Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Presidente do Irão diz que não ficará de “braços cruzados” após EUA confirmarem ataque “de precisão” contra ilha de Larak

  • Irão retalia. Bases militares dos EUA na Jordânia atacadas

    A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão assumiu ataques às bases militares dos EUA na Jordânia em retaliação à ofensiva dos norte-americanos à ilha iraniana Larak.

    Numa declaração, citada pela Al Jazeera, o grupo indica ter combinado mísseis e drones no ataque, que apelidou de “Punição ao Agressor”, garantindo ter destruído infraestrutura técnica e de reparação, bem como centros de desenvolvimento.

  • O mundo de olhos postos em Bisqueque. O que está em causa na cimeira que vai reunir Putin, Xi, Modi, Pezeshkian e até Guterres?

    No ano em que completa 25 anos, a SCO reúne no Quirguistão com conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente, sanções ao Irão e gasodutos russos em cima da mesa.

    O mundo de olhos postos em Bisqueque. O que está em causa na cimeira que vai reunir Putin, Xi, Modi, Pezeshkian e até Guterres?

  • Com reservas em mínimos de 40 anos, EUA fisgam petróleo da Venezuela em acordo que tem empresário controverso (e sob investigação) no centro

    As reservas dos Estados Unidos estão em mínimos de mais de 40 anos. Trump garante que vai começar a enchê-las com o petróleo da Venezuela com quem chegou a acordo. Mas tem um parceiro controverso.

    Com reservas em mínimos de 40 anos, EUA fisgam petróleo da Venezuela em acordo que tem empresário controverso (e sob investigação) no centro

  • Deputado iraniano ameaça EUA. Ataque em Larak "só servirá para tornar o custo das vossas derrotas humilhantes ainda mais pesado"

    Ebrahim Azizi, deputado e presidente da comissão de segurança nacional do parlamento iraniano, reagiu ao ataque das forças norte-americanas desta noite na ilha de Larak com duas publicações na rede social X, uma em farsi e outra em inglês.

    “Pôr à prova a nossa determinação mais uma vez só servirá para tornar o custo das vossas derrotas humilhantes ainda mais pesado. Podem ter a certeza de que nenhum crime, seja qual for a sua gravidade, ficará impune; uma resposta devastadora, mais dolorosa e instrutiva, virá completar a vossa série de fracassos”, avisou, completando: “Esperem com terror e pavor!”

    Já na segunda mensagem, em inglês, foi bastante mais sucinto: “Testem a nossa determinação uma vez mais e pagarão um preço mais caro. A retaliação está a caminho: FUJAM!”

  • Imprensa iraniana fala em pelo menos 2 mortos e vários feridos no ataque a Larak

    A Tasnim, agência noticiosa semioficial ligada à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão, cita “relatos iniciais não oficiais” que apontam para a morte de duas pessoas fruto do ataque dos EUA à ilha de Larak.

    A mesma entidade noticiosa diz também que há registo de dois feridos.

  • EUA confirmam ataque a Larak e vão continuar a "acompanhar de perto a zona"

    “Posso confirmar que, hoje de manhã, as forças norte-americanas atacaram dois lançadores iranianos na ilha de Larak. Foram observadas forças do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica a prepararem-se para lançar rockets com minas marítimas para o Estreito de Ormuz”, afirmou o porta-voz do Comando Central dos EUA, o capitão Tim Hawkins, ao Axios.

    A ação militar foi motivada pelo facto das forças militares norte-americanas terem concluído a remoção de minas navais das rotas de navegação internacional no estreito na semana passada.

    Por isso mesmo, o porta-voz adianta que as forças norte-americanas estão a “acompanhar de perto a zona”, continuando “preparadas para proteger o livre trânsito do comércio” através do estreito.

  • EUA lançam ataque contra ilha iraniana Larak

    Os Estados Unidos atacaram, neste domingo, a ilha iraniana Larak. A CNN indica que o ataque aconteceu quando foram observadas forças do Irão a prepararem-se para lançar rockets com minas para o Estreito de Ormuz.

    Este será o primeiro ataque dos EUA no último mês.

    A Guarda Revolucionária do Irão já reagiu através da agência Fars, citada pela Al Jazeera, e acusa os Estados Unidos de “erro estratégico e fatal”, pelo qual terá as consequências “quer em termos económicos, quer militar”.

  • Xi já chegou a Bisqueque e abordou cooperação com o seu homólogo quirguiz

    O Presidente chinês chegou hoje ao Quirguistão para participar na cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês) e realizar uma visita oficial ao país, com uma agenda marcada pelas guerras na Ucrânia e no Irão.

    Após a chegada a Bisqueque, Xi Jinping teve uma reunião informal com o homólogo quirguiz, Sadir Zhapárov, na qual “abordaram questões atuais da cooperação bilateral e os principais temas que serão tratados durante as próximas reuniões oficiais”, segundo a agência Sputnik, a reportar a partir do país da Ásia Central.

    O Presidente chinês participará em Bisqueque na cimeira da SCO, organização fundada em 2001 e que reúne atualmente China, Rússia, Índia, Paquistão, Irão, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão e Uzbequistão.

    O bloco centra grande parte da sua atividade na cooperação política, económica e de segurança, incluindo o combate ao terrorismo, ao separatismo e ao extremismo, embora, ao contrário da NATO (aliança atlântica), não disponha de uma cláusula de defesa mútua e tome as suas decisões por consenso.

    Durante a cimeira, o Presidente chinês deverá trocar opiniões com os líderes participantes sobre o aprofundamento da cooperação nos diferentes domínios da organização, além de abordar o papel da SCO na reforma da governação global.

    Por seu lado, o Kremlin adiantou que os membros deverão assinar cerca de uma vintena de acordos e emitir uma declaração conjunta.

    Além disso, está previsto que Xi tenha na segunda-feira uma reunião bilateral com o Presidente russo, Vladimir Putin, na qual será abordado o projeto do gasoduto Força da Sibéria-2, um acordo que não chegou a ser fechado durante a visita à China do líder russo em maio passado.

    O porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, confirmou hoje que Xi e Putin se reunirão em Bisqueque e salientou que “o tema da interação e cooperação no setor energético está sempre presente na agenda russo-chinesa”.

    “Trata-se de uma cooperação mutuamente benéfica. Cada país defende, naturalmente, os seus próprios interesses. Nós, pelo menos, continuaremos a fazê-lo. Os nossos amigos chineses farão o mesmo”, sublinhou.

    As guerras na Ucrânia e no Irão estarão também presentes como pano de fundo, uma vez que a Rússia e o Irão são membros da SCO.

    A China defende, relativamente à Ucrânia, que a solução deve passar pelo diálogo e pelas negociações, tendo em conta as “preocupações legítimas” de todas as partes, enquanto, relativamente ao Irão, condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel e rejeitou as sanções e a “máxima pressão” sobre Teerão.

    Além da cimeira, Xi procurará reforçar os laços com o Quirguistão, país que visitará oficialmente e que ocupa um lugar de destaque nos projetos chineses de conectividade terrestre na Ásia Central.

  • Kremlin afirma que Putin só reunirá com Zelensky e Trump para "formalizar acordos" já negociados

    Dmitry Peskov afirmou este domingo que uma cimeira entre os presidentes da Rússia, da Ucrânia e dos EUA só “será possível para formalizar acordos” já alcançados.

    O porta-voz do Kremlin proferiu estas declarações numa fase em que os esforços de paz continuam num impasse, mas os ataques continuam entre ambas as partes do conflito.

    Segundo o Kyiv Independent, que cita meios de comunicação estatais da Rússia, Peskov afirmou que um acordo sobre a Ucrânia “não é algo simplista”, mas sim um processo “muito complicado” e que envolve “um grande número de pormenores”.

  • Alemanha está a finalizar resposta ao suposto ataque em Leipzig, promete Merz

    O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, afirmou este domingo que Berlim está a preparar uma resposta ao suposto ataque com drones ao aeroporto de Leipzig/Halle, a 4 de agosto.

    “Estamos a concluir a investigação. Existe um amplo consenso no seio do Governo Federal sobre a forma como devemos responder, e iremos deixar isso claro nos próximos dias; não vai demorar muito, afirmou numa entrevista à televisão pública ARD, escreve a Reuters.

    Até ao momento, a Alemanha ainda não revelou oficialmente quem considera estar por trás da suposta tentativa de ataque no aeroporto no leste alemão. Foram descobertos mais do que um drone com explosivos, tendo um dos engenhos sido detetado junto a um avião de carga ucraniano Antonov utilizado para o transporte de material militar.

    Este sábado, o diário alemão Die Welt noticiou que, nos próximos dias, o governo iria atribuir a responsabilidade pelo ataque à Rússia e anunciar medidas que incluiriam sanções coordenadas com os parceiros da União Europeia, recorda a Reuters.

    Tal como em ocasiões anteriores, Merz não quis pronunciar-se sobre quem Berlim considera responsável, mas afirmou que a resposta alemã está a ser coordenada com os seus parceiros.

    “Já foi acordado, e prevê-se que se chegue a um acordo definitivo nos próximos dias com a União Europeia e os nossos parceiros da NATO. Será uma resposta da Alemanha, mas os nossos parceiros na União Europeia e na NATO não serão apanhados de surpresa”, garantiu.

  • Zelensky diz que a Ucrânia está a preparar novos encontros com os EUA

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, partilhou este domingo um vídeo onde revela que Kiev vai regressar à conversa com Washington a propósito da guerra com a Rússia.

    “Estamos a preparar-nos para novas conversações com os enviados do Presidente dos EUA. Amanhã serão divulgados mais pormenores. Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para garantir que a guerra não continue a ser a única opção para o que se segue”, lê-se no texto que acompanha a publicação do vídeo.

    Zelensky faz questão de realçar que “os Estados Unidos partilham muitas “das visões ucranianas ” sobre a situação, tanto na linha da frente como no que diz respeito aos ataques”.

    “Devemos manter-nos ativos, e é exatamente assim que estamos a trabalhar – de forma ativa, sem dias de folga”, garantiu.

  • Israel mata dois palestinianos na Faixa de Gaza, alegando serem terroristas do Hamas

    A aviação israelita matou dois palestinianos no sul da Faixa de Gaza no sábado à noite, anunciou este domingo a defesa civil palestiniana, enquanto Israel disse tratar-se de “dois terroristas do Hamas”.

    O ataque vitimou dois homens de 21 e 22 anos que estavam numa rua de Al Amal, a oeste de Khan Yunis, disseram fontes médicas palestinianas à agência espanhola “EFE”.

    Os corpos foram transportados para o hospital Nasser de Khan Yunis e os funerais realizaram-se na manhã deste domingo.

    O Exército israelita afirmou que o ataque atingiu dois operacionais do grupo extremista Hamas, considerado terrorista por Israel, que governa a Faixa de Gaza desde 2007.

    Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, desde a entrada em vigor do cessar-fogo a 11 de outubro de 2025, morreram na Faixa de Gaza mais de 1300 palestinianos e mais de 4300 ficaram feridos.

    Foram recuperados os corpos de 815 pessoas sob os escombros, de acordo com a mesma fonte.

  • Presidente do Irão vai encontrar-se com Putin no Quirguistão

    Segundo um comunicado divulgado pela agência IRNA, citado pela agência de notícias Efe, Masoud Pezeshkian, vai participar na cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), no Quirguistão, estando confirmada uma reunião bilateral com o presidente russo, Vladimir Putin.

    Pezeshkian vai viajar segunda-feira para Bisqueque para participar e discursar nesta cimeira, que terá a duração de dois dias.

    O Governo iraniano indicou que o chefe de Estado terá encontros bilaterais com os seus homólogos durante a cimeira, embora não tenha especificado com quais. No entanto, o Kremlin, aponta a Efe, informou que Putin vai reunir com Pezeshkian em Bisqueque.

    O encontro, que terá início segunda-feira, vai reunir os chefes de Estado daquela aliança regional, que inclui potências como China, Rússia, Índia, Paquistão e Irão, com vários países da Ásia Central, para discutir a sua cooperação militar, numa agenda marcada pelas guerras na Ucrânia e na República Islâmica.

    A Organização de Cooperação de Xangai centra grande parte da sua atividade na cooperação política, económica e de segurança, incluindo o combate ao terrorismo, ao separatismo e ao extremismo.

    No entanto, ao contrário da NATO, não dispõe de uma cláusula de defesa mútua e toma as suas decisões por consenso.

    A última cimeira da OCX aconteceu em 2025, na cidade chinesa de Tianjin, e terminou com uma declaração conjunta de Modi, Putin e Xi Jinping, entre outros líderes, contra as “ingerências externas e as perturbações no comércio internacional”.

  • Hamas acusa Netanyahu de dar “via livre” aos colonos israelitas

    O grupo islamista Hamas acusou hoje o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, de dar “via livre” aos colonos no território palestiniano da Cisjordânia, onde se registam ataques e perseguições diárias a palestinianos e também a jornalistas.

    Em comunicado, o Hamas afirmou que a escalada nos ataques dos colonos contra os palestinianos e as suas propriedades na Cisjordânia ocupada ocorre “com o apoio direto e a proteção do Governo de ocupação e do seu líder, o criminoso de guerra Netanyahu”.

    “Estes ataques fazem parte de um plano sistemático para impor novas realidades coloniais no terreno, acelerar os projetos de anexação e deslocação e tentar dobrar a vontade do nosso povo e expulsá-lo da sua terra”, escreveu a organização, na nota.

    O comunicado surge após cerca de 20 colonos israelitas encapuzados atacarem trabalhadores palestinianos com gás pimenta, no sábado, e atirarem pedras contra um edifício na localidade de Qusra, cercada por colonos há semanas.

    Também no sábado, colonos de uma localidade próxima agrediram uma equipa da cadeia de televisão norte-americana NBC e a mulher palestiniana que entrevistava, um ataque condenado pela Associação de Repórteres Estrangeiros de Israel e dos Territórios Palestinianos.

    Depois deste ataque, do qual até ao momento não resultaram detidos, Netanyahu publicou um comunicado invulgar condenando “energicamente” a agressão e classificando os colonos como “um punhado de agitadores que violam a lei e causam uma enorme injustiça à população de colonos que respeita a lei”.

    “As posições e declarações de Netanyahu e do seu Governo relativamente aos ataques dos colonos não são mais do que uma cortina de fumo para conter a crescente condenação internacional e aliviar a pressão externa”, disse o Hamas, na reação.

    Netanyahu, que concorre para a reeleição nas legislativas israelitas de 27 de outubro, visitou na terça-feira um colonato israelita na Cisjordânia — ilegal, segundo o direito internacional — e vangloriou-se de ter expandido estes colonatos durante os seus mandatos.

    O primeiro-ministro defendeu que a Cisjordânia é “a terra de Israel”. “Esta é a nossa terra e continuará a ser nossa”, disse, comemorando “as conquistas em matéria de colonatos na Cisjordânia”.

  • Ataque com drones em Zaporíjia fere duas pessoas

    Dois homens de 30 e 52 anos ficaram feridos num ataque com drones em Zaporíjia, na Ucrânia. O governador de Zaporijia, Ivan Fedorov, disse numa publicação no Telegram que ambos receberam socorro médico.

    Naquela região, que está 2 horas à frente de Lisboa, foram registados no canal da autarquia neste domingo 26 alertas de ataques até ao fim da tarde.

  • Ataques ucranianos na Rússia deixam um morto e cinco feridos

    Um ataque ucraniano à mina de Duvannaya, no distrito de Krasnodon, causou a morte de uma pessoa que era encarregada da sala de lâmpadas da infraestrutura, disse o governador russo Leonid Pasechnik no Telegram.

    Nos ataques realizados em oito cidades, cinco pessoas ficaram feridas: um casal que estava num carro em Kremennaya, um morador no quintal de uma casa em Belokurakino e duas mulheres num posto de combustível em Bryanka. Todos os feridos foram socorridos.

    “Tenho a certeza de que o dia e o local do ataque não foram escolhidos ao acaso” disse Leonid, em referência ao “Dia do Mineiro”, celebrado neste domingo na Rússia. “Terão de responder por cada pessoa morta. Mais cedo ou mais tarde, a impunidade vai acabar“, afirmou.

  • Rússia promete mais ataques contra infraestruturas de energia ucranianas

    A Rússia anunciou este domingo estar a preparar “ataques maciços” contra instalações do setor energético da Ucrânia, num contexto de nítida intensificação das investidas há vários meses.

    “As forças armadas russas iniciaram os preparativos para ataques maciços contra as instalações do setor energético da Ucrânia”, declarou o Ministério da Defesa russo no Telegram.

    O ministério disse que se trata de uma “resposta aos contínuos ataques do regime de Kiev contra as infraestruturas civis e o complexo petrolífero e energético da Rússia”.

  • Zelensky: "A Rússia tem de sentir todos os dias que a guerra está a voltar para onde começou"

    As Forças de Defesa da Ucrânia atacaram com drones as regiões russas de Orel e Rostov e o complexo petrolífero e energético de Leningrado na noite de domingo. “A Rússia tem de sentir todos os dias que a guerra está a voltar para onde começou”, disse o Presidente da Ucrânia ao anunciar os ataques no Telegram e no X.

    “Para cada ataque e crime russo procuramos respostas justas. E estas virão sem falta“, afirmou Zelesnky relativamente aos ataques russos no sábado em Kiev, que deixaram 38 mortos, vinte pessoas feridas (incluindo duas crianças) e quatro desaparecidos.

  • Pequim quer mesmo o fim da guerra na Ucrânia?

    Liliana Reis admite que a China não tem interesse num fim rápido para a guerra na Ucrânia. O conflito desgasta o poder militar ocidental e aumenta a forte dependência de Moscovo face a Pequim. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Pequim quer mesmo o fim da guerra na Ucrânia?

1 de 2