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Pote na Fiorentina, Daniel Bragança no Torino. Para a Luz chega Etcheverry e El Karouani e sai Richard Rios por empréstimo para a Arábia Saudita. Farioli perde Deniz Gül, mas recebe Gabriel Mec. Os principais mercados já fecharam. Em Portugal, está aberto até sexta-feira. São movimentações para analisar hoje com a Mariana Fernandes, o Augusto Inácio, o Gabriel Alves e o Pedro Henriques. Bem-vindos, campeões. Mariana, pedia-te para já uma análise financeira, mas também desportiva a estas duas saídas no Sporting, de Pote e Bragança, porque falamos de dois atletas com estatuto bem cimentado também junto dos adeptos leoninos.
Sim, e eu acho que acaba por ser isso que está a causar aqui alguma, não sei se é polêmica, mas alguma celeuma dentro do universo do Sporting. A ideia de que tanto Pedro Gonçalves como Daniel Bragança, mais Pedro Gonçalves, mas os dois foram muito importantes para os títulos recentes do Sporting, para esta fase muito bem sucedida do Sporting nos últimos anos. A ideia de que Daniel Bragança é um jogador do clube, Pedro Gonçalves, um jogador que está há muitos anos no clube, que acabam por sair os dois, não diria ao desbarato, porque se Pedro Gonçalves e se a Fiorentina exercer esta opção de compra daqui a um ano, não me parece que seja um valor muito mau para o Pedro Gonçalves. Depende tudo do que Pedro Gonçalves obviamente fizer nesta temporada, ou seja, depende da sua utilização e do seu rendimento. Não me parece assim muito estranho que a Fiorentina, daqui a um ano, se Pedro Gonçalves se tornar um jogador importante, decida dar estes 22 milhões de euros pelo jogador. Portanto, acho que aqui a questão do desbarato é um bocadinho mais a questão de Daniel Bragança e o valor pelo qual Daniel Bragança acaba por sair. Agora, é preciso recordar, e é para aí, ou pelo menos para esse pormenor, que eu olho com alguma estranheza para toda esta celeuma, esta polêmica que se está a criar. Há muito tempo que já tinha ficado claro, desde o final da temporada passada, que o Sporting e Frederico Varandas pretendiam um corte com o passado, não necessariamente um corte com o passado na medida em que era para esquecer o passado, mas era precisamente lembrar o passado para seguir em frente, ou seja, acabar um capítulo, fechar um capítulo para começar outro. E a partir do momento em que a renovação do Rui Borges acontece, ficou também bastante claro que esse corte de capítulo não era a partir do treinador e seria a partir do plantel. E a partir do momento em que o Sporting começa, não a desfazer-se, porque não é isso, mas começa a abrir a porta a jogadores como Francisco Trincão, o caso de Morten Hjulmand é diferente, mas também sai, o caso de Morita.
Também sai Morita.
Também sai Morita.
São muitas as figuras que saem.
Sim, Diomandé, ou seja, em que se percebe claramente que algumas das figuras dos últimos títulos, das últimas temporadas do Sporting, algumas dessas referências iam sair, eu achava que estas saídas de Daniel Bragança e Pedro Gonçalves também iriam ser compreendidas dessa maneira. Eu percebo a questão do valor de Daniel Bragança. É preciso recordar também que Daniel Bragança não quis renovar com o Sporting. Portanto, não é aqui apenas o Sporting a empurrar Daniel Bragança para uma saída, também ao contrário. Daniel Bragança não estava contente com aquilo que lhe foi oferecido nessa renovação e não quis renovar contrato com o Sporting. Portanto, em certa medida, também não quis ficar no Sporting e preferiu ir para o Torino nestas condições. Do caso Pedro Gonçalves, eu acho que se alimentou muito a ideia, durante algum tempo, de que iria aparecer uma proposta da Arábia Saudita por 20, 25 milhões de euros. Essa proposta nunca apareceu. Ou seja, nunca apareceu um clube da Arábia Saudita com uma proposta propriamente dita por Pedro Gonçalves. Existiram abordagens, existiram perguntas, a proposta nunca apareceu. Eu acho que o capítulo entre as duas partes, entre o clube e entre o jogador, estava gasto, estava encerrado. Não havia condições nesta altura para Pedro Gonçalves fazer parte, pelo menos da equipe e das escolhas de Rui Borges. E acho que esta foi a solução encontrada. Eu acho que acaba por ser uma solução boa para o jogador, vai jogar num dos maiores campeonatos do mundo, num clube, obviamente, com imensa história, mítico, que tem os seus objetivos, diferentes dos do Sporting, obviamente.
Fez 100 anos há pouco tempo.
Fez 100 anos há pouco tempo, com a presença de Rui Costa.
Tem uma margem no plantel.
Exatamente.
Tem um português, pelo menos.
Portanto, não me parece que seja assim um destino tão mau para Pedro Gonçalves e o Sporting segue em frente também do seu lado. Portanto, é claro que nada disto é tão simples como eu estou aqui a colocá-lo. Agora, que me parecia muito evidente há muito tempo que o Sporting ia fechar o capítulo, ia virar a página e seguir em frente, isso acho que sim.
Pedro Henriques, como é que olhas para a saída destas duas figuras e também para esta análise aqui feita pela Mariana de um novo Sporting, de alguma forma, abrindo aqui um novo capítulo com o ano de muitas saídas de figuras marcantes do plantel dos últimos anos?
Bom dia. Em primeiro lugar, a análise da Mariana é sempre uma análise bem feita e boa, e portanto, para aí estamos conversados. Relativamente a tentar acrescentar um bocadinho mais do que aquilo que foi dito. Eu pego, sobretudo, nesta parte final daquilo que disse a Mariana, que é o seguinte: às vezes não tem a ver com o clube, às vezes não tem a ver com a qualidade dos jogadores propriamente dita, às vezes tem a ver com o contexto e o momento. E por vezes, há mudanças que têm que acontecer, porque por muitos objetivos que haja, por muita motivação que possa ou não possa haver, as pessoas às vezes têm necessidade de dar passos em frente. Depois, logo se vê se foram os passos certos ou corretos. E neste momento, e acho que ficou muito bem vincado depois da maneira como o Sporting perdeu a final da Taça de Portugal, que se já havia essa ideia de alteração, de mudança, o tal corte, como a Mariana falou, em relação não ao passado de vitória, mas ao passado daquilo que era a presença de alguns jogadores, eu acho que isso ficou muito mais bem vincado. E como foi dito, e muito bem, a partir do momento que renovas com o Rui Borges, percebes por onde é que tinha que ser feita essa mudança. Ou era a estrutura técnica, ou eram os jogadores, e percebeu-se que era por parte dos jogadores. E podendo não ser o desfecho melhor, se calhar, o caso do Pote, esta questão da Arábia, que parecia ser por aí, se calhar, com outros dinheiros, etc. O fato é que eu acho que ficar o Bragança e ficar o Pote, por muito que eles fossem reintegrados, iria ser pior para todos, para o Sporting e para os próprios jogadores. E neste momento, até a maneira como o Bragança se despede Olhando para aquilo que foram desde os sete anos que ele entrou no Sporting e agora com 27, se não estou em erro, ou as próprias palavras do Pote, percebe-se claramente que as partes, pelo menos os jogadores, estão felizes, pelo menos aparentemente, porque vão à procura de outras coisas. E para o Sporting, já que é para renovar, já que é para alterar, já que é para encerrar capítulos, foi para já a solução mais correta e adequada. E eu acho que o importante é as pessoas sentirem-se felizes e o Sporting neste momento está a seguir em frente, os jogadores estão a seguir em frente e eu acho que foi esse o contexto atual.
Agostinho Inácio, como é que olhas também para estas saídas? Recordo-me que num programa que estivemos com o João Castro há alguns dias, o João Castro, adepto do Sporting, dizia: "Se Pote não sair, poderá ser o grande reforço do Sporting para a nova época." Não deixa de ser surpreendente quando tanto se falava da Arábia aparecer agora a Fiorentina como destino para Pedro Gonçalves.
Ora boa tarde a todos. Deixe-me dizer que já há uns dias atrás, no Observador, eu tinha dito que os árabes é preciso ter cuidado, porque nunca se sabe quando é que o negócio é fechado. Para eles é tudo para amanhã, amanhã, amanhã, até ao momento em que às vezes deixam cair o negócio. Eu não sei se houve proposta ou não, do Al-Ittihad ou de algum clube árabe. Não sei se isso aconteceu, mas foi público que havia esse interesse e esperou-se até à última hora que isso acontecesse. Agora aqui uma coisa que me faz uma enorme confusão. Se compreendo o Daniel Bragança que não quis renovar com o Sporting e agora tinha que sair e enfim, o Sporting pediu 10, 12 milhões de euros, acaba por sair com objetivos cumpridos e tudo, quatro milhões e meio de euros, foi o negócio possível que provavelmente o Sporting teve que fazer. Agora em relação ao Pote, eu não entendo. E não entendo porque o Sporting no ano passado renovou com o Pote até 2030 e levando o seu salário no patamar mais alto. Ou seja, o Sporting estava a contar com o Pedro Gonçalves para esta temporada. A sensação que eu fico é que depois de algumas declarações que o Pedro Gonçalves fez depois da final da Taça, em que disse que estava a jogar com um travão de mão, precisamente para não se lesionar ou não ter alguma recaída, eu não sei se isso caiu mal na estrutura do Sporting ao ponto de o empurrarem praticamente no sentido de não quererem ficar com o Pote esta temporada no plantel. É claro que isto ninguém diz nada a ninguém, o Pote saiu, é tudo elogios, é tudo obrigado, mas acho que há aqui uma parte da história que ainda falta contar, que ainda não está contada e talvez daqui a uns anos a gente possa perceber o porquê da saída do Pote. Porque quem renova contrato até 2030 é porque está a contar com o jogador. E por isso mesmo, esta saída assim prematura no sentido de, aos pouquinhos empurrar o jogador para fora do clube, é qualquer coisa que ainda falta por contar. Por isso, é a minha nota de campeão, vai ser o Pote, vai ser o Daniel Bragança, nota 20 para eles, deram muito ao Sporting, contribuíram para muitos títulos. Mas atenção, o Pote tem 28 anos, Bragança tem 27 anos, ainda não estão em final de carreira.
Muito bem. Gabriela Alves, e os destinos Fiorentina e Torino? Vês sucesso no caminho destes dois portugueses num campeonato complicado e em equipas que não lutam propriamente para serem campeões em Itália?
Boa tarde. As equipas da Itália este ano mexeram-se e estão nesta altura muito bem, posso mesmo adiantar, tempo de jogo baixou, nestas primeiras jornadas, mais golos. Portanto, há uma determinada euforia pragmática, porque isto é o princípio, por aquilo que é nesta altura a filosofia e os reforços das equipas. Também houve equipas que não se reforçaram, como o Bolonha vendeu, precisava de dinheiro. Quanto a Pote, eu vou falar do Pote na Fiorentina. Eu acho que o Pote na Fiorentina vai ser um jogador que pode até ter um relançamento de carreira, porque aquela Fiorentina é uma Fiorentina muito musculada, muito de fisicalidade, que está a deixar também alguma perspectiva de saber o que é para contar como foi em termos dos analistas. Pote, com aquela força da técnica que ele tem, cultura tática, pode ser ali um jardim perfeito para ele acionar e obviamente moldar e dar a qualidade do seu futebol a esta equipa de Florença. Quanto ao resto, eu só vou adiantar algo e aqui porque a Mariana falou disso e o Inácio também tocou e o Pedro, aquilo que é o futuro. Há uma rádio italiana que é a Italian Classics, clássicos 70, 80, 90, que eu ouço, porque eu gosto de ouvir, que tem um slogan muito interessante e com isto termino esta questão do Sporting: é preciso olhar o passado para valorizar o presente.
Vamos ter de avançar para as nossas notas de campeão, mas antes disso, Mariana Fernandes, um rápido comentário também a esta saída de Richard Ries, vai para o Al-Ittihad, vai por empréstimo e sem opção de compra, o que quer dizer que no fim desta época voltará a estar às ordens de Marco Silva.
O que quer dizer que Marco Silva não queria Richard Ries para esta temporada. Isso também parece-me bastante evidente, aliás, já tinha ficado evidente também com os jogos que o Benfica já fez, na medida em que Richard Ries não tem sido propriamente opção. Acho que é um jogador com muita qualidade, que nunca conseguiu adaptar-se. E nunca conseguiu adaptar-se não necessariamente ao futebol português, nunca conseguiu adaptar-se ao facto de jogar numa equipa grande, digamos assim, ou numa equipa que pelo menos joga como uma equipa grande. Não que o Palmeiras não o fosse, onde ele estava antes, mas uma equipa que joga constantemente com posse de bola em mais de 90% dos jogos que faz. O Richard Ries não é um jogador que tenha uma enorme qualidade de passe, não é propriamente um virtuoso a criar, mas é um jogador que pega muito bem na bola para avançar. Faz-me muito lembrar, eu disse isto muitas vezes o ano passado, faz muito lembrar o Matheus Nunes quando estava no Sporting, não agora que joga lateral direito, mas quando estava no Sporting. É um jogador que pega na bola e que com força, fisicalidade, velocidade, consegue comer, digamos assim, saltar várias linhas de marcação e várias linhas da equipa adversária. Nunca jogou assim e não jogou assim com o Bruno Lage, não jogou assim com o José Mourinho, também não iria jogar assim com o Marco Silva. Portanto, nunca foi um jogador que conseguiu demonstrar o seu melhor no Benfica. Teve uma fase boa, que é para seu mal e para mal do Benfica, a fase em que se lesiona também no jogo contra o FC do Porto e acaba por cair aí. Portanto, teve ali um momento em que parecia que estava a ganhar algum protagonismo, mas nunca conseguiu mesmo ser aquilo que o Benfica esperava que ele fosse. Sai, voltará daqui a um ano Acho que volta igual. À partida não vai mudar as suas características. Resta saber: um, se Marco Silva ainda cá está daqui a um ano, dois, se aparece ou não outro treinador que consiga potenciar as características de Richarlyson.
Quem é o teu campeão hoje?
O meu campeão é a Real Federação Espanhola de Futebol. Neste caso, não foi a federação que anunciou, foi Alexia Putellas numa entrevista que acabou por adiantar-se à federação e que anunciou que a Federação Espanhola chegou a acordo com uma clínica em Madrid para financiar por inteiro o congelamento de óvulos das jogadoras, das internacionais que assim o pretendam. Ou seja, se as jogadoras quiserem adiar a maternidade para uma fase posterior da carreira ou para o pós-carreira, podem congelar óvulos que a federação fica com os custos totais desse procedimento, que como sabemos, é um procedimento caro, seja em Espanha, em Portugal ou em qualquer outra parte do mundo. Acho que é um avanço muito bom, independentemente de algumas vozes, como de Diana Putellas, estarem a dizer que é machismo, porque o que interessava era permitir que as jogadoras fossem mães durante as carreiras. A questão aqui é que a larga maioria das jogadoras não querem ser mães enquanto estão a jogar, porque não querem parar, obviamente. Não querem desperdiçar os melhores momentos e o auge do seu corpo e das suas carreiras para serem mães.
Merece uma nota alta.
Sim, merece obviamente um 18 esta decisão da federação. Portugal não está neste ponto, mas espero que para lá caminhe.
Pedro Henriques, vamos conhecer também o teu campeão nesta quarta-feira?
Sim, depois destes jogos do fim de semana, não sei se já falámos ou não no campeão, mas eu tinha aqui como nota, ontem estivemos a discutir mais as questões técnico-táticas dos jogos, nomeadamente o jogo do Benfica, e hoje queria deixar aquilo que aconteceu no início do jogo, aquele menino de seis anos, Salvador, que entrou pela mão do Rafa. Uma daquelas doenças extremamente complicadas e que através do futebol acaba por ter ali um momento de alegria e de alívio daquilo que é a dor da doença que ele tem. Portanto, eu acho que estes momentos também são relevantes e importantes e o futebol tem um papel social tão relevante e importante, sobretudo através das estrelas que são os grandes ídolos destes meninos, que são os próprios jogadores. Para o Salvador, para aquilo que o Benfica fez e que no fundo os clubes também fazem, muitas vezes com a ajuda da própria fundação, seja da liga, seja da federação, um grande 20, e que o menino consiga ser feliz e atenuar todas as dores que vêm de uma doença extremamente complicada.
Boa nota também do Pedro Henriques. Augustinasso, vamos conhecer o teu campeão de hoje.
Nota 20 para o Pedro Gonçalves e Paulo Bragança, por aquilo que deram ao Sporting, que sejam tão felizes, como agora podem dar à Fiorentina e ao Torino. Por isso, para eles, grandes campeões, nota 20.
Gabriel Alves, fechamos contigo a edição de hoje.
A minha nota vai em relação ao mercado. Só para dar aqui um exemplo: este mercado em Portugal é como se fosse uma cobaia, porque vêm os jogadores que precisam ou de reconstrução ou de relançamento. É o caso, por exemplo, de Aït-Fessi para o Benfica e Gimenez para o Futebol Clube do Porto. São dois exemplos, porque é evidente que não há capacidade financeira. Eu só dou aqui quase 4 bilhões na Premier League, 1,232 bilhão na La Liga, o próprio PSG teve lucro de 486 milhões. É só para deixar isto. São os jogadores que vêm, não tinham noivas, quer um, quer outro, eu conheço-os bem. Mas vêm, poderão ser relançados, ainda bem, e será bom para eles e para os clubes que vão obviamente vestir a camisola. A questão de Rios. Ele veio em 25/26 por 27 milhões. Sai emprestado para o Médio Oriente de borla.
Acho que há uma taxa de 3 milhões. O Benfica vai buscar 3 milhões, mas tendo em conta o que ele custou.
Está bem. E vai para a Arábia. Eu só relembro o que o presidente do Benfica dizia em 25/26. Todos reconhecem ser um dos melhores mercados que há memória. E queria também chamar a atenção que para o governo espanhol, atenção, clubes de futebol sob escrutínio do governo, isto é, está a preparar regulamentação para obrigar os clubes de futebol a comunicar as suas contratações à autoridade de combate à lavagem de dinheiro. Terão que identificar investidores, patrocinadores, intermediários, informar às autoridades as transações lucrativas com atenção especial a mudanças na participação acionária e a transparência dos jogadores. O objetivo é monitorizar fundos não declarados. Vem no "El País" de hoje. Queria deixar uma nota para o Renato Sanches.
Está livre, rescindiu com o PSG.
Sim, mas eu quero deixar uma nota. Ele foi do 80 para o oito e obviamente sempre tão falado e agora praticamente ninguém fala dele. Renato Sanches, se calhar, não foi bem aconselhado na sua carreira, independentemente de todas as questões, de lesões, etc. Agora liberto pelo Paris Saint-Germain. Mesmo assim, eu vou lhe dar 12, porque ele merecia mais.
A ver vamos se ainda consegue uma colocação neste mercado, o que deve acontecer também nos próximos dias. Está feita a edição de hoje de "E o Campeão É...".