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Só falta um degrau, Benfica e Sporting Braga, para chegarem às competições europeias nesta temporada. E a subida desse degrau começa hoje, acontece a duas mãos. O Benfica joga em casa frente ao Aarhus, o campeão da Dinamarca. Foi campeão ano passado, 40 anos depois. Já o Sporting Braga vai jogar com o Austria de Viena. Os dois clubes portugueses jogam em casa às 20h, Benfica no Estádio da Luz, o Sporting Braga no Municipal de Braga. Vamos abordar estes dois jogos nesta edição de "E o Campeão É", hoje com Augusto Inácio, Gabriel Alves, Pedro Henriques e João Castro. Bem-vindos. Vamos começar pelo jogo do Sport Lisboa e Benfica. Gabriel Alves, o Benfica vai defrontar aqui um clube que caiu da fase de qualificação para a Liga dos Campeões. Este Aarhus voltou a ser campeão 40 anos depois, na temporada passada, na Dinamarca, mas não teve esse percurso brilhante. Aliás, foi eliminado com o resultado de 4 x 0, na segunda mão dessa eliminatória, frente a um clube também sem grande registro histórico nas competições europeias e agora cai para esta Liga Europa. O que deve fazer o Benfica e o que pode esperar deste adversário?
Podemos adiantar o que é consabido. Tem várias ausências, tem seis ausências. É um Benfica que aquilo que tem apresentado nesta pré-campanha europeia, eu diria uma pré-época, em que obviamente tem tido bons treinos, bons treinos em competição. St. Gallen, depois o Aarhus, com boas goleadas em casa, com uma derrota e o empate fora. Mas naturalmente, tudo isto são jogos onde obviamente os treinadores tiram as suas deduções. Passa igualmente quando temos um treinador novo, que é o caso de Marco Silva no Benfica, que traz a sua filosofia de futebol para o futebol encarnado. Obviamente, com os jogadores de que dispõe e naturalmente também, conjuntamente com a administração, tenta adquirir para as lacunas que a equipa objetivamente mostra. Portanto, têm sido bons jogos para essa finalidade. É um Benfica que me parece que vai ter que ser intenso, atitude, tal e qual como fez e tem feito. De resto, tem mostrado um trio atacante de luxo, movimentos, combinações, contraste de perfis, que é muito interessante na frente, desde o jogador de um para um ao associativismo, com gol no sangue, à cultura tática, o saber interligar no espaço os automatismos e o médio a fazer um quarteto nas linhas, num vai e vem intenso e preciso. Portanto, é um Benfica que me parece que vai ter hoje o regresso de Ortmans, depois de seis jogos oficiais.
Mas há titularidade para Ortmans?
Poderá ter, é o que se consta. E até fala-se um pouco mais, que podem aparecer outros, no sentido de dar mais rotinas e mais competitividade. Embora eu não acredite muito que Marco Silva, porque Marco Silva quer, obviamente, a qualificação garantida para a Liga Europa. Claro que quer e disso tem dado voz determinada, que vá mexer muito. Porque se tem já ritmos devidamente, automatismos conferidos, não vai agora pôr outro óleo na equipa. Ela está e é para ir para a frente. Portanto, acredito que seja com uma pequena ou outra ajuste a mesma equipa, talvez Ortmans, porque é um jogador de equilíbrio.
Sim. E há aqui outro fator, Augusto Inácio. O Benfica não vai jogar no fim de semana e, portanto, essas mexidas que vemos também na equipa do Benfica entre jogos do campeonato e da fase de qualificação para a Liga Europa, talvez hoje não seja tão necessário, uma vez que o Benfica não vai ter o jogo desta terceira jornada a acontecer neste fim de semana.
Boa tarde a todos. O Benfica tem urgência em estar na fase de grupos da Liga Europa e por isso não vai facilitar nada, como também, em termos de organização, acho que esteve muito bem em adiar o jogo para estar mais fresco até para o jogo da segunda mão. Ou seja, pode jogar com a melhor equipa da primeira mão e pode jogar com a melhor equipa na segunda mão, porque a equipa não está cansada nem está desgastada de jogar de três em três dias. Por isso, a expectativa hoje, embora o Benfica seja superfavorito, mas isso não quer dizer que tenha que facilitar, porque quem facilita já sabe que é a morte do artista, eu diria, mais do que nunca, é tentar perceber que Benfica vamos ter, que evolução teve. O Benfica tem tido alguns hiatos, não tem tido uma constância de jogo sempre pela positiva. Diria que se o Benfica estiver ao seu nível naquilo que foi este jogo com o Aarhus, principalmente na Luz e com a primeira equipa suíça, St. Gallen, que teve, eu acho que o Benfica tem tudo para fazer aqui um excelente resultado. Mas claro, isto no futebol tudo pode acontecer, senão vejamos as surpresas que têm havido. O Benfica perde na Suíça e, por exemplo, vem início ao campeonato com uma equipa que se visualizou e empatou com o Portimão de Fiel. Isso é só para dar exemplos que não se deve facilitar, mas o Benfica realmente é muito, mas mesmo muito superior a esta equipa.
João Castro, a tua expectativa para este jogo do Benfica? Conheces bem o futebol dinamarquês. O que o Benfica pode esperar deste Aarhus?
Este Aarhus o ano passado fez uma grande temporada, que culminou com o título passado há 40 anos. Este ano vai com três jogos na liga e não ganhou nenhum. O jogador mais conhecido é o Vangstad, um jogador que vale cerca de € 6 milhões, um médio. Lá na frente tem um jovem agora do Uganda, o Bojeri, tem o Serra, que é alemão, mas é uma equipa que está claramente ao alcance do Benfica, é uma equipa que alinha muitas vezes a base é o seu 343, às vezes 3421. Mas é uma equipa que está a passar algumas dificuldades. Vamos ver, eu acho que tem que ser uma equipa que vai ter que ser muito bem organizada cá atrás para levar a eliminatória, caso contrário, pode acontecer o que aconteceu com o Hearts e o Benfica resolver esta eliminatória logo no primeiro jogo. Os dinamarqueses ou vêm muito bem organizados e com mentalidade para sofrer ou podem sair daqui já derrotados. O Benfica é claramente favorito, não joga no fim de semana, como disseram, pode pôr a carne toda no assador, sobretudo jogar em casa com o público a pressionar. Espero uma vitória do Benfica e confortável de modo a ir à Dinamarca com a eliminatória já quase resolvida.
Pedro Henriques, já tens aí o 11? Horst não joga titular?
Não, claro que não, obviamente, eu não deixo. Não está em condições ainda. Está em condições para ir a jogo, obviamente, mas não vai colocar. Eu tenho dois ons. Tenho o 11, que acho que era o mais lógico, que é agarrar no que está feito para trás e não arriscar. Mas eu, se fosse eu, que não treino com os jogadores, tirava dois jogadores do 11 titular e metia outros dois. Passo a explicar: Samuel Soares, defesa Dali Banazalas, Tomaz Arús em inglês, que não mexe, Barrenechea. Eu acho que o normal é ir o Leandro Barreiro, eu hoje colocava o Richard Rios. E depois à frente, Pavlídis, já sabemos que sim, Sudakov e Rafa não mexem, o normal é ir Prestianni, mas eu hoje, como o Prestianni jogou os 90 minutos, punha o Sheldrupe. Portanto, as minhas diferenças era que não punha o Prestianni e o Leandro Barreiro, que é o normal a ir a jogo, e punha o Richard Rios e o Sheldrupe, obviamente, Richard Rios, no lugar de Leandro, chamamos assim, e Sheldrupe no lugar do Prestianni.
Vamos ver o que é que acontece, que decisões toma Marcos Silva logo à noite. Quanto ao Sporting Braga, que vai jogar com o Áustria de Viena, Pedro Henriques, até começo por ti. O que esperas, de facto, deste Sporting Braga? Tu tens falado ao longo dos últimos anos da importância de Portugal ter equipas que conseguem pontuar nestas competições europeias. O Sporting Braga está a tentar chegar à Conference League. E seria importante para Portugal ter uma equipa como o Braga nesta competição, onde, teoricamente, é possível conquistar mais pontos?
Sim, é por aí. Obviamente que o Torriense veio baralhar aqui muito as contas da malta toda, do Braga, do Benfica, etc. Faz parte e ainda bem para o Torriense. É bom que o futebol também tenha essas coisas. E o Braga, se calhar, possa não sentir tão feliz/confortável ou estar na Conference League, porque o Braga claramente é uma das 15 equipas que a gente diz claramente Liga Europa e nos seus melhores dias, como se costuma dizer, de Champions League, já deu provas disso. A questão aqui que se coloca é que depois falta-nos o tal quinto, a tal quinta equipa com forma de consistência. Às vezes aparece ali o Famalicão ou o Vitória Sport Club, mas não há aquela consistência de termos uma quinta equipa forte, sobretudo no sentido de com a sua permanência, e não haver aquela coisa que não é nem uma, nem outra. Que possa estar exatamente nesta Conference League, porque é aqui que muitas vezes, e os Países Baixos têm feito isso, a Bélgica tem feito isso, que por vezes aparecem estes países que concorrem ali naquelas lutas, quando andamos nos quintos e nos sextos lugares, que concorrem conosco e que vão, desculpem a expressão, sacar muitos pontos nestas competições.
Basta ver, por exemplo, deixa-me ajudar-te aqui, o Ajax, os Países Baixos, também está neste playoff, por exemplo.
Exatamente. E é por isso que eu acho que neste caso, já que o Braga foi parar ali, que o Braga passou com mais dificuldades esta última eliminatória, porque o sorteio também era mais difícil, que tanto o Braga como o Benfica, primeiro lugar, percebam que têm um jogo fora, claro que eles percebem, percebem mais disto do que eu, eu sei que os jogos ganham-se nas eliminatórias, mas é criar nesta primeira eliminatória condições muito favoráveis para que a segunda eliminatória não seja pesadelo ou difícil. E o Braga até fez isso quando ganhou por 1 x 0 na eliminatória anterior e depois jogou exatamente com isso quando consegue lá um 0 x 0. Portanto, é importante que o Braga também ganhe, porque eu acho que é importante que haja normalidade. E a normalidade é, já que o Benfica está nesta competição, ir à Liga Europa e assegurar, e penso que não está em questão, o Braga com um jogo, no meu ponto de vista, de dificuldade maior, assegurar também a Conference League, para que depois a gente possa dizer: Braga e Benfica não descuidem essas competições e sejam candidatos a ir o mais longe possível e até ganhar a competição.
Vamos ver o que é que acontece. João Castro, também o que achas deste Sporting Braga, que tem aqui o Áustria de Viena, que já é um clube histórico, não com a força de outrora.
Sim, mas o Braga teve dificuldades com o Todino de Minsk.
É verdade.
E, portanto, o que baralha aqui um bocadinho as contas. Eu acho que ao Braga falta os últimos 30 metros, ser uma equipa muito mais eficaz nos últimos 30 metros. Gere bem a bola, tem bom troca de bola. Acho que estão a sentir a falta do Zalazar também na equipa. E, portanto, têm que realmente reforçar essas dinâmicas ofensivas para serem eficazes.
E não há Ricardo Horta para hoje.
Pois, ainda por cima. E, portanto, acho que aqui a grande questão para o jogo de hoje é realmente o Braga ter conseguir chegar com uma vantagem para ir a Viena, porque se não for com vantagem, as coisas podem complicar, como vimos com o Minsk. Portanto, acho que hoje o fundamental é o Braga, mais do que ter muita bola, é ser muito eficaz no último terço.
Augusto Inácio, expectativa para este jogo?
É um osso duro de roer para o Sporting Braga, até porque o Sporting Braga, pelo menos no ano passado, foi esse o indicador de que não começa bem as épocas. Depois, à medida que o tempo vai avançando, é que vai consolidando as suas rotinas e vai se tornando uma equipa mais forte. Mas até aí, tem muitos hiatos também adicionais. Teve muita dificuldade com o Dinamo de Minsk. O Dinamo de Minsk não é uma grande equipa, mas fechou-se de uma forma que o Braga não teve argumentos para desbloquear aquela linha defensiva dos bielorrussos. E hoje o Braga vai ter que arranjar um resultado que lhe permita pensar seriamente em passar à fase de grupos, porque este Austria de Viena, em sua casa, é muito mais perigoso do que fora, mas joga muito no contra-ataque, é uma equipa também muito física ali no meio-campo. Diria que o Sporting Braga só com o seu toque de bola, só ficar com ela, o tal tiqui-taca, não chega para eliminar este Austria de Viena.
Gabriel Alves, ainda assim, o Sporting Braga tem condições para ultrapassar este adversário?
Tem, mas vai ter que ter muita atenção à parte física desta equipa austríaca. Uma equipa com velocidade, atitude, intensidade, movimentos bem coordenados, construção em contra-ataque. E também fica a pergunta no ar: que Braga vamos ter? Esperemos que sim, que vem depois daquele aperto da gastroenterite que afetou vários futebolistas, que naturalmente não mata, mas deixa moça.
Vamos ainda falar de ténis. João Castro, Nuno Borges e Jaime Faria conseguiram um feito notável ao chegar aos oitavos, mas fica por aqui essa história em Cincinnati.
Sim, mas é um feito histórico. E arrecadaram não só dinheiro, mas pontos valiosos no quadro ATP. Portanto, acho que o ténis português tem realmente evoluído e espero que assim continue. Eu acho que o Faria pode ainda evoluir bastante e, portanto, tenho esperanças que teremos uma surpresa nos próximos anos no ténis nacional.
Vamos às notas de campeão. Pedro Henriques, começo por ti.
A minha nota vai, naturalmente, para as equipas europeias, o Benfica e Braga, que sejam felizes nesta primeira metade, hoje, jogando em casa, e aproveitem para tirar partido disso mesmo. Para já, um 15 de expectativa. Estou com confiança que daqui a uma semana estejamos todos felizes com o seu apremento. E obviamente uma nota de oito negativa. Eu acho que alguém devia ser despedido, mas isso é só a minha opinião, aquilo que aconteceu ao João Cancelo não pode acontecer. É só surreal. Estamos a falar do Barcelona, uma equipa de topo, e portanto é assim. Se for em Portugal, é despede o motorista. Obviamente que a culpa é sempre do motorista quando alguma coisa não corre bem. O que eu quero dizer com este desprendimento é que eu acho que estas situações que acontecem, por muitas justificações que vêm, é falta de profissionalismo e de competência de alguém. Como gosto de estar sempre preparado para tudo e para todas as coisas, irrita-me sistematicamente esta falta de competência. O que aconteceu não pode acontecer e realmente a maneira como ele reagiu, até o Yamal, que estava lá ao pé, ficou um bocado a olhar para ele e o Dani Olmo ali ao lado nem parecia acreditar no que estava a acontecer. É só estranho. Só para relembrar o que aconteceu, é que ele está equipado, pronto para subir naquele torneio que é o Troféu Joan Gamper, e depois, de repente, já não pode porque a pelada não está pronta. Então, homem e equipa, se está pronto para entrar e depois está ali e depois já não volta. Isto é uma falta de profissionalismo e de competência que torna-se ridículo um clube como o Barcelona.
Gabriel Alves.
Olha, em relação aos pontos que falou há pouco o Pedro Henriques, e bem. Em Portugal exige-se aos três grandes, com o Benfica à frente, que tenham desempenhos na linha dos Reais de Madrid, Barcelonas, Manchesters, Chelseas, etc. Exige-se. Só que o dinheiro disponível, as estruturas existentes, que também aqui falamos várias vezes, não têm nada a ver com aquilo que se passa lá fora. A luta interna, aquilo que é a competitividade, as competições nacionais são baixas, fraquinhas, etc. E o mercado português é de 9 milhões e outros demais, que dentro daquilo que é a economia e as finanças, gostaríamos de ouvir economistas e financeiros, mas de forma pragmática, objetiva e não de pipocas na mão falarem. Mas há aqui uma entrevista e por isso eu vou dar a Mauro Xavier, que é um adepto conhecido do Benfica, deu uma entrevista ao "Expresso" e eu vou lhe dar 18 por aquilo que ele disse. Temos que fazer diferente para conseguir chegar lá. Só a camisola do Real Madrid rende mais do que o Benfica inteiro. Conclusões do relatório sobre o Benfica, que houve por uma empresa internacional. Um ativo de 500 milhões usado 60 dias por ano. O Estádio da Luz tem que passar a arena multiuso com o relvado rebaixado e por assim por diante. Quarenta a 50 milhões por ano, o equivalente a uma Champions. Valor estimado de abrir o estádio a concertos e grandes eventos durante todo o ano. Mais adeptos, lugares em pé. Aquela que era a bancada, o chamado peão, e bilhetes económicos. Nova experiência de estádio do corporate aos topos, sem excluir quem sempre lá esteve. Depois, sair da bolsa, recomprar o capital. Parceiros estratégicos até ao limite de 45%, três fatias de 15 alinhadas com as fontes de receita. Mais recursos, menos resultados operacionais, um problema de gestão. O modelo de gestão tem que ser revisto, os tempos obrigam a uma mudança de paradigma. Portanto, fazer diferente para chegar lá. Eu acho que é uma excelente entrevista. Isto são ideias de Mauro Xavier. Haverá outros e eu acho que esta discussão com pessoas que tenham ideias bem concretas ao nível do SLB, do Sporting Clube Portugal, do Futebol Clube do Porto, três grandes, do Braga, eu acho que, de facto, tem que se conversar, tem que se falar, porque senão é só exigir. Exigir, dar pipocas, pipocas e depois as pipocas, obviamente, esgotam-se.
Augusto Inácio.
Olha, como sempre, cada vez que equipas portuguesas jogam nas competições europeias, dou sempre nota 20, neste caso Benfica e Braga, mas é de motivação, de crença, de acreditar e de ser positivo. E depois queria dar nota 17 aos treinadores portugueses, ao Leonardo Jardim, no Flamengo, que ganhou 2-1 ao Artur Jorge, ao Cruzeiro e passou às quartas de final, e também para o Vítor Campelos, que foi empatar ao Slovan Bratislava 1 a 1 e agora tem o segundo jogo na Eslovénia e que pode entrar na fase de grupos. Fantástico.
João Castro.
Olha, a minha nota vai para a nota 18 para o Rodrigo Mora, que eu ontem não tive a oportunidade de falar. É um jogador que eu aprecio bastante, é um talento nacional e geracional de Portugal e desejo tudo de bom para a Roma, a forma como foi recebido também é ótima. E depois a minha nota negativa é exatamente sobre o Rodrigo Mora, do que eu ouvi ontem em televisão, em que todos, ou bastantes, disseram que era um excelente negócio. E relembro quando foi o Kenda, por 51 milhões para o Chelsea. Muitos disseram que era pouco e o Kenda ainda ficou mais um ano no Sporting. Portanto, mudam-se as cores, mudam-se as opiniões.
Está feita esta edição de "E o Campeão É". Logo à noite há relato do Benfica-Aros.