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Já temos conosco em estúdio a nossa convidada de hoje. A Vera Mendes é psicóloga da Amore Nostro, uma agência matrimonial portuguesa. Vera, bem-vinda.

Olá, Vera. Bem-vinda.

A estreia da Vera na rádio. Vera, eu gostava de pedir para lhe explicar de que forma definem o vosso negócio.

Ok, certíssimo. O que nós fazemos é tentar unir pessoas que procurem um relacionamento sério, estável e duradouro, seja ele de que cariz for. Não precisa ser necessariamente um casamento, como o próprio nome da agência incentiva. Pode ser um casamento, uma união de facto, um namoro. Isso fica ao critério da pessoa que vem ter connosco, consoante o que ela deseja naquela altura da sua vida. O que nós fazemos é a união de duas pessoas que são livres e que pretendem um relacionamento sério, de forma séria.

Mas procuram, a palavra agora está na ordem do dia, até por vários formatos televisivos. Procuram o match, procuram alguém que possa casar com essa pessoa? É isso?

Sim.

E como é que isso se faz, Vera?

A nossa equipe é constituída por psicólogas e sociólogas, que se mantêm atualizadas na parte relacional do que toca ao ser humano. Por isso, dá-lhes ferramentas para elas poderem trabalhar com o que estava a chamar de match. Como é que nós fazemos isto tudo? O primeiro passo é que a pessoa venha ter connosco. Por quê? Porque o nosso serviço é todo ele presencial, por uma questão de segurança e privacidade dos dados das pessoas que nos procuram, porque o que elas procuram não é mediatismo, mas sim encontrar um amor e de forma privada, porque é um assunto muito delicado, um assunto muito íntimo, então querem o mais privado possível. Vêm ter connosco a uma das nossas agências, nós estamos espalhados pelo país, escolhem a agência que está mais perto de si e então são atendidas por uma psicóloga ou socióloga que vai traçar o seu perfil e o perfil da pessoa que pretendem naquela altura da vida, segundo o que nos descrevem. Com base nestas informações.

Vera, desculpe interrompê-la. Portanto, traçam o perfil, a pessoa é assim, é A ou B ou C, não interessa, e também procuro A, B ou C. É isso? A pessoa descreve aquilo que procura.

Exatamente. Como é que descreve isto? Imaginemos: "Olhe, doutor, faz-me uma imensa confusão uma pessoa que fume dentro de casa." Esse tipo de informações vão ser importantes. Por quê? Porque depois, quando nós unimos as pessoas, elas têm que ter uma certa compatibilidade no seu dia a dia, para além de interesses, ideologias, mas também em coisas mais práticas e concretas. O fumar ou não fumar.

O já ter filhos ou não, por exemplo.

Exatamente, o já ter filhos ou não, o ter desejo em ter filhos ou não, porque imaginemos que vem ter comigo uma senhora que deseje imenso ter filhos. Nunca vou poder unir essa pessoa com um senhor, por exemplo, imaginemos, que não queira mais ter filhos ou que não queira ter filhos. Então tentamos primeiro perceber estas variáveis, até depois passar a uma segunda fase, que são então as consultas de psicologia, e aí sim, já aplicamos testes de personalidade mais exaustivos e testes relacionais. Ou seja, vemos como é que a pessoa é numa relação, quais as suas fragilidades, as ansiedades, tudo o que está por detrás de passados relacionamentos que podem condicionar ou não um futuro relacionamento.

Ou seja, para não repetir padrões.

Exatamente.

Portanto, se não resultou até ali, o padrão não se poderá repetir no futuro. Já encontraram algum caso que fosse completamente impossível ou não?

Até agora não estou a recordar de nenhum, vou ser sincera. Claro que a nossa taxa de sucesso está em 85%, não está em 100. Há alguma coisa aqui que ainda está a falhar. Agora, não diria que é um caso impossível. Isso não diria. Se calhar, o que acontece é que a pessoa acaba por entrar num relacionamento e a coisa acaba por não durar tanto tempo quanto um ou outro quereriam, por diversos motivos, diversas variáveis, e acabam por se separar. Agora, ter vindo ter connosco alguém que nós disséssemos: "É de todo impossível," não tenho recordação.

A Vera nunca disse a ninguém: "Pronto, desiste, não vale a pena." A Vera Mendes fala em 85% de sucesso, não é? Isso mede-se como? Há algum horizonte temporal para dizerem: "Pronto, mais um caso de sucesso. Um ano. Durou um ano." Como é que isso se faz?

Pronto, nós não conseguimos dizer: "Olhe, a partir de um ano, ou dois, ou três, vai ser um caso de sucesso e entra para a estatística." Como é que nós medimos isso? É através do feedback dos nossos matchs que nós fazemos. Imaginemos, já tivemos casos que no fim de meio ano acabaram por constituir família, acabaram por ter filhos e continuam juntos. É um caso de sucesso para nós. Por acaso, há relativamente pouco tempo recebemos uma notícia de um casal que nós unimos e que entretanto vai casar agora na primavera. Mais um caso de sucesso. E medimos através daí. Ou seja, o que o casal considera que está a ter sucesso e mantém-se ainda unido, é um caso de sucesso para nós.

Vera, e onde é que fica aquela parte do improviso, do conhecer uma pessoa, conversar com ela, encantar-se com ela. Essa parte existe quando sugerem que a senhora A vá jantar com o senhor B ou vice-versa? É aí que dão espaço para que isso exista? Isso parece-me tão científico.

Parece até certo ponto. Eu vou lhe explicar como é que isto depois funciona, a magia. A magia é no dia da apresentação. Todas as variáveis cruzadas, chegamos a um dia em que a Senhora A, Senhora B, imaginemos, ou Senhor Senhor, Senhora Senhor, o que for, no caso, decidem então mutuamente conhecer-se. Esse conhecimento é sempre feito na nossa agência e dinamizado pela psicóloga que segue o processo de cada um dos clientes.

Quando diz dinamizado, quer dizer o quê?

Ou seja, é a psicóloga que vai apresentar um e o outro.

Numa consulta?

Mais ou menos. É numa pequena reunião.

É a psicóloga que quebra o gelo?

Exatamente. Eu costumo brincar muito e digo que é como se fosse uma amiga a apresentar dois amigos, para ser ali o mais natural possível, quase que encenar a nossa vida na adolescência ou na faculdade. Nesse dia, a consultora, a psicóloga, refere então o primeiro nome de cada um deles, porque até então não é revelado qualquer tipo de dado confidencial para não expor ninguém. Pronto, revela o primeiro nome de cada um deles, quebra ali um bocadinho o gelo, como estava a referir, e muito bem. E é aí que a magia acontece. Por quê? Porque a química nós nunca conseguimos controlar. E aí ou a magia acontece ou não acontece. Ou seja, temos a ciência toda do nosso lado e não há ali a parte que ninguém consegue controlar, que é a faísca, a primeira impressão, que é arrebatadora e que faz dizer: "Não, meu coração está a bater demasiado forte quando esta pessoa está a falar e temos os mesmos interesses, as mesmas ideologias, se calhar isto tem pernas para andar."

Vera Mendes, deixe-me insistir neste ponto. As pessoas que procuram a vossa agência, que procuram a vossa ajuda, obviamente necessitam disso. Precisam disso, sentem essa necessidade. Não estão já predispostas a que a faísca se acenda à primeira pessoa que lhes aparece?

Sim e não. Depende da pessoa e depende das fragilidades e das histórias passadas, em termos de relacionamentos. Isto por quê? Porque algumas pessoas estão tão fragilizadas que acabam por se fechar quase que num casulo. E elas querem estar predispostas, mas às vezes ainda não estão no ponto certo. Então aí exige mais tempo da nossa parte, mais consultas de psicologia para desmistificar e desbloquear mais as fragilidades. Às vezes acontece as pessoas seguirem para uma apresentação, ou seja, conhecerem uma outra pessoa, porque pensam que sim, é a pessoa certa, mas ainda não estão prontas. E às vezes a faísca, a química não entra.

E pode não acontecer à primeira, não é?

Sem dúvida.

Esses encontros podem se repetir com pessoas diferentes.

Sim. Isto é mais pura realidade. É como se fosse a nossa vida sem a agência.

Sem intermediários.

Exatamente. Pode acontecer, pode não acontecer.

E os formatos televisivos aumentaram muito a procura pelos vossos serviços ou não?

Nós não sentimos uma diferença, vou ser sincera. Sentimos uma diferença no que refere a compararmos e tocar no assunto. E as pessoas vêm ter conosco e dizem: "Ah, mas eu quero que seja assim," usam aquilo como método de comparação, ou não quero que seja assim. O discurso, sim, têm vindo muito ter conosco. Por terem vindo mais pessoas ter conosco em relação a esses formatos televisivos, não temos sentido, na realidade.

Não aconteceu. E em relação às aplicações, nós hoje vivemos no mundo tecnológico em que toda gente tem essa facilidade de poder conhecer alguém através de aplicações. Isso também não desmotivou a procura pelos vossos serviços?

Isso foi, por outro lado, o efeito contrário. Por quê? As aplicações nem sempre são tão seguras como às vezes a pessoa precisa de se sentir. E faz o efeito contrário, ou seja, a pessoa acaba por ter uma experiência nas aplicações, tem uma experiência que não é tão positiva quanto precisava e desejava, e então vem ter conosco.

E isso leva-nos ao perfil de quem vos procura. Pessoas jovens também vos procuram, pessoas com mais idade?

Sim, de jovens até com mais idade. Nós temos muitos inscritos na casa dos 20, 30, 40 e temos sim, também na casa dos 60, 70, 80.

Há muita gente.

Há para toda gente.

Sim.

E já que têm serviços um pouco por todo o país, pela descrição que a Vera Mendes fez, há mais procura nas áreas urbanas, nas zonas rurais, é conforme a densidade populacional?

É conforme a densidade populacional, também.

Então tem mais procura nas áreas urbanas.

Sim. Também temos grande procura nas não urbanas, mas sim, somos um reflexo da população portuguesa.

A Vera é psicóloga, portanto está habituada a ler estas situações. Por que acha que as pessoas estão a precisar de ajuda para encontrar outra? O que é que nos aconteceu?

Olhe, não nos aconteceu nada de especial. Nós às vezes só temos é que saber interpretar as situações e não as conseguimos interpretar sozinhos, então precisamos de um bocadinho de auxílio. Outras vezes estamos tão absorvidos pelas nossas quotidianas laborais, dinâmicas de filhos, a fazer os objetivos de vida, que esquecemos de um objetivo de vida muito importante, que é o amor. Então, às vezes precisamos de alguém que nos relembre isso. E nós às vezes servimos um bocadinho também só para isso.

Alguém que dê um empurrão.

Exatamente.

Portanto, as motivações principais são essas, o ritmo acelerado de vida que não permite esses encontros ou quais são as motivações principais? Uma certa solidão também?

Sim, depende da faixa etária.

Estou curiosa com os mais jovens, por acaso.

Certo. Nos mais jovens é o ritmo de vida, é o ritmo laboral. Concentraram-se muito em estudar para ter um emprego. Estudam, têm um emprego, e então e agora a vida amorosa? Como é que eu faço? E agora? Não consigo? Quer dizer, eu consigo, mas como é que eu faço agora? E quase que lhes faltam recursos, porque sabem: "Ok, eu posso ir a um espetáculo cultural e conhecer lá alguém, mas quase que me falta a vontade e acabo por desanimar, e já estou cansado e vou para casa, já não vou." E nós fazemos um pouquinho esse papel. "Está bem, senhor X ou senhora X. Então vamos lá, venha aqui à consulta, vamos falar um pouco consigo. Olhe, tenho aqui a pessoa ideal para si, se calhar. Vamos experimentar? Não custa nada."

E como é que fazem esse processo? Introduzem os dados num computador, num supercomputador, que depois dá alguns resultados?

Carregam no enter e aparece o match perfeito.

Ou isso é feito numa parede com fotografias coladas e alguns alfinetes.

Muito cinematográfico.

É o nosso imaginário, isso está nos filmes. Como é que isso é feito, Vera?

É um pouco quase de tudo, tirando os alfinetes.

Não há alfinetes.

De tudo, que não há alfinetes. Há, sim, um computador onde nós inserimos aqueles dados mais concretos, que era aquilo que lhe estava a falar. Por exemplo, faixas etárias, localidade, se fuma, se não fuma, se tem filhos, se não tem filhos. Essas variáveis mais concretas colocamos na nossa base de dados interna. Depois tem sempre o toque mais humano, que é onde entra mais a parte de psicologia a sério, pura e dura, como eu costumo dizer, que é no fim de analisar os testes de personalidade, os testes relacionais, ver com um olhar mais clínico se aquela pessoa vai de encontro à expectativa da outra, se realmente aquela pessoa é mais indicada para a outra, se tentamos proporcionar uma apresentação, se vai à partida correr da melhor forma para ambos. Há sempre um olhar mais humano, sem dúvida alguma.

E quanto é que isto pode custar?

Olhe, depende muito. Depende do seu perfil, depende do perfil da pessoa que procura, na altura da vida, depende das complexidades do processo ou das facilidades do processo.

Ou seja, se for mais fácil encontrar uma pessoa para aquela pessoa, se for mais fácil encontrar uma tampa para aquela panela, usando uma analogia, o processo é mais barato, é isso?

Sim, eu vou lhe explicar por quê. Porque à partida também é muito mais rápido.

Mas estamos a falar de quanto? Pode nos dar um intervalo, Vera, só para termos uma ideia?

O que eu posso dizer é que a primeira consulta, para nós podermos analisar o seu perfil e o perfil de pessoa ideal para si, tem o valor simbólico de € 15. Isto por quê? Porque eu não consigo dizer a ninguém quanto é que vai custar o processo em termos monetários, sem poder fazer uma mínima análise. Isso eu não consigo.

E não fazem descontos de Dia dos Namorados?

Claro que sim.

Ah, fazem?

Sim.

E vocês vão contrariando aquela ideia que nós temos que os opostos se atraem e tentam encontrar pontos comuns ou não? Ou também já aconteceu casos em que uma pessoa à partida não teria muito a ver com aquela e depois aquilo até acabou por resultar, ou não?

Sim. Temos as duas situações. O que é que acontece? As pessoas vêm ter conosco e à partida querem uma pessoa à imagem de si. Então aí um pouco jogamos com isso.

Querem casar com elas próprias, é isso?

Às vezes.

Isso deve ser complicado.

Complicadíssimo. Mas, portanto, já aconteceu o oposto, não é?

E o oposto também. Quando nós dizemos: "Olhe, mas realmente aquela pessoa tem os mesmos interesses que si, certo, mas que realmente não vê as coisas depois daquele mesmo prisma que está a ver neste momento. Será que conseguia conhecer esta pessoa?" E a pessoa fica assim um pouco na dúvida: "Se a senhora aconselha." Ou seja, já criamos ali uma relação emocional com a pessoa, lá está o lado mais humano. Já sabemos que possivelmente poderá dar certo, a pessoa tem algumas resistências associadas a experiências passadas e só não tem é uma abertura. Então quando nós queremos ali o mínimo de abertura, claro, com toda a segurança e com toda a retaguarda depois psicológica atrás, para ver se aquilo nada descamba emocionalmente, a pessoa predispõe-se. "Sim, olhe, vou arriscar."

Sim, tem de existir essa abertura também, não é? Da parte das pessoas que procuram os vossos serviços. E também existe aqui um certo preconceito em relação àquilo que vocês fazem, não é? Existe um preconceito em recorrer a uma agência matrimonial. Vocês também sentem isso no vosso dia a dia?

Sim, sentimos. Sentimos por quê? Porque o amor é sempre um tema muito sensível para nós enquanto ser humanos. A verdade é que precisamos dele, porque é isso que nos faz sobreviver, é a intimidade relacional. E acabamos por sofrer um pouco desse preconceito, por vezes, porque é complicado para as pessoas admitirem ao mundo que precisaram de ajuda numa coisa que nos é quase inata, que é relacionarmo-nos com o outro. Mas a verdade é que às vezes nós estamos tão fragilizados conosco próprios, que nos esquecemos que temos que nos amar a nós para conseguir amar o outro. E às vezes é um pouco isto que nós fazemos quando nos vêm pedir ajuda. Primeiro elevamos a pessoa para ela depois se sentir capacitada para amar. Claro que explicar isto ao mundo e dizer: "Sim, eu tenho este problema", que não é um problema, é uma fragilidade que é completamente contornável, às vezes custa-nos um pouco.

E agora aqui uma dúvida que eu tenho. Vera, quem é que escreve aqueles perfis como nós há pouco lemos aqui um em antena da senhora com grande sentido de humor, procura um senhor carinhoso, são vocês ou são os clientes?

É uma consultora com base no que o cliente pede. Se bem que essas informações não são completamente reais. Nós temos que mascarar ao máximo para não identificar ninguém. Por isso, às vezes, o senhor de 43 anos não tem 43 anos, tem uma outra idade, procura uma senhora sim, mas se calhar não é da agência de Braga, é da agência de Faro. O que nós fazemos é que às vezes quando as pessoas veem esses perfis no site e dizem: "Eu quero imenso conhecer esta pessoa." Tudo bem, então dêem uma referência que eu vou ver se é compatível consigo. Está bem?

Está ali um perfil, não é? Vocês apresentam um perfil. Estamos quase a chegar ao fim. Hoje é dia de São Valentim, hoje é dia de apaixonados. Conte-nos aí uma história daquelas de sucesso, aquelas histórias que só vemos nas comédias românticas. Vá lá, Vera.

Elas existem e existem quase todos os dias na Amore Nostrum. Por isso, como deve imaginar, eu pra casa vou-se muito que feliz ao fim do dia. Eu estou me a lembrar, e pegando num tema há bocado, da faixa etária dos jovens. Foi um casal, já há algum tempo, na faixa etária dos 40. Era uma professora, o senhor tinha um cargo executivo. Ambos, obviamente, sentimentalmente livres, seguiram para uma apresentação na véspera de Natal.

24 de dezembro.

24 de dezembro. E o mais engraçado é que eles eram da mesma zona, frequentavam os mesmos sítios, o mesmo ginásio, inclusive. Nunca se tinham visto. Inclusive no dia, a colega que atendeu, que dinamizou todo o encontro, chegou a brincar e disse: "Então vocês vieram aqui só pra acertar horários, foi?"

Porque se cruzavam nos mesmos sítios.

Tinham tudo para já ser um casal de sucesso antes de vir ter conosco. Simplesmente não se proporcionou. Precisaram dali do nosso empurrãozinho na vida.

Essa história não acaba na macedora, não?

Não. Acaba com um casal de sucesso que está hoje em dia ainda muito feliz e ainda bem.

Obrigado, Vera.

Muito bem, a Vera Mendes é psicóloga da Amore Nostrum, a agência matrimonial portuguesa juntou-se a nós neste dia dos namorados. Obrigada, Vera. Até à próxima.

Obrigada.

Rádio Observador. Aconteça o que acontecer. Olá, eu sou a Ana Filipa Rosa. Obrigada por ouvir este podcast. Se gostou, pode sempre partilhá-lo com alguém e ouvir a Rádio Observador. Estamos online, mas também no FM, na Grande Lisboa em 98.7 e no Grande Porto em 98.4. Obrigada