Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está em andamento a segunda jornada do campeonato. Hoje o Casa Pia recebe o Sport Lisboa e Benfica, jogo às 20h15. Vai ter relato em direto aqui na Rádio Observador. Está também a mexer o mercado de transferências com Dedic a sair do Benfica e Rodrigo Mora na porta de saída do Futebol Clube do Porto. E já terminaram os Europeus de Atletismo com três medalhas para Portugal. São temas em destaque nesta edição de "E o Campeão é". Eu sou o Miguel Cordeiro, vou estar à conversa com Augusto Inácio, Gabriel Alves, João Pinto e Pedro Henriques. Começamos pelo futebol, pelo Campeonato Português. Augusto Inácio, bem-vindo. Casa Pia-Benfica. O Benfica escorregou, podemos dizer assim, na primeira jornada. O que esperas deste jogo? Um terreno que não tem sido propriamente fácil, ou um adversário que não tem sido propriamente fácil para o Benfica.
Boa tarde a todos. É verdade, o Benfica arrancou mal o campeonato, empatou com o Acd. Fízeu, um a um em casa. E o Casa Pia também começou mal, porque foi à Madeira perder com o Marítimo por 1 a 0. Diria que o Benfica está obrigado a ganhar este jogo, porque está neste momento com um ponto na classificação e o Porto seu direto rival com seis, embora também seja acompanhado pelo Marítimo e pelo Arouca. Diria que o Benfica está à procura ainda de consolidar o seu plantel, está à procura de consolidar o seu jogo. Deu notas positivas no segundo jogo com o St. Gallen, do primeiro jogo com o Hearts em casa, depois caiu muito. Está à procura do equilíbrio competitivo, está à procura também das melhores soluções possíveis, mas o Benfica está em competição, e como está em competição, as coisas são a doer. Um resultado negativo é perda de pontos, é perda de uma qualificação. E o Benfica nas competições europeias tem tido nota positiva e tem-se classificado com muito mérito. Mas diria que não é fácil. O Casa Pia nunca se sabe o que vai sair dali. Em Rio Maior, o Benfica tem sempre dificuldades, não sei por quê, é daqueles campos que o Benfica não deve gostar de jogar. Não é pelo adversário só, é também pelo campo. Há equipes assim. Eu lembro que quando jogava no Porto, íamos ao Estoril jogar e era muito difícil para o Porto ganhar o jogo. E não era só por ser o Estoril, era por ser o campo do Estoril. Há coisas que não têm explicação. Mas diria que sim, o Benfica tem que ganhar o jogo hoje, porque o Porto ganhou e atenção, se o Benfica ganhar, iguala o Sporting, fica com quatro pontos também. Agora, se empatar ou se perder, o Benfica começa a entrar numa onda muito complicada.
O Benfica não ganha ao Casa Pia em Rio Maior desde 17 de março de 2024 e não ganha desde 17 de agosto de 2024 também a este adversário. Nos últimos três jogos, o Casa Pia venceu um e na época passada houve dois empates, tanto no Estádio da Luz como em Rio Maior, o Benfica empatou. João Pinto, isto são avisos suficientes para o que o Benfica tem de fazer hoje?
Boa tarde. Sim, primeiro expuseste a ferida toda, puseste sal, temperaste bem. Sim, é isso mesmo. E além daquilo que o Augusto já disse, da diferença pontual, o Benfica na próxima jornada não joga, tem o jogo adiado para setembro, se não me engano. Portanto, um mau resultado aqui e uma vitória do Porto na próxima jornada, eram oito pontos ou sete pontos para o Porto, o que ia lançar os alarmes todos e é muito drama para agosto, numa altura em que as pessoas têm é que estar descansadas. E portanto, naturalmente, o Benfica continua, e como disse o Augusto e bem, com equívocos, com dúvidas, com sombras. Há a questão Enzo Beneche, que num dia é titular, no outro dia não joga bem, no outro já vai ser transferido. Há Dedic que vai, não vai, agora já foi. Há aqui uma série de inconsistências do ponto de vista do planeamento do Benfica, há a questão dos centrais, obviamente. Há a questão do guarda-redes, com Samuel Soares, com Trubin, e são inconsistências a mais, são sombras a mais. Eu lembro-me quando o Roger Schmidt chegou, a primeira coisa que fez foi um 11 e foi com esse 11 até dezembro.
Também teve que fazer a qualificação.
Exatamente, mas agarrou-se àquele 11 e vamos com estes. E o Benfica continua com muitas dúvidas e muitas perturbações. Já é uma nau difícil de controlar, quanto mais num mar tão picado.
Pedro Henriques, no meio de tudo isto, é fácil fazer um 11 neste Benfica?
Sim, este é fácil. Bom dia. Este é fácil, fazer o 11. O difícil é compreender por que o Casa Pia continua a jogar em Rio Maior. Isso com o Relvado de Coimbra. Mas eu todas as semanas vou bater nisto, porque é bonito fazer festas, é bonito dizer que a liga e a federação estão empenhadas em mais e melhor futebol, mas depois coisas concretas não se veem. E coisas concretas são os bilhetes, os horários, as condições do relvado, as condições dos espectadores. Esta história do Casa Pia, eu até posso aceitar que um clube suba à Primeira Liga, esteja ali um ano para resolver, mas agora vão o quê? Três ou quatro, já nem sei quantos é que vão. Portanto, não faz sentido nenhum e isto revela algo que não pode acontecer. Quanto ao 11, já agora, só dizer aqui ao João Pinto, o Dedic já foi, e repara, de chapéu verde e virado ao contrário, não sei se repararam. É um pormenor delicioso de alguém que diz: "Tu precisavas de crescer outra vez, aprender algumas coisas da vida". Mas pronto, é malta cheia de dinheiro, aquilo é tudo aos milhões.
O chapéu virado para trás fica muito melhor, Pedro.
É verdade, desculpa. Falta-lhes em bom gosto e sobretudo em perceber coisas que são inconcebíveis. A gente ri e brinca um bocadinho, mas sei lá se os jogadores do Porto podem usar coisas vermelhas, etc.
Pedro, não ponhas álcool nas feridas do João.
Ponho álcool e sal.
Obrigado, Gabriel.
Mas aqui não é a ferida do João, tudo tem a ver com organização. Por isso, quando se diz reforços daqui, reforços acolá, e o Benfica isto e aquilo, é o presidente, isso é que era o grande reforço. Outro. Bem, vamos lá. Hoje é fácil. Samuel Soares, Dalot e Bah nas alas Isso é certinho, tudo é dito que não joga. Tomás Araújo no inglês, Barrenechea com Leandro Barreiro, Pavlidis a ser trabalhado por trás com Prestianni, Sudakov e Rafa.
Muito bem, Gabriel Alves.
Vê lá se te enganas, Pedro. Vê lá se o Barrenechea, entretanto, parte.
Depende da cor do chapéu, isso é virado ao contrário.
Com todos esses dados lançados, Gabriel Alves, o que esperas deste jogo?
Estou como o outro, ver para crer, ver para contar como foi ou o que vai acontecer. De resto, está tudo dito. Só deixar aqui uma primeira nota. Vou dar 18 ao Roger Schmidt. Os pipocas já estão com saudades dele. Quem diria? Mas ver para crer. E eu chamo a atenção aqui para um fator. Nós falamos do Porto, do Sporting, do Benfica, mas atenção às equipas pequenas, têm também o seu futebol. Há os falhances dos treinadores das equipas maiores ou a menor, digamos, mas temos que dar também alento e chamar a terreiro aquilo que os treinadores das equipas mais pequenas, que são treinadores formados, com desafios da profissão, com matéria-prima muito escassa, muito menor do que aquilo que é dos candidatos, dos grandes, fazem e portanto há que lhes dar valor. Eu quero chamar a atenção com duas jornadas, vale o que vale, mas vê bem. O Arouca está à frente com seis pontos, cinco gols apontados, zero sofridos. O Futebol Clube do Porto, que é o campeão, também está à frente em segundo lugar, mas tem menos um gol, zero sofridos, menos um gol de ataque. Depois temos o Marítimo que voltou. Duas vitórias, também com seis pontos à frente, três gols apontados, um sofrido e, atenção, venceu o Famalicão nesta jornada fora, no Minho. Não é fácil. E depois vai o Nacional com quatro pontos na quarta posição, outra equipa que naturalmente vem da região autónoma, com quatro pontos, quatro marcados, dois sofridos. E depois está o Sporting Clube de Portugal em quinto lugar, também com quatro pontos. Mas atenção ao Santa Clara. As regiões autónomas estão a trabalhar bem neste campeonato. Enfim, vale o que vale, são as duas primeiras jornadas, há muito campeonato, há muito por decidir, mas há que dar notas para já a estas equipas e dizer que, pelo menos, prepararam-se para aquilo que é o arranque da época.
Há muito campeonato, há muito por decidir, há muito por mexer também, porque o mercado continua aberto até o final do mês e, Augusto Inácio, à novela Rodrigo Mora, de um dia para o outro estalou esta novela, está na porta de saída. Nesta altura, é importante que isto se resolva rápido para não entrar precisamente nesse efeito novela?
Os problemas do Rodrigo Mora já vêm desde o ano passado. Desde o momento em que o Fariola adotou um sistema em que tentou adaptar o Rodrigo Mora a uma função que o Rodrigo Mora não está habituado. Eu noto o esforço e percebi o esforço do Rodrigo Mora em querer fazer aquilo que o treinador está a pedir, mas sabes que o teu talento, a tua forma de jogar, é difícil às vezes as adaptações. E o Rodrigo Mora é feliz e demonstra essa felicidade no campo quando joga solto atrás do ponta de lança e vê-se que é um jogador um pouquinho mais amarrado quando joga, por exemplo, pra oito no lugar do Gabi Veiga, que obriga ali não só a jogar pra frente, como também a fechar o espaço quando não tiver a bola, isso já obriga a outro tipo de jogo que o Rodrigo Mora não tem. Nesta perspectiva, olhando para aquilo que é o talento, atenção, é um talento, ainda não é um grande jogador, é um talento para se fazer. Não joga, não tem oportunidades, o Porto tem que olhar para esse lado da valorização do jogador, vendendo ou emprestando, ou emprestando com obrigação de compra. De qualquer maneira, eu acho que o Rodrigo Mora tem que sair do foco do Porto para poder jogar, mas tem que ir para uma equipa que também tenha um sistema que se adapte ao jogo do Rodrigo Mora, porque se vai por um sistema que o Rodrigo Mora não está habituado, também não vai crescer. Por isso acho que há ali um problema, é verdade, há ali um problema e para bem do Porto, para bem do Rodrigo Mora, era melhor que ele saísse ou ser vendido ou ser emprestado.
Gabriel Alves, onde é que nós já ouvimos esta novela? Um jogador português que joga atrás do avançado, típica camisola 10.
Eu sei essa.
É adaptado de posição e não rende, tem que procurar uma equipa onde consiga render. Não é uma história que já temos ouvido aqui nos últimos anos sobre outro jogador?
Há tantas histórias, Miguel, em relação a isso. Eu acho que os treinadores também têm que fazer com que o trabalho do futebolista, ou melhor, quando o futebolista é adquirido, tem que se saber se é adquirido dentro daquilo que é o plano e o projeto que o treinador tem em termos táticos, ou então o treinador, se chega e já lá está o jogador, não o pode escorraçar, porque tem é que trabalhá-lo. E eu estou a falar do Rodrigo Mora assim: Fariola é italiano. Se ele for pra Roma, eu vou estar muito atento, porque eu vou acompanhar muito de perto o campeonato italiano. E vou ver um grande treinador, que se chama Gasperini, fez do Atalanta uma grande equipa. Enquanto lá esteve, já saiu há um ano e com tudo o que está a mexer na Roma, porque está a mexer, foi para lá no primeiro ano e ele agora está a mexer, é um grande treinador e certamente que vai agarrar no Rodrigo Mora e vai fazer dele o grande futebolista que todos nós temos em mira e em mente. Portanto, esta história, há muitas histórias dessas, imensas. Há tantas. Depois é os treinadores que falam das aquisições, os diretores desportivos esses Esses ficam em casa. Alguns são inquilinos, têm senhorios, etc. É aquilo.
João Pinto, estavas a dizer que sabes esta. O futebol já não dá para jogadores número 10 ou é apenas algo que podemos batizar de síndrome João Félix?
É isso. Eu acho que ainda há espaço, tem que haver sempre espaço para os artistas e quando não houver, mal estamos nós. Lembraste bem, eu acho que é um bom paralelo. A única diferença é que o João Félix teve o rendimento desportivo no Benfica, que depois catapultou a venda dele por uma batelada de dinheiro e depois foi no clube onde ele foi que teve este problema que o Rodrigo Mora está a ter, com o acrescento dos 120 milhões. E portanto, foi um problema já experienciado pelo valor da venda. Mas sim, é muito similar.
Pedro Henriques, falar aqui de um colega de equipa do João Félix. Cristiano Ronaldo aponta para o último ano. O que te parece esta declaração?
Bem, parece-me duas coisas. Em primeiro lugar, eu penso que ele ainda tem, pelo menos, o objetivo de fechar aquela questão dos 1000 gols, e que me parece possível. Estando onde está, não parece nada impossível fazer isso. Claro que todos os títulos pessoais ou coletivos marcam a história de um jogador, mas ter um jogador que chega aos 1000 gols seria qualquer coisa muito marcante, se calhar até mais do que alguns títulos coletivos que ele teve. Ele melhor do que ninguém sente que está a terminar o ciclo dele em termos de carreira profissional, pelas condições físicas, embora ele tenha realmente condições extraordinárias físicas, mas depois naquilo que é o jogo jogado, já traz suas dificuldades. Aqui a questão que ainda pode dar algumas dúvidas, mais do que jogar ou não jogar este ano, é se ele neste último possível ano de carreira, se vai abdicar da seleção, se não vai abdicar da seleção.
A Liga das Nações.
Exatamente, sobretudo esta questão da Liga das Nações, porque se ele sair neste ano, já não fará muito sentido o projeto do Europeu daqui a dois anos. Por outro lado, fica sempre aquela questão de que vindo do Cristiano Ronaldo, será que não vai querer fechar o ciclo de dois anos e de um Europeu? Será que é só um ano? Portanto, será essa a dúvida, mas de qualquer maneira, a maior dúvida será em relação à seleção, se ele realmente tiver só este ano como limite, se vai abdicar ou não de continuar na seleção.
Deixa eu só dar aqui uma nota, Miguel, rápida.
Sim, Gabriel.
Atenção que Cristiano Ronaldo tem esta frase, mas antes dele, Lionel Messi aquando do falecimento do senhor seu pai, também em carta que acabou por escrever e que tem sido divulgada na comunicação, também diz que está próximo do fim. Uma carta que ele escreve ao pai, está no fim daquilo que é a sua carreira de futebol. Que haja uma produtora que agarre nestes dois grandes ícones do futebol dos últimos 20 anos e que faça, de facto, algo muito importante, porque apaixonou o planeta, não apaixonou alguns. Faça alguma coisa de interessante com gente interessante, que são Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.
Temos de avançar para as nossas notas de campeão. Ficou aqui por falar das três medalhas nos Europeus de Atletismo. Será curto, não será. Pedro Henriques, vou começar a tua nota de campeão por ti, mas queria pedir-te também um comentário a isto. Viste com bons olhos este Europeu?
Uma das minhas notas de campeão é exatamente o bronze da Patrícia Silva nos 1500, da Fátima Mata nos 400 metros barreiras, do Pichardo na medalha de prata no triplo salto. Eu vou dar 15 e parece que é pouco. 15 pelos feitos, porque realmente é importante, cada vez o grau de dificuldade é maior, a competitividade é maior, eles são cada vez mais profissionais e, portanto, 15 no sentido que é positivo sempre ganhar medalhas. Atenção que há ali pelo meio quartos lugares e outros lugares de sextos e sétimos, que também são relevantes e importantes. Não dão medalhas, mas também revelam alguma evolução. A minha questão é fazer esta ligação com aquilo que o Gabriel Alves fala muito, que é como é que isto está interligado com uma estrutura base que existe mesmo de planeamento. Se isto é muito mais carolice dos atletas individualmente, do esforço dos clubes, ou se é de um trabalho planificado a nível nacional, começando na base, que é o desporto escolar. E fico sempre com essa dúvida, que no fundo é um pouquinho de certeza que nem sempre isso corresponde a essa realidade. E depois termino com isto, que vale o que vale, e atenção que eu sou daquelas pessoas que acham muito bem que o Pichardo e outras atletas sejam portugueses e que adquiram essa nacionalidade. Mas, por exemplo, ainda ontem estávamos a ver a maratona e os 11 melhores maratonistas europeus nasceram todos em África. E portanto, é sinais dos tempos e que deixa aqui alguma ideia de que se faz sentido estes modelos de Campeonatos da Europa, Campeonatos do Mundo, com esta multicultura, cada vez mais o pertencer a um país e não pertencer. Não sei. Vamos refletir se calhar um dia destes sobre isso.
Augusto Inácio.
Em relação ao atletismo, dos Campeonatos da Europa em Birmingham, o Pedro já falou nas medalhas, eu não vou estar aqui a repetir. Também é o meu destaque, mas também queria dar nota 15 ao Nuno Borges, qualificou-se para o terceiro round do Masters 1000 de Cincinnati e está qualificado. Queria também dar nota 20 ao Lens, porque ganhou ao PSG a Supertaça e como menos esperava, ganhou com o Ivanovic a titular. E também nota 15, como aquilo já foi dito pelo Gabriel Alves, Porto, Braga e Marítimo, dois jogos, duas vitórias, seis pontos. Começam bem estas três equipas.
Gabriel Alves.
Eu começo por dar 18 ao Rodri, uma grande transferência, um grande jogador, um futebolista campeão do mundo e pela forma como ele geriu a sua transferência, que estava para ir para o Real Madrid e foi para o Barcelona, e as razões porque é que o fez. Dou-lhe 18 e sugiro aos nossos observadores que leiam a Marca hoje, com um jornalismo pragmático, objetivo, fantástico. Sendo um jornal madridista, explicam bem porque é que o Rodri não foi para o Real Madrid e escolheu ele, decidiu ele que era o Barcelona. Para a Marca, dou 20 por seu excelente trabalho. E quero dar, de facto, 20 ao Lens, como já deu o Augusto Inácio, por aquele jogo em que ganha a Supertaça. Não é só por resultado, é por resultado, por espetáculo, por aquilo que o treinador novo fez. Eu vi o jogo com muita atenção, com 10 unidades. Atenção a isto. E dar a Luis Enrique e à equipa do Paris Saint-Germain derrotada, a bater palmas ao Lens quando levantou a taça numa atitude de saber perder, uma atitude de grande desportista. E agora queria dar nove ao Pedro Henriques, porque sei que ele passou uma noite má porque o PSG perdeu.
João Pinto. João Pinto para terminar.
O Pedro Henriques que passou mal a noite e o Gabriel Alves quer ir ao cinema. Está tudo giro. As minhas notas vão para o Famalicão e para o seu altruísmo. Nota 15 para dois gols oferecidos ao Marítimo, que foi sempre uma coisa simpática. Nota 16 também para o Arsenal e para o Lens, ganharam as Supertaças. E depois uma nota 20 para o Jaime Faria, que eliminou o sexto do ranking mundial de ténis e que foi um dos poucos portugueses a conseguir eliminar um atleta do top 10.
Está feito por hoje. Logo à noite há relato do Casa Pia-Benfica.