte-americana está a caminho do Irão, falando na Casa Branca esta sexta-feira.

    “É ainda maior do que a que tivemos na Venezuela”, insistiu.

1 de 2