Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • PS e Chega travam propinas, cortam IVA de obras de arte e atualizam Endovélico no dia 3 de votações para OE que põe mais PPP na saúde

    O dia parecia que ia acabar com poucas surpresas, até que o Chega, nos últimos momentos do dia, reverteu o sentido de voto e levou ao congelamento das propinas do ensino superior, associando-se ao PS.

    PS e Chega travam propinas, cortam IVA de obras de arte e atualizam Endovélico no dia 3 de votações para OE que põe mais PPP na saúde

  • Terminaram as votações por hoje. O processo orçamental retoma na próxima quarta-feira. Na terça-feira o Parlamento vai celebrar o 25 de Novembro.

  • Mais uma correção do Chega aprova alargamento de funções do Consulado Virtual proposto pelo Livre

    Uma proposta do Livre para alargar o raio de funções do Consulado Virtual acabou aprovada no período que os partidos fazem correções dos votos dados na votação. O Chega mudou para um voto favorável, o que é suficiente para fazer valer esta alteração que só teve votos contra dos partidos que apoiam o Governo.

    Assim, em 2026, o Executivo fica incumbido de alargar as funcionalidades do Consulado Virtual, de modo a garantir que todas as pessoas com cidadania portuguesa residentes no estrangeiro possam praticar, através deste canal, qualquer ato disponibilizado pelos serviços digitais da Administração Pública portuguesa a quem reside em território nacional.

    O Consulado Virtual está a funcionar desde 2023. É uma das medidas do SIMPLEX dos governos socialistas e permite realizar serviços online e o agendamento de atendimentos presenciais junto do respetivo posto consular.

    O utilizador pode requisitar ou aceder a alguns serviços — registo de óbito, mudança de posto consular, renovação do cartão de cidadão — autenticando o cartão de cidadão.

  • Chega muda sentido de voto e congela propinas do ensino superior pedida pelo PS

    O Chega mudou o seu sentido de voto na proposta socialista para congelamento das propinas, e assim estas ficam com o mesmo valor no próximo ano letivo.

    Inicialmente o Chega tinha votado contra, agora com mudança de sentido de voto para favorável, a proposta socialista passa.

  • Proposta do Chega. Governo terá de dar às unidades de saúde meios para cobrarem serviços a não residentes sem cobertura

    Já na fase final das votações, o Chega viu aprovada a cobrança pelas unidades locais de saúde da prestação de cuidados a doentes estrangeiros não residentes e que não beneficiem de nenhum protocolo ou acordo.

    A medida teve os votos contrários do PCP, Bloco e Livre, mas passou graças à abstenção do PS, do PSD e CDS e do PAN, e os votos favoráveis dos restantes.

    A proposta do Chega diz que o Governo tem de assegurar “às Unidades Locais de Saúde (ULS) os meios técnicos e financeiros necessários à cobrança efetiva dos custos dos cuidados de saúde prestados a estrangeiros não residentes que não disponham de cobertura através de seguro, protocolo ou acordo internacional.”

    O partido justifica esta medida com a “pressão crescente” sobre o SNS que decorre “do acesso de estrangeiros não residentes sem qualquer cobertura através de seguro, protocolo, convenção internacional, acordo de cooperação ou Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)”. E cita dados da IGAS (Inspeção Geral em Atividade de Saúde) segundo os quais entre 2021 e até setembro de 2024, quase 330 mil estrangeiros não residentes foram assistidos nos serviços de urgência, dos quais 43% não dispunham de qualquer cobertura válida.

  • Foi aprovada uma parte de uma proposta do PAN, relativa ao reforço do combate à corrupção, fraude e criminalidade económico-financeira.

    Assim, o que foi aprovado refere que em 2026, “no âmbito da execução da Agenda Anticorrupção o Governo adopta as iniciativas necessárias à optimização da capacidade e ao reforço da cooperação entre as inspecções administrativas sectoriais e os órgãos de polícia criminal especializados nos segmentos da prevenção e repressão da fraude contra os interesses financeiros do Estado, da corrupção e da criminalidade económico-financeira”.

    Foram reprovados os pontos relativos a iniciativas concretas para a execução desta proposta, como o reforço de meios humanos. O ponto aprovado teve votos favoráveis de todas as bancadas menos do PS, que se absteve.

  • Galerias de arte vão poder transacionar obras de arte com IVA reduzido

    Pela mão do Chega e do PS, que tinham propostas idênticas e que foram ambas aprovadas, o IVA das importações e transmissão de obras de arte feita por galerias de arte baixa de 23% para 6%.

    O Chega inicialmente ainda queria abranger os leiloeiros e as transmissões de objetos de coleção e antiguidades sujeitas ao regime dos bens em segunda mão, mas acabou por retirar da sua proposta final essa pretensão.

    E assim ficaram apenas os galeristas abrangidos. O PS assumia, na proposta de alteração, que a sua proposta “é totalmente compatível com a Diretiva IVA e permite alinhar o enquadramento português com o praticado nos principais mercados de arte europeus”, dizendo mesmo que merecia até “a concordância da atual ministra com a tutela da Cultura, que declarou recentemente que ‘faz naturalmente sentido’ reduzir a taxa de IVA de transações de obras de arte de 23% para 6%”.

  • Aprovado programa para apoiar regresso ao SNS de médicos portugueses residentes no estrangeiro

    Foram aprovados dois pontos de uma proposta do PS, cujo sentido é atrair e fixar médicos no SNS “e nas entidades do setor público dependentes de outros ministérios/secretarias de estado, estabelecendo as necessárias fontes de financiamento”.

    A proposta tinha vários pontos mas foram apenas aprovados, com o aval do Chega, a criação de um “programa de apoio aos médicos portugueses residentes no estrangeiro, dirigido a médicos emigrantes que pretendam voltar ao país, incluindo medidas de simplificação administrativa, incentivos fiscais e financeiros, além do acesso imediato ao Programa Regressar”;

    E também foi aprovada a “criação e o reforço da rede de creches com horários e condições de funcionamento adaptadas às necessidades específicas dos profissionais de saúde, em articulação com as unidades locais de saúde, autarquias locais e entidades do setor social e solidário”. Estas “devem garantir horários alargados e flexíveis, adequados aos turnos e regimes de trabalho em vigor nos serviços de saúde públicos, incluindo, sempre que necessário, o funcionamento em período noturno e aos fins de semana”.

  • Subsídios a cursos profissionais dados por escolas privadas vão ser atualizados em 2026

    As tabelas dos valores anuais do subsídio por turma, por curso, a atribuir aos cursos profissionais das escolas profissionais privadas sujeitas vão ser atualizadas em 2026, de acordo com uma proposta do PS que só teve o voto contrário dos partidos do Governo.

    A atualização do valores a conceder por aluno e por ano será revisto, no quadro dos contratos de patrocínio, de acordo com a legislação que fixa as regras e procedimentos aplicáveis à atribuição de apoio financeiro pelo Estado a estabelecimentos de ensino particular e cooperativo de nível não superior.

    A atualização irá seguir as portarias n.º 1103/97, de 3 de novembro, e n.º 150/2023, de 5 de junho.

    Os socialistas explicam que estes apoios sofreram um corte de 5% durante o período da troika e que só foi revertido no último orçamento da iniciativa de um Governo PS, em 2024.

    Mas considera “essencial continuar a valorizar e investir no ensino profissional” e atualizar as tabelas as tabelas dos valores anuais do subsídio por turma, por curso, a atribuir aos cursos profissionais, ministrados nas escolas profissionais privadas sujeitas ao regime jurídico previsto no Decreto-Lei n.º 92/2014, de 20 de junho.

  • PAN faz aprovar alargamento da campanha de sensibilização do rastreio do cancro da mama

    O Parlamento aprovou esta tarde uma proposta do PAN para que em 2026 haja o “alargamento das campanhas de promoção e sensibilização relativamente ao rastreio do cancro da mama”.

    Para que, nesse âmbito, se avalie “a possibilidade e viabilidade de ampliar o acesso aos testes de biomarcadores para o rastreio e diagnóstico do cancro de mama”.

  • Terceira Travessia já foi aprovada pelo Governo, mas PCP quer "passar dos planos à prática" em 2026

    Recebeu luz verde do Parlamento uma proposta do PCP para que o Governo desenvolva em 2026 um projeto cuja aprovação e desenvolvimento já está em curso.

    A terceira travessia do Tejo foi aprovada em resolução do Conselho de Ministros em 2024, estando prevista o lançamento dos concursos para estudos e avaliação de impacte ambiental em 2026. O concurso para a construção e exploração só deve avançar em 2027 depois de concluídos estes estudos de apoio.

    A proposta comunista, que teve o voto contra do PSD e CDS e abstenção do PAN, determina ao Governo que desenvolva em 2026 “as medidas necessárias à concretização da Terceira Travessia do Tejo, com a ligação entre o Barreiro e Lisboa, assegurando as componentes rodoviária e ferroviária”.

    A mesma proposta diz que este investimento “implica a realização de toda a rede complementar de acessibilidades na Área Metropolitana de Lisboa, a Norte e a Sul do Tejo”.

    Os comunistas fundamentam com os adiamentos sucessivos deste investimento, instando o Governo “a passar dos planos à prática e a lançar os procedimentos”. Sem fazer referência ao modelo de contratação que o Governo quer que seja uma concessão com as várias travessias do Tejo.

  • Administração pública vai ter formação para prevenir e detetar corrupção

    Foi aprovada uma proposta do PAN com o objetivo de prevenir a corrupção na Administração Pública.

    Segundo a proposta, em 2026 o Governo deve incluir “conteúdos de frequência obrigatória orientados para a prevenção e deteção da corrupção” no programa de Capacitação Avançada para Trabalhadores em Funções Públicas e nos cursos de Formação Avançada para a Administração Pública.

    A proposta não teve votos contra e teve a abstenção do PSD, CDS e PS.

  • Aprovada expansão do bloco de rega de Alqueva – S. Bento

    Os deputados aprovaram uma proposta do Chega para a expansão do Bloco de Rega de Alqueva – S. Bento.

    Assim, em 2026, o Governo fica obrigado a proceder “à agilização de todos os procedimentos necessários à Expansão do Bloco de Rega de Alqueva – S. Bento, em Vila Nova de São Bento, Município de Serpa”.

    Esta será “uma nova área de rega, inserida no plano de expansão do projeto inicial, e que irá beneficiar centenas prédios rústicos em diversas freguesias”, diz o Chega.

    PSD, CDS e PAN votaram contra e o PCP absteve-se.

  • Aprovada despesa de 2,3 milhões para dragagens nos portos de pesca do Algarve

    O parlamento aprovou a atribuição de 2,3 milhões de euros para a empreitada de dragagens de manutenção dos portos de pesca do Algarve para o período de 2023-2026. A proposta socialista só teve os votos contrários dos partidos que apoiam o Governo e do PAN.

    Esta empreitada já tinha sido em 2023 quando o PS era Governo e foi também contemplada numa resolução aprovada na AR no mesmo ano.

    Em causa está a “realização de dragagens de manutenção nos portos de pesca e de náutica de recreio do Algarve, incluindo os portos da Baleeira, Lagos, Alvor, o porto de pesca, estaleiros e área de Ferragudo, os portos de Albufeira, Vilamoura, Quarteira e Faro, com exceção da área do porto comercial e canal de acesso, os portos de Olhão, Fuseta e Tavira e os canais de Santa Luzia e Cabanas e o porto de Vila Real de Santo António para o período 2023-2026”.

    A verba será financiada pelo orçamento de investimento da Direção-Geral de Recursos Marítimos.

  • Aprovado reforço do apoio às indústrias eletrointensivas por compensação de CO2

    Foi aprovada uma proposta do PS que prevê o reforço do apoio às indústrias eletrointensivas por compensação de CO2.

    “Em 2026, o Governo reforça o apoio às indústrias eletrointensivas”, refere a proposta, “no âmbito dos auxílios de estado permitidos, quer seja por via do Orçamento do Estado, quer seja por via do Fundo Ambiental”.

    A proposta teve os votos contra do PCP e a abstenção do Chega, CDS, PSD e Bloco.

  • Municípios que reduzirem resíduos urbanos em pelo menos 5% vão ter prémio financeiro

    Os municípios que conseguirem reduzir 5% ou mais a produção de de resíduos urbanos indiferenciados por habitante, face ao ano precedente vão ter direito a um incentivo financeiro. A alteração foi proposta pelo PSD e CDS e teve votos favoráveis de todos os partidos, com a exceção do Chega e PCP que se abstiveram.

    O financiamento deste incentivo será assegurado a partir de 2026 com verbas da taxa de gestão resíduos e outras dotações do Ministério do Ambiente, segundo foi também aprovado, apesar de neste ponto o PS ter votado contra.

    Os critérios de elegibilidade, cálculo e atribuição do incentivo são definidos por portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas do ambiente, das finanças e da administração local, podendo essa portaria atender, adicionalmente, à implementação de boas práticas municipais, designadamente sistemas de recolha seletiva porta-a-porta e tarifação proporcional à quantidade de resíduos produzidos (PAYT).

  • Fundo Ambiental terá de abrir aviso destinado à eficiência energética da indústria extrativa

    Foi aprovada uma proposta do PSD e CDS para que as empresas da industria extrativa beneficiem do regime de gasóleo colorido e marcado.

    “As empresas que desenvolvem atividade no setor da indústria extrativa ficam autorizadas a beneficiar do regime de gasóleo colorido e marcado, podendo utilizar este combustível em todos os equipamentos não matriculados afetos à atividade”, refere a proposta.

    O segundo ponto desta proposta foi votado à parte mas também foi aprovado. Diz que o Fundo Ambiental “abre um aviso destinado a investimentos em eficiência energética na indústria extrativa”.

  • Chega faz aprovar programa de combate aos equipamentos elétricos obsoletos (que já tinha sido aprovado em 2025)

    Foi aprovada uma proposta do Chega que na verdade prolonga para 2026 uma medida aprovada para este ano que não foi executada.

    O programa nacional de combate à obsolescência programada de equipamentos elétricos e eletrónicos deverá avançar no primeiro trimestre de 2026 com verbas do Fundo Ambiental.

    Apenas a Il votou contra. PSD, CDS, PS e PCP abstiveram-se.

    Cabe ao Governo lançar este programa que terá medidas de sensibilização, certificação e incentivo à reparação e reutilização desses equipamentos.

    Até ao final do próximo ano, deverá ser apresentado um relatório detalhado sobre a execução do programa, identificando as medidas adotadas, os resultados obtidos e as metas de redução de resíduos eletrónicos alcançadas.

    O Chega lembra que este programa já tinha sido aprovado para este ano, “refletindo o consenso parlamentar quanto à importância de combater a obsolescência programada e promover a durabilidade e a reparabilidade dos equipamentos elétricos e eletrónicos”. E admite que o mesmo não avançou em tempo útil devido à queda do primeiro Governo da AD.

  • Governo vai ter de lançar concurso para bypass da Barra da Figueira da Foz. Proposta aprovada por unanimidade

    Uma proposta do Livre, para que em 2026 o Governo lance o concurso público “para a conceção e construção da obra do sistema fixo de transposição sedimentar (Bypass) da Barra da Figueira da Foz” foi aprovada por unanimidade.

    A proposta refere que a verba mínima disponível para o concurso público “é de 18,1 milhões de euros, a qual deve ser financiada através da alocação de fundos do Programa Portugal 2030”.

  • Aprovada proposta para que Governo volte a negociar com Espanha o regresso do comboio noturno em 2026

    Foi aprovada uma proposta do Livre para que em 2026 o Governo retome “as negociações com o Governo espanhol para a reativação, durante o primeiro semestre de 2026, dos serviços ferroviários noturnos Lusitânia e Sud-Expresso”, através da CP e da Renfe.

    A proposta prevê ainda que o Governo adote “juntamente com o Governo espanhol, os serviços ferroviários noturnos como parte da estratégia ferroviária ibérica, de acordo com o Plano Nacional Ferroviário” aprovado em abril.

    A proposta teve os votos contra do PSD e CDS e a abstenção da IL.

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