Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Petroleiro atingido por três projéteis desconhecidos no Estreito de Ormuz
- Irão acusa União Europeia de perder autonomia estratégica e de se "render" aos Estados Unidos
- Secretário norte-americano do Exército demite-se por divergências com Hegseth, avança Wall Street Journal
- Petroleiro saudita foi parado no Estreito de Ormuz, diz Irão
- Reportado incidente no Oceano Índico entre um petroleiro e forças militares"
- Trump afirma que petróleo venezuelano pagou a guerra do Irão "muitas vezes"
- Trump não exclui ataques limitados no Estreito de Ormuz
- Irão ameaça retaliar ataque norte-americanos lançados a partir de países vizinhos
- Trump pondera lançar ataques limitados no Estreito de Ormuz para prevenir reconstrução de capacidades iranianas de atacar navios
- Rússia afirma que encontro com Bessent centrou-se na cooperação entre os dois países
- Vance afirma que há um aumento "significativo" da produção de petróleo venezuelano
- Vance afirma que Trump estava a "enviar uma mensagem" quando partilhou um vídeo sobre ataque contra a ilha de Kharg
- Secretário norte-americano do Tesouro encontra-se com homólogo russo para debater a paz na Ucrânia. Presença russa contestada pela Europa
- Irão diz que abateu drone norte-americano no Estreito de Ormuz
- Zelensky conversou com Witkoff e Kushner sobre visita à Ucrânia e estado da guerra
- Secretário norte-americano do Tesouro acusa Irão de lançar ataques por estarem "a perder economicamente" e pede que a liderança "caia em si"
- Sanções contra o Irão servem para trazer Teerão de volta "para a mesa" das negociações, diz secretário do Tesouro
- Número de mortos de ataque norte-americano à ilha de Larak sobe para três
- Trump promete responder “com força” aos ataques iranianos no Médio Oriente
- UE interceta navio suspeito de pertencer à frota fantasma russa
- Putin e Modi reúnem-se no Quirguistão e defendem reforço das relações entre Rússia e Índia
- "Vão enforcar-me." Putin receia ser morto se não capturar o Donbass e prepara-se para escalar a guerra
- Trump declara Irão um "país falhado" e "MORTO", com uma liderança em "total desordem"
- Putin chega ao Quirguistão para participar na cimeira que junta vários líderes mundiais
- Presidente libanês diz que Beirute quer pôr fim ao estado de hostilidade com Israel
- Dois mortos em ataques russos à cidade ucraniana de Kherson
- UE garante que vai manter pressão sobre o Irão em coordenação com os EUA e o G7
- EUA têm de "aprender uma lição séria", diz ministro iraniano
- Rússia atacou a Ucrânia com 121 drones e um míssil durante a noite. Foram neutralizados 96
- Conselheiro presidencial dos Emirados Árabes Unidos apela à desescalada no Estreito de Ormuz
- Kremlin diz que encontro entre Putin, Trump e Zelensky só acontecerá para formalizar acordo de paz
- Emirados Árabes Unidos dizem ter respondido a drone que se aproximava a partir do Irão
- Petróleo sobe quase 3% após troca de ataques entre EUA e Irão
- Guarda Revolucionária diz que petroleiro foi atingido por minas no Estreito de Ormuz
- Irão atacou instalações militares dos EUA nos Emirados Árabes Unidos
- Guarda Revolucionária do Irão diz ter abatido drone norte-americano sobre Estreito de Ormuz
- Trump publica vídeo gerado por IA que mostra ilha iraniana de Kharg a ser "reduzida a pedaços"
- Trump reafirma que Irão "não vai ter" uma arma nuclear
- "Nunca ficaremos de braços cruzados". Presidente iraniano afirma que país responderá às agressões norte-americanas
- EUA confirmam ataque “de precisão” contra alvos iranianos no Estreito de Ormuz
Histórico de atualizações
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Bom dia!
Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.
Ataque russo em larga escala a Kiev causa oito mortos e cinco feridos
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O que se passou até agora
- O secretário norte-americano do Exército, Dan Driscoll, demitiu-se devido a divergências com o secretário da Defesa, Pete Hegseth. A demissão está relacionada com a forma como Hegseth tem conduzido o Departamento da Defesa, incluindo a demissão de altas patentes militares para implementar a agenda de segurança nacional do Presidente Donald Trump.
- Um petroleiro foi atingido por três projéteis desconhecidos no Estreito de Ormuz, mas não houve vítimas ou impactos ambientais. O Irão e os Estados Unidos têm estado em confronto na região, com os EUA a considerar ataques limitados contra capacidades ofensivas iranianas. O Irão retaliou afirmando ter abatido drones norte-americanos e atacado instalações militares dos EUA.
- As tensões entre Irão e Estados Unidos escalaram após os ataques no Estreito de Ormuz, com o Presidente iraniano, Masud Pezeshkian, a afirmar que o país responderá às agressões, apesar de não procurar guerra. O Presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma resposta robusta aos ataques iranianos, afirmando que todas as opções estão em cima da mesa.
- A União Europeia comprometeu-se a continuar a pressão sobre o Irão em coordenação com os Estados Unidos e os países do G7, mantendo as sanções e incentivando Teerão a voltar à mesa das negociações. A Europa foi criticada pelo Irão por alegada falta de autonomia estratégica ao seguir as políticas de Washington.
[O diretor do SIS entra na sala de audiências e recusa cumprimentar Frederico Carvalhão Gil, com quem trabalhou durante décadas. A traição do espião abalou profundamente o Estado português e Neiva da Cruz não lhe perdoa. Em tribunal, o espião defronta os antigos colegas do SIS. E, para se defender, ataca o sistema. Nunca vai admitir o crime de espionagem. O que não significa que não seja condenado por ele. Já pode ouvir o sexto e último episódio do novo Podcast Plus “A Vida Dupla do Espião Traidor” no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube. Pode ouvir aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, o terceiro episódio aqui, o quarto aqui e o quinto aqui.]
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Petroleiro atingido por três projéteis desconhecidos no Estreito de Ormuz
Um petroleiro foi atingido por três projéteis desconhecidos a 17 milhas náuticas (31,4 quilómetros) de Khasab, em Omã, no Estreito de Ormuz. A informação é avançada pelo Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO).
“Um petroleiro relatou ter sido atingido por três projéteis desconhecidos enquanto completava um trânsito de saída do Estreito de Ormuz. Nenhuma vítima ou impacto ambiental foi relatado”, refere a agência, em comunicado.
UKMTO WARNING 124-26
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— UKMTO Operations Centre (@UK_MTO) August 31, 2026
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Irão acusa União Europeia de perder autonomia estratégica e de se "render" aos Estados Unidos
O porta-voz do Ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baqaei, afirmou que a União Europeia perdeu “autonomia estratégica” por ter aceite manter a pressão económica sobre o Irão e que tal vai contra as próprias regras do bloco europeu.
“A Europa já não pode falar de ‘autonomia estratégica’ enquanto apenas executa as ordens de Washington. A autonomia estratégica não é assegurada por declarações grandiosas. É realizada através da capacidade de decidir de forma independente e responsável – mesmo que essas decisões divirjam da posição de uma potência maior”, afirmou no X.
Noutra publicação, Baqaei sublinha que o apoio contradiz a própria legislação europeia, que prevê que a União Europeia não deve reconhecer a aplicação extraterritorial das leis adotadas por países terceiros”. Do mesmo modo, apelida o apoio europeu à pressão económica contra o Irão de “uma grave violação do direito internacional” e que cada Estado-membro da União Europeia deve ser “responsabilizado”.
“A União Europeia não pode apoiar o terrorismo económico de Washington contra o Irão enquanto afirma buscar a redução da escalada e a estabilidade regional. As duas posições são mutuamente exclusivas. Esta postura irresponsável é evidência da decadência moral e da incompetência política da UE”, acusa.
The #EU appears to be surrendering its sovereignty, its laws & regulations, its values and its ethics to American coercion.
Under its own legislation, the European Union shall not recognise the extraterritorial application of laws adopted by third countries and regards such…
— Esmaeil Baqaei (@IRIMFA_SPOX) August 31, 2026
Hoje, a União Europeia prometeu coordenar a pressão económica sobre o Irão com os Estados Unidos e o G7.
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Secretário norte-americano do Exército demite-se por divergências com Hegseth, avança Wall Street Journal
O secretário norte-americano do Exército, Dan Driscoll, demitiu-se por divergências com o secretário da Defesa, Pete Hegseth, avança o Wall Street Journal.
“O secretário Driscoll tem sido altamente eficaz no avanço da agenda do Presidente Trump para tornar a América forte outra vez no Departamento do Exército, fornecendo uma liderança excecional durante operações militares históricas, restaurando uma ênfase na prontidão e letalidade, ajudando nas negociações entre a Rússia e a Ucrânia e muito mais”, afirmou Anna Kelly, porta-voz da Casa Branca, em comunicado.
Driscoll e Hegseth viviam momentos de tensão desde há vários meses devido à forma como Hegseth conduzia o Departamento da Defesa, mas também à demissão de altas patentes militares, como o Chefe do Estado-Maior do Exército, Randy George, para implementar a agenda de segurança nacional de Donald Trump.
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Petroleiro saudita foi parado no Estreito de Ormuz, diz Irão
Os meios de comunicação iranianos estão a noticiar que um petroleiro saudita foi parado enquanto navegava pelo corredor sul do Estreito de Ormuz, cuja passagem é proíbida pelo Irão. A notícia não foi confirmada pela comunicação social saudita até ao momento.
“Um petroleiro saudita foi parado enquanto transitava pelo sul corredor do Estreito de Ormuz”, refere a Reuters.
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Reportado incidente no Oceano Índico entre um petroleiro e forças militares"
O Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO) noticiou um incidente no Oceano Índico envolvendo “um petroleiro e forças militares”.
“A UKMTO recebeu um relatório de um incidente envolvendo um petroleiro e forças militares no Oceano Índico. Os navios são aconselhados a considerar as informações mais recentes sobre segurança marítima e manter a consciência do ambiente operacional em evolução”, refere no X.
UKMTO ADVISORY 123-26
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— UKMTO Operations Centre (@UK_MTO) August 31, 2026
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Trump sugere que poderá retirar o apoio à soberania britânica das Ilhas Malvinas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu esta segunda-feira que poderia retirar o apoio norte-americano à soberania britânica sobre as ilhas Malvinas, reivindicadas historicamente pela Argentina.
“Eu sempre revejo todas as posições. Esta é apenas uma entre muitas”, respondeu Trump à imprensa no Salão Oval quando foi questionado sobre este assunto.
As declarações de Trump surgem depois de meios de comunicação social britânicos terem publicado que a Administração norte-americana estaria a considerar retirar o seu apoio à soberania britânica sobre as Malvinas para pressionar Londres a aumentar os gastos em defesa.
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Kiev. Seis feridos em ataques com drones, três em estado grave foram hospitalizados
Um ataque com drones esta segunda-feira em Kiev deixou seis pessoas feridas, sendo três em estado grave que foram encaminhadas ao hospital, disse o autarca daquela cidade ucraniana no Telegram.
A maior parte dos feridos estava na vila de Pogreby, no subúrbio de Kiev. Ataques foram também registados nos distritos de Holosiivskyi, Solomyanskyi e Darnytskyi. O alerta de novos ataques em Kiev permanece ativo até ao momento, com recomendação para que a população permaneça em abrigos.
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Trump não comenta presença russa na cimeira dos G20
O Presidente dos Estados, Donald Trump, não comentou o convite feito pelos norte-americanos ao ministro russo das Finanças na cimeira dos G20, que tem sido contestada por ter sido feita sem aviso prévio.
“Vamos ver o que acontece, mas gostamos de nos dar bem com toda a gente”, afirmou em conferência de imprensa.
Question: What was the thinking behind inviting the Russians to the G20 meeting in Ashville?
TRUMP: We like getting along with everybody pic.twitter.com/hDOyIFoi0b
— Open Source Intel (@Osint613) August 31, 2026
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Trump afirma que petróleo venezuelano pagou a guerra do Irão "muitas vezes"
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o petróleo venezuelano pagou a guerra do Irão “muitas vezes”, algo que, segundo o Presidente, não aconteceu com outros conflitos, como a guerra do Afeganistão.
“O custo da guerra foi pago muitas e muitas vezes”, afirmou em conferência de imprensa.
Trump on Venezuela:
"We paid for the war. The cost of the war has been paid for many, many times before."
"Where have you heard that before? You didn't hear that with Afghanistan. You didn't hear that with Vietnam." pic.twitter.com/wCIbVco5jA
— Open Source Intel (@Osint613) August 31, 2026
Trump sublinhou que os Estados Unidos têm “uma boa relação” com a Venezuela e que o acordo de produção de 65 mil milhões de barris de petróleo vai permitir às “empresas mais ricas e poderosas do mundo irem para a Venezuela” e exportar para as refinarias norte-americanas.
“Vamos tirar milhões e milhões de barris de petróleo que vão para Houston, que vão para Louisiana, que vão para muitos lugares diferentes dos Estados Unidos e de todo o mundo”, sublinhou.
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Trump não exclui ataques limitados no Estreito de Ormuz
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não exclui o lançamento de ataques limitados no Estreito de Ormuz contra as capacidades ofensivas do Irão, como noticiado pela Axios.
“São uma nação fracassada. […] Isso não significa que não vamos bater neles. Veremos o que acontece”, afirmou em conferência de imprensa.
Trump afirma também que o Estreito de Ormuz está “em boa forma” e que, na última noite, 30 navios atravessaram a área. Além disso, afirma que o Irão “não sabe quem é o líder”.
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Irão ameaça retaliar ataque norte-americanos lançados a partir de países vizinhos
O exército iraniano ameaçou que vai atacar os países vizinhos se permitirem o lançamento de ataques norte-americanos contra o Irão.
“Como demonstrámos no terreno, enquanto respeitamos a soberania nacional dos nossos vizinhos, nunca toleraremos qualquer forma de agressão e responderemos com uma retaliação muito mais pesada”, afirmou em comunicado, citado pela Al Jazeera.
O exército sublinhou também que os países vizinhos aliados dos Estados Unidos têm “testado repetidamente” as forças armadas e o povo iraniano e avisou os estados para não o voltarem a fazer.
“Alerta-mo-vos: testaram repetidamente a forte determinação das nossas forças armadas e do nosso povo corajoso e resiliente. Não testem de novo”, avisou.
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A Europa pode dar-se ao luxo de se afastar dos EUA?
Para Helena Ferro Gouveia, a Europa não deve prescindir da aliança com Washington devido à dependência defensiva e aos valores comuns. Salienta ainda os ataques híbridos da Rússia contra solo europeu.
Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.
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Paquistão vai liderar pacto de defesa com a Turquia e a Arábia Saudita durante três anos
O Paquistão, a Turquia e a Arábia Saudita institucionalizaram o acordo de defesa mútua, assinado a 7 de agosto, com a criação de um secretariado, que será liderado pelo Paquistão durante três anos. A institucionalização serve, segundo os três países, para reforçar a “credibilidade e eficácia da dissuasão e defesa coletiva” e contribuir para a estabilidade e paz regional.
“Através de atividades conjuntas, [os três países] vão também trabalhar as suas capacidades de defesa e coesão das suas forças armadas através de uma cooperação robusta da indústria de defesa, desenvolvimento e produção tecnológica conjunta”, refere o comunicado conjunto, publicado pelo Ministério paquistanês dos Negócios Estrangeiros, no X.
???? PR No. 2️⃣3️⃣1️⃣/2️⃣0️⃣2️⃣6️⃣
STRATEGIC POLITICAL AND DEFENCE COMMITTEE OF THE MAKKAH AGREEMENT FOR JOINT DEFENCE – JOINT STATEMENT
????⬇️ pic.twitter.com/WAJfYdYCoL
— Ministry of Foreign Affairs – Pakistan (@ForeignOfficePk) August 31, 2026
A 7 de agosto, os três países assinaram um acordo de defesa mútua do mesmo género da NATO, que prevê que uma agressão contra um país representa uma ataque contra todos os membros.
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Trump pondera lançar ataques limitados no Estreito de Ormuz para prevenir reconstrução de capacidades iranianas de atacar navios
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está a ponder lançar ataques limitados no Estreito de Ormuz para “prevenir o Irão de reconstruir as suas capacidades de radar e mísseis para atacar navios”, avançam três funcionários norte-americanos à Axios.
“O Presidente mantém todas as opções à sua disposição. Os iranianos querem fazer um acordo, mas estão sempre um dia atrasados e aquém do necessário”, afirmou uma fonte da Casa Branca.
O plano terá sido desenvolvido na semana passada pelo Comando Central dos Estados Unidos e tem o apoio de Pete Hegseth, secretário norte-americano da Defesa, como forma de “reduzir o risco de ataques iranianos a petroleiros”, refere uma das fontes. No entanto, não obteve a aprovação de Trump, por não pretender uma escalada militar, sublinha a Axios.
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Rússia afirma que encontro com Bessent centrou-se na cooperação entre os dois países
O Ministério russo das Finanças referiu que o encontro entre Anton Siluanov e o seu homólogo norte-americano, Scott Bessent, se centrou na cooperação entre os dois países, sem fazer referência à discussão do plano de paz para a Ucrânia, como reportado pelos meios de comunicação social dos Estados Unidos.
“Foram debatidas questões relativas à cooperação russo-americana no âmbito financeiro, bem como matérias de colaboração no quadro do G20”, refere o Ministério no Telegram.
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Vance afirma que há um aumento "significativo" da produção de petróleo venezuelano
O vice-Presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que existe um aumento “significativo” da produção de petróleo venezuelano desde que foi anunciado o acordo do controlo de 65 mil milhões de barris por parte dos Estados Unidos, no sábado.
“Já vemos um aumento significativo da produção de petróleo por parte da Venezuela”, afirmou aos jornalistas, citado pela Fox News, afirmando que a produção por parte da Vezenuela é um fator de estabilização dos preços dos combustíveis.
“Apesar de muitas pessoas preverem que os preços do petróleo iriam chegar aos 200 dólares [172 euros] o barril — são obviamente mais altos do que eram há alguns meses — mas são muito mais estáveis em parte do que vimos a sair da Venezuela”, esclareceu.
Estados Unidos e Venezuela fecham acordo para a exploração de petróleo
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Vance afirma que Trump estava a "enviar uma mensagem" quando partilhou um vídeo sobre ataque contra a ilha de Kharg
O vice-Presidente dos Estados Unidos, JD Vance, esclareceu que o vídeo gerado por inteligência artificial partilhado por Donald Trump sobre um possível ataque contra a ilha iraniana de Kharg não era um anúncio, mas uma “mensagem”.
“O Presidente gosta de mudar um pouco as redes sociais. Ele seria o primeiro a dizer que não faz anúncios sobre ações militares nas redes sociais, mas acho que ele está a enviar uma mensagem para os iranianos”, afirmou aos jornalistas, citado pela Fox News. A “mensagem” seria para prevenir o Irão de realizar ataques contra navios comerciais no Estreito de Ormuz.
Hoje, Donald Trump partilhou um vídeo gerado por inteligência artifical no Truth Social, que mostra um ataque à ilha iraniana de Kharg, com a descrição “a ilha de Kharg a ser reduzida a pedaços”.
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Secretário norte-americano do Tesouro encontra-se com homólogo russo para debater a paz na Ucrânia. Presença russa contestada pela Europa
O secretário norte-americano do Tesouro, Scott Bessent, encontrou-se com o seu homólogo russo, Anton Siluanov, para debater o plano de paz de Trump para a Ucrânia. A reunião aconteceu à margem da cimeira dos ministros das Finanças dos G20, que ocorre hoje em Asheville, nos Estados Unidos.
“Bessent discutiu o ‘plano de paz’ de Trump com o ministro russo das Finanças Anton Siluanov em Asheville”, refere a televisão norte-americana CNBC, sem adiantar mais pormenores. No entanto, um funcionário ucraniano afirmou ao Kyiv Independent que a Ucrânia “não sabe nada desta reunião”.
A presença russa, a primeira desde a invasão da Ucrânia, em 2022, tem sido contestada pelos membros europeus do grupo, por não ter sido previamente anunciada pela administração Trump. O ministro alemão das Finanças, Lars Klingbeil, e os restantes homólogos europeus ameaçaram boicotar a tradicional foto de grupo se o ministro russo das Finanças aparecer no evento, refere o New York Times.
Além disso, Klingbeil afirmou aos jornalistas que “repreendeu” Siluanov pela invasão da Ucrânia e pediu o fim da guerra.
“Receber o ministro russo das Finanças aqui envia um sinal que eu acho preocupante. Eu teria preferido um posicionamento claro do lado dos Estados Unidos que [Siluanov] não fosse recebido como um convidado regular”, afirmou.